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Sábado, Abril 09, 2005
Posted
12:01 AM
by MARIVAL ANTONIO MAZZIO JUNIOR
TORNESCOLON
ENSINO MÉDIO MASCULINO
1º LUGAR AGUILERA
2º LUGAR UNIVERSITÁRIO
3º LUGAR OLYMPIA TORMENTA
4º LUGAR MARISTA
ENSINO MÉDIO FEMININO
1º LUGAR NEWTON GUIMARÃES
2º LUGAR MÃE DE DEUS
7ª/8ª FEMININO
1º LUGAR BARÃO DO RIO BRANCO
2º LUGAR MÃE DE DEUS
3º LUGAR NEWTON GUIMARÃES
4º LUGAR EVARISTO DA VEIGA
7ª/8ª MASCULINO
DISPUTA 1º/2º LUGAR BARÃO DO RIO BRANCO x NEWTON GUIMARÃES ( 2ª FEIRA)
Sexta-feira, Abril 08, 2005
Posted
11:58 PM
by MARIVAL ANTONIO MAZZIO JUNIOR
Basquete/Bastidores - Feminino também ensaia sua Liga
Marta Teixeira
São Paulo (SP) - A exemplo do masculino, que criou a Nossa Liga de Basquetebol, o basquete feminino brasileiro também quer mudar sua cara. Nesta quinta-feira, os ex-jogadores Oscar, Paula e Hortência e a ala da seleção brasileira Janeth Arcain reuniram-se com representantes dos clubes paulistas para estudar a criação de uma Liga feminina nos mesmos moldes. O encontro foi realizado na sede do Clube Paulistano, em São Paulo.
Dirigentes de quatro das seis equipes que disputam o Campeonato Paulista compareceram à reunião - Piracicaba, Ribeirão Preto, Santo André e São Bernardo. Ourinhos mandou um representante. O técnico Antônio Carlos Vendramini, que iria ao encontro, cancelou por causa do acidente de carro envolvendo as jogadoras Bethania e Milena, que viajavam de Marília para Ourinhos. As atletas se machucaram e Bethania precisou ser internada, mas não houve vítimas fatais.
A exemplo do que aconteceu na primeira reunião do masculino, os clubes afirmaram ter sido procurados por pessoas tentanto fazê-los desistir de participar, afirma Oscar. 'Isentando de taxa para não estarem aqui, ofereceram algo mais', acrescenta Paula.
Para ela, a modalidade está finalmente 'acompanhando o primeiro mundo' e a perspectiva é promissora. 'A gente está aqui dando respaldo. Não estamos de brincadeira. Eu, Hortência, Oscar não precisávamos estar aqui'. Na sua opinião, o esporte atingiu uma fase na qual corria sério risco de se perder. 'A gente tem que estar junto, não deixar que morra. Ver que toma o caminho que está nos preocupa'.
Assim como ocorreu na criação da Nossa Liga, o discurso é de união em prol do esporte. 'A gente está querendo somar', explica Paula, contando com o eco de Hortência. 'Não temos nada contra a Confederação, contra ninguém. Só queremos o melhor para o basquete'.
A falta de apoio aos clubes foi o motivo apontado para a formação do movimento. 'Os clubes cansaram. Estão sem dinheiro, sem apoio. Para onde vai todo dinheiro ? O dinheiro da tevê não vem para os clubes. É só gasto com atleta, formação, ensino e não entra nada. Do jeito que está não precisa, os clubes mesmo podem organizar o campeonato', acrescenta a ex-jogadora, única brasileira a pertencer ao Hall da Fama da modalidade, nos Estados Unidos.
A insatisfação com a distribuição dos recursos reforça a posição. 'Nunca teve tanto investimento como tem hoje, mas não está chegando nada para quem forma. O Brasil é um país clubístico, vamos repartir. Na Liga nada é decidido por uma pessoa, mas por todos', ressalta Paula.
Única representante na ativa no encontro, Janeth espera que esse seja o primeiro passo de uma mobilização profunda. 'Espero que as pessoas ouçam como o masculino aderiu à causa para ver se o feminino consegue falar a mesma língua'. Além da criação da Liga, a ala também espera a formalização de uma Associação de Jogadores.
O encontro desta quinta serviu para estruturar as próximas etapas do trabalho, que deve seguir o mesmo processo do masculino. Ontem, o estatuto da Nossa Liga foi finalizado e enviado aos clubes. O documento teve fontes múltiplas. Foram pesquisados os estatutos das ligas argentina e italiana (também regulamento executivo e código de Justiça), mas a base saiu do estatuto do futsal brasileiro. 'Agora falta só legalizá-lo', diz Oscar, que não se preocupa com a possibilidade da Confederação Brasileira de Basquete (CBB) não reconhecer a nova entidade.
'A gente quer ser parceiro. Se não quiser a CBB pode não permitir jogar o Sul-americano ou não convocar os atletas para a seleção. Mas aí, a gente também pode jogar de fevereiro a dezembro e atropelar o Brasileiro', analisa o Mão Santa. 'Mas ninguém quer isso'.
Até o momento, Oscar afirma que não houve mobilização por parte de dirigentes para apoiar a iniciativa. Ele garante que isso também não incomoda. 'Lá na frente a gente espera ter o reconhecimento da CBB. As pessoas venceram o medo e esse é o primeiro passo'.
Contudo, ele não deixa de achar estranho ser convidado para dar palestras para o time pentacampeão de futebol e nunca ser chamado para falar à seleção de basquete. Paula considera isso prova de um 'esquema centralizador'. E acha que o silêncio dos dirigentes indica uma surpresa. 'Talvez eles não esperassem esse apoio. Todo mundo estava sempre reclamando e nunca fez nada. Mas do jeito que está, pior não vai ficar'.
A Nossa Liga e sua irmã feminina poderão ter vidas independentes ou conjuntas, ainda não está definido. 'Podemos fazer uma Liga única com departamentos diferentes, não sabemos ainda', explica Oscar, acrescentando que isso é possível porque a versão masculina ainda não foi registrada, permitindo incorporar também o feminino.
De acordo com o ex-jogador, eleito presidente da Liga, a idéia tem encontrado repercussão positiva junto às pessoas do meio. 'Nosso objetivo é fazer o máximo para que a gente melhore o basquete. O que nunca foi feito na história estamos fazendo em um mês'.
Os clubes voltam a se reunir ainda em abril, quando serão definidos os participantes da Liga. A reunião pretende ser um verdadeiro fórum da modalidade, com a participação também de atletas, ex-atletas e pessoas do meio
Fonte : gazetaesportiva.com.br
Posted
11:58 PM
by MARIVAL ANTONIO MAZZIO JUNIOR
As verdadeiras
Fernando Santos
fernandos@lancenet.com.br
As Meninas de Ouro
Lá estava ela, sentada na arquibancada do modesto ginásio municipal de Rio Claro. Com a pouca iluminação natural que passava pelas frestas do teto e pelas mínimas placas transparentes, ela estava escondida pela escuridão. E não era só. Também estava sufocada pelo calor da cidade paulista. Acabara de treinar. Era 1986, e os Jogos Abertos do Interior estavam para começar.
Foi a primeira vez que vi Hortência, ao vivo. Na época, a competição era realmente importante e atraía as grandes estrelas do esporte. Ela já era tratada como uma rainha. Era não só a estrela dos Jogos, como também da equipe de Sorocaba.
Já havia visto Hortência pela TV, desde a época em que começou a brilhar pela Prudentina. O sotaque caipira era forte. As pernas, muito finas, compunham o perfil quase esquelético. O rosto era marcado por pequenos pontos, mais tarde escondidos pela Playboy. O cabelo amarrado, tipo rabo-de-cavalo, viraria, mais tarde, quase uma marca registrada.
Ela não estava só. Tinha uma rival à altura. Era Paula, uma adversária leal e que, nos anos seguintes, se transformou em escudeira em sua trajetória internacional com a camisa de listras verticais em verde e amarelo.
Não havia dúvida de que elas iriam se enfrentar na grande decisão. Todos esperavam por isso. E a programação dos Jogos já marcava a final do basquete feminino como o último evento, o "grand finale".
E não deu outra. Chegado o domingo tão esperado, lá estavam elas, frente a frente, o ginásio lotado, apesar de a torcida da cidade não ser de nenhum dos finalistas. Mas estavam lá, quem sabe, três mil pessoas, que deixavam o clima dentro do ginásio ainda mais parecido com o do deserto do Saara.
Cesta lá e cá, as duas monopolizavam as atenções. O que mais me lembro daquela decisão é que, sempre que uma saía para descansar, a outra a acompanhava. Era uma demonstração de respeito. Não tinha graça apenas uma delas na quadra. Era preciso que as duas estivessem em ação.
Lembro também de uma outra diferença que chamava a atenção: Paula era mais bonita e tinha pernas mais grossas, que a diferenciava bastante da magrela Hortência.
Acho que Paula, por Piracicaba, foi campeã. Mas não importa. Como esquecer daquela menina valente, que corria e arremessava como ninguém? Pois ela não foi esquecida, acaba de entrar para o Salão da Fama. Falta só levar a companheira eterna.
LANCES LIVRES
Hortência, em sua carreira como dirigente, foi capaz de montar alguns times, como no Paraná, mas nenhum projeto vingou. Agora, com a chance de aderir à Liga (proposta sugerida aqui, na coluna da semana passada), ela tem a chance de lançar a pedra fundamental do novo basquete feminino do país. Há luz no fim do túnel.
Pelo que fez no Houston Comets, Janeth tem mais chances de, no futuro, integrar o Hall da Fama do que Paula. As três deveriam ter cadeira cativa em qualquer seleção do mundo.
Não se surpreenda com uma final da NBA entre Miami Heat e... Denver Nuggets. Já imaginou, Shaq contra Nenê? Vamos aguardar...
Fonte : lancenet.com.br
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11:57 PM
by MARIVAL ANTONIO MAZZIO JUNIOR
SÁBADO TEM SESSÃO TÉCNICA DA FPB
Está prevista para o próximo sábado, dia 09 de abril, a sessão técnica para os clubes da região sul, que irá determinar a fórmula de diputa das categorias de base do campeonato paranaense de basquete. A última semana foi reservada para o recebimento das inscrições e pagamento da aunidade dos clubes que irão participar da competição. A Federação Paranaense de Basketball, que iniciou a nova gestão a todo vapor, quer cumprir a risca o calendário de competições e dar novos rumos à condução da modalidade dentro do Paraná. Uma das iniciativas é a formação de algumas seleções permanentes, que disputarão os campeonatos brasileiros de base. A sessão técnica de sábado inicia às 09horas.
Fonte : basquetepg.blogger.com.br
Quarta-feira, Abril 06, 2005
Posted
9:21 PM
by MARIVAL ANTONIO MAZZIO JUNIOR
Coluna Folha de S.Paulo - 05.04.2005
Escola de Rock
Talvez não haja um vestibular tão difícil, excruciante como o circuito do basquete universitário norte-americano.
Primeiro, os garotos jogam três ou quatro meses contra outras faculdades de sua região. Como o esporte escolar está enraizado no país, esses confrontos são verdadeiros arranca-rabos, tomados pela emoção e, às vezes, violência. Todos têm torcida uniformizada, fãs caras-pintadas e bateria. Nada a ver com a asséptica NBA.
O objetivo dos times é compilar o melhor currículo. Não adianta atropelar adversários fracos. É preciso derrotar bichos-papões, pois o objetivo principal não é o título regional -e, sim, atrair a atenção dos olheiros e estatísticos da NCAA e arrancar um convite para o campeonato nacional.
Uma vez escolhidas, as 64 equipes são emparceiradas em quatro chaves. A garotada sai de casa para atuar em ginásios que desconhece e diante de câmeras de TV. Os mata-matas são tão frenéticos que são chamados de Loucura de Março -que, aliás, termina em abril (Illinois e North Carolina decidiriam ontem à noite a taça).
À pressão do sucesso coletivo, somam-se as ambições pessoais dos atletas. Uns querem renovar a bolsa de estudos; outros, azeitar suas carreiras profissionais.
Não é um cenário amistoso para jovens, que dirá estrangeiros. O que só aumenta o valor de João Paulo Batista, que neste ano obteve a melhor colocação de um brasileiro na história da NCAA.
Caçula de três irmãos, o menino de Olinda experimentou tênis de mesa, atletismo, futebol e natação antes de abraçar, aos 11 anos, a bola laranja. Assumido rato de praia, tocou a adolescência sem ser notado pelo radar dos basqueteiros. Um dia, a América ouviu suas preces. Graças a um amigo, descolou um bico na inexpressiva Western Nebraska Community. O visto saiu, ele embarcou.
O primeiro ano foi conturbado. O técnico acabou demitido, acusado de fraudar a inscrição de jogadores. O pernambucano buscou abrigo no Barton County Col-lege e descobriu o jogo sob a tabela. Com médias de 21,1 pontos e 10,3 rebotes, emplacou o "top ten" das microuniversidades (JuCo).
Veio, então, o convite de Gonzaga, que revelou o legendário armador John Stockton e é uma das potências esportivas da Costa Oeste dos EUA. João Paulo, religioso, encantou-se com o campus e sua administração jesuíta. A equipe de Kansas, uma das cinco mais tradicionais do país, ainda fez uma contraproposta, prometendo-lhe o posto de titular. Mas o brasileiro manteve a palavra.
Chegou quietinho, como quinta opção entre os alas e pivôs. Em um mês, ganhou a posição. O craque do time, o pivô Ronny Turiaf, gostava de chamá-lo de "Fera Brasileira". Mas o apelido definitivo foi dado por Eugene Jeter, do Portland, todo dolorido no vestiário depois da derrota: "Cara, aquele ala-pivô é uma rocha!".
"The Rock", 23, empurrou Gonzaga ao sexto título regional em sete anos e ao segundo "round" na NCAA. Pelo biótipo (2,06 m e incríveis 120 kg), estilo de jogo e atitude, ele merece uma convocação. A seleção ainda não está quebrando pedras? Pois então.
Amplificador 1
Você está farto de perder tempo na internet com artigos deslumbrados, análises atropeladas e leituras superficiais dos fatos do basquete? Pois seus problemas acabam hoje, com a estréia do www.rebote.org. Fábio Zambeli, Giancarlo Giampietro e o anfitrião, Rodrigo Alves, vão obrar os textos do site. Difícil saber qual dos três é o melhor.
Amplificador 2
Está interessado no Paulista feminino? Deseja monitorar a evolução de Ribeirão Preto, Marília e Piracicaba? Tecle pbf.blogspot.com.
Amplificador 3
Sobrou tempo? Passeie também pelo www.basketbrasil.com.br, que, direto de São Luís do Maranhão, foi recentemente repaginado.
E-mail: melk@uol.com.br
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9:21 PM
by MARIVAL ANTONIO MAZZIO JUNIOR
TORNEIO MAYR FACCI FAZ ÚLTIMOS PREPARATIVOS !!
Encerram-se no próximo dia 15 de abril as inscrições para o VII Torneio Mayr Facci de Basquete para Veteranos. O evento será realizado em Ponta Grossa entre os dias 21 e 23 de abril, e terá como sede o Ginásio de Esportes Osni Vilaca Mongruel. Serão três categorias em disputa: Veteranos - 35 à 49 anos; Hiper-Veteranos - 49 à 59 anos e Máster - acima de 60 anos. Ponta Grossa terá dois representantes na categoria veteranos, uma na hiper-veteranos e uma na categoria Máster. Para a comunidade de basqueteiros Mayr Facci é um ícone da modalidade, e dentro da cidade sempre recebe homenagens por possuir uma carreira brilhante, que inclui participações em Sul-Americanos e Olimpíadas. O torneio é uma iniciativa da Associação Paranaense de Basquete para Veteranos e da Associação de Veteranos do Basquete de Ponta Grossa, e terá a execução da Ben Hur Eventos Esportivos e Assessoria. Segundo a organização são esperados representantes das cidades de Maringá, Londrina, São Paulo, Curitiba e Ribeirão Preto. Dentro da expectativa nomes importantes do basquete brasileiros deverão estar presentes na competição. Um deles é o pivô Rolando, ex-seleção brasileira e ex-jogador da NBA, que deverá jogar na categoria veteranos. No próximo dia 07 Mayr Facci completará 78 anos de idade, e ainda consegue mostrar o talento que o consagrou nas equipes que atuou e na seleção brasileira. As pessoas interessadas em acompanhar de perto o desenvolvimento do torneio poderão acessar o site www.mayrfacci.blogger.com.br .
Amistosos - Para comemorar a passagem do seu aniversário e fazer o lançamento oficial do VII Torneio Mayr Facci equipes de Ponta Grossa estarão fazendo amistosos na próxima sexta-feira, dia 08 de abril, contra equipes de Curitiba. Os jogos começam a partir das 19horas, no Ginásio de Esportes Osni Vilaca Mongruel, do Colégio SEPAM.
Basquetecuritiba.blogger.com.br
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9:21 PM
by MARIVAL ANTONIO MAZZIO JUNIOR
Quarta-feira, Abril 06, 2005
TÉCNICO, PROFESSOR OU COLABORADOR
A "profissão"de técnico de basquetebol é algo bem confuso, que as vezes toma rumos que nós, pelo nosso trabalho, não mereceríamos. Na verdade, são poucos os profissionais no Brasil que têm carreira definida. A grande maioria alterna o tempo de quadra com outras atividades a fim de que possam se manter. Afinal, não se paga conta de água, luz, telefone e etc. dizendo que é bom técnico e que tem vários títulos. Minha esposa chegou um dia pra mim, e perguntou-me: - quantos títulos você tem, o que você já conquistou na sua carreira como técnico e o que isto trouxe a você materialmente? Após breve pausa, respondi a ela o que já havia conquistado e ao mesmo tempo relatei a triste realidade de muitos técnicos. Dinheiro que é bom nada. Ela voltou a afirmar: - então teu curriculo já não merece esta falta de reconhecimento, e só você não vê isto. Pois é, amigos. A mulher tem um peso muito grande em nossas vidas, e não são só emoção. A razão também impera em seus pensamentos. E foi com essa razão que resolvi permener sem equipe. Acho que muitos técnicos que lerem esta página poderão até afirmar que meu pensamento vai contra as ideologias da modalidade, mas a verdade é essa. Temos uma profissão que não é reconhecida, transformamos o basquete em nossa família, damos tudo de nós e ao final ainda existem pessoas que nos perguntam se "não podemos dar uma forcinha". Penso que vale a pena o questionamento, e penso também que uma bandeira de reconhecimento financeiro deveria ser levantada. Não é ser mercenário, mas sim verdadeiramente profissional.
Fonte : basquetepg.blogger.com.br
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9:20 PM
by MARIVAL ANTONIO MAZZIO JUNIOR
Esportes
Depois do Hall da Fama, Hortência pode organizar liga feminina
Leonardo Filipo RIO - Com o prestígio ainda maior depois da nomeação no Hall da Fama do basquete, nos Estados Unidos, a ex-jogadora Hortência se reunirá na próxima quinta-feira com Oscar. Juntos, os dois maiores nomes do esporte no Brasil discutirão a criação de uma liga feminina independente da Confederação Brasileira de Basquete (CBB), nos mesmos moldes do projeto masculino. ''A idéia foi do Oscar (diretor da equipe do Telemar). Não dá para dizer se é realidade ou sonho. Os clubes precisam de dinheiro, estão agonizando. Sabe aquele ditado da água batendo na bunda e você ter que aprender a nadar? Então! A água está batendo na bunda dos clubes'', disse Hortência, por telefone, de São Paulo. ''Não somos contra a CBB, mas falam, falam e não adianta. Essa liga é para ajudar.'' A empresária respeita a decisão de Nenê se afastar da seleção brasileira enquanto a CBB for dirigida por Gerasime Bozikis, o Grego, mas acha que o jogador do Denver Nuggest, da NBA, está sendo radical: ''As coisas deveriam ser resolvidas em casa. O atleta às vezes sente dificuldade tão grande que acha que não tem mais jeito. Eu nunca falei mal do basquete. Você tem que procurar ajudar, não radicalizar. Mas ele tem o direito, é um grande atleta.'' Campeã mundial em 1994 e medalha de prata em Atlanta-1996, Hortência pretende usar a experiência adquirida com sua empresa de marketing, a Joy, que ao contrário do que se pode imaginar, não trata apenas de esporte. O único projeto na área é a Copa Guaraná Antactica de futebol, com alunos do ensino médio de São Paulo. Mas o basquete pode voltar à pauta. ''Estão aparecendo propostas de alguns estados para montar novos times'', disse a ex-jogadora, que foi diretora de equipes no final dos anos 90. No Rio, ela captaneou o Fluminense, campeão brasileiro em 1998, e Mangueira.
FONTE : JORNAL DO BRASIL por Alcir Magalhães
Posted
9:19 PM
by MARIVAL ANTONIO MAZZIO JUNIOR
Abril 6, 2005
Coluna: MARCAÇÃO PRESSÃO
CHEIRO DE PIPOCA
É interessante observar a formação de uma equipe de basquete, alguns técnicos sofrem um bom bocado até estabelecer qual o melhor padrão de jogo para aplicar na sua equipe. Levam em consideração as características individuais como peso e altura dos jogadores, habilidades, destreza, dominância física, velocidade, explosão, resistência orgânica, personalidade, atitude, caráter, inteligência, relacionamento, educação, antecedentes sociais, esportivos, etc.. Uma característica muito importante e desejada, é a capacidade de reter, durante os treinamentos, os ensinamentos técnicos e táticos e ainda, a capacidade de aplicar adequadamente, o que aprendeu, durante os jogos. As pessoas são singulares, diferentes entre si, inclusive os técnicos e seus critérios.
Bastante comum é presenciar a insistência de alguns treinadores, em manter em quadra um quinteto, composto por aqueles que de alguma forma foram os seus escolhidos, em detrimento de outros que, conforme o ponto de vista, claramente produzem mais e melhor. Tudo em nome da conquista de um tal padrão de jogo. No começo dos campeonatos, quase sempre isto ocorre. As equipes são montadas com orçamentos apertados e nem sempre se pode ter aquele jogador com quem se gostaria de trabalhar; e pelas mesmas causas, o tempo de treinamento é curto e o padrão de jogo terá que ser adquirido durante a competição. Muitos jogos são, portanto, perdidos entre a desorganização, a escassez de recursos injetados na estrutura e a teimosia do comandante na quadra.
Conversando sobre isto com um tradicional pipoqueiro, que trabalha há décadas com seu carrinho defronte a um dos mais famosos ginásios de basquete do interior do Brasil, ele, em sua simplicidade e sabedoria, tentou explicar, fazendo uma relação do assunto com a qualidade e padrão de suas pipocas. A escolha do milho é fundamental, dizia. O óleo, a temperatura da panela, o tempo da fritura, a dedicação e o carinho com que se deve tratar o equipamento, não obstruindo a circulação, a fim de que o agradável cheiro de pipoca se espalhe e estimule a clientela. Homem acostumado na lida com todos os citados pré-requisitos, presenciou a formação de grandes equipes, bem em frente de seus olhos, trabalhadas por mãos calejadas e capazes como as suas. Lembrou-se de ter visto situações inexplicáveis, de jovens talentos postados nos bancos de reservas desperdiçando potencial, enquanto o comandante, teimoso, testava suas crenças de jogo padrão. Entusiasmado com a conversa e com as lembranças, falou de muitos exemplos, de jogadores estrangeiros e de nacionais, de jovens e de maduros e de técnicos, muitos técnicos e seus métodos questionáveis de trabalho. Descuidou-se do tempo e a pipoca queimou. Rápido e astuto, aproveitou e disse: ¿é só bobear que o time se queima, né?¿. Estragando o material e o trabalho, pondo a perder em um simples devaneio, todo o esforço ensejado durante um longo tempo. A pretexto, lembramos especialmente aos técnicos, que o cheiro e o gosto de pipoca queimada são horríveis!!!
Eluiz Elias Bueloni
Fonte: Basquetecuritiba.blogger.com.br
Posted
9:19 PM
by MARIVAL ANTONIO MAZZIO JUNIOR
COMANDO EXPLÍCITO 4/5/2005
E a final aconteceu,e para que nenhuma dúvida ficasse no ar gravei a dita cuja em velocidade SP,a melhor.Não precisei nem revê-la para confirmar observações anteriores,pois,acima de qualquer dúvida,o óbvio foi mais que ululante.North Carolina e Illinois fizeram uma final,perante 50.000 mil espectadores(pagos com certeza)onde as estrêlas se encontravam FORA da quadra,e não DENTRO,como deveria ser pelo espírito da competição e da luta.Até paletó cor de laranja se fez presente,assim como as pranchetas reinaram absolutas.Para a inveja de muitos de nossos técnicos,seus colegas americanos podem pedir vários tempos,de curta ou longa duração(cronometrei seis deles com mais de três minutos para permitir a inserção de comerciais),o que de certa forma os colocavam no comando direto a cada três ou quatro posses de bola. Jogadores pressionados ou sem opções de passes também podem paralisar o jogo, para que os técnicos "desenhem"as movimentações técnicas.Ou seja, jogador não pode ter livre arbítrio,deve e tem de seguir movimentações estabelecidas por seus técnicos,e se num rompante de individualidade fugir do prescrito sua substituição é quase automática.Illinois optou pelo jogo baseado nos três pontos(até em contra-ataque o tentaram)e na fortíssima defesa.North Carolina apostou no jogo de meia e curta distância,apostou nos dois pontos,mais precisos e equilibrados, e por isso venceu. Jogou com a formação clássica de dois armadores,dois alas e um pivô forte,porém bastante rápido(reboteava na defesa e ia para a conclusão no ataque)Porém,o que ficou patente,sacramentado, por se tratar da final do campeonato de maior tradição nos EEUU (A NBA tem 60 anos a menos de existência),foi a total submissão das equipes ao rigorismo técnico-tático imposto pelos técnicos,de tal forma pétreo, que impossibilitam mudanças estruturais dentro do jogo.Uma ou outra mudança posicional,ou mesmo comportamental ainda se faz presente, mas mudanças radicais,nem pensar. Táticamente começam e terminam da mesma forma,e ponto final.North Carolina apostou no cansaço dos lançadores de Illinois,e para maior garantia cortou a linha de passes velozes que propiciavam os arremêssos de três pontos equilibrados, ao mesmo tempo que reforçava o jogo interior dos dois pontos(e muitas vezes de três pelo elevado número de faltas no ato dos arremêssos).Concluindo,eram três ou quatro posses de bola e o pedido de tempo se fazia presente,pois as estrêlas do jogo TÊM que jogar também.E o engraçado é que após os mesmos as equipes voltavam agindo idênticamente ao que vinham fazendo, ou seja,aquela quantidade de excelentes jogadores manietados aos esquemas rabiscados nas pranchetas,estas sim, reinando absolutas,ofuscantes no centro(centro mesmo,com todos em volta)das ações.Já comentei em artigos anteriores esse dominio absoluto exercido pelos técnicos universitários em suas equipes,e a adoção maciça do Passing Game como uma autêntica filosofia de jogo empregada por todos,por motivos que também expús anteriormente.Essa atitude mantem e perpetua o dominio dos jogadores de fora para dentro da quadra,e uniformiza politicas de recrutamento e controle de qualidade,tal qual uma imensa indústria de equipamentos de alta precisão, e sem dúvida nenhuma o maior beneficiário dessa indústria é a holding NBA, com uma única e sutil diferença,que denominei no artigo anterior como a grande,inteligente e genial contradição do basquete americano,fundamentada no sistema do Passing Game,que na NCAA pela utilização dos 35 segundos de posse de bola mantem a equipe sob o controle dos técnicos e praticamente inviabiliza o jogo de um contra um pela adoção das defesas por zona,flutuações e ajudas,ao contrário da NBA,que utiliza o mesmo PG,mas com a não permissão de flutuações e determinadas ajudas explora ao máximo as situações de um contra um,mesmo dentro das limitações dos 24 segundos,fator que retira dos técnicos muito do dominio exercido por seus colegas universitários.Numa rápida análise e consequente conclusão, o que pudemos atestar com boa margem de previsãa,é que os EEUU correm um sério risco de ainda ficarem,e por um longo tempo fora das conquistas em campeonatos da FIBA,pois países como Argentina,Itália,Espanha, Lituãnia,para citar alguns, já evoluiram para um sistema de jogo bem adaptado aos 24 segundos nos ataques, e pela utilização e variação de sistemas defensivos negados aos astros da NBA. A liberdade de criação,e consequente diminuição na influência dos técnicos sobre os jogadores,dão ao restante do mundo boas chances de adiarem a volta dominadora dos astros da NBA,além,é claro,das sérias desconfianças que pairam por sobre muitos deles quanto a lisura de suas preparações técnicas.Mas isso é outra história...
Fonte : paulomurilo.blogspot.com
Terça-feira, Abril 05, 2005
Posted
11:09 PM
by MARIVAL ANTONIO MAZZIO JUNIOR
QUAL É A SOLUÇÃO?
HÉLIO BARBOSA
Já presenciei no esporte brasileiro, várias administrações que trouxeram resultados bastante insatisfatórios, mas em vista dos inúmeros fatos ocorridos nos últimos anos tenho a plena convicção de que a situação do nosso basquete encontra-se em um dos períodos mais delicado de sua história.
Posso também afirmar que não existe mais a necessidade de estarmos, a todo instante, mostrando novos fatos que degradam ainda mais e/ou discussões que só servem para expor dirigentes, técnicos, atletas, e o maior e mais importante, o basquete brasileiro.
Convoco a todos que demonstram preocupação e querem ver o retorno do basquete brasileiro ao topo tanto em nível nacional, como em nível internacional, a se unir, efetuar ações de forma efetiva e eficaz e apresentar idéias para que consigamos definitivamente aproveitar esta oportunidade de ¿MUDANÇA¿ no modelo de gestão da CBB, aproveitando esses fatos já conhecidos, tais como: de alta rejeição, de ausência de profissionalismo, de resultados insatisfatórios, de problemas no campeonato nacional, de movimento de criação de ligas e de outros, como indicadores para análise de soluções e trazer de forma sistêmica e constante a melhoria da qualidade do ¿produto¿ basquete.
Volto a ratificar o meu compromisso quando me apresentei como candidato à presidência da CBB, de implementar a mudança para um novo modelo de gestão para a CBB e, uma vez eleito, buscar soluções ao:
· Disponibilizar integralmente a experiência em gestão conquistada ao longo de minha vida profissional e junto à ELETROBRÁS (empresa patrocinadora da CBB), na presidência de um Clube sócio/esportivo e em Universidades;
· Estabelecer a permanente interação com todos os presidentes de Federações;
· Implementar projetos e ações que visem fundamentalmente à estruturação (organizacional, logística e técnica) adequada da CBB e suas Federações filiadas;
· Identificar e implementar todas as ações necessárias às Seleções Brasileiras para possibilitar a máxima representação de qualidade em todos os campeonatos internacionais;
· Desenvolver projetos que vêem ao encontro da necessária estrutura para as categorias de base em todo o país, incluso não só seus respectivos campeonatos brasileiros, como também a formação de novos técnicos e atletas e a identificação e apoio aos novos talentos;
· Estabelecer, junto aos Clubes/Federações, a definitiva e importante criação das ligas profissionais de basquete, masculina e feminina, categoria adulta, vinculadas a CBB;
· Descentralizar a gestão no basquete brasileiro através da formalização de gerências profissionais, participativas e matriciais;
· Desenvolver projetos de conscientização e capacitação junto a universidades e profissionais experientes em treinamento à distância, formação de multiplicadores e formulação/execução de clínicas e congressos;
· Identificar e repassar os recursos financeiros, técnicos e administrativos para as Federações filiadas;
· Estabelecer uma maior e efetiva integração com os órgãos (federais, estaduais e municipais) e entidades nacionais e internacionais;
· Estabelecer e desenvolver projetos de marketing agressivo, comunicação e informação transparente para a CBB;
· Executar o cadastro e qualificação de técnicos existentes no Brasil, possibilitando o devido aproveitamento destes e execução de clínicas técnicas específicas;
· Estabelecer um calendário permanente de clínicas de arbitragem, nas diversas regiões do país, e a conseqüente avaliação de qualificação destes.
Um modelo de gestão que contemple todos esses projetos e ações, detalhadamente discutidos com Presidentes de Federações, tem como vantagem aos praticados, atualmente e no passado, pelo simples lançamento de uma nova e moderna linha de gerenciamento e um conjunto de serviços, buscando a excelência do nosso ¿produto¿, o basquete.
O fator de diferenciação desta proposta resultará em uma nova maneira de fazer negócios, nada menos do que a reestruturação dos negócios internos e externos.
É preciso criar um processo interativo junto às Federações com clareza de visão e de mentalidade. Devemos derrubar as barreiras ao desempenho conquistador de todos que, de alguma forma, têm que interagir com a CBB. É necessária e inadiável a busca efetiva de oportunidades em fazer uma gestão mais participativa, efetivamente acompanhada com medições constantes e com tomadas de ações corretivas, para obtenção de excelentes resultados.
Para tanto, a minha confiança nos Presidentes de Federações é total! Estes Presidentes, reais representantes junto à Assembléia Geral da Confederação Brasileira de Basketball têm a devida conscientização e conhecimento desses fatos e podem com a futura direção da CBB gerenciar essa MUDANÇA tão solicitada pelos amantes e parceiros do basquete brasileiro!
Fonte : Alcir Magalhães
Posted
11:09 PM
by MARIVAL ANTONIO MAZZIO JUNIOR
CLIPPING DO BASQUETE
Segue mais um artigo enviado pelo colaborador Walter Roese que julgamos de grande importância que seja conhecido por todos que fazem basquete em nosso país .
Atenciosamente,
Alcir Magalhães Filho.
Hoje gostaria de falar sobre a palestra que foi ministrada pelo treinador da Universidade de Duke, coach Mike Krzyzewski.
Acredito que as pessoas que entendem e/ou estudam basquete saibam de quem eu esteja falando, acredito que Coach K como é conhecido nos EUA, seja uma das maiores autoridades do basquete Americano na atualidade.
Primeiramente gostaria de ressaltar que o coach K em sua palestra deu um grande exemplo de gentileza e humildade, em momento nenhum quis se sobressair ou passar por alguém que sabe tudo, no inicio da sua palestra foi bem claro ao dizer : " Somos todos iguais".
Ele começou a palestra falando sobre o poder da imaginação e pediu a todos treinadores que não tiveram a oportunidade de estar participando em uma Final Four para tirar alguma segundos durante o jogo e se imaginar sentado banco de uma das equipes.
Visualize vc nesta situação e trabalhe duro para que esta visão se torne realidade um dia .
Ontem nas Semi-finais da Final Four tinham aproximadamente umas 48.000 pessoas no ginásio. Ingressos estavam sendo vendidos pelos cambistas pelo custo de mais de US 1,000 cada.
Coach K disse que o segredo esta em ajudar ao jogador transpor seus limites.
Disse que era necessário que os treinadores sempre estivessem conversando com seus com seus atletas olhando dentro dos seus olhos.
Sempre falar com o jogador individualmente, mostrando que todos são fundamentais para o sucesso do time.
Fazer com que todos se sintam especiais .
Quando Duke foi eliminado das finais este ano, apos o termino do jogo contra Michigan State, coach K disse aos seus assistentes: "Agora e hora de entrarmos no vestiário e comemorarmos tudo de bom que fizemos ate este dia. Não quero nada de negativo, temos que dar ênfase as coisas positivas e fazer esses meninos se sentirem especiais". Quantos treinadores entrariam no vestiário e colocariam a cabeça para baixo ou jogariam a culpa nos jogadores?
Quando coach K procura por um atleta, ele procura três coisas:
1) Talento.
2) Academicamente.
3) Caráter.
Ele acredita que a formula do sucesso é sempre se preocupar em manter consistência no programa que ele é responsável, o time acaba no final da temporada, mas o programa continua.
Ele acredita que um dos segredos para sucesso é o envolvimento com a comunidade onde trabalhamos.
Não se meter em qualquer atividade, mas escolher uma ou duas que façam a diferença na comunidade.
Temos que procurar a excelência todos os dias. Coach K tem experiência do Exercito Americano e citou o exemplo de um soldado na batalha. O soldado não pode tirar 10 minutos de folga e achar que o inimigo não vai atirar nele, temos que sempre estar atentos e nos dedicarmos 100% a nossa carreira.
Ele também mencionou que nós (treinadores) não o podemos nos preocupar com o que as outras equipes estão fazendo, temos que nos preocupar com que nós estamos fazendo e podemos controlar.
Evitar sempre nos comparar com outras equipes.
Sempre cultivarmos bons hábitos.
Saber que nem sempre iremos ganhar os jogos, mas saber sempre que podemos tentar dar o nosso melhor.
Perguntando sobre quando ele desiste de ajudar ou treinar um jogador, ele respondeu: "Eu só paro quando este atleta parar ou fizer algo que não seja ético."
Disse que o jogador as vezes esta fazendo coisas parecidas mas não necessariamente da forma que queremos, meu objetivo é fazer com esse jogador continue tentando e assim que possível entre no mesmo objetivo da minha equipe.
Muitos jogadores não sabem o quanto úteis eles são para a equipe, mencionou o quanto o time reserva é importante para o sucesso do programa e as vezes não são devidamente reconhecidos.
Temos que tratar de forma igual todos os jogadores e sermos sempre honestos com eles.
Mencionou que o melhor e mais importante atleta em uma equipe não é necessariamente aquele que somente pontua, os melhores atletas são aqueles que são lideres e ajudam aos demais companheiros na equipe a atingir seu potencial máximo.
Quantas vezes vemos uma equipe perder, mas o atleta sair da quadra feliz por ter feito 30 pontos?
Não é apenas pensar em si próprio, mas sim na equipe como um todo.
Citou a importância de ter um bom relacionamento com o atleta, o atleta tem que acreditar no treinador, e isto é uma das funções de um bom educador, passar confiança para o atleta do que estamos tentando realizar.
Espero que este e-mail ajude e lembranças a todos no Brasil.
Walter Roese
Director of Basketball Operations
Brigham Young University
2112 Marriott Center
Provo, UT 84602
(801) 422-5040 Office
(801) 319-0102 Cell
(801) 422-5965 Fax
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11:09 PM
by MARIVAL ANTONIO MAZZIO JUNIOR
Coluna - Juarez Araújo
A Liga não precisa da CBB
Amigos do basquete. Muito tem se lido sobre a já criada Liga Independente de Basquete. Algumas opiniões boas, algumas horrosas, especialmente de ligos a leis que hoje facilitam a criação de competições. E hoje para emitir uma opinião é fácil. Todo mundo pode escrever o que quiser e colocar em um site. Mas no caso é que a tal Lei Pelé que tem muita coisa ruim, tem como bom, o caso da criação de campeonatos, entidades, independente de qualquer apoio. E a lei trata explicitamente isso com
> muita propriedade no caso de formação de Ligas.A Liga já tem o presidente Oscar Schmidt, tem os clubes fundadores e uma
> nação de jogadores aguardando ansiosamente o desfecho final. Datas, tabela, jogos e realmente ações que levantem o segundo esporte do mundo e que no Brasil, infelizmente deixa muito a desejar nesse aspecto, sendo, inclusive, engolido pelo voleibol, estão sendo feitos. Estou otimista, e sem dúvida alguma ficaria ainda mais otimista se o movimento contasse com o apoio da CBB. Mas se não tiver, ela será lançada assim mesmo. Para o bem do basquete brasileiro e para o surgimento de novos valores.Amigos, a Liga deve ser criada sem ou com a anuência da Confederação Brasileira de Basquete. Oscar foi muito feliz em afirmar categoricamente que se não reconhecer o movimento, a CBB estará dando um tiro no próprio pé. Ele pode viver um, dois, três ou mais anos sem o reconhecimento da entidade máxima do esporte. Viverá em dificuldades, mas pode detonar em seguida. A não anuência da CBB implicaria algumas pequenos problemas como o campeão brasileiro não disputar a Liga Sul-americana. Mas isso é por pouco tempo. Uma hora os dirigentes têm que ceder.
Lembro muito bem, há pouco mais de 15 anos, quando surgiu a Liga Profissional da Venezuela, criadada e fundada pelo meu amigo jornalista Leonardo Rodriguez. Foi uma loucura. Os dirigentes venezuelanos, da época, eram contra. Afinal estariam fora do movimento criado por donos das equipes. O primeiro ano, foi chamada de Liga Pirata. Jogadores que atuavam não eram convocados para a seleção venezuelana. Mas logo tudo se arrumou. No segundo ano, com a necessidade de contar com os jogadores para disputa de competições oficiais, a federação venezuelana teve que se ceder. Hoje, a Liga segue maravilhosamente bem. E com o reconhecimento de quem se deve. E assim tem que sair aqui.É verdade e todos envolvidos na Liga sabem disso que ficaria muito mais fácil contar com o reconhecimento da CBB para o surgimento da competição.
A parte logística da competição seria facilitada. Imagine, por exemplo, a Liga iniciando sem ter formado um quadro de árbitros, tribunal, etc...Seria mais fácil contar com isso já funcionando normalmente. Mas é possível, desde que todos estejam dispostos como está Oscar em fazer a tal Liga. Os primeiros anos, como tudo na vida, seriam dificilimos, mas no final de tudo, quem vai ganhar será o basquete brasileiro, rico de craques, pobre de idéias, e quase inexistente de ações para atrair o público, mídia e investimentos.Eu vejo com bons olhos a criação da Liga. Vejo com entusiasmo que vai dar certo. Vejo com tristeza as opiniões de quem está fora do processo, secando e torcendo para dar errado. Vejo os contra igual ao folclórico diretor do Corinthians, Antônio Roque Cittadini. Fora do esquema com a MSI, acabou ficando contra e aos poucos está caindo em desgraça com a Fiel. Que todos que hoje estão contra a Liga, repense que ela é benéfica e um dia será muito mais importante que continuar com o marasmo atual.
DE BANDEJA
Considerada uma das melhores laterais do mundo - para mim a melhor - a brasileira Hortência de Fátima Marcari, a Rainha Hortência foi escolhida para integrar o Salão da Fama, nos Estados Unidos. Hortência, em 20 anos de carreira esteve presente em todas as principais conquistas da seleção brasileira, como a medalha de ouro no Pan-americano de Havana (91), Mundial da Austrália (94), e a medalha de prata nos Jogos Olímpicos de Atlanta (96). A cerimonia da entrada da brasileira no Salão da Fama será no início de setembro, em Springfield, Massachusetts, nos EUA.
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Atualmente longe das quadras, Hortência descarta a volta ao basquete para ser dirigente. "Eu quero é sossego para minha vida". Além dela, receberão o prêmio em setembro os técnicos Jim Boeheim (Universidade de Syracuse), Jim Calhoun (Universidade de Connecticut), Hubie Brown (ex-Memphis Grizzlies) e a ex-técnica universitária Sue Gunter.
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Nesta semana, o presidente da CBB, Gerasime 'Grego' Bozikis estará reunido com presidente das Federações de Estado em Florianópolis, Santa Catarina. O assunto principal, claro é a política. Afinal de contas, no próximo mês haverá eleição na entidade. Grego concorre pelo terceiro mandato e tem como candidatos de oposição Hélio Barbosa, do Rio de Janeiro e o ex-técnico José Medalha.
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Que situação do basquete feminino paulista. Ou melhor, brasileiro. Começou o Campeonato Paulista. Oito equipes, sem estrelas e sem entusiasmo. O campeonato de hoje bem que seria igual a uma Segunda Divisão há alguns anos atrás. Os árbitros tiveram que diminuir a taxa, junto com os mesários. E como sempre fica aquela expectativa. Será que até o final do campeonato as oito equipes vão estar de pé?
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Juarez Araújo é jornalista esportivo. Apresenta os Programas 4-2-4 e 4
Linhas no Canal de São Paulo.
e-mail: esporte@canalsp.com.br
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by MARIVAL ANTONIO MAZZIO JUNIOR
Coluna Folha de S.Paulo - 29.03.2005
Ligue os pontos
Mais impressionante do que o empreendimento de Oscar Schmidt foi sua capacidade de agregar tanta gente diferente em torno de uma mesma idéia.
Ok, a criação de uma liga interclubes, desatrelada da Confederação Brasileira, é um peixe fácil de vender. Afinal, todas as potências mundiais repudiam o centralismo e dividem a gestão do esporte. Argentina, Itália, EUA, Lituânia, Espanha, Austrália, Sérvia...
Mas quem imaginava que o projeto do ex-jogador receberia tal adesão? Reunião ontem em São Paulo aclamava o 24º signatário. Entre eles, os 16 integrantes da primeira divisão, alguns deles fiéis sócios do establishment que levou a modalidade à UTI.
O leitor fiel (tudo bem com você?) sabe que a coluna sempre defendeu que os clubes assumissem a administração dos campeonatos. Foram reportagens da Folha, também, que estimularam Oscar a lançar, em novembro de 2003, o primeiro plano de uma liga.
Por isso sinto-me à vontade para estranhar a situação e lamentar que o debate tenha sucumbido a um oba-oba inconseqüente.
O novo campeonato brasileiro vai largar em setembro, anunciaram os insurretos. Eu pergunto: Com que equipes? Quem vai defini-las? Com base em que critério?
No esboço de 2003, Oscar propôs um torneio de 12 clubes. Hoje, se quiser contentar os que o apóiam, terá de empregar o dobro. Nenhuma competição no mundo, fora a multimilionária NBA, encara desafio dessa amplitude. Qual será a fórmula milagrosa de disputa?
Ainda naquela época, Oscar orçou o torneio em R$ 12 milhões. Agora certamente será mais caro. De onde virá essa receita, que supera em muito o que o Nacional arrecada anualmente? Quem irá captá-la? Como será feita a partilha? Ou será que o número de 2003 não passou de um chute?
Estamos a dois meses da eleição para a presidência da CBB. Por que a liga foi lançada justamente agora? O repasse da ajuda de custo, pretexto dos clubes, não havia sido aprovado por eles mesmos no início da temporada? Os defensores da liga lamentam que a confederação tenha rejeitado uma negociação. Mas Oscar & Cia. já não havia fechado questão? Não é ingenuidade, ou teatro, cobrar negociação de cartolas vetustos e em plena campanha?
"Atuei 20 anos pela seleção brasileira defendendo a camisa da CBB. Não gostaria de fazer algo sem o aval dela." A frase foi dita por Oscar há um ano e meio. O que o fez mudar de opinião e partir para a ruptura? O quadro crítico da seleção e do Nacional já não estava estabelecido em 2003?
O Mão Santa, aliás, não havia declarado que só atuaria nos bastidores se fosse devidamente remunerado? Por que, então, insistem em revestir de caráter cívico um projeto que nasceu com um legítimo propósito comercial?
Finalmente, por que fazem tanta questão de proclamar a liga como "independente"? Será porque não há o desejo de entrar no pântano, dragar a lama e ajudar a desempacar a estrutura do esporte? A quem interessa o discurso obtuso de que a CBB deve se preocupar apenas com as seleções? Em que país esses caras vivem?
Jogo de cena 1
Nenê foi ótimo nadador, quase jogou futebol profissional e hoje é reconhecido como defensor das borboletas brasileiras, anunciou o "New York Times" de domingo. A assessoria de imprensa do ala-pivô bem que podia agora embromar a comissão técnica do Denver.
Jogo de cena 2
Alguns jornais já dizem que a lesão de Tim Duncan é mais grave do que o San Antonio admite, o que abriria de vez a corrida pelo título.
Jogo de cena 3
A ESPN não confirma a exibição das semifinais e final do campeonato universitário dos EUA. Os "rounds" anteriores, uma aula de bom basquete, serviram na verdade de tapa-buraco na grade da emissora.
E-mail: melk@uol.com.br
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11:06 PM
by MARIVAL ANTONIO MAZZIO JUNIOR
Esportes Diversos
Basquete: Campo Mourão fica em Terceiro..
A equipe mourãoense de basquete masculino ficou bem próximo da disputa do título do Torneio Início Juvenil, realizado em Londrina, nesse último sábado. Estavam disputando o evento, oito equipes da região norte e noroeste do estado e a equipe perdeu a chance de fazer a final ao perder por 24 a 20 para o time do Iate Clube, nos lances finais do jogo.
Maringá acabou ficando com o título, Londrina foi vice e Campo Mourão garantiu a terceira e quarta colocação.
Segundo o técnico Edson ¿China¿ Hirata, ¿os jogos foram bastante equilibrados e isso possibilita prever que a competição desse ano será bastante acirrada. A revelação positiva nessa participação, foram as boas atuações do pivô Mateus Rosa Camargo, que garantiu vários rebotes defensivos e se candidata a uma vaga na equipe titular. Um outro fator significativo, foi a participação de duas equipes, sendo que uma delas composta por atletas com atletas da categoria mais nova, que proporciona aos mesmos uma maior experiência para o futuro.
Os atletas que representaram Campo Mourão e trouxeram a medalha de bronze foram: Pedro ¿Ique¿ Lima, Carlos Bueno, Juliano Oliveira, Luis Silva, Rafael Godoi, Jeferson Galdino, Mateus Camargo, Lucca Bizzini, Anabor Moreira Júnior, Moacir Falbot Jr, Marcos Cruz e Thiago Gomes.
Todos os atletas foram revelados nas escolinhas de iniciação ao basquete mantido pelo convênio entre Fundação de Esportes e CEFET e as despesas de transporte, alimentação, arbitragem e inscrição foram custeadas pelos patrocinadores Integrado, Unimed, Cristófoli e Fecam, através da Lei de Incentivo ao Esporte e do Projeto Empresa no Esporte.
TORNEIO INÍCIO INFANTIL
A equipe infantil também esteve representada nesse evento, porém os resultados não foram tão bons. Para o técnico Cristiano da Silva, ¿a equipe pecou por errar muito e isso só pode ser corrigido com a participação em um número maior de competições para dar ritmo de jogo¿. Os destaques do time foram o pivô Maurício Ceolim e o lateral Alan, que além de serem os cestinhas da equipe, também são os mais experientes. A equipe poderia ter tido um resultado final melhor, porém o fato de ter caído na chave da equipe campeã dificultou a classificação para a segunda fase. Na final, Londrina foi campeã e Assis-SP ficou em segundo lugar
Fonte : ferasdoesporte.com.br
Segunda-feira, Abril 04, 2005
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11:08 PM
by MARIVAL ANTONIO MAZZIO JUNIOR
Hortência é eleita para o Hall da Fama do Basquete
Campeã mundial de 94 inaugura presença do Brasil no local
SPRINGFIELD, EUA - O Brasil já está representado no Hall da Fama do Basquete, em Springfield (Estados Unidos). Nesta segunda-feira, Hortência foi eleita para ter o nome imortalizado no local, ao lado dos melhores jogadores da história da modalidade.
Campeã mundial em 1994, pan-americana em 1991 e medalha de prata nas Olimpíadas de Atlanta-96, Hortência é a primeira brasileira a integrar o local. Desde 1992, a cestinha faz parte do Hall da Fama feminino.
Para ter o nome incluído na sede de Springfield, Hortência recebeu votos de pelo menos 18 dos 24 membros do comitê honorário da instituição. Fora a brasileira, apenas uma outra mulher foi eleita este ano: a treinadora americana Sue Gunter.
Também foram escolhidos os técnicos Hubie Brown, Jim Calhoun e Jim Boeheim. Em 2004, Hortência também foi relacionada entre os finalistas, mas acabou não sendo indicada.
Além de Hortência, outro brasileiro já concorreu a uma vaga no Hall da Fama do Basquete: Ubiratã. Campeão mundial em 1963, o jogador já falecido ficou entre os finalistas em três oportunidades, mas não foi eleito.
O Hall da Fama reúne os melhores jogadores da história do basquete. A maioria esmagadora dos integrantes é de americanos. Dos que têm os nomes gravados no local estão Kareem Abdul-Jabbar, Larry Bird e Magic Johnson. Entre os estrangeiros, se destacam o croata Drazen Petrovic e o soviético Sergei Belov.
Na sede em Springfield, há peças históricas, como camisas, troféus, bolas etc. Apesar de não ser membro, Oscar foi lembrado. Uma camisa usada pelo cestinha nas Olimpíadas de Atlanta faz parte do acervo.
Fonte: Esporte na Globo by pbf.blogspot.com
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11:08 PM
by MARIVAL ANTONIO MAZZIO JUNIOR
HORTÊNCIA É A PRIMEIRA BRASILEIRA A INTEGRAR O HALL DA FAMA
Rio de Janeiro ¿ A ex-jogadora da seleção brasileira de basquete, Hortência de Fátima Marcari, foi escolhida nesta segunda-feira para integrar o Hall da Fama do basquete mundial, nos Estados Unidos. Nos 20 anos de carreira, Hortência esteve presente nas principais conquistas do basquete feminino do Brasil como a medalha de ouro nos Jogos Pan-Americanos de Havana (Cuba/1991), o título do Campeonato Mundial da Austrália (1994) e a medalha de prata dos Jogos Olímpicos de Atlanta (Estados Unidos/1996), onde encerrou sua carreira. Hortência foi indicada também em 2004, mas acabou ficando de fora da lista. A cerimônia de premiação do Hall da Fama será realizada de 8 a 11 de setembro em Springfield, Massachusetts.
¿ Agora posso morrer em paz, estou eternizada. Recebi o Oscar do Basquete e a sensação é de ter conquistado o prêmio máximo. A emoção é tão grande como foi com a conquista do título mundial e da medalha olímpica. Agora vou me preparar para a festa que será em Springfield. Gostaria de ter ao meu lado todos meus amigos e parceiros no dia da solenidade, e uma das pessoas que deve me acompanhar é o presidente Grego. Agora posso morrer em paz, estou eternizada ¿ brincou Hortência, que também faz parte do Hall da Fama da WNBA, desde 2002.
¿ A nossa rainha Hortência merece esse prêmio porque foi uma das mais talentosas jogadoras que o mundo já viu. Com sua genialidade, o basquete feminino brasileiro se consagrou e conquistou os principais títulos como o Mundial, a medalha de prata na Olimpíada de Atlanta e a medalha de ouro no Pan-Americano de Cuba. Esse prêmio é também um reconhecimento ao valor do atleta brasileiro ¿ comentou o presidente da CBB, Gerasime Grego Bozikis.
Hortência foi selecionada junto com outros quatro treinadores americanos: Jim Boeheim, da Universidade de Syracuse, Jim Calhoun, da Universidade de Connecticut, Hubie Brown, ex-Memphis Grizzlies, e a ex-técnica universitária Sue Gunter. Para ser candidato ao Hall da Fama o atleta precisa estar aposentado há pelo menos cinco anos. Além de Hortência somente mais um brasileiro foi indicado para o Hall da Fama: o ex-pivô da seleção brasileira Ubiratan Maciel.
Hortência de Fátima Marcari
¿ DATA DE NASCIMENTO: 23/09/1959
¿ NATURALIDADE: Potirendaba (SP)
¿ CLUBE QUE COMEÇOU: São Caetano Esporte Clube (SP)
¿ CLUBES EM QUE JOGOU
São Caetano Esporte Clube (SP), Associação Prudentina (SP), C.A Minercal (SP), C.A Constecca/Sedox (SP), Ponte Preta (SP) e ADC Seara (SP).
¿ ÚLTIMO CLUBE: ADC Seara (SP)
¿ PRINCIPAIS CONQUISTAS
Pela seleção brasileira
vice-campeã sul-americana (Peru - 1977), campeã sul-americana (Bolívia - 1978, Brasil - 1986 e Chile - 1989), 4º lugar nos Jogos Pan-Americanos de San Juan (Porto Rico - 1979), 9º lugar no Mundial da Coréia (1979), 15º lugar no Pré-Olímpico de Varna (Bulgária - 1980), medalha de bronze nos Jogos Pan-Americanos de Caracas (Venezuela - 1983), 5º lugar no Mundial do Brasil - 1983), 15º lugar no Pré-Olímpico de Havana (Cuba - 1984), 11º lugar no Mundial da União Soviética (1986), medalha de prata nos Jogos Pan-Americanos de Indianápolis (Estados Unidos - 1987), 10º lugar no Pré-Olímpico da Malásia e Singapura (1988), vice-campeã da Copa América (Brasil 1989 e 1993), 10º lugar no Mundial da Malásia (1990), medalha de ouro nos Jogos Pan-Americanos de Havana (Cuba - 1991), medalha de bronze no Pré-Olímpico de Vigo (Espanha - 1992), 7º lugar nos Jogos Olímpicos de Barcelona (Espanha - 1992), campeã do Mundial da Austrália (1994) e medalha de prata nos Jogos Olímpicos de Atlanta (Estados Unidos - 1996).
Pelos clubes
campeã paulista (1982, 1983, 1987, 1988, 1989, 1990, 1991, 1992, 1993, campeã da Taça Brasil (1984, 1987, 1989, 1991, 1992, 1994 e 1995), campeã do Sul-Americano de Clubes (1983, 1984, 1993 e 1996), campeã no Mundial Interclubes (1991, 1993 e 1994), campeão do Pan-Americano de Clubes (1994 e 1995).
Fonte : cbb.com.br
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11:08 PM
by MARIVAL ANTONIO MAZZIO JUNIOR
Hortência é eleita para o Hall da Fama
A ex-cestinha da Seleção Brasileira de basquete Hortência Marcari foi escolhida nesta segunda-feira para o Hall da Fama do basquete mundial em Springfield (EUA), local reservado aos nomes mais importantes na história do esporte.
¿A Rainha¿ Hortência (foto), que já fazia parte do Hall da Fama feminino desde 1992, é a primeira brasileira na lista dos melhores da história da modalidade, segundo a Confederação Brasileira de Basquete (CBB). O único outro brasileiro indicado foi o pivô falecido Ubiratan Pereira Maciel, mas ele não foi eleito. A expectativa é que Oscar Schmidt seja eleito para o Hall nos próximos anos como maior cestinha da história das Olimpíadas, já que a entidade só premia os atletas aposentados e o Mão Santa só parou de jogar em 2003.
Hortência fez parte da melhor geração do basquete feminino brasileiro, conquistando o título mundial de 1994, a medalha de prata nos Jogos Olímpicos de 1996 e o título dos Jogos Pan-Americanos de Havana-1991, sendo reverenciada ao lado de Magic Paula pelo ditador cubano Fidel Castro depois de vencer a seleção de Cuba na final.
Para ser candidato ao Hall da Fama o jogador precisa estar aposentado há pelo menos cinco anos. Hortência foi indicada também em 2004, mas acabou ficando de fora da lista de entronados. Campeão mundial em 1963, o pivô já falecido Ubiratan ficou entre os finalistas em três oportunidades, mas não foi eleito.
Foram eleitos hoje também o ex-técnico do Memphis Grizzlies Hubie Brown, melhor treinador da NBA em 2004 aos 70 anos devido à classificação inédita do time do Tennessee aos playoffs, além dos técnicos campeões universitários da NCAA Jim Calhoun (Connecticut-1999 e 2004) e Jim Boeheim (Syracuse-2003) e da treinadora Sue Gunter, vencedora de 708 partidas pela Universidade Louisiana State. O ex-armador do Detroit Pistons e hoje presidente da equipe campeã da NBA, Joe Dumars, foi o grande esnobado da votação.
O Hall da Fama reúne os melhores jogadores da história do basquete. A maioria esmagadora dos integrantes é de americanos. Dos que têm os nomes gravados no local estão Kareem Abdul-Jabbar, Larry Bird e Magic Johnson. Entre os estrangeiros, se destacam o croata Drazen Petrovic e o soviético Sergei Belov.
Na sede em Springfield, há peças históricas, como camisas, troféus, bolas etc. Apesar de não ser membro, Oscar foi lembrado. Uma camisa usada pelo cestinha nas Olimpíadas de Atlanta faz parte do acervo.
Nascida no dia 23 de setembro de 1959 em Potirendaba (BRA), Hortência de Fátima Marcari Oliva foi destacada no Hall como uma das maiores jogadoras da história do basquete feminino internacional. Ela participou de duas Olimpíadas, ficando na sétima posição nos Jogos de Barcelona-92 e ganhando a medalha de prata em Atlanta-96. Levou o Brasil a três medalhas pan-americanas: bronze em 1983, prata em 1987 e ouro em 1991, além de ter liderado a Seleção na conquista de quatro títulos sul-americanos, em 1978, 1981, 1986 e 1989. Na sua maior conquista, o título mundial de 1994 na Austrália, Hortência foi a cestinha da Seleção com média de 27,6 pontos por jogo. Ela foi a única mulher a fazer 100 pontos numa partida, do Campeonato Paulista.
""Agora posso morrer em paz, estou eternizada. Recebi o Oscar do Basquete e a sensação é de ter conquistado o prêmio máximo. A emoção é tão grande como foi com a conquista do título mundial e da medalha olímpica. Agora vou me preparar para a festa que será em Springfield. Gostaria de ter ao meu lado todos meus amigos e parceiros no dia da solenidade. É uma grande honra para mim ser eternizada entre os grandes nomes do basquete que me deu grandes emoções. Mais brasileiros merecem ser reconhecidos no Hall, estou muito feliz pela lembrança", disse Hortência, que no momento está em conversações com a ex-rival Paula e Oscar sobre a criação de uma liga feminina independente da CBB no Brasil, a exemplo do que aconteceu recentemente no masculino.
Hubie Brown (foto) foi eleito para o Hall da Fama por sua grande contribuição ao basquete como técnico, instrutor de clinicas e comentarista de TV. Seu primeiro prêmio de melhor treinador da NBA foi conquistado em 1978 quando dirigia o Atlanta Hawks, repetindo a dose pelo Grizzlies no ano passado. Brown foi campeão da ABA pelo Kentucky Colonels em 1975 e oito auxiliares-técnicos seus acabaram se transformando em treinadores na NBA.
Já Jim Boeheim e Jim Caulhoun passaram da marca de 700 vitórias na NCAA este ano, e Sue Gunter é a terceira treinadora mais vitoriosa da liga universitária americana, tendo se aposentado da LSU em 2004 após classificar o time para mais um Final Four.
Fonte : basketbrasil.com.br
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11:07 PM
by MARIVAL ANTONIO MAZZIO JUNIOR
Hortência é eleita para o Hall da Fama
São Paulo (SP) - A ex-jogadora Hortência acaba de acrescentar mais uma distinção a sua extensa lista de conquistas pessoais. Nesta segunda-feira, a campeã mundial teve o nome confirmado para integrar o Hall da Fama do basquete mundial, nos Estados Unidos. Ela é a primeira brasileira a figurar no Hall, antes dela apenas o pivô Ubiratan Maciel havia conseguido uma indicação.
'Agora posso morrer em paz, estou eternizada', brincou a ex-ala com discurso de dever cumprido. 'Recebi o Oscar do Basquete e a sensação é de ter conquistado o prêmio máximo. A emoção é tão grande como foi com a conquista do título mundial e da medalha olímpica. Agora vou me preparar para a festa que será em Springfield. Gostaria de ter ao meu lado todos meus amigos e parceiros no dia da solenidade, e uma das pessoas que deve me acompanhar é o presidente Grego'.
A cerimônia de premiação está marcada para o período de 8 a 11 de setembro, em Springfield, cidade na qual a modalidade foi inventado. 'A nossa rainha Hortência merece esse prêmio porque foi uma das mais talentosas jogadoras que o mundo já viu. Com sua genialidade, o basquete feminino brasileiro se consagrou e conquistou os principais títulos como o Mundial, a medalha de prata na Olimpíada de Atlanta e a medalha de ouro no Pan-Americano de Cuba. Esse prêmio é também um reconhecimento ao valor do atleta brasileiro', diz o presidente da CBB, Gerasime Grego Bozikis.
Desde 2002, Hortência já figura em outro Hall da Fama, o da WNBA. Em 2004, ela foi indicada também para o hall do basquete mundial, mas acabou fora da lista final. Desta vez, a indicação foi aprovada. Além de Hortência também foram selecionados os técnicos Jim Boeheim (Universidade de Syracuse), Jim Calhoun (Universidade de Connecticut), Hubie Brown (ex-Memphis Grizzlies) e a ex-técnica universitária Sue Gunter.
Fonte : gazetaesportiva.com.br
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11:07 PM
by MARIVAL ANTONIO MAZZIO JUNIOR
PSICOLOGIA NO BASQUETE
3/4/2005
PLANEJAMENTO
Quem convive com adolescentes, conhece a necessidade de orientação característica desta faixa etária.
O esporte é visto como canal direto e efetivo no que se refere à formação de personalidade e encaminhamento a uma vida saudável, livrando o adolescente dos riscos do mundo exterior, como drogas e marginalidade.
Esta premissa é relativamente verdadeira, mas não absoluta em sua afirmação. Deixando-se de lado a condição individual do atleta e os casos mais extremados de necessidade de orientação, tenho convivido com os jogadores e um grande número, não sabe o que fazer, como evoluir, planejar sua carreira se é isso que deseja e quais os benefícios futuros e imediatos.
As dúvidas são de todos os tipos desde auto-estima, corpo físico, relações interpessoais e equipe.
O trabalho desenvolvido na psicologia esportiva vem de encontro a esta necessidade já que oferece ao atleta condições de planejamento e o mínimo de elaboração sobre a prática esportiva.
Considerando-se as questões humanas podemos organizar o atleta demonstrando os aspectos com o qual interage.
Em primeiro lugar está ele mesmo, devendo manter-se motivado, com auto-estima elevada, bom auto conceito e consciência sobre qualidades e limitações.
Em segundo lugar sua posição na equipe em termos físico, técnica e carreira.
Em terceiro lugar seu relacionamento interpessoal e dentro da equipe, enfocando sempre a produtividade e considerando-se a interação com o técnico, que é muito difícil para o jogador.
Em quarto lugar estaria a manutenção e estabilidade física e escolar, com cuidados clínicos e práticos em relação ao corpo como, controle alimentar, exames laboratoriais regulares entre outros.
Os critérios de escolaridade devem ser mantidos independentemente da carga horária de treinos, pois é essencial ao atleta manter-se em atividade mental diversificada, sem contar a necessidade de uma formação em termos culturais e gerais, apesar de ter a informação que um clube do interior de São Paulo, ¿sugeriu¿ a seus jogadores que não estudassem para não atrapalhar o rendimento da equipe, isso é muito primitivo e prejudicial ao ser humano, a época da escravidão provou que se desvalorizado o homem não produz e isso é tão antigo, não sei porque alguns insistem na formula.
Pode parecer muito difícil cuidar de todos estes itens, mas com a ajuda dos pais, técnicos e uma grande dose de vontade é possível este planejamento, que levará ao sucesso pessoal em vários setores e aí sim estaríamos utilizando o esporte como estrutura básica para a formação do ser humano.
Temos hoje um exemplo de planejamento que deu certo e não poderíamos deixar de citá-lo, pois no meio do basquete pode tornar-se um referencial para pais e atletas, o jogador Adonis C. de Souza, do esporte Clube Pinheiros.
Este jogador estará embarcando na próxima semana para a Europa, a convite de um grande clube, aos 14 anos e tudo indica e torceremos para isso, que terá uma carreira brilhante.
Na vida deste atleta houve um planejamento profissional respeitando-se os desejos do garoto em jogar basquete.
Nem tudo foi fácil, pois houve uma orientação técnica que o desqualificava para o basquete, com sugestão para que fosse goleiro de futebol de salão, mas por sorte um técnico insistiu para que continuasse sua carreira no basquete.
E alguns podem pensar, que só os mais privilegiados podem chegar aonde ele chegou, enganam-se, pois o grande treinador foi seu próprio pai, que utilizava quadras que estariam livres só às 6h00 da manhã, a fim de treinar fundamentos e arremessos com o filho.
Portanto, façam seu planejamento, busquem elaborar objetivos e peçam ajuda aos seus pais, técnicos, profissionais da equipe e fundamentalmente acreditem que a partir de organização, determinação e vontade o sonho de vocês, assim como o do Adonis, pode tornar-se realidade antes mesmo que vocês percebam.
Façam suas histórias como agentes responsáveis por elas e poderão ter muito orgulho de si próprios, tornando-se mais um ídolo, para nós meros torcedores.
Um abraço a todos,
Madely Ferrari
Madely Ferrari
Colaborador madelyferrari@uol.com.br
Fonte : databasket.com.br
Domingo, Abril 03, 2005
Posted
10:55 PM
by MARIVAL ANTONIO MAZZIO JUNIOR
Liga Metropolitana de Basquete de Londrina
Prefeitura Municipal de Londrina
Fundação de Esportes
Este projeto foi aprovado pelo
Fundo Especial de Incentivo a Projetos Esportivos
Tabela de Jogos TORNESCOLON 2005
Local : Ginásio do Moringão
Data : 04/04 ¿ 2ª Feira
Manhã
08:00 ¿ Col. Newton Guimarães X Col. Evaristo da Veiga FB
08:45 ¿ Col. Barão do Rio Branco X Col. Mãe de Deus FB
09:30 ¿ Col. Newton Guimarães X Col. Monsenhor Escrivá MB
10:15 ¿ Col. Maria J. Aguilera X Col. Evaristo da Veiga MB
11:00 ¿ Col. Olympia Tormenta X Col. José Carlos Pinotti MB
Árbitros :
Valdenir, Luís Haas e Alessandro
Tarde :
13:30 ¿ Col. Newton Guimarães X Col. Mãe de Deus FA
14:15 ¿ Col. Polivalente X Col. Monsenhor Escrivá MA
15:00 ¿ Col. Maria J. Aguilera X Col. Vicente Rijo MA
15:45 ¿ Col. Adélia D. Barbosa X Col. Marcelino Champagnat MA
16:30 ¿ Col. Wistremundo Garcia X Col. Nossa S. de Lourdes MA
Árbitros :
Hamilton R. , Claudinê e Marival Jr.
Local : Ginásio do Moringão
Data : 05/04 ¿ 3ª Feira
Manhã
08:00 ¿ Col. Newton Guimarães X Col. Mãe de Deus FB
08:45 ¿ Col. Barão do Rio Branco X Col. Evaristo da Veiga FB
09:30 ¿ Col. Newton Guimarães X Col. Evaristo da Veiga MB
10:15 ¿ Col. Maria J. Aguilera X Col. Monsenhor Escrivá MB
11:00 ¿ Col. Barão do Rio Branco X Col. José Carlos Pinotti MB
Tarde
13:30 ¿ Col. Newton Guimarães X Col. Mãe de Deus FA
14:15 ¿ Col. Newton Guimarães X Col. Maria J. Aguilera MA
15:00 ¿ Col. Monsenhor Escrivá X Col. Olympia Tormenta MA
15:45 ¿ Col. Nossa S. de Lourdes X Col.Universitário MA
16:30 ¿ Col. Marcelino Champagnat X Col. Marista MA
Local : Ginásio do Moringão
Data : 06/04 ¿ 4ª Feira
Manhã
08:00 ¿ Col. Newton Guimarães X Col. Barão do Rio Branco FB
08:45 ¿ Col. Mãe de Deus X Col. Evaristo da Veiga FB
09:30 ¿ Col. Newton Guimarães X Col. Maria J. Aguilera MB
10:15 ¿ Col. Evaristo da Veiga X Col. Monsenhor Escrivá MB
11:00 ¿ Col. Barão do Rio Branco X Col. Olympia Tormenta MB
Tarde
13:30 ¿ Col. Newton Guimarães X Col. Mãe de Deus FA * Se necessário
14:15 ¿ Col. Universitário X Col. Wistremundo Garcia MA
15:00 ¿ Col. Marista X Col. Adélia D. Barbosa MA
15:45 ¿ Col. Vicente Rijo X Col. Newton Guimarães MA
16:30 ¿ Col. Olympia Tormenta X Col. Polivalente MA
Local : Ginásio do Moringão
Data : 07/04 ¿ 5ª Feira
08:00 ¿ 1º Grupo A X 1º Grupo D MA
08:45 ¿ 1º Grupo B X 1º Grupo C MA
Local : Ginásio do Moringão
Data : 08/04 ¿ 6ª Feira
Manhã
08:00 ¿ 1º Grupo A X 2º Grupo B MB
08:45 ¿ 1º Grupo B X 2º Grupo A MB
Tarde
13:30 ¿ Decisão 3º/4º MA
14:15 ¿ Decisão 1º/2º MA
Local : Ginásio do Moringão
Data : 11/04 ¿ 2ª Feira
Manhã
08:00 ¿ Decisão 3º/4º MB
08:45 ¿ Decisão 1º/2º MB
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6:33 PM
by MARIVAL ANTONIO MAZZIO JUNIOR
Release imprensa 08 2005
LIGA DE BASQUETE DE LONDRINA REALIZOU TORNEIO INÍCIO ¿ Fase 2
A Liga Metropolitana de Basquete de Londrina e Fundação de Esporte da Prefeitura Municipal de Londrina, através do projeto aprovado pelo Fundo Especial de Incentivo a Projetos Esportivos, realizou no dia 02 de abril (Sábado) o Torneio Início - Fase 2 de 2005 no Ginásio Santanna do Centro de Educação Física da Universidade Estadual de Londrina. No Torneio Início são disputadas partidas com 2 tempos de 8 minutos, com menos faltas coletivas e individuais e divididas nas categorias pré mini (nascidos em 1995-96), infantil (nascidos em 1991-92) e juvenil (nascidos em 1987-88) e contará com a presença de equipes de Londrina e região.
As equipes campeãs foram : pré mini masculino - AREL, pré mini feminino ¿ Colégio Maxi, infantil masculino - ALB 2, infantil feminino - PM Cambé e juvenil masculino e feminino Assoc. Maringá.
¿Tivemos a participação de 35 equipes de Londrina e região (AREL, Associação Londrinense de Basquete, Assis SP, Associação Maringaense, Colégio Champagnat, Colégio Olympia Tormenta , Colégio Maxi , Colégio São José/Apucarana , Núcleo Barão de Basquetebol Londrinense, Londrina/Colégio Nobel, Autarquia Mun. de Esportes Andirá, PM Campo Mourão, Iate/Cultura Inglesa, Pref. Mun. Cambe e Paranavaí ABASP) mostrando assim que o Torneio Início já é uma competição aguardada e esperada por vários atletas e técnicos da região de Londrina para o início das atividades do ano¿ .
O Torneio Início foi uma promoção da Liga Metropolitana de Basquete de Londrina, Fundação de Esportes e Prefeitura Municipal de Londrina com o apoio da Universidade Estadual de Londrina.
Marival Junior
Presidente da LMB
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6:04 PM
by MARIVAL ANTONIO MAZZIO JUNIOR
CLIPPING DO BASQUETE
Mulheres podem ter campeonato na nova liga
O primeiro contato para que o basquete feminino também faça parte da liga de clubes independente à Confederação Brasileira de Basquete (CBB) já foi iniciado.
Nos bastidores, representantes de equipes articulam participação na Nossa Liga de Basquete, fundada no mês passado pelo ex-jogador Oscar Schmidt. Cerca de 20 clubes já manifestaram apoio ao grupo.
Para fortalecer o movimento de independência, técnicos e ex-atletas renomados vão participar da próxima reunião da liga, na quinta-feira, em São Paulo. Inclusive as duas estrelas do basquete nacional, Hortência e Paula, convidadas nesta quinta-feira por Oscar.
Inicialmente, a atuação das ex-jogadoras se restringirá apenas a apoiar uma campanha de mudança na modalidade.
"Vamos conhecer como a liga vai funcionar. O Brasil está atrasado, pois todos os campeonatos de basquete bem-sucedidos são feitos por ligas independentes. Está mais do que na hora de mudar", disse Paula.
A ex-jogadora cita, entre outros exemplos, a NBA e a WNBA, as ligas norte-americanas profissionais, organizadas sem a intervenção da confederação nacional.
"Ninguém está indo contra nada, está apenas buscando uma solução ao basquete. Eu sou otimista e apóio essa idéia (a liga independente)", completou Antonio Carlos Vendramini, técnico do Ourinhos, atual campeão brasileiro.
Insatisfeitos com a atual gerência da modalidade, os 16 clubes participantes do Nacional masculino e outros, como Bauru e Hebraica, mobilizaram-se para fundar uma liga independente, com a intenção de organizar os torneios, deixando a CBB apenas com a Seleção.
A entidade, no entanto, ainda não reconheceu a autenticidade do grupo presidido por Oscar. Atualmente, 24 equipes compõem a Nossa Liga.
FONTE: TERRA ESPORTES
Atenciosamente,
Alcir Magalhães Filho.
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6:04 PM
by MARIVAL ANTONIO MAZZIO JUNIOR
Federações de Santa Catarina e Paraná recebem visita de José Medalha
O candidato à presidência da Confederação Brasileira de Basketball, professor José Medalha, visita na próxima semana as federações estaduais de Santa Catarina e Paraná. A nova rodada de visitas acontece nos dias 04 e 05 de abril, quando Medalha estará, respectivamente, nas cidades de Florianópolis e Curitiba. A intenção dessas visitas é discutir a realidade do Basquetebol em cada estado e apresentar para os presidentes de federações as propostas de seu Plano de Gestão para o quadriênio 2005-2008 da CBB. Desde fevereiro, Medalha já percorreu federações das regiões do Norte, Nordeste e Centro-Oeste e visitará
os demais estados ainda no mês de abril, antes das eleições marcadas para maio. Segundo Medalha, a receptividade de suas propostas tem sido muito grande, o que o está motivando bastante na disputa. "Acredito que existe grande chance de mudarmos o atual estado de coisas na CBB". Medalha vem demonstrando todo seu compromisso por mudanças para melhoria do Basquetebol brasileiro desde 2003, quando iniciou o Movimento Muda CBB, cujas propostas estão descritas no site www.mudacbb.com.br.
Informações para imprensa:
Realce Comunicação - Tel.: (13) 3012-0803 / (13) 9105-8091 / (13)
9706-2711
Ana Paula de Oliveira Oliva - MTB 31.766
Rafael Oliva - MTB 33.275
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6:03 PM
by MARIVAL ANTONIO MAZZIO JUNIOR
CLIPPING DO BASQUETE
Feminino : Magic Paula e Hortência se unem a Oscar no projeto de liga independente feminina
Depois de liderar a fundação da Nossa Liga de Basquetebol, o ex-cestinha Oscar Schmidt, dirigente do Telemar/Rio de Janeiro, inicia articulações para realizar projeto semelhante também no feminino. Uma reunião já foi agendada para a próxima quinta-feira, em São Paulo, com a participação das duas principais estrelas da história do basquete nacional: Magic Paula e Hortência Marcari. Rivais em quadra durante quase toda a carreira, as ex-jogadoras têm discurso parecido sobre a idéia de fundar a liga feminina.
Atenciosamente,
Alcir Magalhães Filho.
Posted
6:02 PM
by MARIVAL ANTONIO MAZZIO JUNIOR
Educadores, Marca, Amor ao que fazemos
Caro Alcir,
O que acha de passar este email ao seu CLIPPING DO BASQUETE ?
Caro Amigos,
É com grande prazer que participei durante toda esta semana da Final Four, Saint Louis Missouri , onde tive a oportunidade de fazer parte da Associação de Treinadores Americanos (NABC- National Association of Basketball Coaches).Durante a Final Four tive a oportunidade de participar de varias Clinicas e Cursos em diversas áreas com os treinadores, alem de assistir todos os jogos.
Hoje, participei de varias clinicas e que deveria repassar para todos os amigos do Brasil o que aprendi de interessante.
Inicialmente participei de uma reunião para assistentes de treinadores destinada para aqueles que tem planos e pretendem um dia se tornarem treinadores (Head Coach). Nesta clinica estavam presentes como palestrantes: Os AD (Diretores Athleticos) das Universidades de Kansas e Kentuck e o Head Coach Kelvin Sampson da Universidade de Oklahoma.
O primeiro item que foi repassado para os assistentes, somos educadores, temos a função em ajudar o atleta atingir o seu nível máximo dentro e fora da quadra;
- Colocaram muita importância no Branding (Marca) em nós mesmos, somos um produto, digo eu e você, carregamos um nome e um sobrenome vinculados a ele.
- Temos sempre que tomar atitudes e decisões que ajudem o nosso nome (produto) a melhorar e progredir, como se fosse um produto que esteja disponível para comercialização.
- Existem vários ex-treinadores mas não ex-pessoas, então trate todos que estão ligados ao seu clube e time da melhor forma possível.
- Seja ético nas suas decisões.
- O treinador de Michagam State, Tom Izzo, trouxe para a Final Four as pessoas que tomam conta e limpam a quadra do ginásio da faculdade, esta foi uma forma de demonstrar respeito, agradecer e valorizar aquele humilde serviço , mas de grande importância prestado por essas pessoas todos os dias , temos que tratar todos da mesma forma, e não somente daqueles dos quais precisamos e queremos algo em troca ou por medo.
- Mencionaram que vitórias e derrotas contam na hora de contratar um treinador, mas esta em primeiro lugar o caráter do profissional, o AD e o individual que tem dentre as suas funções a responsabilidade de contratar treinadores para representar a sua instituição educacional avalia esses itens.
- O AD mencionou que não é bom encontrar um educador (em bares, bebendo ou usando linguagem vulgar), querem um líder e educador que sejam exemplos, da qual a universidade pode se orgulhar.
Outro assunto muito discutido e que os treinadores devem se aprimorar e estudar , não é somente se aterem ao jogo de basquete mas também administração dele, treinadores hoje do basquete universitário americano são como qualquer outro empresário que tem responsabilidades de contratar, levantar dinheiro para a faculdade, recrutamento, relacionamento etc... Foram mencionados dois livros que eu tive o prazer de ler durante minha pos-graduação em Negócios (MBA).
1) Good to Great
2) Straight from the Gut do author Jack Welch.
Foi mencionado que o treinador tem que ser uma pessoa que todo dia tem que acordar e correr atrás de melhorar. Temos que ser Self-Start, e não esperar alguém chamar a gente para fazer algo.
Por ultimo foi mencionado que não temos que correr atrás de emprego pelo dinheiro. Vá atrás do trabalho que vc acha que terá mais chance de ter sucesso e que goste de ir trabalhar todos os dias. O dinheiro vira como conseqüência do seu esforço.
Isto que aprendi nesses dias e repasso a todos, tem como objetivo dar a minha colaboração àqueles que trabalham com o basquete do meu país e não tem a oportunidade de participarem de um trabalho deste como participei.
Estou tendo grandes oportunidades aqui nos EUA e aprendendo muito sobre esporte, e acho valido passar na medida do possível para os amigos no Brasil.
Outro dia escrevo sobre a palestra maravilhosa do coach de Duke, Mike Krzyzewski
Walter Roese
Director of Basketball Operations
Brigham Young University
2112 Marriott Center
Provo, UT 84602
(801) 422-5040 Office
(801) 319-0102 Cell
(801) 422-5965 Fax
Posted
6:01 PM
by MARIVAL ANTONIO MAZZIO JUNIOR
Liga Metropolitana de Basquete de Londrina
Torneio Início Fase 2
Resultados Finais
Pré mini feminino
Campeão ¿ Colégio Maxi
2º lugar ¿ AMEA Andirá B
3º lugar ¿ AMEA Andirá A
Pré Mini Masculino ¿ PMnM ¿ 1995-96
Campeão ¿ AREL
2º lugar ¿ Iate/Cultura Inglesa
3º lugar ¿ Colégio Maxi
Infantil Feminino ¿ IF ¿ 1991-92
Campeão ¿ PM Cambé
2º lugar ¿ AREL
3º lugar ¿ NBBL
4º lugar ¿ AMEA Andirá B
Infantil Masculino ¿ IM ¿ 1991-92
Campeão ¿ ALB 2
2º lugar ¿ Assis
3º lugar ¿ Iate/Cultura Inglesa
4º lugar ¿ AREL
Juvenil Feminino ¿ JF ¿ 1987-88
Campeão ¿ Assoc. Maringá
2º lugar ¿ Londrina/Colégio Nobel
3º lugar ¿ Campo Mourão
4º lugar ¿ Paranavaí/ABASP
Juvenil Masculino ¿ JM ¿ 1987-88
Campeão ¿ Assoc. Maringá
2º lugar ¿ Iate/Cultura Inglesa 1
3º lugar ¿ Campo Mourão 2
4º lugar ¿ Campo Mourão 1
OBS : Todas as equipes acertaram a taxa de pagamento, exceto as equipes Assoc. Maringá e Iate/Cultura Inglesa que ainda não acertaram a taxa de pagamento.
Das 36 equipes que confirmaram presença no Torneio Início Fase 2 apenas a equipe da ACM/ALB (técnico Gringo) não levou a equipe do Infantil Feminino.
Marival Antonio Mazzio Junior
Presidente da Liga Metropolitana de Basquete de Londrina
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6:00 PM
by MARIVAL ANTONIO MAZZIO JUNIOR
Londrina/TIM enfrenta a Ulbra no Moringão
O Londrina/TIM terá hoje contra a Ulbra, às 18 horas, no Moringão, mais uma oportunidade para se recuperar da sequência de sete derrotas consecutivas no Campeonato Nacional de Basquete Masculino. O time londrinense desperdiçou uma grande oportunidade de vencer, na última quinta-feira, quando perdeu para o Joinville, em Santa Catarina, por 83 a 82, após manter-se à frente do placar grande parte do jogo. Com a derrota, Londrina caiu para a penúltima colocação, com cinco vitórias e 15 derrotas. Já a Ulbra é o 11º colocado.
O técnico Ênio Vecchi, do Londrina/TIM, disse que os jogadores devem esquecer da última derrota e manterem-se concentrados somente no jogo com a Ulbra. No primeiro turno, a equipe gaúcha venceu por 81 a 66, em Torres.
Vecchi confirmou que não irá mais se transferir para a seleção da Venezuela. O técnico tinha sido convidado para dirigir a seleção daquele país, mas na última semana recebeu um telefonema dos dirigentes informando que outro técnico foi contratado.
Gilmar Agassi
Reportagem Local
Fonte : folhadelondrina.com.br
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