Basquete em Londrina

Quarta-feira, Janeiro 21, 2004


IV TORNEIO DE BASQUETEBOL EM TRIOS DO ZERÃO

DATA : 31/01 e 01/02 (Sábado e Domingo)


CATEGORIAS : (Masc. e Fem)
A ¿ Livre (acima de 17 anos)
B ¿ Cadete (até 17 anos ¿ 1987/88/89)
C ¿ Infantil (até 13 anos ¿ 1990/91)
D ¿ Pré Mirim (até 11 anos ¿ 1992/93/94)

HORÁRIOS :
Categoria C e D ¿ das 09:00 às 13:00
Categoria A e B ¿ das 15:00 às 20:00

TAXA DE INSCRIÇÃO : 3 Kg de alimentos não perecíveis (por trio)

PREMIAÇÃO : Medalhas para os 3 primeiros colocados de cada categoria

INSCRIÇÕES :
Até 30/01 (6ª Feira) às 19:00
tel. 3344-0733 (LMB) / 9996-1329 (c/ Marival Jr.)

Liga Metropolitana de Basquete de Londrina
Prefeitura Municipal de Londrina
Fundação de Esportes


ENTREVISTA COM ROLANDO
Vamos republicar a entrevista com o jogador Rolando, aí vai:
Rolando Ferreira talvez seja maior nome do basquete paranaense, com passagem pela seleção brasileira, NBA e participante do maior conquista que a seleção conquistou nos últimos 20 anos, a medalha de ouro no Pan de Indianápolis.

Hoje Rolando é técnico de basquete das equipes femininas do Colégio Medianeira, da seleção universitária do Paraná, das equipes sub-20 e adulta da UFPR, onde também joga; além de fazer parte da equipe de Masters da Sociedade Thalia.

BASQUETE CURITIBA: Onde você comecou a jogar basquete? Como surgiu o
seu interesse pelo basquete.
ROLANDO: Comecei a jogar no Círculo Militar do Paraná e no Colégio Positivo.

BASQUETE CURITIBA: Qual foi sua trejetória na carreira. Início,
equipes, conquistas, tempo da carreira...
ROLANDO: As equipes que joguei foram: Círculo Militar do Paraná, Esporte Clube Sirio, S.C. Corinthians Paulista, Universidade de Houston, Portland Trailblazers, Corinthians/RS, AA Guaru, Banco Bandeirantes, EC Pinheiros e Unisanta.

Esses foram os clubes que joguei nos meus 22 anos de carreira, e meus principais títulos nesse tempo são: bicampeão brasileiro juvenil clubes 82 - 83
Campeão Pan-Americano Juvenil 82,
Campeão Brasileiro Juvenil de Seleções 83,
3° Lugar no Mundial Juvenil 83,
Campeão Brasileiro Adulto de Seleções 84
Campeão Brasileiro de Clubes 83,
Campeão Sul Americano de Clubes 84,
3° Lugar Mundial de Clubes 83,
Vice Campeão Liga Nacional 96,
Tetra Campeão Gaucho,
Campeão Copa Caixa 2000,
Campeão Panamericano 87
3° Lugar Panamericano 95
Joguei as Olímpiadas de Seul (88) e Barcelona (92) na qual ficamos em 5° Lugar em ambas e a nível pessoal uma das maiores conquistas foi ter sido escolhido no Draft da NBA em 1988, sendo o primeiro brasileiro a jogar na Liga.

BASQUETE CURITIBA: Você integrou a seleção brasileira na era Oscar e Marcel, que foram excelentes arremessadores, desse modo, existia um padrão de jogo que visava os arremessos de longa distância. Do ponto de vista técnico, seu jogo foi prejudicado e/ou pouco aproveitado pelo estilo de jogo dessa geração? qual era a função do pivô nesse sistema?
ROLANDO: como tínhamos um forte jogo de fora, os pivôs eram fundamentais, pois
dominavamos os rebotes para sair no contra ataque. Nosso jogo de transição
sempre foi muito forte. quanto ao jogo armado no ataque trabalhavamos para
livrar nossos pontuadores. Várias vezes fazendo isso, acarretava que ficavamos livres e jogavamos com mais facilidade. Era díficil receber a bola e jogar um contra um. Melhorei minha técnica de jogar de costas para a cesta quando fui para os EUA. Acho que minha ida para os EUA me mostrou outro basquetebol que eu não tinha aqui na seleção.

BASQUETE CURITIBA: Quais as qualidades e os defeitos desta
geração?
ROLANDO: Acho que a maior qualidade foi a de todo mundo saber o seu papel na seleção, e ficar nele para não prejudicar o time. O maior defeito foi não deixar acontecer a renovaçao natural que deveria ter acontecido.

BASQUETE CURITIBA: Como foi sua experiência no basquete dos EUA? Tanto a nível universitário e como no profissional.

ROLANDO: Ir para os EUA foi a melhor coisa que eu fiz para minha carreira profissional. Cresci muito tecnicamente e fisicamente, especialmente no universitário. Na NBA foi um sonho que se tornou realidade. Sei que não tive muitas oportunidades mas a experiência valeu.

BASQUETE CURITIBA: Você foi o primeiro brasileiro a jogar na NBA, o que já foi um feito, poucotempo é verdade. O que fez com que você não tivesse tantas oportunidades para mostrar o seu jogo na liga?
ROLANDO: O basquetebol da NBA é um negócio. Lá não é como aqui, que o esporte ainda é meio paternalista. Tive alguns problemas de racismo, de inveja. também fui levado a aceitar uma coisa que nunca devia ter aceitado: simular uma situação
de contusão, para que o time não precisa-se me dispensar. Talvez se tivesse falado quando me propuseram isto, eu não tivesse sido cortado na próxima temporada. Fiquei quase 5 meses sem treinar por causa disso e perdi alem do
meu condicionamento físico e técnico, minha confiança que ficou muitíssimo abalada.

BASQUETE CURITIBA: Fale um pouco sobre os grandes jogadores da NBA que você
conviveu.
ROLANDO: Na maioria grandes jogadores e grandes pessoas. O maior contato foi com os
jogadores do meu time. Dois que posso citar são: Terry Porter e Clide
Drexler, dois grandes jogadores que além de jogarem muito, sempre me
incentivavam em treinos e jogos. Outro que me surpreendeu, e que tive um
contato maior, pois morávamos na mesma cidade foi Hakeem Olajuwon. um cara
simples que não deixou o sucesso subir a cabeça.

BASQUETE CURITIBA: Nenê esta fazendo um relativo sucesso na liga, e Leandrinho
foi escolhido nessse ano, essa ida de jogadores brasileiros demorou ou não tínhamos jogadores em condição de jogar na NBA?

ROLANDO: Espero que tenhamos muitos jogadore na NBA. Sempre tivemos jogadores de alto nível que poderiam ter jogado na NBA. O problema é que até 8 ou 9 anos atrás
eles só tinham olhos para os americanos e se voce quisesse jogar na NBA
teria que ir a uma universidade. Hoje em dia eles procuram jogadores de
fora, pois a NBA precisa de novos mercados para expandir.

BASQUETE CURITIBA: depois da experiencia na NBA você voltou para jogar no Brasil,
quais as principais diferencas que você sentiu nessa mudanca, principalmente a nível de treinamento?

ROLANDO: O treinamento basicamente é o mesmo, o que muda é o nível dos jogadores.
você sempre tem que estar bem fisicamente e tecnicamente para não perder o
emprego, pois lá sempre tem alguém esperando voce cair. Hoje em dia a NBA se
tornou um jogo onde a força ultrapassou a técnica.

BASQUETE CURITIBA: O basquete de Curitiba e do Paraná não vive um bom momento, o que esta faltando para um melhor desenvolvimento da modalidade?

ROLANDO: Creio que o basquete estadual necessite primeiro de uma grande massificação
para que os frutos apareçam daqui a alguns anos. Só fazendo um trabalho de base bem feito é que vamos levanta-lo. Também precisamos que empresas apoiem o esporte para que tenhamos condições de dar condições decentes aos jovens basquetebolistas paranaenses. Precisamos ter equipes competitivas para absorver os atletas e ter um campeonato competitivo em todas as categorias.

BASQUETE CURITIBA: Você que tem experiência em jogar em outros estados, quais as
principais diferenças desses centros em relação ao basquete do Paraná?

ROLANDO: O grande diferencial de basquete no Brasil é São Paulo. Os outros estados
vivem de momentos. Muitas vezes estes estados tem condições de ter um trabalho bem feito mas não aproveitam a oportunidade. Vejam o caso do Rio Grande do Sul; os gaúchos de Santa Cruz do Sul tiveram um time de alto nível por 7 anos, e nenhuma semente foi plantada. Hoje em dia num lugar que respirou basquete do mais alto nível por 7 anos não tem nada. Nenhum trabalho de base foi feito, nenhum jogador revelado. Muito pouco para uma cidade que já chegou a final da liga nacional de basquete por 3 vezes, sendo campeã em uma oportunidade. Espero que o pessoal de Londrina não cometa o mesmo erro e plante uma semente, para que o basquete não acabe por lá também.
publicada:Quarta-feira, Agosto 20, 2003
Fonte : basquetecuritiba.blogger.com.br


Terça-feira, Janeiro 20, 2004


IV Campeonatos de Trios de Basquetebol do Zerão vem aí !
Aguarde !


Arbitagem, mesa....basquete. É complicado
Por Juarez Araújo - 20:08 - 19/01/2004
Lá estava eu na frente da TV assistindo a semifinal entre Ribeirão e Araraquara. E no final do segundo período, dois décimos de segundos separavam a sirene do final do primeiro tempo. E para complicar a vida da arbitragem - isso incluimos oficiais de quadra e mesa - um lateral. Era tocar na bola e fim de jogo.
O experiente Wlamir Marques, comentarista da ESPN/Brasil, logo previu a única jogada que poderia ser certa: quem recebesse a bola poderia apenas dar um tapinha. E lembrou: a reação humana demora sete décimos de segundos para reagir. E é por ai que vamos desenvolver e encontrar um meio termo para esse problema.
Se a reação humana só acontece depois de sete segundos para tomar uma atitude, como é que o pobre e mortal cronometrista teria que fazer naquele exato momento em que ele só poderia acionar o cronômetro quando a bola chegasse nas mãos - e no caso foi para hábil pivô Pipoka - de quem iria
receber o lateral? É humanamente impossível, acontecer o certo ou o errado em uma jogada de frasões de décimos de segundos. Por isso, se fosse anulada a cesta, a decisão seria correta e não poderia haver reclamação. E a validade, também.
Nesse caso entre Ribeirão e Araquara, o mais interessante são as críticas e a pressão que recairam sobre os árbitros. João Batista Vinhaes, que dirigiu a partida junto com Sérgio Pacheco, por exemplo, foi o primeiro a tomar a atitude em validar a bola. Ele errou? Não. Mesmo porque, a sirene só soou após o arremesso de Pipoka, segundo interpretação dele. Mas isso pode em dois décimos de segundos? Naquela ocasião, pode. A mesa não pode acionar o cronômetro antes da bola tocar em um jogador depois da lateral... E ficamos por ai. O problema é não aceitar a decisão dos oficiais. Se houvessem multas pesadas pelos exageros, talvez nada disso aconteceria.
Sem querer ser o advogado dos oficiais, o pior vem depois. Vem as decarações maldosas, a disconfiança, as frases com dupla interpretação, até em função espírito quente e competitivo da própria partida decisiva. Mas tudo terminou bem no final. Ribeirão virou o jogo, ganhou, fez 3 a 0 e é finalista. Vinhaes e Pacheco sairam da quadra quase sem serem percebidos. Como nada tivesse acontecido no final do primeiro tempo. A vitória do time da casa apagou quase tudo.
Feio sim, ficou Pacheco andando atrás do técnico TomZé, de Araraquara, dizendo se ele reclamasse mais seria excluído da partida. A forma que o árbitro se dirigiu ao técnico, não existe. Não pode. ficou claro a exposição de Pacheco nas câmeras da ESPN. Sem punição, inclusive multas grandes em
dinheiro para determinadas ações e reações, é que fazem do nosso basquete, o mais amador do planeta. É isso ai. Voltamos na próxima semana.
DE BANDEJA
Coisa feia fez o pivô Luiz Fernando, de Araraquara no jogo contra Ribeirão pela semifinal do Paulista. Quando a arbitragem pegou uma falta que ele não havia cometido sobre Renato, do time adversário, se revoltou, ganhou mais duas técnicas e acabou prejudicando a equipe dele. Um jogador de seleção, com testes no Boston, NBA não pode ter um desequilibrio daqueles. Foi lamentável.
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Adjalma Becheli, o Vandinho, como é mais conhecido é o novo técnico do Bandeirante/Irmãos Zen, de Brusque, Santa Catarina. O trabalho do treinador paulista começa neste dia 20 de janeiro de 2004 e tem como objetivo conquistar o campeonato catarinense e colocar a equipe novamente na Liga Nacional. Na temporada passada, vandinho treinou o cadete do Ypiranga e também o Objetivo Sorocaba, na Série A2.
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Situação difícil para o brasileiro Alex Garcia, no San Antonio Spurs. Depois da recuperação da fratura no pé esquerdo, Alex fez sua estréia oficial na Liga Americana, mas logo se contundiu no joelho direito. E foi colocado novamente na lista dos lesionados. Alex tem tudo para conquistar um lugar na equipe texana, principalmente depois da lesão do argentino Manu Ginobili.
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Estive no último final de ano em Campo Grande, Mato Grosso do Sul. E vi, pela primeira vez, o basquete veterano da cidade organizado. Miguel Castro, ex-jogador de Franca, Fluminense e América do Rio, é o presidente. Mato Grosso do Sul chegou na semifinal do último Campeonato Brasileiro de
Veteranos em Vitória-ES. Foi bom ver novamente amigos como Júlio César (Vareta), Wagner Andreasi, José Luiz Saad, Eurdes Garcia, Gil, Ronaldinho, Virgilio e tantos outros. Detalhe: todos basqueteiros.
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O veterano escolta Charles Byrd que veio pela primeira vez ao Brasil defender o Pinheiros, indicado por Carlinhos Brazolin, aos 36 anos, vai reforçar a equipe de Blumenau na Liga Nacional. Junto Byrd, foi contratado também o pivô Emela Okenwa, de 28 anos e 2,08m. O Blumenau foi o último
campeão catarinense e por isso ganhou o direito de defender o estado na Liga Nacional.
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Por falar em Liga Nacional, aqui vão as 16 equipes já classificadas para a competição, cinco das quais ligadas ao Grupo Universo: Universo/Campos (RJ), Flamengo (RJ), Tijuca (RJ), Ribeirão, Franca, Corinthians/Mogi, Paulistano, Araraquara e Casa Branca (SP), Londrina (PR), Blumenau (SC), Uberlândia (MG), Minas Tênis (MG), Ajax (GO) e Ulbra (RS).
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O astro novato da NBA, LeBron James não conheceu o pai e o homem que o criou está na prisão. Por isso quem cuida dos milhões de dólares que vem conseguindo já na curta carreira é a mãe dele, Glória, de 35 anos. Ele faz de tudo para afastar os empresários aproveitadores. um deles, Aaron Goodwin, o mesmo que agencia Gary Payton entrou na justiça pedindo uma indenização de 15 milhões de dólares. Glória quebrou um contratoo com o empresário na assinatura com a Nike. Para retribuir, LeBron colocou uma tatutagem da mãe no braço.

Juarez Araújo - É jornalista especializado em basquete. Tem três cursos de marketing esportivo (dois nos EUA) e outro no Laboratório de Negócios em São Paulo. Apresenta o Programa Hora do Basquete no Canal de São Paulo (18/TVA) toda sexta-feira (20 horas), com repetição no sábado (meio-dia) e domingo (21 horas). É apresentador do Programa 4-2-4 (esporte geral) no mesmo canal, no sábado (20 horas) e domingo (19 horas).
Fonte : www.aol.com.br


BASQUETE
Corrida contra o tempo
Londrina/TIM terá apenas seis dias para tentar corrigir os erros apresentados nos últimos três jogos
JAIME KASTER
O técnico Enio Vecchi terá muito trabalho esta semana para tentar corrigir os erros apresentados pelo Londrina/TIM nos jogos da fase final da Copa Centro-Sul, disputada no último final de semana, no Moringão. O tempo é curto, já que daqui a seis dias, no domingo, o time faz sua estréia no Campeonato Nacional de 2004 contra a Uniara (SP), às 18h, no Moringão. ¿Temos que trabalhar muitas coisas para a equipe chegar num ponto satisfatório. E é algo que não dá para ser feito apenas numa semana; só com a seqüência de jogos é que o time reencontrará um padrão e conseguirá mantê-lo para assim conseguir as vitórias¿, disse o treinador no domingo, em entrevista à Rádio Paiquerê, após o jogo contra o Universo/Ajax.

Nos treinos da semana serão intensificados alguns pontos que estiveram falhos durante os jogos do torneio ¿ como os arremessos de três pontos, o rebote, a saída de bola e os passes. Mesmo assim, Enio Vecchi acredita que a equipe ainda não estará ¿pronta¿ no dia da estréia no Nacional. ¿Os jogadores sentiram a falta de ritmo em relação aos times mineiros, por exemplo, que vêm jogando há mais tempo, e isso poderá pesar um pouco na partida contra a Uniara, que vem de um Campeonato Paulista forte [o time de Araraquara terminou em 4º lugar em São Paulo]. Mas temos que trabalhar porque, no meu entender, a equipe precisa crescer a cada dia e temos que ter paciência, porque os atletas que chegaram têm grande potencial, mas ainda precisam se entrosar¿, comentou.

AVALIAÇÃO - Fazendo uma avaliação das partidas da equipe na Centro-Sul, o técnico gostou apenas da apresentação contra o Unit/Uberlândia, no sábado à noite, quando o time perdeu por três pontos: 78 a 75. ¿Contra o Unit conseguimos manter um certo padrão e o time acertou o posicionamento, o que permitiu que mantivéssemos o equilíbrio. Já contra o Minas, na sexta (derrota por 97 a 79), e contra o Ajax (93 a 81), saímos do padrão e como a marcação esteve ruim, não deu para correr atrás dos adversários, que são equipes de muita qualidade¿, analisou Vecchi.

EVENTO ¿ A Confederação Brasileira de Basquete (CBB) apresenta hoje, às 11h30, o 15º Campeonato Nacional de Basquete Masculino (CNBM 2004). O evento será no salão nobre do Hotel Crowne Plaza, em São Paulo, com a presença de atletas, técnicos, dirigentes e patrocinadores das 16 equipes. A competição começa no domingo com oito partidas, sendo três transmitidas ao vivo ¿ duas pelo canal pago Sportv e uma pela Rede TV!
Fonte : Jornal de Londrina 20/01/2004


Londrina/TIM só pensa no Nacional
Equipe começa preparação para a estréia, domingo, às 18 horas, contra o Uniara/Araraquara

Thiago Mossini
Reportagem Local

Quem imaginou que o clima entre os jogadores do Londrina/TIM no treinamento de ontem, o primeiro após às três derrotas consecutivas na Copa Centro Sul para Universo/Minas, Unit/Uberlândia e Universo/Ajax , disputada no Moringão durante o último fim-de-semana, que custou à equipe londrinense a última colocação na competição, fosse de ressaca, estava enganado. Apesar de, obviamente, não ser uma alegria total, os atletas e a comissão técnica não se deixaram abater e já pensam na estréia no Campeonato Nacional, domingo, às 18 horas, contra o Uniara/Araraquara.
''A nossa intenção era avaliar o time, pegar ritmo e verificar quais são as nossas deficiências, já que não tínhamos enfrentado adversários tão fortes durante a preparação. É claro que esperava um rendimento melhor, mas jogamos praticamente sem treinar, enquanto os outros times mantiveram as bases do ano passado e tem investimentos bem superiores ao nosso. Não estava preocupado com o resultado, queria observar a equipe'', avaliou o técnico Ênio Vecchi.
Para o treinador, jogar as duas primeiras partidas do Campeonato Nacional (contra Uniara e Corinthians/Mogi, respectivamente domingo e terça-feira) pode ajudar no rendimento da equipe e impulsionar o time para a sequência de jogos. ''Jogar em casa sempre é bom. O fator torcida, que em Londrina é muito bom, é um diferencial e temos que aproveitar. Esses dois jogos podem nos dar tranquilidade para trabalhar na sequência'', comentou o técnico.
De acordo com Vecchi, o objetivo inicial do time é fazer uma campanha ainda melhor do que a de 2003, quando terminou a competição na quinta colocação. ''É claro que todo mundo mundo joga para ser campeão, mas inicialmente vamos brigar para chegar entre os quatro primeiros'', afirmou.
O pivô norte-americano Mike Mackell aguarda a emissão do visto de trabalho na Embaixada Brasileira em Los Angeles, na Califórnia, para deixar os Estados Unidos. Ele deve ter a documentação regularizada e se apresentar ainda esta semana ao Londrina/Tim. Os outros três reforços, os alas Greg Lewis e Alfredo, e o armador Daniel Fonseca, participaram dos jogos da Copa Centro Sul e devem jogar domingo.
Fonte : Folha de Londrina 20/01/2004


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