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Sexta-feira, Fevereiro 18, 2005
Posted
12:19 AM
by MARIVAL ANTONIO MAZZIO JUNIOR
Showtine: D's
Fábio Balassiano [fabiobalassiano]
Hoje é um dia especial para o basquete. Foi em 17 de fevereiro de 1967 que Wilt Chamberlaim acertou o primeiro de uma série de 35 arremessos consecutivos.
Em 1994, David Robinson se tornou o quarto jogador a conseguir um quadriplo-duplo com 34 pontos e 10 rebotes, assistências e tocos. Em cerimônia no Auburn Hills, Isiah Thomas teve o número 11 retirado pelo Detroit Pistons e em 1979 o Chicago Bulls retirou a primeira camisa de um atleta, a 4 de Jerry Sloan.
E foi em 17 de fevereiro de 1963 que nasceu em Wilmington, Carolina do Norte, Michael Jeffrey Jordan. O mais preguiçoso dos cinco filhos de James Jordan e Deloris Peoples, que se conheceram após um jogo de basquete em 1956, viu seu amor pelo basquete crescer por causa do irmão mais velho. Larry, mais talentoso e alto à época, vencia todos os duelos contra Mike. Segundo Michael, foram estes jogos nos fundos da casa dos Jordan que fizeram com que seu espírito competitivo chegasse a níveis inimagináveis.
Contundo, os primeiros sinais da excelência atlética de Michael vieram no Beisebol. Quando tinha 12 anos, jogando por Wilmington, com uma série de arremessos brilhantes, levou seu time a final do campeonato regional do Leste, ficando a um passo de jogar uma espécie de World Series (nome dado a final da modalidade) juvenil. Beisebol, como se sabe, era o esporte preferido de James. Por isso, espantou-se quando o magriça lhe comunicou que tentaria vaga no time de basquete de ¿Pop¿ Herring, um dos ginásios mais conhecidos da cidade de Laney High. Duas semanas de teste e o resultado: M.J. não passaria pelo crivo de Herring. Muitos pensariam em desistir, Michael Jordan nunca!
Escalado no time B, passou a treinar dobrado. Um pouco da alma do campeão é retratado por Ron Coley, assistente do time principal, no livro de David Halberstam: ¿A primeira vez que o vi jogar não sabia quem era Jordan. Fomos a Goldsboro, e eu entrei no ginásio quando o jogo do B já estava no fim. Havia nove jogadores na quadra embromando, e um dando sangue. Pensei que estava um ponto de diferença faltando poucos segundos para o final. Na verdade, perdíamos por 20 e restava apenas um minuto. Desde então eu aprendi qual era o espírito dele¿. Um ano mais tarde, com o menino 10 centímetros mais alto, ¿Pop¿ o convocou para assumir a vaga no primeiro time. Ele não desapontou, e levou o elenco a três finais colegiais.
Em 1980, Michael foi tentar a sorte no ginásio de Dean Smith, na Carolina do Norte, um dos melhores do país. No começo, Mike foi tutelado por Roy Williams, atual treinador da Universidade de Kansas. Jogando ao lado de amigos como Sam Perkins e James Worthy, conquistou, acertando a bola decisiva da final, o título do basquete universitário em 1983. Neste ano e no seguinte seria escolhido o melhor jogador da NCAA dos EUA. Mesmo decepcionando sua mãe, que queria o diploma, optou pela NBA no verão de 1984. Dois anos mais tarde, porém, mamãe Deloris era a primeira da fila, com sorriso largo e choro copioso na cerimônia da Universidade de Carolina do Norte quando Jordan se formou em Artes.
Três fatos marcam a entrada de Michael na liga: antes do Draft, atuando ao lado de Chris Mullin e Patrick Ewing, levou o ouro olímpico em Los Angeles; Por se sentir tão bem com os companheiros e sob as orientações de Dean Smith, o número 23 se apegou muito a faculdade e passou a utilizar o short azul embaixo do oficial nos jogos da NBA; por último, o maior erro da história do basquete: M.J. foi escolhido na terceira colocação do recrutamento. Houston e Portland preferiram Hakeem Olajuwon (escolha compreensível) e Sam Bowie, sem qualquer explicação.
Portanto, quando estreou na liga, Mike já era conhecido nacional e internacionalmente, ao contrário do que muitos pensam. Mesmo assim, fez questão de cravar mais ainda seu nome na história ao marcar absurdos 28 pontos por jogo em seu primeiro ano e, obviamente, ser eleito o melhor calouro. Contusões o deixaram fora das quadras em 85, mas no ano seguinte, quando ganhou o apelido de ¿Air Jordan¿, anotou 37 por noite, média mais alta em sua carreira. Por três anos consecutivos perdeu, com o Chicago Bulls, nos playoffs do Leste.
Foi com a efetivação de Phil Jackson como técnico, e a adoção do Sistema de Triângulos, que Michael começou, realmente, a entender o jogo. A situação começou a mudar no distante ano de 1989. Contra o Utah Jazz, sofreu marcação dupla dos armadores. Anteriormente, teria driblado ambos e trombado no garrafão. Mais maduro, passou para John Paxson conseguir a sua maior marca na temporada com 27 pontos. Desde então, o mais habilidoso dos jogadores passou a ser também o mais lúcido dos atletas. Junte-se o talento à sabedoria tática e o resultado é este que todos nós conhecemos: o maior de todos.
Formado em Artes, fez da magia seu maior legado. Duelando contra gênios da estirpe de Magic Johnson, Larry Byrd, Karl Malone, Charles Baskley, entre outros, Jordan formou ao lado de Pippen a melhor dupla de todos os tempos. Eleito o jogador mais valioso da NBA por cinco temporadas, venceu seis títulos, em dois tricampeonatos nos anos 90. Eternizou o Garden, de Nova Iorque, como seu palco preferido, e fez dos confrontos com os Knicks a verdadeira diversão dos amantes do jogo da bola laranja. Além disso, conquistou, em um dos maiores times da história, 72 vitórias na temporada regular 95-96. Em 93, trocou o basquete pelo Beisebol, homenagem ao pai, morto brutalmente no mesmo ano. Jordan passou ainda duas temporadas no Washington, e, mesmo com problemas físicos, brilhou, mas não levou os Wizards adiante.
¿Anjo negro¿, de Larry Bird, ¿Michelangelo das quadras¿, de Phil Jackson e ¿Air Jordan¿. Estes foram alguns dos apelidos que recebeu. Seu sorriso maroto, a clarividência e a classe com a bola laranja às mãos, a parada no ar, os arremessos certeiros, é muito difícil escrever sobre Michael Jordan em apenas uma crônica. Que bom que ainda existem vídeos, livros, a memória que não me deixa mentir. Homem de comprometimento total com a franquia, transformou a quadra de basquete em lugar sagrado, a bola de basquete em bíblia e a camisa 23 em objeto de devoção. Se o mundo é dividido em antes e depois de Cristo, o do basquete deveria ser em antes e depois de Michael Jordan.
Vela: Ontem foi aniversário de um dos maiores cestinhas de todos os tempos: parabéns a Oscar Schmidt, que completou 47 anos. Quem dera que nosso basquete vivesse os tempos do ¿Mão Santa¿.
Showtime: Fábio Balassiano, 21 anos, escreve para o site Databasket, mantido pelo ex-cestinha da Seleção Brasileira, Marcel de Souza.
Posted
12:13 AM
by MARIVAL ANTONIO MAZZIO JUNIOR
Liga Metropolitana de Basquete de Londrina
Prefeitura Municipal de Londrina
Fundação de Esportes
Este projeto foi aprovado pelo
Fundo Especial de Incentivo a Projetos Esportivos
A Liga Metropolitana de Basquete de Londrina estará promovendo nos dias 26 e 27 de fevereiro (sábado e domingo) o Torneio de Basquete em Trios ¿ Jovem Pan na quadra de basquete do Zerão.
Mais conhecido como streetball, o basquete em trios é um jogo disputado em tempos de 10 minutos e em apenas meia quadra e o trio que fizer 21 pontos ganha a partida. As categorias serão: livre (acima de 17 anos), Cadete (até 17 anos), Infantil (até 14 anos) e Pré-mirim (até 12 anos) tanto no masculino quanto no feminino. A inscrição poderá ser feita na hora e será cobrado 3 Kg. de alimentos não perecíveis por trio a ser distribuído a um entidade carente.
No sábado, as categorias pré-mirim e infantil terão o seu início às 9:00 e as categorias cadete e livre serão às 15 horas. Caso o Torneio não se encerre no mesmo dia, no domingo acontecerá a continuidade.
A premiação será de medalha para os 3 primeiros colocados de cada categoria e brindes da Rádio Jovem Pan.
Maiores informações ¿ 3344-0733 ou 9994-2749 com Marival Junior.
Marival Junior
LMB
Posted
12:13 AM
by MARIVAL ANTONIO MAZZIO JUNIOR
TORNEIO DE BASQUETEBOL EM TRIOS
LOCAL: QUADRA DE BASQUETE DO ZERÃO
DATA: 26 E 27 DE FEVEREIRO (SÁBADO E DOMINGO)
HORÁRIOS:
CATEGORIA C e D - DAS 09:00 ÀS 13:00
CATEGORIA A e B - DAS 15:00 ÀS 20:00
CATEGORIAS: MASCULINO E FEMININO
CATEGORIA A - Livre - nascidos até 1986(acima de 17 anos)
CATEGORIA B - Cadete - nascidos entre 1987 e 1989(até 17 anos)
CATEGORIA C - Infantil - nascido entre 1990 e 1991(até 14 anos)
CATEGORIA D - pré mirim - nascidos a partir de 1992(até 12 anos)
TAXA DE INSCRIÇÃO:
No local e 3 Kg. de alimentos não perecível por trio
PREMIAÇÃO:
-MEDALHAS PARA OS TRIOS PRIMEIROS COLOCADOS
-BRINDES DA JOVEM PAN
MAIORES INFORMAÇÕES:
LMB - 3344-0733 COM MARIVAL JR
9994-2749 COM MARIVAL JUNIOR
PROMOÇÃO
Liga Metropolitana de Basquete de Londrina
Prefeitura Municipal de Londrina
Fundação de Esportes
Este projeto foi aprovado pelo Fundo Especial de Incentivo a Projetos Esportivos
APOIO
JOVEM PAN
Posted
12:10 AM
by MARIVAL ANTONIO MAZZIO JUNIOR
Falta apoio, dizem torcedores do Londrina/TIM
Para torcida, poder público e empresários deveriam se mobilizar para ajudar a equipe londrinense
O início de campanha do Londrina/TIM no Campeonato Nacional de Basquete Masculino já começa a ser tema de discussão entre os torcedores. Após oito jogos, a equipe ocupa a 10 colocação na competição com três vitórias e cinco derrotas. A última, na terça-feira para o COC/Ribeirão Preto, por 98 a 88, no Ginásio Moringão. Apesar das opiniões distintas sobre a qualidade do time, os torcedores concordaram que o principal problema é a falta de dinheiro.
Em geral, os torcedores afirmaram que o poder público e os empresários deveriam se mobilizar para ajudar o time. Para o professor de física Reinaldo Ferraz Ramon, a equipe tem qualidade, mas faltam jogadores mais experientes que pudessem assumir a responsabilidade de definir as jogadas nos momentos decisivos. O comerciante Cláudio Maciel entende que os políticos locais deveriam se mobilizar para ajudar o clube. ''O time tem futuro, mas precisa de apoio'', frisou.
O jornalista aposentado e ex-árbitro de basquete Naym Libos foi mais incisivo ao afirmar que, ''se o poder público e os empresários não derem condições, não há como manter um time de qualidade''. Libos acrescentou que o basquete corre o risco de acabar se não receber apoio. ''O basquete é um esporte que traz projeção para a cidade''.
O empresário Matias João Peixe preferiu lamentar a qualidade técnica da equipe. Segundo ele, ''o Ênio Vecchi é um grande técnico e não merece dirigir um time como esse''.
O diretor-técnico do Londrina/TIM, Vinícius Fontana Panerari, acredita que os problemas financeiros da equipe podem ser solucionados na reunião a ser realizada amanhã na Fundação de Esportes de Londrina (FEL). No encontro, que contará com a participação de Walter Montagna, que renunciou ao cargo de presidente do clube, haverá uma definição sobre o pedido do clube para que a FEL repasse, ainda no primeiro semestre, os R$ 310 mil do Projeto de Incentivo ao Esporte Amador. ''Estou tranquilo. Se der tudo certo, não haverá mais problemas'', comentou Panerari.
Derrota O resultado negativo frente ao COC/Ribeirão Preto foi o primeiro do time jogando em Londrina. Mesmo assim, Ênio Vecchi acredita que houve uma evolução em relação à derrota para a Ulbra, no domingo. ''Tudo que planejamos foi colocado em prática. O time demonstrou muita garra'', afirmou.
O técnico lembrou que o time chegou a ficar um ponto atrás do placar, no início do último quarto, mas não soube aproveitar o momento para passar à frente. ''Erramos quatro arremessos de três pontos que poderiam ter definido a vitória a nosso favor'', comentou.
Gilmar Agassi
Reportagem Local
Folha de Londrina
Posted
12:09 AM
by MARIVAL ANTONIO MAZZIO JUNIOR
BASQUETE - Reunião amanhã entre representantes do LBC e da FEL poderá encerrar impasse sobre futuro do clube
Para evitar o fim
Fundação de Esportes teme que LBC utilize recursos apenas para o time que disputa o Nacional
A ameaça do Londrina Basquete Clube de abandonar o Campeonato Nacional deve ter uma solução amanhã, quando o clube se reúne com a Fundação de Esportes (FEL) para avaliar a possibilidade de um repasse antecipado da verba referente ao Fundo Municipal de Incentivo a Projetos Esportivos de 2005. Sem dinheiro, o Londrina/TIM corre o risco de abandonar a competição.
Amanhã, o time recebe o Franca Basquete no Ginásio do Sesi, pela quarta semana do Nacional. Mas depois, a equipe terá três jogos seguidos fora de casa - em Uberlândia (dia 25), Goiânia (dia 27) e Brasília (dia 28) -, e ainda não sabe se terá dinheiro para custear as despesas, cerca de R$ 18 mil.
Mas tudo pode ser resolvido a tempo na reunião de amanhã. A FEL teme que, antecipando o dinheiro do Fundo - R$ 310 mil - para o primeiro semestre, como sugere o LBC, Londrina corra o risco de não ter um time competitivo na disputa dos Jogos Abertos do Paraná, em outubro.
O LBC apresentou uma planilha à FEL, sugerindo que, ao invés de um repasse parcelado em 10 vezes, o dinheiro do Fundo fosse repassado em oito vezes, com ênfase nos meses de março, abril, maio e junho, quando o time disputa o Nacional. Assim, o repasse teria uma queda em agosto e setembro, voltando a aumentar em outubro, época da disputa dos Jap¿s. Mas o presidente demissionário do LBC, Walter Montagna, estará na reunião, disposto a assinar o documento, mesmo sendo contrário ao repasse depois de agosto, quando termina oficialmente o seu mandato.
Montagna apresentou sua carta de demissão no dia 25 de janeiro, quando o Londrina/TIM fez seu segundo jogo no Nacional 2005, contra o Corinthians/Mogi (vitória por 81 a 69). De lá para cá, ele vem tentando deixar o cargo, mas os outros membros do clube ainda não aceitaram oficialmente a sua demissão. Ele não está na Cidade e, segundo o diretor técnico do Londrina/TIM, Vinícius Panerari, Montagna vai assinar o documento apresentado à FEL. ¿O que está pegando é o detalhe do segundo semestre, pois o Walter prefere não deixar nada para depois, sabendo que o clube pode até fechar. Mas vamos achar uma solução¿, disse Panerari.
O diretor técnico do Londrina/TIM disse ainda que uma solução para a disputa dos Jogos Abertos seria a Cidade contar com um time caseiro, formado por jogadores daqui e uma lista de nomes já está na Fundação. ¿Passamos uma lista e vamos acrescentar outros nomes de jogadores, para Londrina ter um time competitivo em outubro, nos Jogos Abertos¿.
Fundação
O presidente da Fundação, Marival Mazzio, disse que a primeira parcela à LBC já podia ter sido repassada se Walter Montagna tivesse assinado o termo. Mas a grande preocupação é em relação aos Jap¿s. ¿A dúvida é em relação aos Jogos Abertos. A Lei é para os projetos esportivos, incluindo os Jogos Abertos. Tememos pela continuidade do basquete no segundo semestre. Mas vamos conversar, inclusive com o prefeito Nedson (Micheleti/PT), para achar a melhor solução¿, disse Mazzio ao JL ontem.
Aurélio Cardoso
Jornal de Londrina
Quarta-feira, Fevereiro 16, 2005
Posted
11:08 PM
by MARIVAL ANTONIO MAZZIO JUNIOR
BASQUETE - Londrina/TIM perdeu pela primeira vez em casa, e volta a jogar na sexta, contra Franca
Derrotado e ameaçado de largar campeonato
Londrina/TIM não sabe se continua disputando o Nacional
No basquete não existe segredo: o time que apresentar maior consistência em quadra, vence o jogo. E foi assim ontem à noite, quando o Londrina/TIM acabou perdendo a primeira partida em casa, para o COC/Ribeirão Preto, por 98 a 88, pela terceira semana do Campeonato Nacional. E para piorar ainda mais a situação, o Londrina Basquete Clube está ameaçado de abandonar a competição. Tudo porque o clube não tem mais presidente e nem sabe se terá dinheiro para jogar as próximas partidas fora de casa, contra o Unitri/Uberlândia (dia 25), Universo/Ajax (dia 27) e Universo/DF (dia 28). Na sexta-feira, o time volta a jogar no Ginásio Moringão, contra o Franca Basquete.
Uma reunião na sexta-feira pela manhã, entre o LBC e a Fundação de Esportes, pode resolver a situação da falta de verba para a mini-excursão no final do mês. ¿Uma viagem dessas custa em torno de R$ 18 mil e esperamos que a Fundação possa adiantar o dinheiro da Lei de Incentivo para custear essas três partidas fora. Para irmos a Torres, conseguimos ajuda, mas por enquanto, não sabemos como vai ser a próxima viagem¿, disse ontem, o diretor técnico do Londrina/TIM, Vinícius Panerari.
O jogo
No jogo de ontem, o Ginásio Moringão não recebeu grande público, que acabou assistindo à primeira derrota do time em Londrina. O time de Ribeirão Preto, tetracampeão paulista, soube aproveitar o bom rendimento de seus jogadores desde o início e construiu o placar que acabaria fechando o jogo. Os 10 pontos de vantagem obtidos no primeiro tempo foram mantidos no segundo. Londrina reagiu no terceiro quarto do jogo, encostou no marcador, mas o adversário tinha mais ¿bala na agulha¿ e, retornando com o time titular, dominou o placar até o fim: 98 a 88.
¿A reação foi tardia, mas o time foi bem e mostrou determinação. Poderia ser um pouco melhor, mas a diferença construída no primeiro tempo se manteve até o final. Tinha que ter apertado mais e segurado o placar sem muita vantagem para eles¿, comentou o técnico Enio Vecchi. Nos outros jogos de ontem: Franca 96 x 92 Limeira e Ulbra/Torres 72 x 76 Pitágoras/Minas.
Aurélio Cardoso
Jornal de Londrina
Posted
10:59 PM
by MARIVAL ANTONIO MAZZIO JUNIOR
TORNEIO DE BASQUETEBOL EM TRIOS
LOCAL: QUADRA DE BASQUETE DO ZERÃO
DATA: 26 E 27 DE FEVEREIRO (SÁBADO E DOMINGO)
HORÁRIOS:
CATEGORIA C e D - DAS 09:00 ÀS 13:00
CATEGORIA A e B - DAS 15:00 ÀS 20:00
CATEGORIAS: MASCULINO E FEMININO
CATEGORIA A - Livre - nascidos até 1986(acima de 17 anos)
CATEGORIA B - Cadete - nascidos entre 1987 e 1989(até 17 anos)
CATEGORIA C - Infantil - nascido entre 1990 e 1991(até 14 anos)
CATEGORIA D - pré mirim - nascidos a partir de 1992(até 12 anos)
TAXA DE INSCRIÇÃO:
No local e 3 Kg. de alimentos não perecível por trio
PREMIAÇÃO:
-MEDALHAS PARA OS TRIOS PRIMEIROS COLOCADOS
-BRINDES DA JOVEM PAN
MAIORES INFORMAÇÕES:
LMB - 3344-0733 COM MARIVAL JR
9994-2749 COM MARIVAL JUNIOR
PROMOÇÃO :
Liga Metropolitana de Basquete de Londrina
Prefeitura Municipal de Londrina
Fundação de Esportes
Este projeto foi aprovado pelo Fundo Especial de Incentivo a Projetos Esportivos
APOIO :
JOVEM PAN
Posted
10:58 PM
by MARIVAL ANTONIO MAZZIO JUNIOR
DIA 22... 2/15/2005
Em julho de 1972 ao dirigir a seleção carioca juvenil masculina no Campeonato Brasileiro em Belo Horizonte, me antecipei ao embarque da delegação, para juntamente com o médico organizar as acomodações nas dependências do Mineirão. Nesse mesmo dia procurei a organização do Campeonato para efetuar as inscrições dos atletas que era de responsabilidade do delegado da CBB o Sr.Alberto Cury.Coincidentemente, o responsável pela delegação do Maranhão entregava as certidões de sua equipe, que para minha surprêsa faziam parte de um único bloco, ainda coladas pela margem superior,e que foram expedidas por um único cartório e com a mesma data,variando somente os horarios dos nascimentos.De imediato inquirí o Sr Cury sobre a falsidade dos documentos e recebi como resposta,de uma forma solícita pelos anos de mútuo conhecimento, que se a documentação não fosse aceita dificilmente equipes daquela região participariam de campeonatos.Para piorar a situação,coube àquela equipe ser nossa primeira adversária na abertura da competição após as solenidades de praxe,fazendo com que a partida se iniciasse depois da meia noite.A equipe era constituida de homens maduros,e não juvenis,sendo que a espôsa e os dois filhos de um deles torciam aos berros pelo pai nas arquibancadas.Foi um jogo extremamente dificil pela grande discrepância física,e que vencemos por 2 pontos após uma batalha que varou a madrugada.Mais tarde,constatei ser o voto do Maranhão de grande importância na eleição da CBB,cujos dirigentes desejavam a reeleição, o que conseguiram,sem antes propiciarem aos delegados votantes um sem numero de mordomias e facilidades para suas federações.Todos os envolvidaos com o basquetebol brasileiro sabem de que maneira os votos,que são quantitativos,valem para a definição das eleições na CBB.Se a votação fosse pela representividade qualitativa,onde as participações nos diversos torneios e campeonatos contassem pontos,assim como contassem os resultados alcançados,muitas das facilidades e influências politicas seriam orientadas a um patamar mais democrático. Mas não foi, é, e nunca será essa a realidade nas eleições na CBB. Então fica no ar uma teimosa indagação- Se eleições sempre foram ganhas em troca de favorecimentos técnicos e administrativos,e mais recentemente, em vantagens advindas dos patrocinios govenamentais e da iniciativa privada,como vencer uma eleição que contrarie tantos interêsses arraigados no âmago dos politicos-dirigentes das federações? De que forma candidatos, que não o ocupante do cargo, poderão equilibrar o jogo de interêsses na disputa,ou compra, dos votos necessários para a eleição? Mais mordomias? Promessas de viagens internacionais na chefia de delegações, participação em congressos e sorteios de chaves? Campeonatos ou Torneios com a participação das seleções nacionais em regiões nada tradicionais na modalidae? Como equilibrar a disputa sob tão poderosa concentração de poder? A promessa de que voltaremos ao concêrto internacional é de pouca monta se comparada às efetivas e reais conquistas politico-financeiras que alcançaram dentro dos padrões vigentes. Logo, só resta uma opção,unir forças na tentativa de demonstrar o perigo iminente e real de fragmentação e posterior decadência da modalidade em nosso país, muito mais pelo aspecto técnico do que político, pela adoção de um modelo anacrônico que nos tem levado ladeira abaixo, e que terá continuidade com a vitoria dos atuais dirigentes. Poder por poder vencerão por estarem de posse dos mecanismos politicos baseados nas benesses e nas certezas adquiridas. Erro crasso será a tentativa de prometerem mais do que as certezas que já possuem. O que não pode ser contestada é a realidade que vivemos, de total decreptude que nos levará,como tem levado, ao completo cáos técnico, do qual serão os responsáveis em um futuro não tão distante assim. Uma campanha que os responsabilize "à priori" pela certeza do fracasso será mais eficiente que a cobertura de vantagens já conquistadas. Se candidato fosse,demonstraria com fatos e resultados o quanto estamos fragilizados,e apresentaria soluções técnicas que resgatassem nossas tradições.Não prometeria um único alfinete a quem quer que fosse, e exporia em público aqueles que me exigissem vantagens de qualquer espécie pelo voto,e como possivelmente perderia a eleição, sairia mostrando a todos quais os responsáveis pela debacle, criando desta forma uma base segura para a próxima,e a próxima,e a próxima...Um dia acordaremos,e só torço para que ainda existam quadras em nosso país.Que Deus nos ajude.Amén. No dia 22 deste mês,no auditório da UNIVERSIDADE os candidatos à presidência da CBB debaterão publicamente suas plataformas político-esportivas. Esse artigo é dirigido àqueles que corajosamente enfrentarão o debate ante o candidato da situação.
Fonte : paulomurilo.blogspot.com.Br
Domingo, Fevereiro 13, 2005
Posted
4:55 PM
by MARIVAL ANTONIO MAZZIO JUNIOR
Ofício Circular nº 04/05
Curitiba, 10 de fevereiro de 2005.
À:Liga Metropolitana de Basquete de Londrina
Liga Oeste de Basquetebol
Liga Sudoeste de Basquete
Senhores Presidentes:
È com satisfação que convidamos V.Sª para participar da reunião no dia 19 de fevereiro de 2005, às 10:00 horas, na sede da FPB, a fim apresentar plano de trabalho desta nova diretoria às Ligas, entre outros assuntos de interesse geral.
Gostaríamos de contar com a vossa presença, agradecemos antecipadamente.
Atenciosamente,
Amarildo Rosa
Presidente
Posted
4:16 PM
by MARIVAL ANTONIO MAZZIO JUNIOR
TORNEIO DE BASQUETEBOL EM TRIOS DO ZERÃO 2005
Jovem Pan
LOCAL: QUADRA DE BASQUETE DO ZERÃO
DATA: 26 E 27 DE FEVEREIRO (SÁBADO E DOMINGO)
HORÁRIOS:
CATEGORIA C e D - DAS 09:00 ÀS 13:00
CATEGORIA A e B - DAS 15:00 ÀS 20:00
CATEGORIAS: MASCULINO E FEMININO
CATEGORIA A - Livre - nascidos até 1986
CATEGORIA B - Cadete - nascidos entre 1987 e 1989
CATEGORIA C - Infantil - nascido entre 1990 e 1991
CATEGORIA D - pré mirim - nascidos a partir de 1992
TAXA DE INSCRIÇÃO:
No local e 3 Kg. de alimentos não perecível por trio
PREMIAÇÃO:
MEDALHAS PARA OS TRIOS PRIMEIROS COLOCADOS
BRINDES DA JOVEM PAN
MAIORES INFORMAÇÕES:
LMB - 3344-0733 (À TARDE) COM MARIVAL JR
9994-2749 COM MARIVAL JUNIOR
PROMOÇÃO:
Liga Metropolitana de Basquete de Londrina
Prefeitura Municipal de Londrina
Fundação de Esportes
APOIO:
Jovem Pan FM Londrina
Posted
4:15 PM
by MARIVAL ANTONIO MAZZIO JUNIOR
ENTREVISTA: HÉLIO BARBOSA ( Candidato ao cargo de Presidente da CBB)
BBHEART: Faça um breve relato sobre a carreira profissional dentro e fora do basquete.
Hélio Barbosa: Vida Profissional ¿ Engenheiro Eletricista, formado pela Universidade Católica de Petrópolis (UCP/RJ) em 1972. Já em janeiro de 1973 fomos admitidos pela LIGHT trabalhando como engenheiro até o ano de 1976. Contratado em janeiro de 1977 pela ELETROBRÁS, como engenheiro. Em 1980 fui a Chefe de Divisão, iniciando desde 1979 a especialização em Gestão pela Qualidade, com cursos tanto no exterior como no Brasil. Pós-Graduado em Gestão da Qualidade em 1980. Representante do Ministério das Minas e Energia nos Programas da Qualidade para as Empresas do Governo (ELETROBRÁS, PETROBRÁS, VALE DO RIO DOCE etc). Assumimos o cargo de Chefe de Departamento da área de Gestão da Qualidade e Desenvolvimento Industrial e, finalmente, nos aposentamos em julho de 1996.
Vida Profissional / Experiência Didática ¿ Professor das Escolas de Engenharia da UCP (Petrópolis) de 1973 a 1977 e da Univ. Veiga de Almeida ¿ UEVA (de 1974 a 1977) e do Curso de Pós Graduação da UCP (de 1990 a 1994). Consultor da Fundação Getúlio Vargas (FGV), após aposentadoria (1997 a 2000), na área da Gestão da Qualidade e Planejamento Estratégico para a administração pública.
Área Esportiva ¿ Diretor de Basquete do Grajaú Country Club (GCC) / RJ de 1989 a 1993; Presidente do GCC de 1993 a 2001; Membro do Conselho Deliberativo do GCC (1983 ¿ 1993); Presidente do Conselho Deliberativo do GCC (2002 ¿ até a data de hoje); Diretor Executivo da Fundação Municipal de Esportes e Lazer (Rio de Janeiro) ¿ 2000; Benemérito da Federação de Basquetebol do Estado do Rio de Janeiro (FBERJ); Medalha Tiradentes por serviços prestados ao Esporte.
BB: Você não acha que como ex-funcionário da Eletrobrás, a empresa deve ter uma certa preferência e se sentir orgulhosa da sua candidatura em relação a dos demais candidatos para a presidência da CBB, considerando que hoje é a empresa patrocinadora do basquete brasileiro?
HB: Quanto à Eletrobrás ter preferência ou não em relação a minha candidatura não tenho como responder, entretanto, gostaria que a direção da ELETROBRÁS se sentisse orgulhosa em ter um ex-funcionário dirigindo o basquete brasileiro, esporte patrocinado pela empresa. Convém ressaltar que fiz toda a minha capacitação profissional na área de Gestão pela Qualidade e de Planejamento Estratégico na ELETROBRÁS, se hoje me sinto capaz para mudar o basquete brasileiro, devo muito a formação profissional que obtive na ELETROBRÁS.
BB: Você não acha que por ter sido ex-funcionário da Eletrobrás e conhecer a política de patrocínio da empresa ficará mais fácil doravante negociar e alinhar seus projetos aos anseios da empresa em relação ao produto basquete?
HB: Realmente tenho esta vantagem a meu favor, até porque conheço bem a estrutura, a política de patrocínio adotada pela empresa ELETROBRÁS e como os projetos devem ser apresentados. Não tenho duvida que isto facilitará sobremaneira as negociações em futuros patrocínios para o basquete brasileiro pela empresa.
BB: Que motivos levaram você a cancelar a reunião com os presidentes de federações do dia 16/01/2005?
HB: Não houve cancelamento e sim uma mudança de estratégia a fim de tornar a reunião com os Presidentes de Federação do COMO FAZER o projeto MUDANÇA, mais objetiva e conclusiva. Estou enviando para cada Presidente de Federação, de forma indiscriminada, as nossas intenções de estratégias a realizar, dentro da atual concepção de Confederação, de forma que possam analisar e propor as melhorias necessárias ao projeto, tornando-o um trabalho de todos e não pessoal. Estarei enviando o cronograma de visitas que farei a partir do final de fevereiro. Com isto, os Presidentes terão o tempo necessário e todas as condições para conhecer o trabalho e discutirmos pessoalmente, para depois em uma plenária com a participação de todos, no mês de março concluirmos o projeto de forma definitiva. Deve-se ressaltar que telefonei para cada um dos Presidentes das Federações explicando sobre esta nova estratégia de trabalho o que foi aprovada por todos.
BB: É sabido que a sua campanha surgiu como uma bomba no basquete brasileiro como obstáculo à candidatura do Sr. Grego a reeleição, que até então vinha sendo considerada como ganha. A que se deve isto?
HB: Na realidade quando decidi me apresentar para essa candidatura levei em consideração: 1) a série de indicadores de desaprovação à gestão atual da CBB, quanto a sua forma centralizada de administrar o basquete em um país de dimensões continentais e com peculiaridades das mais heterogêneas; 2) aos péssimos resultados obtidos em competições internacionais nas categorias adultas e de base, colocando o basquete brasileiro em situação não muito confortável diante do publico interno e externo; 3) Analisei a necessidade de dar minha contribuição ao basquete brasileiro de forma transparente e empreendedora, apresentando um anteprojeto de ¿GESTÃO DE MUDANÇA¿ para a CBB, com componentes estratégicos bem definidos, claros e objetivos que possam levar a administração da CBB a interagir efetivamente e com eficácia com todas as Federações Estaduais (1º plano), clubes, patrocinadores, mídia, segmentos diretos e indiretos do basquete brasileiro. Com isso fomos felizes em obter como resposta a criação dessa ¿BOMBA¿ mas com a certeza que ao explodir definitivamente trará extremos benefícios ao nosso basquete.
BB: Você, como um homem de qualidade total, vem procurando trazer para trabalhar no seu time pessoas com notória especialização em cada área considerada carente no basquete brasileiro, o que se deveu esta decisão?
HB: É verdade, foram feitos uma série de contatos com pessoas de notória especialização para auxiliar nesse processo de ¿MUDANÇA¿ no modelo de administração da CBB! Ressaltando a grande receptividade e credibilidade por parte daqueles que foram contatados. Esses profissionais vêem se empenhando diuturnamente de forma que o anteprojeto se torne cada vez mais amplo e atenda a todos os seguimentos do basquete. Gostaria de esclarecer que estou trabalhando com muito profissionalismo e não apresentaria nada que não tivesse, de antemão, a certeza de que tenho a total capacidade de gerir a execução, pelo aspecto técnico. Estou em um processo de mapeamento e identificação de outros profissionais que trarão a preparação de recursos humanos e a obtenção de recursos financeiros, para que o basquete brasileiro se torne cada vez mais um esporte de alto nível, como sempre foi. Somente assim poderemos implementar o que estamos propondo e nos comprometendo!
BB: Porque você escolheu esta estratégia de divulgar o seu trabalho para todos os presidentes de federações independentes de serem eleitores seus ou não?
HB: Por entender que não tenho nada para esconder! Considero estas atitudes uma forma pequena de pensar e agir! Se me propus dar a minha contribuição para melhorar o basquete nacional, isto somente se faz com idéias inovadoras e empreendedoras, eleição é circunstância e quem afinal vai definir qual a melhor proposta serão os Presidentes das Federações. Por isto, considero de suma importância que conheçam a minha proposta e decidam o que acham que será melhor. Ressalte-se que o futuro do basquete brasileiro esta nas mãos daqueles que vão decidir quem vai dirigi-lo no período 2005/2009, uma decisão errada pode provocar estragos de proporções incomensuráveis. Não vai aqui nenhuma critica a entidade CBB ou mesmo aqueles que fazem parte da atual administração da entidade, havemos de concordar que o modelo de administração atual não vem apresentando resultados expressivos e contra fatos não existem argumentos, anos sem patrocínio oficial do governo, fora de duas olimpíadas adulto masculino, fora de mundiais categorias de base etc. Para me apresentar como real candidato e gerir uma ¿MUDANÇA¿ que estou me comprometendo, não consigo vislumbrar outra forma a não ser efetuar um trabalho transparente, interativo e colegiado em conjunto com os Presidentes das Federações como tenho feito desde o lançamento da minha candidatura, ao se candidatar e para mudar o basquete brasileiro.
BB: Quando pretende disponibilizar linhas macro da sua campanha para toda a comunidade do basquete?
HB: Depois que me reunir com cada um dos Presidentes das Federações e discutir pontualmente a proposta apresentada de intenções de estratégias, que será durante o mês de fevereiro e início de março e depois da plenária de aprovação do projeto como um todo, juntamente com todos os Presidentes das Federações, ai sim, divulgarei de forma plena, isto está previsto para a segunda quinzena de março.
BB: Comenta-se que a sua campanha vem sendo cuidadosamente planejada com início, meio e fim, em que fase se encontra hoje?
HB: O projeto se encontra no final da fase inicial. Somente se concluirá quando tivermos a certeza que o anteprojeto de proposta de ¿MUDANÇA¿ foi devidamente analisado pelos Presidentes de Federações e com a efetiva participação requerida. O anteprojeto foi elaborado com base às requisições já feitas por alguns Presidentes e, principalmente, com a concepção de funções existentes em uma Confederação Brasileira. Embora a fase de ¿meio¿ já esteja planejada, também a estaremos desenvolvendo com a participação dos Presidentes. O ¿fim¿ será a vitória!!! Temos certeza que a conquistaremos!!! Se assim não fosse, seria desacreditar na possibilidade de que podemos colocar o basquete brasileiro no seu devido lugar, tantas vezes ocupado em outras décadas.
BB: O que levou você adotar a política de trabalhar com os presidentes de federações de forma interativa, participativa e decisões colegiadas em seus projetos?
HB: A CBB existe por causa das Federações, como as Federações por causa de seus Filiados. Portanto, os maiores e mais importantes ¿clientes¿ diretos da CBB são as Federações. Só teremos patrocinadores fortes e um basquete brasileiro de qualidade se praticarmos uma nova e moderna gestão na CBB em conjunto com as Federações, reconhecendo efetivamente as suas representatividades.
BB: Você acha que o trabalho em conjunto com os presidentes de federações trará resultados importantes para o basquete brasileiro e porque?
HB: Para que se possa ter como resultado o fortalecimento da própria CBB, a representatividade dos Presidentes de Federações e, principalmente do basquete brasileiro, todo o trabalho deve ser feito de forma interativa, com planejamento e identificação de oportunidades, estabelecimento de processos produtivos adequados e agressivos dentro do orçamento aprovado e obtenção de resultados da qualidade desejada por todos os que se interagem com a CBB.
BB: Você não acha que esta política de transparência no basquete brasileiro o coloca vulnerável principalmente ao Sr. Grego que até agora não divulgou a sua proposta de trabalho caso for eleito?
HB: Quando propus me candidatar de forma democrática, ao cargo de Presidente de uma Entidade que é responsável por uma grande parcela junto ao esporte nacional e, envolvendo milhares de pessoas, temos a obrigação de mostrar a nossa ¿bagagem¿, a forma que gostaria de gerir as metas planejadas e os resultados desejados, com transparência total, principalmente para aqueles que têm a responsabilidade de decidir as eleições, que são os Presidentes de Federações. Espera-se, entretanto, que os Presidentes consigam concluir, dentro do universo que se apresenta como proposta, qual o candidato possa ter a credibilidade e potencial para executá-la, ainda mais, considerando-se que um dos adversários já teve bastante tempo para demonstrar seu potencial de administração. A vulnerabilidade não deve ser analisada pela questão pessoal, embora esteja sendo eleita uma pessoa para presidente, mas sim pela possibilidade de estar elegendo uma proposta de gestão para o basquete brasileiro que já conhecemos como errada e/ou que não se tenha à capacidade para mudá-la. O ¿conhecimento¿ é diretamente proporcional à experiência profissional vivida e conquistada ao longo do tempo e não uma mera ¿receita de bolo¿ que possa ser usada por qualquer outra pessoa.
BB: O grande crescimento de sua candidatura não é perigoso, uma vez que faltam aproximadamente três meses para eleição?
HB: Ficaria preocupado se não tivesse tido um crescimento desta natureza ou um crescimento modesto, até pelo trabalho que estamos procurando desenvolver. Não podemos deixar de considerar que existe no processo de candidatura um dos adversários que tem a ¿situação¿ nas mãos... Perigoso seria se a nossa proposta não tivesse fundamento e demonstração de capacidade para realizá-la. Vimos medindo constantemente esse crescimento e a posição efetiva dos Presidentes de Federações na interação com a proposta, nos sinaliza que a cada dia aumentamos nossa credibilidade acenada por eles.
BB: Quando começará o programa de visitas a todos os presidentes das federações ?
HB: O programa de visitas aos Presidentes será no final de fevereiro, dentro de um planejamento definido também junto aos mesmos. As priorizações estão sendo apontadas por eles e a programação estabelecida dentro de um planejamento adequado.
BB: Alguns presidentes de confederações vêem sua candidatura como a salvação do basquete brasileiro, como você avalia esta situação?
HB: Conquistei a confiança de muitos Presidentes de Confederações através de contatos e parcerias feitas ao longo de anos no período em que presidi o Grajaú Country Club, imagino que por estas razões e pela nossa proposta apresentada para a candidatura esta avaliação possa estar sendo feita por esses Presidentes. O que me faz sentir gratificado e mais seguro com esse reconhecimento por parte de quem já nos conhece.
BB: Como você se sente com a responsabilidade de classificar o basquete brasileiro para a olimpíada de 2008 em Pequim?
HB: No que se refere à responsabilidade, só tenho a ficar envaidecido com este desafio, porque só a terei se vencer as eleições e por ter tido a credibilidade depositada pelo menos pela maioria dos Presidentes de Federações. Garanto que não faltará planejamento adequado e motivação para que disputemos com profissionalismo e qualidade a vaga tão esperada por todos os envolvidos, direta e indiretamente, com o basquete brasileiro.
BB: É verdade que a cada dia em função da sua transparência na forma de trabalhar vem aumentando o número de adesões de federações ao seu projeto de candidatura?
HB: É verdade! Tenho a certeza plena que esta forma de trabalhar tem ido ao encontro do anseio dos Presidentes de Federações em aderirem ao nosso anteprojeto e garantirem, uma vez eleitos, a melhoria do ¿produto¿ basquete praticado no país e no exterior. Um dos pontos fortes de nosso anteprojeto e que tem agradado sobremaneira os Presidentes de Federações é a nossa preocupação de implementarmos efetivamente uma confiável estrutura para a formação de atletas e profissionais nas categorias de base do nosso basquete, não esquecendo do trabalho nas categorias adultas.
BB: O que é a UNIVERSIDADE DO BASQUETE?
HB: Uma vez eleitos, estaremos implantando um abrangente e forte Programa de Conscientização, Capacitação e Treinamento de Recursos Humanos para diversos níveis de ocupação funcional, tanto internamente na CBB como para todas as Federações. Estabeleceremos metas para curto, médio e longo prazo. Inicialmente, o projeto de ensino a distância, utilizando profissionais especializados e tecnologia adequada, acessível a todos, torna-se fundamental, para em segundo plano formarmos multiplicadores para projetos locais e regionais. A denominação do Programa como Universidade do Basquete nos agrada.
BB: Qual a sua opinião sobre a composição de você com o Prof. Medalha, de forma a se tornar um bloco único contra a reeleição do Sr. Grego?
HB: Sou da opinião que esta decisão de composição deverá ser tomada, se quisermos mudar o basquete brasileiro, quanto mais nos dividirmos estaremos fortalecendo a reeleição da situação atual. Se quisermos mudar realmente a situação atual praticada para o basquete não podemos ser passionais, temos que ser profissionais e políticos suficientes para saber que em algum momento as candidaturas minhas e do Prof. Medalha terão que seguir juntas contra a reeleição, sob pena de se não fizermos isto sermos os responsáveis estratégicos de ter permitido a reeleição da situação. Quem conhece o mínimo de política sabe que coligações são necessárias em determinados momentos de uma eleição, quando se quer vencê-la. Tenho acompanhado atentamente a proposta do Professor Medalha e vem ao encontro de muitas metas apresentadas por nós, além de considerá-lo um profissional de renome, certamente ele não concorda com a situação atual do basquete brasileiro e clama por mudança, pq do contrário não estaria se candidatando. Já nos encontramos em contato para tornar essa possibilidade viável ou assistirmos uma possível reeleição do Sr. Grego e sermos futuramente responsabilizados por isto .
BB: Você adotou uma estratégia diferente da maioria das eleições, onde candidatos criticam as administrações anteriores. Por que?
HB: Tenho habito e formação aprender com os erros detectados dos outros e com os meus, por motivos óbvios, e procurado fazer o melhor. Com relação às criticas sobre a administração atual deixo para o publico do basquete fazê-las, no momento atual tenho que me preocupar com o trabalho que temos que fazer para mudar a situação atual, se ficar perdendo tempo em criticar o que está sendo feito, deixo de fazer o que precisa ser realizado. Quem deve avaliar diretamente a gestão atual nesse processo eleitoral são os Presidentes de Federações. A eles compete saber se os projetos; a forma de gerir; os respeitos para com os Presidentes, Profissionais e Atletas, os resultados obtidos são e foram favoráveis ao basquete brasileiro ou não. Sabemos a opinião que o público ligado ao basquete tem. Conhecemos e confiamos na nossa proposta e a nossa capacidade de implantar uma gestão moderna que trará grandes melhorias em prol do ¿produto¿ basquete. Pergunto: Porque ficarmos criticando a administração atual e não focarmos nossa campanha na divulgação do que pretendemos executar de forma conjunta? Não seria perda de tempo?
BB: Quais as reais possibilidades de vitória nesta eleição hoje e em maio?
HB: Totais!!! Hoje diria que ganharia até com pequena margem. Em maio, espero ganhar com larga margem identificando o efetivo trabalho de campanha feita com o reconhecimento pela grande maioria dos Presidentes de Federações.
BB: Que mensagem você daria para o tão carente basquete brasileiro, se eleito for?
HB: Que acredite na força de nossa proposta conquistada junto aos Presidentes de Federação e ao sermos eleitos, o basquete brasileiro retomará o seu lugar no pódio do sucesso e voltaremos a ser referência tanto em nível do esporte nacional como em nível do basquete internacional.
Críticas e sugestões: bbheart@bbheart.com.br
Fonte : bbheart.com.br
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4:14 PM
by MARIVAL ANTONIO MAZZIO JUNIOR
Mr. Zen solução dos Lakers. E para Kobe
Juarez Araújo
12-Feb-2005 13:13
Não demorou muito. O pacato Rudy Tomjanovich não aguentou a pressão, o estresse e Kobe Bryant. Já debilitado por causa de um câncer na bexiga, o experiente treinador não conseguiu administrar as vaidades no poderoso e milionário elenco do Los Angeles Lakers. No início deste mês, pediu demissão, abrindo mão de um contrato de anos e um montante de 30 milhões de dólares.
Tomja sabe, como ninguém que o pior está por vir. Kobe quer mandar, quer jogar como gosta - um tipo de Oscar, só que dos EUA. A primeira opçãoo de ataque é dele, a segunda também, a terceira idem... O experiente e consagrado Karl Malone foi o primeiro a sentir as pretensões de Kobe nesta temporada. Pediu dispensa logo no primeiro desentendimento. Pelo mesmo motivo Shaquille O'Neal, pediu para sair logo depois da temporada passada e agora muito feliz no sol da Flórida e no líder Miami Heat vive soltando a metralhadora de críticas ao ex-companheiro.
Tomjanovich ficou exatos 41 jogos no comando dos Lakers, onde obteve 22 vitórias e 19 derrotas. É verdade que alguns desses jogos foram dirigidos pelo assistente Frank Hamblen. Na despedida afirmou categoricamente que não tem nada contra Kobe Bryant, o qual chamou de jogador e pessoa extraordinário.
Para salvar o fiasco dos Lakers na temporada, a direção da equipe californiana já estuda o retorno de nada menos que Phil Jackson. Técnico que com muito custo, conseguiu fazer do jovem Chicago Bulls, uma máquina de jogar sem que Michael Jordan deixasse de ser a estrela. Nos cinco anos que ficou nos Lakers, ganhou quatro títulos e soube, como ninguém, administrar Kobe-O'Neal. O problema maior é que após deixar os Lakers, no ano passado, Jackson escreveu um livro no qual faz um relato das vaidades de Kobe Bryant.
Com isso fica no ar uma pergunta: o que teria feito os Lakers cairem tanto de produção na NBA. As saídas de Shaq e Jackson? Ou Kobe Bryant, só ainda não encontrou o caminho das vitórias?
De Bandeja
¿ Mais de dois milhões e meio de chineses elegeram o pivô Yao Ming, do Houston Rockets, como titular da Conferência do Oeste para o Jogo das Estrelas, no próximo dia 20, em Denver. Há três anos, ele vem recebendo maior número de votações, inclusive superando Shaquille O'Neal. Como o pivô americano mudou para a Conferência do Leste, onde joga pelo Miami. Ele volta a ser titular, exatamente depois de três anos. "Nos EUA há milhões de chineses que amam Ming. E nem todos americanos me amam", disparou O'Neal.
¿ Tem muita gente forçando a barra para Anderson Varejão, do Cleveland Cavaliers, ser um dos eleitos para o time dos novatos. Acho muita coisa. Varejão, bom jogador, bom menino, não chegou a jogar o suficiente para ser um escolhido para o time dos novatos. Quem sabe, no ano que vem, ele possa entrar no time dos segundo ano. Por merecimento.
¿ Já vi de tudo neste basquete brasileiro. Mas o último comentário dos bastidores me deixou preocupado. Como já havia previsto na última coluna de dezembro, o Brasileiro Masculino corre sério risco de realmente contar com, no mínimo, uma desistência. O Londrina, convidado para o lugar de Campos, não está conseguindo arcar com todas as despesas e já vem preparando a "bombástica frase: não dá mais".
SERÁ ?
¿ Outra brava de bastidores: segundo apurei, o pivô Nenê Hilário, do Denver Nuggets está desanimado com a CBB. A entidade ainda não pagou o cachê dele e de outros jogadores em que estiveram no Pré-olímpico de Porto Rico. E podem até não defender o Brasil no Pré-mundial na República Dominicana. Com a palavra, Grego e Cia.
¿ A estrutura do basquete brasileiro atualmente não suporta tanta incompetência. E isso reflete nas competições internas, nas equipes - não se pode nem mais afirmar que são clubes. A nota triste do início de fevereiro foi a decisão de Americana que dispensou todas jogadoras adultas e a comissão técnica comandada pelo técnico Paulo Bassul. O treinador ainda mantém o elenco unido na tentativa de encontrar uma solução.
¿ O competente técnico Marco Antônio Aga, ex-Casa Branca quer fazer história na cidade de Assis. Ele assumiu recentemente a equipe e já a prepara para o Torneio do Novo Milênio, Jogos Regionais e Jogos Abertos. A meta, acima de tudo é uma classificação para o próximo Brasileiro. "Assis é uma cidade que respira basquete.
¿ José Carlos Pelissari já era um árbitro consagrado enquanto apitou em São Paulo. Teve um problema com a administração da Federação Paulista e nunca mais foi perdoado. Agora, apareceu apitando no Brasileiro, só que como árbitro de Minas Gerais.
¿ Bauru volta a sonhar com o sucesso do basquete masculino. Uma nova administração está disposta a colocar a equipe entre as melhores do estado. Já contratou o técnico José Paterniani, o Tom Zé, ex-Araraquara e vai dar vez as revelações da cidade nas próximas competições. A primeira delas em 2005 será o Torneio do Novo Milênio.
Fonte : aol.com.Br
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4:13 PM
by MARIVAL ANTONIO MAZZIO JUNIOR
AJAX, UNIVERSO/DF E ULBRA GANHAM NA ABERTURA DA 4ª SEMANA
Rio de Janeiro ¿ Na abertura da quarta semana do 16º Campeonato Nacional de Basquete Masculino (CNBM 2005), o Universo/Ajax (GO) superou o Corinthians/UMC/Mogi (SP) por 85 a 81 (42 a 41 no primeiro tempo), em Goiânia, com 32 pontos do cestinha Diego. Em Brasília, o Universo/BRB (DF) ganhou do Uniara/Araraquara (SP) por 99 a 84 (48 a 53). Os cestinhas foram o ala Kenya, do Universo/DF, e o armador Matheus, da Uniara, com 37 e 24 pontos, respectivamente. Na outra partida, a Ulbra/Torres (RS) derrotou o Londrina/TIM (PR) por 81 a 66 (42 a 29), em Torres, com 17 pontos do cestinha Danilo. Daqui a pouco jogam São José dos Pinhais/Keltek (PR) x Pitágoras/Minas Tênis (MG), em São José dos Pinhais (16h); Liga Macaense (RJ) x Winner/Limeira (SP), em Macaé (18h); Unitri/Uberlândia (MG) x Paulistano/Dix Amico (SP), em Uberlândia (18h); Franca Basquete (SP) x Telemar (RJ), em Franca (18h); Joinville/FME (SC) x COC/Ribeirão Preto (SP), em Joinville (18h).
¿ É um sentimento de felicidade enorme a primeira vitória na competição. Depois de perdermos os cinco primeiro jogos fora de casa, conseguimos um resultado que irá dar mais moral para o grupo nas próximas partidas. Temos uma equipe muito homogênea e todos os atletas que entram em quadra mantém o ritmo do jogo ¿ explicou o armador Danilo, da Ulbra.
¿ Infelizmente perdemos o foco do que havia sido planejado. A Ulbra abriu uma boa vantagem no placar e ficou difícil tirar a diferença. Agora é pensa no jogo contra o COC/Ribeirão Preto em Londrina ¿ explicou o ala Ícaro, do Londrina/TIM.
Ulbra/Torres (RS) 81 x 66 Londrina/TIM (PR) ¿ Ginásio da Ulbra Torres
(SPORTV ¿ Ao vivo)
1º Período: 20 x 13
2º Período: 42 x 29 (Placar final)
Cestinhas: Danilo (ULBRA) 11pts e Bruno Fiorotto (LOND) 7pts
3º Período: 67 x 49
4º Período: 81 x 66 (Placar final)
Cestinhas: Danilo (ULBRA) 17pts e Guilherme e Ícaro (LOND) 12pts
Jogador mais eficiente: Danilo (ULBRA) 22pts
árbitros: Carlos Henrique Ramos (SP) e Rui Marques (SP)
Fonte : cbb.com.br
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4:13 PM
by MARIVAL ANTONIO MAZZIO JUNIOR
BASQUETE - Time enfrentou viagem de mais de 14 horas de ônibus para jogar em Torres
Londrina/TIM encara o último colocado
Após vitória em casa na última rodada, equipe enfrenta a Ulbra no RS
Depois da boa vitória em casa na sexta-feira, sobre o Joinville/FME, por 84 a 77, elenco e comissão técnica do Londrina/TIM não tiveram descanso e hoje voltam à quadra para enfrentar o Ulbra, em Torres (RS), último colocado, pela terceira semana do Campeonato Nacional de basquete masculino. A viagem de ônibus, com mais de 14 horas de estrada, aconteceu logo após o jogo de anteontem e pode acabar prejudicando o rendimento do time.
Em quadra, o grupo londrinense vai enfrentar um adversário que ainda não venceu - jogou cinco vezes fora de casa - e ocupa a última posição na classificação. ¿Será mais um jogo difícil, mas o time tem que fazer o que fez contra Joinville, ou seja, confiar mais neles mesmos. Eles são bons e precisam acreditar nisso¿, disse o técnico Enio Vecchi após o jogo de sexta-feira.
Para o armador Gustavo, o time precisa entrar ligado em quadra mais uma vez. ¿Lá, temos que impor nosso jogo e aproveitar as variações de defesa e ataque para tentar vencer¿. Gustavo marcou 14 pontos e junto com o também armador Thiago e os alas Guilherme e Charles, foi o cestinha londrinense na vitória sobre Joinville. O jogo em Torres terá transmissão pela Sportv.
A divisão de pontos entre os jogadores marcou a partida - o pivô Bruno marcou 13 pontos -, que teve como cestinha geral o experiente ala Vanderlei, que anotou 32 pontos. O jogo foi disputado no Ginásio do Sesi, que pode abrigar a partida contra o COC/Ribeirão Preto, terça-feira. A intenção da comissão técnica é mandar o jogo Sesi se o time voltar com um resultado negativo de Torres. Caso contrário, o jogo contra o tetracampeão paulista será disputado no Ginásio Moringão.
O adversário
Depois de jogar as cinco primeiras partidas fora de casa, a Ulbra/Torres, campeã gaúcha de 2004, irá atuar pela primeira vez diante de sua torcida. ¿Estamos trabalhando para vencer o maior número de jogos em casa. Esperamos retribuir o carinho da torcida de Torres estreando com vitória em nosso ginásio. Acredito que a falta de entrosamento foi a maior responsável pelas cinco derrotas que sofremos. O nosso conjunto melhorou bastante nos treinos das duas últimas semanas e acho que temos todas as condições de vencer e nos recuperar na classificação¿, comentou o pivô Macetão, um dos destaques do time, que conta ainda com o ala/pivô Ildes e o pivô Todão, que já jogaram por Londrina.
Aurélio Cardoso
Fonte : Jornaldelondrina.com.br
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4:12 PM
by MARIVAL ANTONIO MAZZIO JUNIOR
Londrina/TIM tenta 1ª vitória fora de casa
Equipe londrinense enfrentará a Ulbra, time que perdeu as cinco primeiras partidas no Campeonato Brasileiro
O Londrina/TIM terá um difícil desafio hoje contra a Ulbra, às 13 horas, em Torres (RS), pelo Campeonato Nacional de Basquete Masculino. O time buscará a primeira vitória jogando longe de sua torcida. Até o momento, foram três derrotas em três partidas fora de Londrina. Já a Ulbra está em situação delicada na competição. Sofreu cinco derrotas nos cinco jogos disputados. Um detalhe: nenhum dos jogos foi realizado em Torres. A partida de hoje terá transmissão pelo canal Sportv. Ênio Vecchi, técnico do Londrina/TIM, demonstra preocupação com a desgastante viagem de 950 quilômetros que o time fez até o Litoral gaúcho. A equipe viajou na sexta-feira, logo após o jogo contra o Joinville/FME, em Londrina, quando se recuperou no campeonato e venceu por 84 a 77. ''Teremos que reunir forças para fazer um jogo equilibrado'', observou o técnico. A Ulbra entrará em quadra mais descansada, pois não atuou na rodada de sexta-feira. Vecchi ressaltou que o adversário, apesar de ser o lanterna da competição, tem qualidade e se reforçou para a disputa do Campeonato Nacional. Entre outros, o clube gaúcho conta com o ala sérvio e montenegrino Dusan Milicic, o pivô norte-americano Cory Underwood e o também experiente pivô Macetão. ''Não será um jogo fácil. Mas se eles demonstrarem muita ansiedade para chegar à vitória e se precipitarem poderá ser favorável para nós'', comentou o técnico do Londrina/TIM. Pelo lado da Ulbra, vencer é o único resultado que interessa. Como perdeu os cinco primeiros jogos, uma vitória frente aos paranaenses torna-se fundamental. ''O mais importante agora é a afirmação da nossa equipe, independente do adversário. Uma vitória com certeza vai ajudar a recuperar a auto-estima do grupo'', afirmou o técnico da Ulbra, Daniel Wattfy. O treinador aponta a parada de dez dias durante o Carnaval como um dos trunfos da equipe para buscar o resultado positivo. ''Tivemos um tempo maior de treinamentos. Os jogadores já estão mais adaptados à cidade e em melhores condições físicas. São fatores que podem ser favoráveis para a gente'', concluiu.Gilmar AgassiReportagem Local
Fonte : Folhadelondrina.com.br
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4:12 PM
by MARIVAL ANTONIO MAZZIO JUNIOR
Ulbra recebe Londrina para sair do vermelho
Torres (RS) - Ainda sem nenhum resultado positivo no Campeonato Nacional masculino de basquete, a Ulbra recebe o Londrina Tim na rodada deste domingo para tentar sair do vermelho. Como perdeu os cinco primeiros jogos que fez na competição, todos fora-de-casa, uma vitória frente aos paranaenses torna-se fundamental para o time.
¿O mais importante agora é a afirmação da nossa equipe, independente do adversário. Uma vitória com certeza vai ajudar a recuperar a auto-estima do grupo¿, avalia o técnico Daniel Wattfy, destacando que, dos 33 jogos disputados no Nacional até o momento, os times da casa venceram 29.
A parada de dez dias durante o Carnaval é apontada como um dos trunfos da preparação para esse confronto. 'Tivemos um tempo maior de treinamento. Os jogadores já estão mais adaptados à cidade e em melhores condições físicas. São fatores que podem ser favoráveis para a gente. Temos a idéia que, se quisermos classificar, teremos que fazer 80% de aproveitamento nos jogos em casa¿, analisa Wattfy.
O apoio do torcedor também será importante acrescenta. ¿A torcida será fundamental. Sempre nos apoiou. Domingo estaremos apresentando uma equipe praticamente nova para eles. Vai ser um campeonato muito parelho e vamos lutar muito para vencermos sempre em casa¿.
Além da busca da primeira vitória, o fato do jogo ser transmitido pela televisão também está motivando o time. ¿É a primeira oportunidade de mostrarmos a cidade e o projeto da Ulbra Torres para o país. Temos que passar a melhor impressão possível, tanto na estrutura, quanto à qualidade da equipe¿, destaca Wattfy.
Fonte : gazetaesportiva.com.br
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4:11 PM
by MARIVAL ANTONIO MAZZIO JUNIOR
Londrina/TIM volta a vencer no Brasileiro
Time de Ênio Vecchi passou pelo Joinville/FME por 84 e 77 e manteve a décima posição no campeonato
O Londrina/TIM conseguiu se reabilitar no Campeonato Nacional de Basquete Masculino com a vitória de 84 a 77 sobre o Joinville/FME, ontem à noite, no Ginásio do Sesi, em Londrina. Com o resultado positivo, Londrina chega à terceira vitória na competição e alcança os 50% de aproveitamento. Mesmo com a vitória, a equipe permanece na décima colocação. Já a equipe de Joinville sofreu a terceira derrota consecutiva e continua em 14º lugar. O Londrina/TIM volta à quadra amanhã, às 13 horas, contra a Ulbra, em Torres (RS).
A vitória do Londrina/TIM poderia ter sido obtida com uma vantagem maior de pontos. No primeiro tempo, a vantagem em favor de Londrina chegou a 14 pontos. A jovem equipe não soube manter a vantagem na etapa complementar e Joinville chegou a ficar apenas um ponto atrás. Nos minutos finais, os dois armadores do Londrina Gustavo e Thiago chamaram a responsabilidade para eles e com cestas de três pontos definiram a vitória para os londrinenses.
O técnico do Londrina/TIM, Ênio Vecchi, demonstrou estar satisfeito com o rendimento do time. Os jogadores cumpriram as orientações do técnico. Somente no último quarto, a equipe de Joinville conseguiu superar a marca de 20 pontos foram 23 pontos. Em vários momentos da partida, Londrina marcou sob pressão, recuperou a bola e fez a cesta.
A preocupação do técnico é com os momentos de instabilidade demonstrados, principalmente, no último quarto. Londrina fechou o terceiro quarto com vantagem de 11 pontos, mas voltou desconcentrado e viu Joinville crescer no jogo e ameaçar. A sorte dos londrinenses é que a equipe adversária dependia em demasia do experiente Vanderlei, que errou em momentos cruciais do jogo. Mesmo assim, ele terminou como cestinha do jogo ao marcar 32 pontos.
Pelo lado de Londrina, quatro jogadores foram os maiores pontuadores. Gustavo, Thiago e os alas Charles e Guilherme Filipin marcaram 14 pontos cada. Logo após a partida, a equipe viajou para Torres para o jogo de amanhã contra a Ulbra. ''Vamos em busca de outra vitória'', prometeu Charles.
Gilmar Agassi
Reportagem Local
Fonte : folhadelondrina.com.Br
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4:11 PM
by MARIVAL ANTONIO MAZZIO JUNIOR
BASQUETE - Londrina/TIM bateu o Joinville/FME por 84 a 77 no Ginásio do Sesi, pela terceira semana do Nacional
E o Londrina voltou a vencer
Time se superou e venceu em casa. Amanhã, encara a Ulbra no RS
Mesmo no sufoco, o Londrina/TIM conseguiu mas uma vez superar os próprios erros e venceu o Joinville/FME, ontem, no Ginásio do Sesi, por 84 a 77, em jogo válido pela terceira semana do Campeonato Nacional de basquete masculino. Mas para isso, precisou utilizar todos os recursos e praticamente todos os jogadores, num rodízio constante para evitar que o adversário evoluísse em quadra.
O jogo foi disputado no Ginásio do Sesi, lotado, com mais de 1200 torcedores incentivando o time. Alguns problemas de cronometragem e utilização do placar, que obrigou a arbitragem a interromper o jogo várias vezes. Até que, no segundo tempo, o placar foi desligado e a mesa ia informando via sistema de som, o tempo e placar da partida.
Depois da vitória, o time chegou a 50% de aproveitamento (9 pontos) - três vitórias e três derrotas - e hoje chega a Torres, para, amanhã, enfrentar a Ulbra, às 13 horas, com transmissão do Sportv.
¿Vamos viajar agora depois do jogo e chegaremos em Torres pela manhã. É muito cansativo, mas temos que enfrentar isso também¿, disse o técnico Enio Vecchi.
O jogo
No jogo, Londrina soube construir um placar favorável já no primeiro quarto, fechando com vantagem de três pontos: 20 a 17. No segundo quarto, Joinville voltou mais ligado, apertou a marcação e contou com ótimo desempenho do experiente ala Vanderlei (cestinha do jogo com 32 pontos) para encostar no placar. Enio pediu tempo, e colocou em quadra uma formação com dois armadores, dando mais velocidade ao time. E funcionou. O primeiro tempo terminou com 12 pontos de vantagem londrinense: 47 a 35.
No segundo tempo, a vantagem foi se alternando em 10 e 12 pontos. O ala Guilherme entrou bem no jogo e acabou somando às boas atuações de Charles, Gustavo e Thiago, para fechar o terceiro quarto em 65 a 54. No quarto decisivo, Londrina deu alguns vacilos, mas conseguiu se equilibrar no final e, com apoio da torcida, venceu no final: 84 a 77. ¿A torcida faz a diferença e nos apoiou. Valeu¿.
Aurélio Cardoso
Fonte : jornaldelondrina.com.br
Posted
4:11 PM
by MARIVAL ANTONIO MAZZIO JUNIOR
Resultados CNBM 2005
Já no interior paranaense, o Londrina/TIM bateu o Joinville/FME por 84 a 77 (47 a 35 no intervalo). O time da casa comandou o placar durante os quatro períodos, ganhando o primeiro por 20 a 17 e abrindo 12 pontos de vantagem no segundo. No terceiro período, o Joinville voltou disposto a reagir e diminuiu a diferença para 65 a 54, mas no último quarto o Londrina segurou uma vantagem final de sete pontos. Os destaques do Londrina foram o pivô Charles com 14 pontos e 11 rebotes, o ala-armador Gustavo com 14 pontos e três rebotes, o armador Thiago com 14 pontos e quatro assistências, e o ala Guilherme com 14 pontos e dois rebotes. O cestinha do jogo foi o ala Vanderlei, com 32 pontos e seis rebotes pelo Joinville, ajudado por 11 pontos e cinco assistências do ala-armador Shilton.
PROGRAMAÇÃO ¿ TERCEIRA SEMANA
Sexta-feira (dia 11/2)
Londrina/TIM (PR) 84 x 77 Joinville/FME (SC) ¿ Ginásio Moringão
1º Período: 20 x 17
2º Período: 47 x 35 (Placar final)
Cestinhas: Bruno Fiorotto (LOND) 11 pontos e Vanderlei (JOIN) 17 pontos
3º Período: 65 x 54
4º Período: 84 x 77 (Placar final)
Cestinhas: Gustavo, Guilherme, Thiago, Charles (LOND) 14 pontos e Vanderlei (JOIN) 32 pontos
Jogador mais eficiente: Vanderlei 30pts
árbitros: Edemilson Vermelho (SP) e Jonas Pereira (SP).
Fonte : Basketbrasil.com.br
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4:10 PM
by MARIVAL ANTONIO MAZZIO JUNIOR
MUDANDO CONCEITOS 2/8/2005
CONCEITO,s.m.Aquilo que o espírito concebe ou entende;idéia;síntese;opinião, juízo:formar bom ou mau conceito de uma pessoa;reputação,máxima,sentença;parte da charada,em que se define a palavra ou idéia;todo.(Do lat.conceptu.) (Dicionário Brasileiro da Língua Portuguesa) Ontem,por acaso passava em um canal de televisão um filme dirigido e interpretado pelo grande ator Ray Miland,Lisbôa,e vendo um pouco da historia pude observar algo que realmente caracterizava as películas daquela época repressiva e censurada, os atores masculinos representavam,todos,com as mãos nos bolsos e as mulheres sentadas permanentemente com as pernas cruzadas. Fatôres e códigos comportamentais vigentes na época somente eram trangredidos por uma moda implantada como reação,todos fumavam, eles e elas.Quando lecionava Prática de Ensino de Educação Física para alunos da EEFD da UFRJ,já se delineava a tendência de muitos jogadores de futebol procurarem a formação acadêmica nos desportos,e uma característica saltava aos olhos,pois todos eles somente se dirigiam às turmas ou a seus colegas com os braços cruzados.Mostrei a eles fótos em jornais e revistas nas quais, em preleções antes de treinos ou jogos, todos os presentes,jogadores,técnicos,assistentes e diretores estavam com os braços cruzados ao peito.A fluência verbal acompanhada pela movimentação corporal,atitude tipica de povos latinos, encontrava no mundo do futebol,fechado,preconceituoso ditatorial e injusto a antítese daquele comportamento,na imagem restritiva presente na manietação do elemento corporal mais expressivo,os braços.Foi difícil,mas consegui que muitos deles passassem a se exprimir com mais liberdade,principalmente na movimentação das mãos e dos braços, mudando um conceito que restringia não só a liberdade de movimentos ,como a liberdade implícita de atitudes e comportamentos.O que vemos no basquetebol de nossos dias é a aceitação uníssona do "conceito dos braços cruzados", que é o inimigo a ser eliminado no "bom combate". Quando manifesto indignação pela mesmice técnica e administrativa que vigora no meio basquetebolístico pela aceitação passiva de culturas de fora,que ferem e degradam as nossas, que por terem sido vitoriosas estão sendo riscadas pelos que aí estão no comando por interêsses movidos unicamente pelo aspecto financeiro, o faço como cidadão que jamais cruzou os braços ante as vicissitudes e as injustiças,muito pelo contrário,sempre propugnou por novas idéias,novos e apaixonantes caminhos.Se lutei para que meus queridos alunos futebolistas descruzassem seus braços quando frente aos desafios,não seria o primeiro a cruzá-los.Discute-se e propõe-se mudanças no comando da CBB, mas não se vêem discussões sobre mudanças no panorama técnico,de preparação básica e na formação de novos técnicos.O que vemos são ex-jogadores se transformarem da noite para o dia em técnicos de categorias adultas sem passarem pelo crivo e a experiência fundamental das categorias de base.Claro que são benvindos para a continuidade do modelo que aí está, e que venho discutindo em quase todos os artigos que publiquei nessa página. Torno a repetir que sempre tivemos bons e maus dirigentes,boas e más épocas de transição administrativa, mas sempre tivemos ótimos professores e técnicos na formação básica e bons técnicos nas divisões de elite.Só que de vinte anos para cá resolveu-se adotar o modelo NBA, com todas as suas indiciocrasias e formulação que sempre visou a imposição mercadológica,que já começa a se infiltrar na maioria dos sites voltados ao basquetebol, numa clara evidência que não jogam para perder,mesmo que percam os campeonatos internacionais que disputam.Por isso tudo acredito que só haverá uma verdadeira mudança com o envolvimento dos técnicos,pois cabe a eles o desenvolvimento e a existência do jogo,como depositários de suas técnicas e princípios.Por conseguinte,o conceito inicial a ser mudado é o da atitude visando a união discussiva dos técnicos e sua verdadeira participação na formulação de politicas técnicas que visem o soerguimento do basquetebol. Temos de descruzar os braços antes que outros interessados na modalidade os amputem de vez.Quem tiver peito e ideais que dê inicio à retomada de nossos verdadeiros caminhos.De minha parte venho de muito trlhando esse quase solitário caminho, o de contestar sem medo o que vem sendo perpetrado contra o basquetebol.Portanto,mãos a obra,mudem conceitos
Fonte : paulomurilo.blogspot.com.Br
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