Basquete em Londrina

Quinta-feira, Abril 01, 2004


2a CLÍNICA DE BASQUETE - CATEGORIAS DE BASE
31/3/2004
OBJETIVOS ¿ PROPORCIONAR UM ESTUDO, DISCUSSÃO E AVALIAÇÃO DOS FUNDAMENTOS TÉCNICOS DO BASQUETE, BEM COMO DOS ASPECTOS PEDAGÓGICOS, DIDÁTICOS, FISIOLÓGICOS, PSICOLÓGICOS, FÍSICOS, TREINAMENTO E DE CONDUTA.

PÚBLICO ALVO ¿ TÉCNICOS, ASSISTENTES TÉCNICOS, PREPARADORES FÍSICOS, PROFESSORES DE EDUCAÇÃO FÍSICA, ESTUDANTES DE EDUCAÇÃO FÍSICA E COLABORADORES DE ATIVIDADES RELACIONADAS AO BASQUETE.

CONTEÚDO- FUNDAMENTOS TÉCNICOS E TÁTICOS, FISIOLOGIA, PREPARAÇÃO FÍSICA, ORGANIZAÇÃO DO TREINAMENTO E CONDUTA E POSTURA DO PROFISSIONAL.

PERÍODO ¿ DE 08 A 10 DE ABRIL

LOCAL ¿ CLUBE ESPÉRIA - SÃO PAULO

HORÁRIO ¿ MANHÃ ¿ DAS 8H30 ÀS 12H00
TARDE ¿ DAS 14H30 ÀS 18H00
NOITE ¿ DAS 20H00 ÀS 22H00

INSCRIÇÕES/INFORMAÇÕES ¿ www.aprobas.org.br

FONE ¿ (011) 9222 4607 COM TÁCITO

INVESTIMENTO

ASSOCIADOS APROBAS ESTUDANTES NÃO ASSOCIADOS APROBAS
R$ 30,00 R$ 45,00 R$ 90,00

NÃO DEIXE PARA A ÚLTIMA HORA ! VAGAS LIMITADAS !

BASquete É UM SHOW

Frederico Batalha
Databasket.com
fbatalha@databasket.com


Domingo, Março 28, 2004


Poucos entenderam o "Mão Santa". Ele tem um pouco de razão
Por Juarez Araújo - 12:10 - 26/03/2004
Estou hoje defendendo o ex-ala Oscar Schmidt, aquele que foi o maior cestinha da história do basquete brasileiro. Até ai todos devem concordar. Ele deu uma única opinião no caso Guga e o tênis, e lá veio a bateria anti-reacionária dos pseudos intelectuais da caneta e do microfone. Quem conhece bem o "Mão Santa" Oscar Daniel Bezerra Schmidt, sabe muito bem como ele é, e o quanto ele teve prazer ao vestir a camisa da Seleção Brasileira de basquete durante boa parte dos seus quase 45 anos. Para quem não sabe, o ex-ala deixou de lado um convite para jogar na NBA para continuar servindo à Seleção Brasileira, em uma época em que os profissionais não podiam jogar no basquete da FIBA. Isso é ser reacionário?
Oscar foi um mito, um jogador que ganhou um respeito enorme fora do Brasil. Ídolo no Brasil, na Itália, nos EUA, na Espanha... Mas como todo ídolo, como Pelé, que fez uma contestada lista dos melhores 100 jogadores de todos os tempos, dá ibope falar mal dele. Oscar deu a opinião no caso "boicote a Copa Davis" e os mesmos pseudos da caneta que respeitaram a lista do rei do futebol, deveriam respeitar a opinião do nosso rei do basquete, mas cairam de pau. Talvez, se Oscar tivesse dado a mesma declaração na Argentina ou no Uruguai, China ou Tibet, seria mais compreendido. Mas falou o que pensa de como ele age em se tratando do Brasil. Achou o que é errado para muitos, é o certo para ele. E ele tem as razões e precisa ser respeitado por tudo que fez com a camisa do Brasil.
Oscar sempre teve um aditivo a mais de energia e vontade de jogar com a camisa da Seleção Brasileira. Pode ter até um atleta neste Brasil igual a ele, mas superior a essa vontade, desafio que exista. Sempre foi um guerreiro ao defender a Pátria. Nos tempos de atleta, teve muitos defeitos, como todo ser humano tem em qualquer segmento, mas foi e sempre será um patriota. Mas ser taxado de reacionário, não. Foi forte demais.
Lembro bem do ato imediato do Oscar logo depois que recebeu apenas US$ 300 da premiação pela conquista da medalha de ouro no Pan de Indianápolis (87). "Isso aqui é pra você "Seo Chico" e para o Felix (antigo roupeiro e o massagista da CBB). Era pouco o prêmio. Mas era um prazer a mais ter contribuido com aquela conquista maravilhosa. E acabou passando para quem mais precisava o irrisório prêmio.
Oscar não é um simples reacionário como foi taxado. Oscar é sim, patriota, um guerreiro, um brasileiro que com o orgulho do tamanho do País vestia a camisa da seleção brasileira. Chorou nas vitórias e chorou nas derrotas. Chorou quando vestiu pela primeira vez ao ganhar o título no Sul-americano de Valdivia, no Chile (77), e chorou também quando se despediu em Atlanta
(94), quase 20 anos depois. Enquanto jogou, nunca se meteu em política das entidades que dirigia o esporte. Se tivesse se metido, talvez nem jogaria tanto tempo. Não teria feito as cestas maravilhosas no Mundial das Filipinas (78), ainda juvenil, no Pan de 87 e se tornado o maior recordista olímpico de pontos.
Oscar sabia sim dos podres do basquete, como sabe até hoje. Sabe das mutretas, dos trens da alegria desde dos tempos dos antigos presidentes da CBB, começando com Alberto Cury, depois Carlos Dias, Renato Brito Cunha até hoje com Gerasime Bozikis. Mas nunca quis se meter, porque se entrasse no mérito, não jogaria. Fez muitos protestos, bateu de frente com dirigentes, com técnicos, porém longe do público e da mídia.
Talvez o basquete de hoje mereça um boicote maior que o tênis, mas jamais isso partiria dele Oscar. Na política esportiva é igual a política de Brasília, muda de presidente, muda o candidato do partido de oposição e não muda nada.
Com todo respeito que tenho pelo catarinense Gustavo Kuerten, pelo passado recente glorioso defendendo o Brasil na Copa Davis, em Olimpíada, pelo tricampeonato de Roland Garros, e pelas vitórias no circuito da ATP, o movimento contra o presidente Nélson Nastás, liderado por ele, virou cunho político. A oposição está agindo como se o Guga fosse o cabeça do movimento "muda tênisbrasil". Será que é isso que o Guga quer? É notório que existe um movimento de atuais tenistas, ex-tenistas e técnicos querendo assumir o comando da Confederação Brasileira e também da Federação Paulista de Tênis.
Será que é justo abandonar o Brasil neste momento que atravessa a CBT, pelo fato de ajudar politicamente uma oposição? Não seria mais justo assumir uma postura política de oposição, ajudar a tirar o atual presidente do cargo com campanhas nas Federações dos Estados? E mesmo que o Guga declare que não fez isso pensando na oposição, ele virou o maior cabo eleitoral dela. Guga justificou o boicote a administração Nélson Nastás para cometer outro erro. E junto com ele foram os outros tenistas. E quem ficou vendo navios, foi o tênis brasileiro.
Talvez o Oscar nem saiba dos pobres do tênis e nem todos do basquete (e são muitos). Mas onde há fumaça há fogo. Você tem razão de continuar defendendo as cores do Brasil fora das quadras tão bem quando estava dentro delas. E tomara que em um futuro próximo, com nova direção no tênis, as vitórias do nosso Guga voltem ser um motivo de orgulho para nós brasileiros.

E que o boicote dele traga algum resultado ao esporte nacional. Quem foi atleta e foi contra a tua opinião, nem sempre foram tão contundentes como foi Guga. Afinal, na época em que jogavam, não era conveniente um bafafa tão grande que virou o o caso Guga no tênis. Para finalizar, ainda bem que estamos em uma democracia, onde cada um pode se expressar. Mesmo havendo discordância.
De Bandeja
Além de ter recebido inúmeros elogios do técnico José Edvar Simões (e esse sabe treinar armador como ninguém), mas por esta Fúlvio, do Corinthians/Mogi, não esperava. Marcelinho Huertas, do Paulistano disse no chat aqui na AOL que Fúlvio foi um de seus maiores espelhos no Brasil. Só para lembrar que o armador do time de Mogi jogou no infanto e juvenil do Paulistano, e na época, Marcelinho ainda era infantil. Fúlvio e Marcelinho, junto com Guilherme Luz, hoje na Ulbra, são sem dúvidas algumas três das grandes revelações na armação do basquete nacional.
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www.basketbrasil.com.br. Esse é o novo site do basquete brasileiro. Dirigido pelo jornalista Paulo Roberto de Araújo Filho, a revista eletrônica traz artigos redigidos por profissionais da area, dentro de uma ética, com destaques para a NBA. O site é bem diferente dos atuais, onde a maioria é amadora. Gostei muito e recomendo.
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Gostei muito da maneira que joga o time de Blumenau. Isso mostra o talento de Sérgio Luiz Correa Carneiro como técnico. Tirando o escolta Charles Byrd, que é o mais conhecido, os outros são jogadores medianos. E o time catarinense vem fazendo ótimas partidas no Nacional. Ou pelo menos joga em igualdades de condições com os chamados favoritos. Outro técnico que gostei de ver o sistema de jogo funcionando foi do Universo/Minas. Lá tem o dedo de Flávio Davis.

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Na semana passada fui ao Paulistano assistir o time local contra o Universo/Minas e vi uma das piores arbitragens deste Nacional. Joaquim Feitosa e Édson Jesus estavam mais perdidos que "cegos em tiroteio". Um apitava de um jeito o outro totalmente diferente. Tudo era contestado pelas duas equipes. Mal intencionados? Não, ruins mesmo. Um de Brasília e outro
catarinense. Padronização zero. E lá na arquibancada estava o coordenador de arbitragem da CBB, o ex-árbitro Geraldo Fontana. Será que alguma providência foi tomada? Ainda bem que os dois não influenciaram na vitória do time mineiro. Ainda bem.

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Será disputado no ginásio do Ibirapuera, em São Paulo, de 30 deste mês a 4 de abril, a 1a. Copa Eletrobrás Juvenil Feminina de Clubes. A competição contará com 11 equipes de seis estados. O objetivo do campeonato é reunir as melhores atletas de até 18 anos, visando a convocação para a seleção brasileira para o Campeonato Sul-americano e a Copa América que um Pré-Mundial. Participam: Grupo A - Bauru/Cambé (SP), Grajaú (RJ), Mirante/Beto Sport (MA), São João/Jundiaí (SP), Unidade Vizinhança (DF) e Vila Velha/Cafeteira da Mama (ES). Grupo B - Bom Jesus/Joinville (SC), Finasa/Osasco (SP), Mangueira (RJ), Americana (SP) e Varginha (MG).

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Carlos Renato dos Santos é sem dúvida o melhor árbitro brasileiro ninguém discute. Vai para a segunda Olimpíada com méritos próprios. Já Tatiana Steigerwald, ótima pessoa, esforçada, mas tem gente melhor que ela para ir a uma competição tão importante. Ela tem um padrinho forte forte, só pode ser isso. Se for para Atenas para apitar só o feminino, tem chances de sair-se bem. Se for dirigir jogos do masculino, como está previsto, ai o bicho pega. Nada contra você Tatiana, pelo contrário, porque até gostaria que provasse que tem condições para tanto. É que já vi muitas "chuvas" com ela no apito.
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"Assinei com o Flamengo sem saber que iríamos viajar 12 horas de ônibus em uma distância de até 800 quilômetros. Entendo os problemas de patrocínio da CBB, mas eu não enfrentaria isso nunca se ficasse sabendo antes. É um desrespeito pelos atletas". A afirmação foi do técnico Emanuel Bonfim, do Flamengo ao se referir o Nacional do Busão imposto pela Confederação de Basquete, obrigando, por exemplo, jogadores de 2,15 viajando 12 a 15 horas de ônibus. Uma piada de mal gosto, realmente um desrespeito aos jogadores.
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Pergunte se algum dirigente da CBB viaja os 400 quilômetros São Paulo-Rio de Expresso Brasileiro, Cometa...
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Será disputado no período de 12 a 18 de julho, na cidade de Campos, no Rio de Janeiro, o Campeonato Sul-americano de Basquete Masculino (principal). A competição que irá reunir as seleções da América do Sul, classifica quatro seleções para a Copa América que é eliminatória para o Mundial de 2006 no Japão. o Brasil é o atual campeão Sul-americano. Será a primeira participação brasileira em um campeonato oficial depois da desclassificação para a Olimpíada de Atenas.

Juarez Araújo é jornalista especializado em basquete. É apresentador dos Programas Hora do Basquete, no Canal 18 da TV Canal de São Paulo, e 4-2-4 (esporte em geral). Ainda bem que o Oscar deu a declaração contra o Guga. Só assim vamos ficar sabendo em um futuro próximo se o catarinense ou o potiguar tinha razão.


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