Basquete em Londrina

Sexta-feira, Janeiro 28, 2005


Campeões Estaduais de 2004
Você sabe quem foram todos os campeões estaduais de 2004 nos campeonatos paranaenses em todas as categorias masculinas e femininas? Acredito que não, infelizmente porque ainda não existe nenhum instrumento que divulga as conquistas de todos nós técnicos e atletas. Dessa forma, meio que atrasada, irei hoje colocar aqui quem foram as equipes que chegaram aos melhores resultados no ano que passou:

Campeonato Estadual Pré Mirim Masculino
Campeão Ponta da Lagoa- Neo Master Ponta Grossa
Vice-Campeão Iate Clube de Londrina Londrina
Terceiro Lugar Círculo Militar do Paraná-Clinihauer Curitiba

Campeonato Estadual Pré-Mirim Feminino
Campeão Associação de Basquete São Brás Curitiba
Vice-Campeão Lunitti Supermercados Toledo
Terceiro Lugar Ponta da Lagoa- Neo Master Ponta Grossa

Campeonato Estadual Mirim Masculino
Campeão Círculo Militar do Paraná-Clinihauer Curitiba
Vice-Campeão SEPAM-Unimed Ponta Grossa
Terceiro Lugar Sociedade Thalia Curitiba

Campeonato Estadual Mirim Feminino
Campeão Ponta da Lagoa- Neo Master Ponta Grossa
Vice-Campeão APAB-Bio Ativa Ponta Grossa
Terceiro Lugar Cefet-Arena Esp. C. Procópio

Campeonato Estadual Infantil Masculino
Campeão Círculo Militar do Paraná-Clinihauer Curitiba
Vice-Campeão SEPAM-Unimed Ponta Grossa
Terceiro Lugar Iate Clube de Londrina Londrina

Campeonato Estadual Infantil Feminino
Campeão APAB-Bio Ativa Ponta Grossa
Vice-Campeão Colégio Positivo Curitiba
Terceiro Lugar Colégio Dom Bosco Curitiba

Campeonato Estadual Infanto Juvenil Masculino
Campeão Iate Clube de Londrina Londrina
Vice-Campeão Toledo-Fasul Toledo
Terceiro Lugar SEPAM-Unimed Ponta Grossa

Campeonato Estadual Infanto Juvenil Feminino
Campeão Paraná Basquete São José dos Pinhais
Vice-Campeão Colégio Dom Bosco Curitiba
Terceiro Lugar Liga Medianeirense Medianeira

Campeonato Estadual Cadete Masculino
Campeão Associação Maringá Basquete Maringá
Vice-Campeão PetroCrystal Curitiba
Terceiro Lugar Londrina Basquete Londrina

Campeonato Estadual Cadete Feminino
Campeão Associação Maringá Basquete Maringá
Vice-Campeão Colégio Dom Bosco Curitiba
Terceiro Lugar Paraná Basquete São José dos Pinhais

Campeonato Estadual Juvenil Masculino
Campeão Associação Maringá Basquete Maringá
Vice-Campeão PetroCrystal Curitiba
Terceiro Lugar Santa Mônica Clube de Campo Curitiba

Campeonato Estadual Juvenil Feminino
Campeão Colégio Estadual do Paraná Curitiba
Vice-Campeão Lunitti Supermercados Toledo
Terceiro Lugar Col. Marista Paranaense-Vale Fértil Curitiba

Campeonato Estadual Adulto Masculino
Campeão PetroCrystal Curitiba Campeão
Vice-Campeão Londrina Basquete Londrina
Terceiro Lugar Associação Maringá Basquete Maringá


Campeonato Estadual Adulto Feminino
LMB Londrina Londrina
Vice-Campeão Associação Maringá Basquete Maringá
Terceiro Lugar P.M. Foz do Iguaçú Foz do Iguaçu (desistente)

Fonte : cmpbasquetebol.hpg.ig.com.br (com alguns negritos de basquetelondrina.blogger.com.br)



União e trabalho: Recomeçar JÁ no basquetebol
Artigo extraído do site bbheart.com.br

Rio de Janeiro, 03 de janeiro de 2005

Prezado Prof. José Marinho

Não o conheço pessoalmente, mas sei do seu trabalho em prol da educação física e do basquetebol, e o site que mantém é mais um dado que enriquece o seu brilhante currículo.
Eu pretendia lhe enviar um artigo de conteúdo técnico, para a apreciação e publicação, se fosse o caso. Achei contudo, que seria mais importante iniciar com o depoimento de um velho batalhador do esporte, com vitórias e derrotas, mas com muitos amigos e a chama eterna do valor do esporte em meu coração. A marca do verdadeiro esportista é a espontaneidade e a dedicação ao esporte, que nem o profissionalismo consegue mudar. Achei que os mais antigos precisam dizer aos mais jovens que o esporte exige pessoas de fibra, que lutem por ele, ontem, hoje e sempre!
Também sou professor de educação física, certamente bem mais antigo, mas apesar disso tão entusiasmado e estudioso quanto o amigo. Sou da época em que o basquetebol brasileiro atingiu o ápice, década de 50 e 60, e que fazia o brasileiro alegre e orgulhoso de sua Seleção e de seus atletas. Ainda aluno ia assistir os treinamentos e ficava assombrado com a habilidade demonstrada pelos atletas que estudavam e trabalhavam; eram amadores como exigia o regulamento olímpico.
Quando me formei, além das aulas fui ser técnico de voleibol. E ao contrário do que acontece hoje, o voleibol brasileiro não tinha a projeção mundial apesar do brasileiro demonstrar habilidade para esta modalidade. Após alguns anos como técnico, aceitei ser presidente da Federação Mineira de Voleibol e pude entender melhor porque o voleibol não atingia projeção mundial . Aproveitando o grande apoio que o governo passou a dar aos esportes, construindo dependências esportivas, concedendo verbas, iniciamos um trabalho no voleibol mineiro, trazendo equipes japonesas para jogos (eram mais exibições tal a superioridade técnica), promovendo cursos para técnicos e árbitros, organizando competições diversas, inclusive estudantis, doando material esportivo para os clubes, incluindo as primeiras bolas japonesas importadas. A própria Confederação Brasileira de Voleibol foi presenteada com algumas bolas pela Federação Mineira. Acontece que o então presidente da CBV que exercia o cargo há 12 anos, era apenas um burocrata, a pior praga para o esporte, que exige dirigentes com dinamismo em alto grau. Era o ano de 1968, quando se iniciou um árduo trabalho em nível nacional para substituir aquele burocrata, um sujeito bem intencionado mas sem condições para ser um dirigente esportivo de alto nível. Anos mais tarde, eu já não estava em Minas Gerais, o Carlos Nusman, após ser presidente da Federação de Voleibol do Rio de Janeiro, conseguiu se eleger presidente da CBV, onde fez um brilhante trabalho por muitos anos, resultando que hoje temos o melhor voleibol do mundo, pois o dirigente que o sucedeu manteve aquele trabalho.
E o basquetebol? Infelizmente fez o caminho inverso....
Você pode estar intrigado porque estou contando esta história. Explico. Quis o destino que depois de tantos anos, já aposentado, tivesse um neto com 13 anos que adora o basquetebol e o pratica muito bem. Há 4 anos que o acompanho, desde a escolinha até as competições de pré-mirim e mirim, aqui no Rio de Janeiro. Inevitavelmente me vejo comparando a época de hoje com a que vivi no passado. Muita coisa mudou, como: 1) o esporte se profissionalizou (mas não paga nem aos atletas, nem aos técnicos, e nem aos árbitros, salvo as exceções), o que trás como conseqüência: abnegados que fazem de tudo pelo basquetebol, ou curiosos, oportunistas, que contaminam o esporte. 2) os clubes tradicionais estão falidos, e aos poucos vão extinguindo seus departamentos esportivos. Surgem agremiações que dependem de patrocínio e até de contribuição dos atletas; geralmente têm vida curta, pois o basquetebol masculino não tem ido às Olimpíadas, logo o retorno de mídia não existe, não interessando às empresas. 3) a ajuda dos governos estaduais e municipais não existe, salvo exceções.; o governo federal ficou muitos anos sem apoiar, agora começa a ajudar, mas é pouco. 4) infelizmente não temos em nosso país a cultura de ver o esporte como um fator de educação, logo não existe a massificação (considerando-se a nossa dimensão territorial e populacional) porque sem o apoio dos governos, das empresas, das universidades, das escolas, dos clubes, os jovens não têm onde praticar e muito menos desenvolver suas potencialidades esportivas. É verdade que tem havido algumas tentativas de criar espaços paras os mais carentes, dentro de uma política social e não educacional como seria correto. Cabe perguntar, e os não carentes? Não gostam de praticar esportes? Não têm o direito de aprender para integrar as equipes representativas dos diferentes níveis? E a formação de futuros professores, técnicos e dirigentes, como fica? A discriminação, seja ela qualquer, é sempre um problema a mais, nunca uma solução. Apesar de realista, considero-me um otimista. Há muitas coisas boas acontecendo, como por exemplo as transmissões pela TV de jogos internacionais e nacionais (poucos), mostrando que o basquetebol é o esporte ideal para este tipo de mídia pelo seu forte conteúdo competitivo e tempo de duração; e as maravilhas proporcionadas pela Internet trazendo informações fabulosas aos aficcionados, inclusive à garotada que usa e abusa desse meio de comunicação. Os jogos de veteranos me emocionam ao ver aqueles ¿jovens¿ demonstrando suas habilidades, suas alegrias, as confraternizações, as amizades, tão veteranas quanto eles. Creio que a explicação é simples: o basquetebol é um esporte para toda a vida!
Existe como recolocar o basquetebol brasileiro no seu verdadeiro lugar, no ranking mundial? Lógico que sim! É fácil? Não. Parece-me que o primeiro passo é recomeçar JÁ, com os atuais adultos, visando a classificação para as Olimpíadas; e começar JÁ, com os atuais garotos das categorias de base, possibilitando a médio prazo a renovação tão necessária no esporte. UNIÃO E TRABALHO em torno dessas duas propostas seria o lema de todos: dirigentes, professores, técnicos, árbitros, atletas, jornalistas, pais, veteranos, amigos do basquetebol, buscando as condições e os recursos com os governantes e empresários. Não há nada tão antigo e tão verdadeiro quanto a frase: A UNIÃO FAZ A FÔRÇA !
Receba um abraço, com votos de sucesso em 2005!

Cordialmente,

Prof. Reginaldo Bielinski
Fonte : bbheart.com.br


Chapa Compromisso de Trabalho vence eleições por aclamação!!!
A chapa Compromisso de Trabalho, que candidatou-se a diretoria da Federação Paranaense de Basquetebol venceu hoje as eleições por aclamação, tendo em vista que a chapa do atual Presidente Rubens Marchand tirou sua candidatura. Dessa forma, não houve votação.
A assembléia geral realizou-se às 10 horas deste Sábado (22 de fevereiro de 2005), na sede da Federação Paranaense de Basquetebol, onde técnicos e dirigentes de Curitiba, Ponta Grossa, São José dos Pinhais, Araucária entre outras estiveram presentes.
A nova chapa está prevendo tomar posse, mesmo que simbólica, no dia 2 de fevereiro em local a ser decidido ainda, tendo em vista que esse processo é um pouco mais demorado, e a diretoria que encerra seu mandato deve organizar-se legalmente para deixar o cargo. O novo presidente, Amarildo Rosa discursou brevemente priorizando a necessidade de se fortalecer as categorias de base, principalmente através de um projeto muito semelhante de pólos que o Governo do Estado fez no voleibol e no basquetebol a alguns anos atrás, só que agora via Federação, conseguindo apoio principalmente da iniciativa privada. Outro ponto de destaque foi a conquista definitiva de duas vagas na liga nacional tanto no naipe masculino como no feminino. Por fim, relatou que de forma alguma irá haver favorecimento para a cidade de São José dos Pinhais, o qual é Secretário de Esportes atual e que além de ter atualmente um bom trabalho desenvolvido no basquete feminino por conta inicialmente do projeto do Governo Estadual, é sede de um dos dois times que disputará em 2005 a Liga Nacional de Basquete Masculino.
Fonte : cmpbasquetebol.hpg.ig.com.br


Federação Paranaense de Basketball tem novo presidente !! (Por Ben Hur Chiconatto)
O Secretário de Esportes e Lazer do município de Sâo José dos Pinhais, Amarildo Rosa, é o novo presidente da Federação Paranaense de Basketball. Ele assume o cargo no lugar de Rubens Marchandt, que estave á frente da entidade nos últimos seis anos. A definição se deu na reunião do último dia 22, sábado, na sede da entidade em Curitiba, onde foram disponibilizados os documentos de prestação de contas do exercício de 2004, e que previa também a eleição da nova diretoria. Porém, a desistência da chapa da situação, encabeçada por Marchandt optou por retirar sua candidatura, levando Amarildo a vitória por aclamação. Dos três representantes de Ponta Grossa, somente Ben Hur Chiconato, do Colégio SEPAM se fez presente. A Associação de Pais e Amigos do Basquete - APAB, enviou procuração, e o Ponta-Lagoa não esteve representado. Encerrando o encontro, que contou com a participação de 14 clubes, no discurso que encerrou sua fase na FPB, Rubens Marchandt alertou para as dificuldades financeiras - cerca de 62 mil reais em dívidas, destacando a importância de um sangue novo na federação. Embora o Paraná tenha conquistado o direito de mais uma vaga na Liga Nacional de Basquete Masculino, os campeonatos de base no estado sofreram grande evasão em 2003. Por sua vez, Amarildo Rosa, que assume o novo cargo no dia 02 de fevereiro, motivado, anunciou a intenção de promover campeonatos fortes retomando a credibilidade da Federação Paranaense de Basketball, buscando patrocinadores entusiastas da modalidade. " Realmente estou muito motivado em fazer um trabalho exemplar á frente da federação e fazer com que o Paraná seja reconhecido como grande potência da modalidade no Brasil", afirmou o dirigente. O também Secretário de Esportes de Sâo José dos Pinhais, comanda a Liga Intermunicipal de Basquete do Paraná, onde realiza campeonatos entre os municípios da região sul, que vêm se tornando grande tradição entre os participantes.
Pontagrossense integra equipe de trabalho - Ainda sem definição sobre o seu futuro como técnico de basquete, o também gerente de esportes do Colégio Sepam, Ben Hur Chiconato, recebeu convite oficial do novo presidente para assumir o cargo de Assessor de Markentig da Federação. A proposta faz parte da inteção de Amarildo Rosa em integrar os municípios do interior, colocando em sua equipe de trabalho pessoas envolvidas, e que possam contribuir positivamente para o crescimento do basquete no estado. Em Ponta Grossa e região Ben Hur será um dos elos de divulgação das novas ações que entidade pretende colocar em prática. " Fico honrado pelo convite e, dentro das minhas possibilidades, farei o possível para atender as expectativas que o Amarildo depositou em mim", garantiu o dirigente. Já no primeiro contato, Ben Hur colocou ao novo presidente a necessidade de se ouvir mais os técnicos na elaboração do calendário de 2005, e a formulação de torneios com datas que realmente possam ser cumpridas. "Hoje os atletas de ponta não dependem somente do Campeonato Paranaense ou Jogos da Juventude. Eles disputam outros torneios, quer sejam municipais ou regionais. Por isso precisamos traçar um calendário que se adapte a essa nova realidade", argumentou o dirigente pontagrossense.
Fonte : basquetecuritiba.blogger.com.br


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