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Sexta-feira, Fevereiro 25, 2005
Posted
11:58 PM
by MARIVAL ANTONIO MAZZIO JUNIOR
23/02/2005
Coluna Folha de S.Paulo - 22.02.2005
Fora-da-lei
O Comitê Olímpico Brasileiro distribuiu os boletins no final de janeiro, e o basquete foi o único que levou bomba. Só ele não apresentou contrapartidas concretas à tomada recorde de verbas públicas no ano passado.
"Este trabalho reflete a evolução técnica do esporte olímpico brasileiro em 2004. O crescente desenvolvimento está diretamente ligado aos recursos da lei 10.264", anuncia o relatório de demonstração da aplicação dos recursos recolhidos pelas loterias federais e repassados via Lei Piva.
O dinheiro começou a ser distribuído pelo COB em janeiro de 2002. Já foram investidos cerca de R$ 150 milhões. Pelo menos R$ 5,8 milhões caíram no colo da Confederação Brasileira de Basquete.
Por exigência da lei, todo mundo tem de prestar conta do que fez com a gaita. Mas, no caso da bola-ao-cesto, o catatau compilado pelo COB proporciona mais dúvidas do que esclarecimentos.
O basquete não obteve nenhum dos avanços de gestão esportiva relacionados por seus pares.
O movimento olímpico nacional, por exemplo, triplicou o número de centros de excelência. A CBB nem ergueu nem fixou um. A entidade continuou na mesma sede de antes da Lei Piva -pela qual, aliás, passou a brigar na Justiça. E não conseguiu alavancar os contratos de patrocínio e fornecedor de material esportivo.
A modalidade também não registrou nenhuma evolução técnica neste ciclo olímpico (2000-04).
No pelotão de elite, já se falou o suficiente dos tombos sofridos pelos comandados de Lula Ferreira, novamente ausentes da Olimpíada, e Antonio Carlos Barbosa, dessa vez ausentes em espírito.
Mas a situação das categorias de base é igualmente vergonhosa. O masculino não reverteu a neo-hegemonia argentina. E o feminino começou a sentir a água "hermana" batendo no bumbum.
O Brasil disputou seis campeonatos internacionais de base no ano passado. Na comparação com as edições imediatamente anteriores (a maioria realizada quando não pingava um centavo da lei das loterias), não subiu de patamar em nenhum. Piorou em quatro (Sul-Americanos de cadetes masculino e feminino, Copa América juvenil feminino e Copa América sub-21 masculino) e repetiu a classificação em dois (Sul-Americano juvenil feminino e Sul-Americano sub-21 masculino). A CBB, na auto-avaliação enviada ao COB, chamou isso de "participação de destaque". Afe.
O basquete não ampliou parcerias com o Ministério do Esporte, não investiu no desenvolvimento de jovens atletas, não criou comissões técnicas multidisciplinares, não melhorou a infra-estrutura de treinamento, não montou equipes olímpicas permanentes e, o cúmulo da lista de desacatos à Lei Piva, não turbinou a massa de praticantes -o número (declarado) de atletas federados só oscilou de 72.643 para 75.927 no ano.
"Pela primeira vez na história do país, o esporte olímpico vem recebendo recursos financeiros de forma contínua e ininterrupta", celebrou Carlos Arthur Nuzman no texto do COB. Ao menos no caso do basquete, está mais do que na hora de perguntar por quê.
Procura-se 1
O debate dos presidenciáveis, esta noite na UniverCidade (Rio), ficou para a oposição. Gerasime Bozikis, candidato à reeleição, pipocou.
Procura-se 2
Desempregadas, as mulheres de Atenas se refugiaram no exterior. O auxiliar Paulo Bassul resolveu estudar com colegas estrangeiros (iniciativa infelizmente rara por aqui). Dos Jogos-2004, resta no país Antonio Carlos Barbosa, o técnico que assume não ter nada para fazer.
Procura-se 3
O influente semanário americano "Sports Illustrated" vai disparar repórteres para todo canto do planeta com o intuito de achar a fonte dos craques do futuro. O Brasil foi descartado do plano de viagem.
E-mail melk@uol.com.br
Segunda-feira, Fevereiro 21, 2005
Posted
10:53 PM
by MARIVAL ANTONIO MAZZIO JUNIOR
FEDERAÇÃO PARANAENSE DE BASKETBALL
Praça Plínio Tourinho ¿Fone/Fax: (041) 264-3286 /264-7373 ¿ Jardim Botânico
CEP: 80215-120 ¿ e-mail: fpb@onda.com.br - Curitiba ¿ Paraná
FILIADA Á CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE BASKETBALL
Fundada em 08 de Janeiro de 1951
Ofício Circular nº 05/05
Curitiba, 14 de fevereiro de 2005.
A Federação Paranaense de Basketball estará realizando no dia 26 de fevereiro, às 9h:00, em sua sede (Praça Plinio Tourinho, s/nº - Jardim Botânico - Ginásio de Esportes), o Encontro Paranaense do Basquetebol 2005, onde estaremos reunindo todos os clubes e municípios filiados ou não, dirigentes, árbitros, técnicos e a imprensa em geral, para apresentação dos projetos e ações para o ano de 2005.
Programação:
9:00 ¿ Recepção
9:30 ¿ Abertura
10:00 ¿ Apresentação de Projetos
11:30 ¿ Almoço
14:00 ¿ Assuntos Gerais
16:00 ¿ Encerramento
Favor confirmar até 23/02, para reserva do almoço, no telefone (41) 264-3286 ou no e mail: fpb@onda.com.br
Atenciosamente,
Amarildo Rosa
Presidente
Posted
10:52 PM
by MARIVAL ANTONIO MAZZIO JUNIOR
Medalha acena com transparência e profissionalismo
São Paulo (SP) - Profissionalizar a administração e promover uma gestão transparente. As idéias podem não parecer originais ¿ constam de qualquer manual básico de administração moderna -, mas são justamente os dois aspectos principais nos quais se pauta o ex-técnico José Medalha em sua candidatura à presidência da Confederação Brasileira de Basquete (CBB). Nesta segunda-feira, ele apresentou seu programa em São Paulo, dando início a uma peregrinação que o levará a visitar todas as federações da modalidade no país.
Medalha disputa com outros dois adversários a eleição programada para maio. Também concorrem ao cargo o atual presidente Gerasime Grego Bozikis e o dirigente carioca Hélio Barbosa. Se começa a percorrer o país agora, Medalha já tem longa quilometragem em sua candidatura.
O projeto nasceu durante o Pré-Olímpico masculino de Porto Rico, com a eliminação brasileira dos Jogos de Atenas. Em novembro de 2003 foi formalizado pela criação do movimento Muda CBB. Transformado em plataforma de oposição, tenta chegar ao poder da entidade que comanda o esporte no país.
Medalha já tem suas prioridades estabelecidas. No Decálogo de Compromisso, ele propõe a profissionalização administrativa da entidade como aspecto fundamental às mudanças, assim como a profissionalização do esporte.
¿Hoje nós temos um basquete profissional de mentirinha. O atleta não tem nenhuma garantia depois que pára de jogar. Sabemos que cometemos muitas injustiças com grandes ex-jogadores¿, afirma Medalha, buscando nos Estados Unidos o exemplo da importância de mudar este aspecto. ¿Nos beisebol, o sindicato dos árbitros parou o campeonato (na década de 90) por causa de contrato¿. A entidade reivindicava aumento no piso dos pagamentos.
Criticando a atual gestão, Medalha levantou a bandeira da transparência. ¿Eu tenho um Conselho Fiscal definido. Gostaria de conhecer o Conselho Fiscal do Grego. Ninguém sabe¿. A prestação de contas da atual diretoria também foi questionada. ¿Nós sabemos o que entra pela Lei Piva. Os recursos dos patrocinadores não sabemos. O que vem da Solidariedade Olímpica? Quanto entrou pelo quarto lugar do feminino nas Olimpíadas?¿
Na busca por credibilidade para a entidade, ele diz que vai buscar o certificado ISO 9001 e adotar as licitações como prática regular. ¿Não vamos ter uma empresa de marketing, por que não fazer licitação?¿, destaca estendendo a opção para a escolha da bola e de tudo o que diz respeito às competições. O candidato também promete estabelecer uma porcentagem para as federações nos contratos de patrocínio da entidade.
Para Medalha, o comando de Grego na CBB (duas gestões consecutivas) foi muito prejudicial à modalidade. ¿Nos últimos 40 anos, a característica foi a centralização. (a gestão Grego) É marcada pela centralização do poder de decisão. A atual gestão não estacionou, fez que houvesse um retrocesso: nos resultados, patrocínios, credibilidade. Perdemos campeonatos de base, perdemos muitos patrocínios. Não tivemos acréscimo no número de praticantes¿, reclama.
No combate à centralização, ele propõe uma reforma profunda na estrutura da CBB com a criação de um Conselho Superior que reúna representantes dos atletas, técnicos, árbitros, além dos cinco vice-presidentes regionais, que ele pretende instituir.
Em suas visitas às Federações, Medalha pretende conversar sobre seus projetos apresentando o Plano de Gestão, um programa emergencial cujos tópicos principais são: criação de diretoria profissional, reforma estatutária, análise de todo o restante do calendário existente. O candidato propõe ainda promover um verdadeiro pente fino nos contratos e recursos existentes na entidade.
Até mesmo a organização do Mundial Feminino de 2006, uma das bandeiras de conquista da gestão atual, é questionada. ¿Temos que analisar os problemas do Mundial. Onde vai ser, qual a verba. É muita falta de responsabilidade¿.
Nos próximos 90 dias, o candidato pretende elaborar um diagnóstico identificando o número de clubes, praticantes e todos os aspectos necessários para a criação de um planejamento estratégico para a modalidade, que já foi bicampeã mundial, mas está há duas edições longe das olimpíadas.
Com a candidatura apoiada pelas Federações Paraense e de Alagoas, Medalha acredita que tem chances reais de vitória no pleito. ¿Existem seis federações que votam no Grego com certeza e seis que não votam de maneira nenhuma¿, calcula, indicando a Bahia como um dos votos certos do adversário. ¿Vendo esse cenário decidimos tentar. Mas é claro que acredito (na possibilidade de vitória). Estou entrando como técnico, que sempre confia na vitória¿.
Mesmo com a chapa de Grego reunindo 24 assinaturas na apresentação, inclusive das duas federações que o apoiaram, Medalha acha que o ambiente é propício às transformações. ¿Está havendo mudanças nas próprias federações¿, garante, acrescentando não temer a força de possíveis pressões na eleição. ¿Acredito que não se precisa mais do poder financeiro para poder vencer. Acredito na honestidade dos presidentes. Se não acreditássemos nisso não estaríamos aqui'.
Segundo Medalha, ele vai investir do próprio bolso US$ 5 mil (R$ 15 mil) na candidatura. ¿Os amigos estão ajudando com milhagens, contatos. O apoio financeiro é bem-vindo, mas não a amarração de compromisso. Na minha vida, sempre tracei metas que alcancei como técnico (comandou a seleção brasileira), professor (titular da USP). O primeiro passo para atingir um objetivo é estabelecer este objetivo e ir em busca dele¿.
Debate - Nesta terça-feira, Medalha participa de um debate com Hélio Barbosa, no Rio de Janeiro. O atual presidente Grego recusou o convite para o evento. Segundo Medalha, alegando compromissos marcados anteriormente.
Os dois debatedores já conversaram sobre suas intenções de assumir o comando da entidade. De acordo com Medalha, os planos de ambos têm muitas similaridades. Mas ele descarta uma possibilidade imediata de união para derrotar Grego. 'As propostas do Hélio coincidem muito com as minhas, e acho isso normal. Mas já trabalhei muito por esta candidatura. Se no final houver necessidade de renúncia vamos discutir, mas este não é o momento'.
Candidato defende campeonato curto para o feminino
São Paulo (SP) - Candidatura à presidência da Confederação Brasileira de Basquete (CBB), José Medalha, defende a realização de uma competição mais curta para as mulheres no país. Atualmente, o Campeonato Feminino dura três meses - de novembro a janeiro -, mas medalha acredita que o período poderia ser abreviado.
'O basquete feminino tem que ser como em Porto Rico. Uma Liga curtinha para as atletas jogarem na Europa e WNBA', calcula, elogiando o sistema porto-riquenho, que no entanto nunca levou uma seleção feminina às Olimpíadas.
'É um campeonato curto, mas suas atletas estão nos Estados Unidos, Europa. Porto Rico tem um basquete respeitado, é um esporte importante no país como beisebol', diz.
Medalha elogiou os resultados obtidos pelas seleções femininas nos últimos anos - vice-campeã olímpica em Atlanta-96, bronze em Sydney-2000 e quarta colocada em Atenas-2004. Mas ao mesmo tempo em que classificou o feminino como 'um capítulo a parte', evitou dar muitos detalhes sobre o que planeja para manter a categoria entre as melhores do mundo. 'Os projetos para o basquete feminino são os mesmos do masculino', afirmou, deixando claro o que espera em quadra. 'Basquetebol tem que ser de espetáculo'.
Medalha quer técnico exclusivo, permanente, mas não eterno
São Paulo (SP) - O candidato à presidência da Confederação Brasileira de Basquete (CBB), José Medalha, saiu em defesa da manutenção de técnicos de dedicação exclusiva às seleções nacionais. Concorrendo à eleição em maio, ele apresentou suas propostas em São Paulo, nesta segunda-feira, e afirmou que, assim como no futebol, a exclusividade é fundamental para que o treinador possa desenvolver um bom trabalho no basquete. Mas posicionou-se contra o continuismo puro e simples.
'Temos que ter técnico exclusivo e permanente, mas não eterno', afirmou. 'O técnico tem que ficar com a seleção enquanto for útil e cumprir seu papel. Depois de ter feito sua parte deve seguir seu caminho'.
Perguntado sobre o que achava dos técnicos da seleção brasileira exercerem também cargos públicos (Aluísio Ferreira, seleção masculina, secretário de Esportes de Ribeirão Preto; e Antonio Carlos Barbosa, seleção feminina, mesma função em Bauru), Medalha posicionou-se totalmente contra. Mas preferiu abordar o assunto de maneira política. 'Isso é um assunto para ser discutido após a eleição. Mas uma coisa vai acontecer, quer for indicado vai ter de ser exclusivo da CBB'.
As justificativas apontadas por ele destacaram a necessidade de independência para a tomada de decisões. 'Não é uma questão financeira apenas. O técnico não pode estar trabalhando em um clube e na seleção. Tem que ter autonomia para fazer a convocação e dispensar atletas. Eu fui técnico exclusivo da seleção'.
O candidato lembrou sua própria experiência como técnico da seleção - comandou o Brasil nos Jogos de Barcelona-92 - para reforçar a postura. 'Naquela época cortei um jogador que todo mundo achava que deveria ser convocado. O presidente do clube dele estava do meu lado quando anunciei, imagine se fosse do meu clube'.
Citando os antecessores Kanela e Ary Vidal, ele reforçou sua teoria. 'No período áureo de resultados todos eram exclusivos'.
Com Pequim como prioridade, Medalha quer limite às reeleições
São Paulo (SP) - Recolocar o Brasil na disputa olímpica em Pequim-2008 é a meta final da candidatura de José Medalha à presidência da Confederação Brasileira de Basquete (CBB). Com um projeto de fortalecimento da imagem da entidade, aliado à proposta de inúmeras reformas estruturais na modalidade, o ex-técnico da seleção não esconde que tudo converge para que o país volte a contar com suas duas seleções nos Jogos. Fato que não ocorre desde Atlanta-96, data da última participação masculina no torneio. 'São duas gerações de atletas fora das Olimpíadas'.
O compromisso com este projeto é tão sério, garante o candidato, que, caso vença a eleição em maio e não consiga cumpri-lo, ele descarta a possibilidade de uma reeleição. 'Estou assumindo um compromisso que está no meu plano de gestão. Se o Brasil não se classificar para Pequim não me candidato (à reeleição)', afirmou nesta segunda-feira, durante entrevista coletiva em São Paulo.
Medalha aproveitou o tema para criticar o estatuto atual da Confederação, que não limita as tentativas de reeleição de seus presidentes. 'Sou favorável a uma única eleição. Até para que projetos possam ter seqüência'.
Para ele, o esporte nacional precisa de uma reforma ampla para redefinir suas regras. 'Já tivemos a Reforma Tributária, Trabalhista. Temos de ter uma Reforma Esportiva nos mesmos moldes'.
O atual presidente da CBB Gerasime Grego Bozikis está no cargo há duas gestões e apresentou nova candidatura para a eleição de maio.
Pensando na concretização do projeto Pequim-2008, Medalha defendeu aumento e intensificação no calendário de amistosos e destacou a importância de duelos de ponta para uma boa preparação. 'Precisamos fazer um plano de treinamento moderno e adequado. Intercâmbio com centros da categoria. Vencemos o Pan de 87 depois que o time treinou contra o Houston, se ficarmos jogando contra Paraguai e Cuba não haverá nível'.
Fonte: Gazeta Esportiva por Marta Teixeira
Comentário pbf.blogspot.com
Fico feliz que a imprensa comece a divulgar a disputa pela presidência da CBB. Embora sempre tenha divulgado as propostas de Medalha aqui nesse blog, não faço campanha pra ele. Faço campanha para qualquer um que esteja disposto a tratar o basquete com mais respeito e transparência do que a atual e nefasta gestão.
No geral, fiquei animado com o discurso de Medalha, mas no que se refere ao Campeonato Nacional Feminino, só senti arrepios. O candidato deu a entender que quer encurtar o Campeonato Nacional, para permitir que nossas jogadoras joguem na Europa e na WNBA. Não acho que esse seja o ponto. As outras nações que vem se destacando no cenário feminino (Espanha, Rússia, Austrália, etc) têm todas elas uma liga local forte. Uma "liga curtinha" seria um retrocesso terrível. Se é que é possível retroceder mais ainda de onde estamos. Não acho que simplificar as coisas assim seja nem coerente, nem inteligente. De onde viria o estímulo para jogar basquete num país em que o torneio nacional dura um ou dois meses? Um país onde todas as jogadoras estão na WNBA/Europa? Onde a nova geração seria lapidada?
Realmente, há muitas perguntas sem resposta.
E definitivamente, Porto Rico pode ter muito a nos ensinar. Mas não nessa área. O que é Porto Rico hoje no mundo do basquete feminino?
Um zero a esquerda.
Medalha trabalhou com Bassul no extinto time da Ulbra. Acho que poderia fazer um 21 para o ex-técnico de Americana e se interar das propostas que Bassul reuniu no ano passado para fortalecer o basquete feminino. Essas sim têm uma inspiração mais nobre.
Domingo, Fevereiro 20, 2005
Posted
11:24 PM
by MARIVAL ANTONIO MAZZIO JUNIOR
TORNEIO DE BASQUETEBOL EM TRIOS
LOCAL: QUADRA DE BASQUETE DO ZERÃO
DATA: 26 E 27 DE FEVEREIRO (SÁBADO E DOMINGO)
HORÁRIOS:
CATEGORIA C e D - DAS 09:00 ÀS 13:00
CATEGORIA A e B - DAS 15:00 ÀS 20:00
CATEGORIAS: MASCULINO E FEMININO
CATEGORIA A - Livre - nascidos até 1986(acima de 17 anos)
CATEGORIA B - Cadete - nascidos entre 1987 e 1989(até 17 anos)
CATEGORIA C - Infantil - nascido entre 1990 e 1991(até 14 anos)
CATEGORIA D - pré mirim - nascidos a partir de 1992(até 12 anos)
TAXA DE INSCRIÇÃO:
No local e 3 Kg. de alimentos não perecível por trio
PREMIAÇÃO:
-MEDALHAS PARA OS TRIOS PRIMEIROS COLOCADOS
-BRINDES DA JOVEM PAN
MAIORES INFORMAÇÕES:
LMB - 3344-0733 ou 9994-2749 COM MARIVAL JUNIOR
PROMOÇÃO
Liga Metropolitana de Basquete de Londrina
Prefeitura Municipal de Londrina
Fundação de Esportes
Este projeto foi aprovado pelo Fundo Especial de Incentivo a Projetos Esportivos
APOIO
JOVEM PAN
Posted
11:23 PM
by MARIVAL ANTONIO MAZZIO JUNIOR
BASQUETE - Presidente diz não haver perspectivas para a continuidade do clube
LBC fecha as portas em junho
Verba de incentivo da FEL irá assegurar permanência no Nacional
Em reunião realizada ontem entre a diretoria da Fundação de Esportes e do Londrina Basquete Clube, ficou estabelecido que o dinheiro do Fundo de Incentivo a Projetos Esportivos será repassado pela entidade ao clube integralmente até junho, dando novo fôlego ao Londrina/TIM na disputa do Campeonato Nacional de basquete masculino.
Mas isso também determinou o fim do LBC. Agora o basquete adulto masculino de Londrina tem data para encerrar as atividades, ao menos este ano: dia 12 de junho. É quando termina oficialmente o mandato do presidente Walter Montagna, que anunciou sua renúncia no dia 25 de janeiro.
O time segue disputando o Nacional e, provavelmente, dispute também o Campeonato Paranaense (se a competição for realizada até junho). Nos próximos dias, a Federação Paranaense deve anunciar a data do Estadual, que vale vaga para o Nacional 2006. Para Montagna, o LBC tem data para fechar as portas. ¿Não vejo nenhuma perspectiva de uma nova eleição para presidente do clube. Então, ao término do meu mandato, devemos fechar as portas. Infelizmente, a tendência é chegar no dia 12 de junho e fazer a ata de encerramento do clube¿.
Segundo Montagna, o LBC surgiu de uma idéia boa, em dezembro de 2001, mas o projeto não vingou, e o clube não conseguiu se manter a médio prazo. ¿Mas ninguém pode dizer que não tentamos¿, completou.
Em frente
Com o acordo de ontem, entre LBC e FEL, o montante do repasse foi mantido - R$ 310 mil - , mas a verba será parcelada em apenas seis meses e não em dez, como previa o convênio municipal. A primeira parcela deve ser repassada ao LBC nos próximos dias. A documentação do convênio, com as alterações, já está sendo analisada pela Procuradoria Geral do Munícipio. ¿A administração da Fundação achou por bem colaborar com o time de basquete no Nacional e aceitou a proposta de repassar o dinheiro do Fundo até junho¿, disse o presidente da FEL, Marival Mazzio.
A preocupação da FEL era em relação às disputas dos Jogos Abertos (em outubro, em Francisco Beltrão) e Jogos da Juventude (em setembro, em Toledo). Desta forma, a FEL vai abrir novo edital de licitação para que apareça algum projeto para tocar o basquete nestas duas competições. Neste caso, averba seria de R$ 30 mil.
Time bate o Franca no Sesi: 87 a 75
A lição foi bem compreendida e os jogadores do Londrina/TIM mostraram ontem que podem surpreender alguns adversários, principalmente jogando com apoio da sua torcida. Ontem à noite, no Ginásio do Sesi, a equipe soube deixar de lado os problemas extra-quadra e venceu - e bem - o Franca Basquete, tradicional adversário com seis títulos e que disputou todas as edições do Nacional, por 87 a 75.
O Ginásio do Sesi recebeu a vibrante torcida, que viu o time ficar em desvantagem no placar no primeiro tempo, que terminou em 34 a 35 (16 a 17 no 1º quarto). O placar do terceiro quarto manteve a ligeira vantagem do time paulista: 20 a 21. Mas Londrina contou com boas atuações dos alas Edu (15 pontos), Guilherme (cestinha da partida com 20 pontos, 9 deles em arremessos de 3 pontos) e Charles (11), e do pivô Jonny (11) e do armador Thiago para trabalhar a bola no garrafão adversário e definir o jogo nas cobranças de lances livres.
¿Não dá para destacar um ou outro, mas o time jogou consciente e soube explorar as deficiências de Franca¿, disse o técnico Enio Vecchi.
Aurélio Cardoso
Jornal de Londrina
Posted
11:23 PM
by MARIVAL ANTONIO MAZZIO JUNIOR
Acordo ameniza crise financeira do LBC
Fundação de Esportes aceitou proposta do Londrina Basquete Clube de repassar R$ 310 mil em cinco parcelas
Os problemas financeiros do Londrina Basquete Clube (LBC) parecem estar resolvidos. Dirigentes do clube e da Fundação de Esportes de Londrina (FEL) chegaram a um acordo para que os R$ 310 mil do Fundo Municipal de Incentivo a Projetos Esportivos sejam repassados em cinco parcelas, de fevereiro a junho. No projeto original, o repasse aconteceria em dez parcelas. A reunião, realizada ontem pela manhã na sede da FEL, durou cerca de duas horas.
O presidente da FEL, Marival Antônio Mazzio, esclareceu que o acordo passará pela análise da Procuradoria Jurídica do Município, em virtude das alterações promovidas no novo projeto. Além do fato do repasse acontecer em cinco parcelas, o Londrina Basquete Clube não ficará mais responsável pelas equipes que disputarão os Jogos da Juventude (Jojup's) e os Jogos Abertos do Paraná (JAPs).
No caso do Jojup's, a FEL abrirá uma nova concorrência para escolha da equipe que representará o município. ''A situação dos Jogos Abertos será resolvida depois'', observou Mazzio. São grandes as chances de Londrina contar com uma equipe formada por atletas locais nos Jogos Abertos.
A primeira parcela a ser repassada ao clube gira em torno de R$ 78 mil. As outras quatro parcelas do projeto seriam em valores iguais de R$ 58 mil. Mazzio acredita que o clube receberá o primeiro repasse em dez dias. ''Assim que for aprovado (o projeto), o clube poderá assumir os compromissos com viagens e outras despesas que o dinheiro estará garantido'', disse.
O presidente do LBC, Walter Montagna, disse que a confirmação do acordo com a FEL garante a permanência do Londrina/TIM no Campeonato Nacional de Basquete Masculino. ''Resolve pelo menos 85% do problema'', afirmou.
Apesar de ter apresentado uma carta de renúncia ao cargo, Montagna deve permanecer como presidente do clube até junho. Depois disso, os sócios deverão se reunir para definir o futuro do clube, que pode até ser extinto. ''Nesse momento nossa preocupação não é com a questão da presidência. Não adianta ter alguém no cargo se não existem recursos para manter o time'', acrescentou o presidente do LBC.
Londrina/TIM vence Franca e se reabilita
O Londrina/TIM venceu Franca por 87 a 75, ontem à noite, no Ginásio do Sesi, em Londrina, e conseguiu se reabilitar após duas derrotas consecutivas no Campeonato Nacional de Basquete Masculino. Essa foi a quarta vitória de Londrina na competição, contra cinco derrotas. O time está em 7º lugar. Já Franca sofreu sua terceira derrota e caiu para oitavo.
O equilíbrio foi a tônica da partida. No primeiro quarto, as duas equipes abusaram do direito de errar. Não por acaso, o placar ao final do quarto foi baixo: 17 a 16 em favor de Franca. O segundo quarto teve o mesmo ritmo. Franca voltou a terminar o quarto com apenas um ponto de vantagem: 35 a 34.
No início do terceiro quarto, Londrina viveu um período de instabilidade. Franca chegou a abrir sete pontos de vantagem. O técnico Ênio Vecchi pediu tempo e acertou a marcação do time. Com bastante velocidade, Londrina voltou a equilibrar do jogo e ficou a apenas dois pontos atrás do placar: 56 a 54.
O último quarto foi o melhor de Londrina no jogo. Com bom aproveitamento nos arremessos e com o apoio da torcida, o time conseguiu abrir vantagem e chegou à vitória. O cestinha da partida foi Guilherme, de Londrina, com 20 pontos. (G.A)
Gilmar Agassi
Reportagem Local
Folha de Londrina
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