Basquete em Londrina

Sábado, Abril 23, 2005


Preparar a fornalha

Dezembro do ano passado: três agentes brasileiros cruzam o Sul do país em mais uma rotineira viagem caça-talentos. Bateram o olho em um garoto no meio da molecada. E não precisou de muito tempo - geralmente, não precisa mesmo - para que o ¿lingüiça¿ fosse o tópico exclusivo do bate-papo e que o bloquinho de anotações fosse preenchido compulsivamente. Pois hoje o garoto está escondido em um ginásio, já com promessas de algum bom contrato (europeu?) pela frente. Mas a questão da saída precoce da lavoura, se ficamos com déficit ou superávit no processo, fica para outra.
O que intrigava nessa história era o paradoxo: como pode um esporte tão combalido gerar tanta mão-de-obra qualificada assim, sem parar? E pensa, e pensa, e pensa. Vai para a mesa do bar, circula a pergunta por e-mail, e pensa mais um pouco. Tudo para arriscar uma conclusão simplória e óbvia: o país tem mais de 180 milhões de pessoas, não tem?
O IBGE ainda não mediu, ainda bem, mas a leve desconfiança é de que o basquete seja a terceira modalidade esportiva mais popular por estas bandas, atrás daquela que começa com ¿v¿. Mas em uma terra que aparece até campeã mundial de taekwondo, pode ser que um Nivaldo Meneghelli e uma cesta atrás de um jipe em São Carlos bastem para que surja alguém como Nenê.
E aí chegamos ao ponto: o estouro de novos jogadores está mais ligado a suas habilidades puras ¿ que surgem, assim, de repente ¿ ou à visão e aprimoramento nos clubes brasileiros? Lula Ferreira procura sempre destacar em suas entrevistas que, se há brasileiros na NBA ou em fortes ligas européias, os técnicos daqui merecem o reconhecimento. Prefiro, contudo, seguir o primeiro rumo, tentando explicar por algumas das pendências de nossos jovens talentos, por exemplo:
a) Nenê ficou pouco tempo no primeiro escalão por aqui, enterrando em cima de todo mundo. Até hoje, porém, o pivô não consegue matar uma bola a mais de seis passos da cesta. Também lhe falta senso de colocação para esperar o rebote (¿Às vezes acho que o Camby vem em cima do meu rebote¿, já disse o brasileiro);
b) Leandrinho foi um grande destaque do Nacional antes de partir para Cleveland, mas ainda não sabe bem o que é ser um armador. Rápido feito uma flecha, com envergadura intimidadora... sem visão de jogo;
c) Marcus Vinícius Urban, do L¿Hospitalet (LEB2), um exímio atleta, está aprendendo a... arremessar na Espanha, diariamente;
d) Lucas Tischer ainda não consegue reconhecer o que é uma marcação dupla, e já atua entre os adultos há muito tempo. Também não sabe usar seu físico privilegiado para se assegurar na defesa, cometendo muitas faltas evitáveis;
e) Caio Torres deixou o Pinheiros dizendo que precisaria ¿refazer todo seu trabalho de pés¿ na Espanha. No meio da bagunça que está o Paulistano, é preciso checar se os treinados estão com tempo para trabalhar o garoto;
f) Para não falar de Tiago Splitter e Luís Felipe Gruber (Etosa Alicante), que estão aprendendo tudo na Espanha, por terem saído bem cedo;
Uma exceção talvez seja o armador Marcelinho Huertas, que foi para a Espanha com excelente visão de quadra e pacote ofensivo completo, mas com dificuldades para segurar qualquer armador que partisse em sua direção, como observou o scout norte-americano Steve Aminoff, que assistiu a quatro jogos do atleta no Nacional de 2004 e mais meia-dúzia de fitas.
A intenção não é minimizar a qualidade da incessante fornada brasileira, mas ressaltar que ainda são jovens atletas, com potencial, que precisam de instrução detalhada. As análises de Denver Nuggets e Cia. sobre Nenê e Leandrinho batem exatamente nesta tecla: eles possuem algo que ¿não se ensina¿. A sede da NBA por talentos internacionais influi, mas o que mais chamou a atenção para o par foi justamente o talento bruto a ser lapidado e a capacidade atlética.
Na segunda-feira passada, tendo em vista a Copa América (veja abaixo as chaves), Lula afirmou: ¿Confio no potencial dos nossos jogadores para conseguir a vaga (para o Mundial)¿. A torcida brasileira também confia e só está esperando o time render em quadra.
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A seleção brasileira estréia contra os velhos conhecidos venezuelanos na Copa América, dia 24 de agosto, na República Dominicana, valendo vaga para o Campeonato Mundial do Japão, em 2006. A chave da primeira fase ainda tem Estados Unidos, Canadá e Panamá. Apenas um time será eliminado na primeira fase. Os classificados enfrentam quem sair de Argentina, Porto Rico, República Dominicana, México e Uruguai.
Após esse cruzamento, as quatro melhores campanhas garantem o direito de disputar o Mundial. Se a Argentina, já garantida pelo ouro olímpico, ficar entre os quatro primeiros, o quinto colocado leva a vaga.
¿Vamos estrear contra a Venezuela, uma equipe bastante conhecida, que sabemos como joga. Na verdade a ordem dos adversários não interfere no nosso trabalho, pois o importante é estar preparado para a seqüência forte de jogos diários. É uma competição curta em um formato difícil e por isso temos que estar bem em todos os confrontos rumo à vaga para o Mundial do Japão¿, disse o técnico Lula, em release da CBB.
É hora de madrugar e começar a fazer a lição de casa.
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Começa hoje a final brasileira da Liga Sul-Americana, com transmissão da ESPN Brasil. De um lado, os veteranos de Hélio Rubens, com a força física de Estevam debaixo da tábua e criatividade de Valtinho, contra os garotos liderados por Manteiguinha e pelo ala Diego, que defendeu a quase anônima seleção brasileira, em dois torneios na China, no ano passado. Segundo relatório encaminhado a Lula, os destaques deste ¿time de novos¿ foram Huertas, o ala Arthur, de Ribeirão Preto, e o ala do Paulistano Jefferson William, atuando como sexto homem.
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A Folha de S.Paulo noticiou: vai de chapa única a oposição na disputa presidencial da CBB, encabeçada por Hélio Barbosa. O opositor já costura acordo com a agência Sportslink, credora da entidade, e também garantiu cargo ao ex-técnico José Medalha, que abriu mão de sua candidatura.
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e-mails para: giancarlogiampietro@rebote.org


Penitência olímpica
Com a mira no Rio-07 e em Pequim-08, o comitê Olímpico Brasgileiro deu esta semana um ultimato às confederações de modalidades contempladas com recursos da Lei Agnelo/Piva.
O órgão dirigido por Carlos Arthur Nuzman tenta impor um plano de metas e resultados cujos pilares são a contratação de técnicos especializados, a melhoria da infra-estrutura de treinamento, o incremento do intercâmbio com outros países e a manutenção de equipes olímpicas permanentes.
O comitê informa já ter feito conferências com os dirigentes para formalizar a reprimenda.
Até aí, pouca novidade.
Um exercício simplista de análise de números mostra, entretanto, que o tal planejamento esbarra na realidade do basquete.
O rastreamento do dinheiro injetado no basquete pela lei que destina 2% do total recolhido pelas loterias ao esporte aponta um horizonte distante do devaneio olímpico.
Pelo balanço divulgado pelo COB, em 2004 foi repassado R$ 1,9 milhão à CBB. O montante exclui o patrocínio da estatal Eletrobrás, captado diretamente pela entidade.
Do total arrecadado via Lei Agnelo/Piva, a associação máxima do bola-ao-cesto nacional diz ter aplicado 9% (R$ 183 mil) em preparação técnica e nenhum centavo em recursos humanos e desenvolvimento ¿ tripé que deveria ser priorizado, de acordo com a cartilha de Nuzman, alardeada com pompa e circunstância nesta quarta-feira.
A fatia esmagadora é torrada, pasmem, em competições. As nacionais concentram 31,1% do orçamento, sobrando 20,5% aos torneios internacionais ¿ esses últimos vitais para o projeto olímpico, segundo o que apregoa o COB.
O esforço do comitê em favor de um virtuoso ¿ciclo olímpico¿ parece nobre, mas, no basquete, é absolutamente vão.
Entre as modalidades coletivas ditas populares no país (a CBB garante ter triplicado em quatro anos o número de atletas registrados para 75 mil praticantes), a da bola laranja é a que coleciona o mais amargo handicap nas últimas Olimpíadas ¿ o time masculino completa no ano que vem 10 anos de distância da maior festa poliesportiva do globo. O feminino perdeu em solo grego o pódio que conquistara em Sydney.
E o pior: seus dirigentes têm se mantido intactos sob a égide de mirabolantes projetos com foco justamente na retomada da corrida pelo olimpo.
O atual presidente da CBB, Gerasime Bozikis, o Grego, assegurou novo mandato em 2000 debruçado sobre o Atenas-04, programa que teria como objetivo central reconduzir a seleção masculina aos Jogos. À ocasião, Grego rasgou o estatuto da entidade, com aval das federações, e ganhou novo mandato. Tudo em prol do malogrado plano.
Veio outro fiasco Pré-Olímpico e a retórica foi mantida, com os mais esdrúxulos argumentos.
O mesmo relatório do COB, aliás, expõe outro flagelo que contamina o projeto de revitalização do basquete: a confederação reconhece, em uma tabela comparativa, a decadência das equipes de base no quadriênio 2000-04.
À exceção da categoria juvenil feminina, que se preservou na dianteira sul-americana, o selecionado verde-amarelo desceu degraus nas demais competições continentais ¿ caiu de 2º para 3º na Cadete masculino, de 1º para 2º na Cadete feminino.
Manteve-se à sombra da Argentina no Sub-21 e perdeu terreno na Copa América (passou de 3º para 4º no feminino juvenil e de 4º para 6º no Sub-21 masculino).
"A tendência é que tenhamos a melhor preparação brasileira em um ciclo olímpico, pois conseguiremos nos programar a longo prazo. Isso graças aos recursos da Lei Agnelo/Piva", vaticina Marcus Vinícius Freire, diretor técnico do COB (ex-jogador de vôlei).
A trupe de Nuzman (outro do vôlei) não esclarece as fórmulas de acompanhamento e fiscalização das tais ¿metas e resultados¿.
Enquanto os métodos de cobrança ficam no porta-luvas, os carros-chefe do basquete seguem na contramão.
No entender de quem pilota a modalidade, as seleções continuarão sob a tutela de treinadores que acumulam a nobre função com cargos políticos em suas cidades-domicílio.
E mais: as chaves dos cofres da CBB seguirão abertas para competições de eficiência duvidosa.
Satisfeito? Não?
Então, sente-se. Os cardeais das federações se preparam para entoar ¿Habemus Grego¿ no dia 2, com direito a fumaça branca e exílio espiritual. Tomara que, ao menos, tenham tempo para decorar o ato de contrição. A penitência virá, um dia.
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Zona Morta
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))) É válida a tentativa da Nossa Liga de Basquete ¿ aquela que é independente, ma non troppo - de indicar um representante do Ministério Público para a tesouraria da entidade. Mesmo que seja para gerenciar caixa vazio, a medida tenta dar mais transparência ao processo.
))) Não chega a ser propriamente uma vingança, mas tem um certo sabor. Os argentinos começam a assistir na tarde desta quinta-feira, via ESPN+, aos VTs da série final da Liga Sul-Americana masculina. Direto de Goiânia. Com os brazucas Ajax e Uberlândia. Ah, os portenhos estão, sim, em quadra. No apito.
))) Rimas Kurtinaitis, exímio atirador de meia distância lituano, expoente do ouro olímpico da União Soviética em Seul, agora reina absoluto como treinador da seleção do Azerbaijão. Debutou nos Jogos Asiáticos da Boa Vontade, disputados na Arábia Saudita.
))) Falando em Lituânia, o país garantiu mais uma vaga na Euroliga de 2006. O Lietuvos Rytas sagrou-se campeão da Uleb Cup (espécie de segunda divisão européia) ao bater nesta terça o grego Alfa Makedonikos por 78 a 74 na Bélgica. Com o resultado, os lituanos se juntarão ao Zalghiris Kaunas na elite do Velho Continente a partir da próxima temporada. O Juventud Badalona, do brasileiro Marcelinho Huertas, participa da Uleb ¿ este ano, o clube espanhol foi barrado nas oitavas-de-final pelo compatriota Pamesa Valencia.
e-mails para: fabiozambeli@rebote.org


BRASILEIRO É RUIM DE MEMÓRIA
As vésperas do início do VII Torneio Mayr Facci fico imaginando a felicidade deste "moço" de 78 anos de idade por estar recebendo uma homenagem em vida, mesmo sabendo que outros tantos desportistas morrem sem terem seus nomes lembrados. Esta é uma faceta negativa do nosso esporte. Poucos são aqueles que permanecem em destaque após encerrarem suas carreiras. O povo brasileiro é fraco de memória e não valoriza aqueles que deram suas vidas pelo esporte. Alguém já ouviu falar do Jaime Maurício. Por este nome é difícil, mas o professor Cabeção ainda está na memória de muitos. Pois era ele quem convocava treinos às 5horas da manhã quando ainda treinava a equipe do Guarani. Teve passagens pelas seleções de Ponta Grossa e Blumenau, conquistando vários títulos. Encerrou sua carreira como técnico de basquete do Colégio Neo Master e professor de natação na Universidade Estadual de Ponta Grossa. Hoje vive numa cadeira de rodas, residindo perto do fórum da cidade. Lembro-me da sua emoção numa das últimas visitas ao Ginásio Borell Du Vernay. Eu dirigia a equipe de basquete do Master e estavamos em pleno aquecimento. Fiz questão de ir cumprimentá-lo e dizer a ele que o técnico Cabeção fora um dos grandes propulsores da modalidade no tempo em que atuou. Naquele momento pouco me importava o rancor de ter sido cortado por ele (na época que eu ainda era atleta) da equipe de Blumenau ( sem problemas... eu era meia boca mesmo). O importante pra mim foi o reconhecimento de uma pessoa que fez muito pelo basquete de Ponta Grossa. Por isso, aproveito a oportunidade para hoje enaltecer os vários "Mayr Facci" que temos espalhados pela cidade, seja no basquete, no futebol, no atletismo, no handebol e outras tantas modalidades. A todos vocês o meu humilde reconhecimento e agradecimento. Sem a luta destes gladiadores do esporte do passado talvez não tivéssemos nem a possibilidade de vivenciarmos as glórias do presente, e nem a expectativa de colhermos os frutos do futuro.
Ben Hur Chiconatto
Basquetepg.blogger.com.br


CAMPEONATOS ESTADUAIS 2005 ¿ REGIÀO SUL
Na próxima semana terá inicio os Campeonatos estaduais da FPB, portanto estamos divulgando as equipes inscristas em cada categoria.

Juvenil masculino
São José/Keltek
SEPAM
CEEO
CMP/ Clinihauer
Dom Bosco
Sociedade Thalia

Juvenil feminino
Paraná basquete
CEP
ABSB
Dom Bosco

Infanto masculino
Santa Mônica
São José/Keltek
SEPAM
CEEO
CMP/ Clinihauer
Dom Bosco
Sociedade Thalia
Marista Paranense/ Vale Fértil

Infanto feminino
Paraná basquete
CEP
ABSB
Dom Bosco
APAB
Ponta da lagoa/ Neo Master
Marista Paranense/ Vale Fértil
Santa Mônica

Infantil masculino
APAB
São José/Keltek
SEPAM
CMP/ Clinihauer
Sociedade Thalia
Marista Paranense/ Vale Fértil

Infantil feminino
Paraná basquete
Santa Mônica
ABSB
Dom Bosco
APAB
Ponta da lagoa/ Neo Master
Marista Paranense/ Vale Fértil
SEPAM

Mini masculino
São José/Keltek
SEPAM
CMP/ Clinihauer

Mini feminino
Ponta da lagoa/ Neo Master
SEPAM
Paraná basquete

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campeonato metropolitano adulto

Também foram confirmada disputarão Campeonato Metropolitano Adulto, sào 10 equipes, confiram quais são:
Circulo / Clinihauer A
Circulo / Clinihauer B
Sociedade Thalia
Digidata / STCP Engº / UFPR
Marista/Vale Fértil/Homeopharma
Santa Mônica
São José/Keltek
Home Clean
P.M Colombo
Bosh

Basquetecuritiba.blogger.com.br


Infiltração: Os 12 trabalhos não feitos por Grego
Alessandro Lucchetti [alessandrolucchetti]
22-Apr-2005 14:18

Quem disse que o basquete não figura como destaque dentre as modalidades olímpicas no Brasil? O esporte é o primeiro na lista preparada pelo Comitê Olímpico Brasileiro (COB) que aponta aspectos considerados ideais na gestão das modalidades e não atendidos pelas confederações nacionais esportivas. A entidade presidida por Gerasime Bosikis, o Grego, apresenta 12 lacunas na forma como se estrutura. As duas mais gritantes são a inexistência de um departamento de seleções e outro de competições.

Os dados foram apresentados esta semana, no Rio, no planejamento das equipes brasileiras para o atual ciclo olímpico. A meta declarada pelo COB é aperfeiçoar o trabalho das confederações visando a uma maximização de performance nos Jogos de Pequim/2008. O presidente da entidade, Carlos Arthur Nuzman, alega que o trabalho foi feito pela primeira vez este ano, porque se trata do primeiro ciclo inteiramente beneficiado pelos recursos oriundos da Lei Agnelo/Piva. Claro que a justificativa não cabe - esse tipo de diagnóstico já poderia ter sido feito muito tempo antes.

O diagnóstico chega atrasado, mas antes tarde do que nunca. A demora cobra um preço. Por exemplo: ainda que um departamento de competições venha a ser criado, essa repartição já nascerá com as funções esvaziadas, justamente porque a inapetência da CBB para organizar o Nacional deu origem à Nossa Liga de Basquete.

A falta de um departamento de seleções é mesmo grave. Qual é a lógica na distribuição dos cargos de técnico das diversas seleções nacionais? De que forma são monitorados os dados dos atletas ao longo de suas carreiras? Eles são repassados aos treinadores das categorias imediatamente posteriores? Por que o Brasil está apanhando da Argentina em todas as categorias no masculino, e vem sendo acossado pelo rival também no feminino? Como a seleção Sub-21 masculina não conseguiu classificação para o Mundial da categoria, em 2000, contando com jogadores como Nenê, Alex, Baby e Tiago Splitter?

Essa equipe conseguiu ficar em quarto lugar, atrás da República Dominicana, jogando em Ribeirão Preto...E o técnico depois chegou à seleção adulta. E o técnico que levou o Brasil ao vice-campeonato no Mundial da Croácia Sub-23 feminino, Paulo Roberto Bassul, sentindo-se desprestigiado pela CBB, desligou-se da equipe, porque Antonio Carlos Barbosa está entronizado no cargo de técnico da seleção adulta, apesar de ter perdido o respeito de muitas das jogadoras nos Jogos de Atenas. Qual é a lógica?

A lógica está dentro do insondável raciocínio de Grego, que conduz todos os assuntos afetos à CBB de forma autocrática, sem considerar critérios técnicos nem delegar funções importantes. É por isso que Paula e Hortência, que depois de encerrar carreira se prepararam para trabalhar no esporte, jamais foram devidamente aproveitadas pela CBB. Felizmente, estão contribuindo para a Nossa Liga.

As omissões de Grego, virtualmente eleito para um terceiro mandato à frente da CBB, configuram um triste amontoado de 12 trabalhos não feitos, e quem paga por isso é o basquete...
Infiltração: Infiltração: Alessandro Lucchetti, 34 anos, é repórter há sete anos. Começou no Lance! e hoje está no Diário de São Paulo. Cobriu os Jogos Olímpicos de Atenas/04.
Fonte : basketbrasil.com.br


Terça-feira, Abril 19, 2005


Nota Oficial 06/2005
Liga Metropolitana de Basquete de Londrina
Prefeitura Municipal de Londrina
Fundação de Esportes


Este projeto foi aprovado pelo
Fundo Especial de Incentivo a Projetos Esportivos

Londrina, 14 de abril de 2005.
CONGRESSO TÉCNICO
Data limite de Inscrição Campeonato Aberto LMB 2005: 23 de abril de 2005 às 9:00 (nove horas)
Congresso Técnico : 23 de abril de 2005
Horário : 09:00
Local : a ser definido (Londrina)
Categorias (masculino e feminino):
Pré mini ¿ nascidos em 1995 e 96
Mini ¿ nascidos em 1993 e 94
Infantil ¿ nascidos em 1991 e 92
Infanto ¿ nascidos em 1989 e 90
Juvenil ¿ nascidos em 1987 e 88
Fórmula de disputa : Todos contra todos em 2 turnos ou outra fórmula a ser discutida do CT. Será vencedora a equipe que conquistar a maior quantidade de pontos no geral.
Regras :
Categoria Pré mini ¿ bola mirim e tabela mirim. Jogos de 4 tempos de 10 minutos travando o cronômetro apenas nos tempos técnicos ou em casos que o árbitro solicitar. Nos 2 últimos minutos do jogo o cronômetro deverá ser travado em todas as situações de lance livre, tempo técnico (inclusive na prorrogação) .
Categoria Mini ¿ bola mirim e tabela oficial. Jogos de 4 tempos de 10 minutos travando o cronômetro apenas nos tempos técnicos ou em casos que o árbitro solicitar. Nos 2 últimos minutos do jogo o cronômetro deverá ser travado em todas as situações de lance livre, tempo técnico (inclusive na prorrogação).
Categoria Infantil, Infanto e Juvenil ¿ bola e tabela oficial. Regras da CBB.
OBS.: Caso não haja a bola oficial feminina nos jogos, a bola utilizada deverá ser a oficial masculina.
Premiação : os (as) 12 atletas das 3 (três) equipes primeiras colocadas de cada categoria receberá uma medalha de 1º, 2º ou 3º lugar e as equipes classificadas em 1º, 2º ou 3º lugar receberão troféus. Arbitragem : deverá ser paga antes do início do jogo para o árbitro principal, em dinheiro ou em cheque. Caso haja a necessidade da arbitragem (equipe ou integrantes) viajar, a equipe da casa deverá fazer um reembolso no valor de uma passagem de ida e volta da cidade de origem do árbitro.
Inscrições : As equipes que quiserem participar do Campeonato Aberto da LMB 2005 deverão pagar uma taxa de R$ 53,00 para uma equipe, R$ 93,00 para duas equipes, R$ 120,00 para três equipes, R$ 133,00 para quatro equipes e R$ 150,00 para cinco ou mais equipes (lembrando que as entidades que foram declaradas campeãs do Torneio Início têm uma das taxas (R$53,00) isenta da inscrição. Apenas poderão participar do Campeonato Aberto da L.M.B. as entidades que estiverem com os pagamentos de taxas de arbitragem e inscrição de 2003 e 2004 acertadas. As entidades que quiserem parcelar a dívida, entrar em contato com Marival Junior (9994-2729)
Todas as equipes que quiserem disputar a final da Federação Paranaense de Basketball (F.P.B.) deverá estar filiada a mesma até o final do mês de maio(consultar Íris ou Andréa 41 - 264-3286). Caso não haja interesse em disputar a final, a entidade deverá apenas registrar a equipes na L.M.B.. Independente das equipes estarem ou não filiadas, todos os atletas deverão se filiar a F.P.B.. Neste caso, os atletas deverão se filiar pela L.M.B. a uma taxa de R$2,00 (dois reais) a serem pagas para a F.P.B..
A fórmula de disputa e outros assuntos de interesse geral serão discutidos no Congresso Técnico(CT). Caso a equipe não envie um representante, a entidade estará automaticamente acatando as decisões tomadas pelo C.T.
ATENÇÃO :
CONFIRMADA A PRESENÇA DO PRESIDENTE DA FEDERAÇÃO PARANAENSE DE BASKETBALL NO CONGRESSO TÉCNICO DA LMB
CONFIRMADO QUE TAMBÉM HAVERÁ O CAMPEONATO ABERTO ADULTO LMB 2005.


Marival Antonio Mazzio Junior
Presidente da Liga Metropolitana de Basquete de Londrina


Nossa Liga escolhe Paula e Hortência para vices

São Paulo (SP) - As ex-jogadoras Paula e Hortência aderiram de vez ao projeto da Nossa Liga de Basquete, entidade independente da Confederação Brasileira de Basquete (CBB), que pretende profissionalizar e gerir as competições da modalidade no país. Nesta segunda-feira, as duas foram eleitas e anunciadas como vice-presidentes da entidade, respondendo pelo departamento feminino.
A Nossa Liga foi criada há aproximadamente um mês, mas os clubes de basquete feminino uniram-se à iniciativa mais recentemente. Há pouco mais de uma semana representantes de cinco clubes reuniram-se com Oscar, presidente da Liga, Paula e Hortência na capital paulista para estudar a possibilidade de criação de uma entidade similar para o feminino.

Hoje, esse número subiu para 11 e o feminino foi incorporado ao estatuto que estava sendo elaborado para o masculino. Segundo Oscar, já são 13 as agremiações associadas à Liga no departamento feminino como membros permanentes.

Mas, assim como aconteceu com o masculino que começou com 19 clubes (fundadores) e hoje reúne 31, as adesões continuam sendo negociadas no novo departamento. 'A próxima terça-feira (dia 26) é o prazo final para as novas adesões', explica Paula, que cuidará da parte técnica da entidade. Hortência será responsável pelo marketing.

No próximo dia 6, a Liga deverá voltar a se reunir, desta vez no Rio de Janeiro, para discutir detalhes sobre o departamento feminino, a criação da Associação de Jogadores e analisar as propostas de marketing da entidade.

Nesta tarde, os clubes participantes da iniciativa (masculino e feminino) passaram mais de sete horas reunidos na sede do Paulistano acertando detalhes sobre a Liga, que terá sede em São Paulo. O estatuto formulado para a entidade foi aprovado e estabelecido o prazo até terça para que as equipes apresentem sua documentação. Também ficou estabelecido que cada participante colaborará com R$ 2 mil para o início do funcionamento da Liga.

À noite, os representates das agremiações voltaram a se encontrar, desta vez para discutir e apresentar sugestões sobre forma de disputa, inadimplência de membro, campeonatos estaduais e critérios de admissão para novos membros.

Antes da WNBA, Janeth agita Associação de Atletas

Marta Teixeira

São Paulo (SP) - A ala da seleção brasileira feminina de basquete Janeth Arcain pretende embarcar para os Estados Unidos no dia 2 de maio, para o início de mais uma temporada defendendo o Houston Comets na WNBA. Antes disso, contudo, ela tenta deixar o caminho pavimentado para uma mudança nos bastidores da modalidade no país.
Cotada para ser uma das responsáveis pelo comando da embrionária Associação de Atletas, Janeth está empenhada em fazer com que a entidade se concretize, abrindo uma nova fase no esporte. 'Estamos entrando em contato com as equipes, com as jogadoras', diz, explicando a finalidade da iniciativa. 'O intuito da Associação é lutar por direitos que eram nossos e que clubes e dirigentes fingem ignorar. Queremos lutar por um futuro melhor para os jogadores'.

Segundo Janeth, a proposta já conta com uma adesão maciça no masculino. No feminino, o interesse é similar. 'Falamos com elas e todas as meninas da seleção estão apoiando'. Mas assim como aconteceu na formação da Nossa Liga de Basquete, a Associação também estaria sofrendo pressões indiretas de dirigentes, que tentam convencer suas atletas a não aderir ao movimento.

A ala contudo acredita que o caminho não tem volta. 'A gente não tem o que perder. Só estamos buscando o que é nosso'. A Associação deverá funcionar em conjunto com o masculino. 'Queremos uma associação só, não departamentos. Não precisa disso, porque os direitos legais são para todo mundo'.

Na próxima segunda-feira, haverá uma nova reunião para tratar do assunto. No encontro deverão ser eleitos os ocupantes dos cargos de direção, definida a sede e explicadas as propostas de direitos e deveres dos participantes.

Mesmo querendo agilizar a concretização da entidade, Janeth diz que o projeto não precisa sair a toque de caixa. 'A Associação não tem que ser já, estamos conversando, tirando dúvidas', explica, ressaltando que a iniciativa não tem nenhum vínculo com a recém-criada liga independente dos clubes. 'A Associação é independente da Liga', destaca a atleta, que reconhece a importância da iniciativa dos clubes para que os atletas também se mobilizassem. 'Com a formação da Liga teve um pouco mais de coragem dos atletas'.

Queixas - Antes mesmo de ser formalizada legalmente, a Associação já elegeu algumas áreas prioritárias para sua atuação. Um dos problemas mais corriqueiros do meio esportivo, a falta de pagamento dos salários, deverá receber atenção especial da entidade. Outro tópico solenemente ignorado nas negociações, o direito de arena (porcentagem sobre o que é pago pelas transmissões televisivas) também está na lista de destaques.

Logo em seguida, Janeth propõe a criação de um contrato padrão para os atletas, assim como programas de orientação financeira e a negociação de um plano de saúde.
Fonte : pbf.blogspot.com


18/04/2005
Liga independente aprova estatuto e entra em confronto com a CBB

Vicente Toledo Jr.
Em São Paulo
A liga de clubes presidida pelo ex-jogador Oscar Schmidt e idealizada há cerca de um mês para acabar com o "domínio" da CBB (Confederação Brasileira de Basquete) sobre os clubes teve seu estatuto aprovado nesta segunda-feira. Em uma reunião no clube Paulistano, em São Paulo, estiveram presentes representantes de clubes, da arbitragem, dos jogadores e de treinadores, que consolidaram a criação de um novo campeonato.
A criação da "Nossa Liga de Basquete", que terá sede em São Paulo, entrará em confronto com a CBB. A nova entidade conta com o apoio de estrelas do esporte, como Paula, Hortência e Janeth, e surge para dar maior independência aos clubes, que se sentiam prejudicados com a divisão de verbas feita pela CBB.

A liga independente pode, contudo, ganhar adesão da CBB. A chapa de oposição para as eleições presidenciais de 2 de maio, encabeçada por José Medalha e Hélio Barbosa, já manifestou intenção de apoio. Do outro lado, está o atual mandatário, Gerasime Nicolas Bozikis, o Grego, que foi convidado para a reunião da tarde desta segunda e não apareceu -combinou uma nova data com Oscar para expor suas idéias.

O alvo inicial da liga independente são os contratos comerciais, que atualmente são de exploração da CBB. Os clubes querem maior participação, como escolher as emissoras de TV que vão transmitir o evento, definir as regras para contrato com o material de jogo e obter lucro maior na publicidade estampada nos ginásios.

Em um discurso uniforme, os integrantes da nova liga mostraram que não querem ser uma oposição à confederação ou tirar poder dela, mas que buscam uma alternativa financeiramente viável para os clubes, que querem "simplesmente organizar um campeonato". "Não estou aqui contra a CBB, estou aqui a favor dos clubes e a favor de uma modalidade que está esquecida", disse Hortência.

Esse texto, porém, vai de encontro com uma das prioridades iniciais da nova entidade. A "Nossa Liga de Basquete" terá de buscar reconhecimento da CBB, pois, caso contrário, os clubes não poderão ter jogadores na seleção brasileira ou participar da Liga Sul-Americana de Clubes, por exemplo.
Mas esse medo não faz parte do pensamento de Oscar Schmidt. "Pior do que está não tem como ficar. Se tudo der errado, pelo menos teremos oportunidade de mandar no nosso próprio ginásio. A CBB ensinou para nós que não precisamos dela, e a Liga só não dará certo se os clubes forem medrosos", disse.

"Em dois meses, podemos fazer o que não foi feito em 70 anos. Até hoje, estávamos desorganizados, trabalhando no basquete cada um por si. Agora temos uma liga e estamos prontos para fazer o basquete decolar."

Outro problema a ser superado, nesse caso, é a formação de um quadro de árbitros. Se a liga independente não for filiada pela CBB, ela não poderá utilizar os juízes que atuam pela confederação.

Em caso de haver um árbitro dissidente e que migre para o quadro da liga independente, haveria o temor de ele ser preterido em futuras indicações para apitar em Campeonatos Mundiais ou Olimpíadas.

Isso, porém, não existe na idéia de Renato dos Santos, um dos principais árbitros do país e que apitou em Atenas-2004. "Não tenho medo que a CBB não me escale mais, porque não vivo do basquete", disse. "Até gostaria de viver do basquete, de ser profissional do esporte, mas infelizmente isso não acontece no Brasil."

Cronologia
Instituída no dia 16 de março, na casa de Oscar, em Barueri (SP), a "Nossa Liga de Basquete" começou a ter seu estatuto esboçado no dia 28. Há 12 dias, a nova entidade conseguiu o apoio de grandes estrelas como Paula, Hortência e Janeth e começou a discussão para que seja criada uma liga independente também no basquete feminino.

Com a intenção de fazer um campeonato de oito a nove meses de duração, a liga terá, além do presidente Oscar, mais seis vice-presidentes (dois deles para o feminino) e seis diretores (com mais dois para o feminino).

Todos esses cargos terão mandato de dois anos, sem direito a reeleição. O poder máximo da liga será a assembléia geral de clubes, em que as decisões terão voto aberto. Depois, vêm o presidente, a diretoria e o conselho fiscal.

"Isso é para dar credibilidade à Liga. Não estamos aqui para mandar em ninguém e sim para mudar a situação no basquete, a minha sugestão foi de nem ter um presidente, mas, para meios legais, era preciso isso, e acabei sendo eleito."

A nova liga terá três tipos de integrantes. Os fundadores, do qual fazem parte os 16 times que disputam o Campeonato Nacional, os sócios-permanentes e os sócios-franqueados.

Os clubes que enviarem documentação com o pedido para entrar na liga até o dia 26 de abril entram como sócios-permanentes. Nessa categoria, já há 13 clubes femininos -o último Campeonato Nacional, organizado pela CBB, teve apenas oito participantes.

Os clubes que entregarem seus "papéis" depois do dia 26 terão de pagar um valor ainda não definido e terão de ser apresentados por outros dois clubes sócios para virarem sócios-franqueados. Ainda assim, a aprovação só será feita por maioria em assembléia geral.

No rastro deixado pela liga independente, foi criada na semana passada uma associação de jogadores, que deve ter Janeth como presidente. "Quero deixar claro que a associação é independente da liga, é uma coisa que nós, jogadores, pensamos há muito tempo, mas que só agora que temos um momento oportuno para colocar em prática", disse.

Além de apoiar a entidade de defesa dos direitos dos jogadores, a liga independente também pretende criar uma associação de árbitros e incentivar a associação que já existe para os treinadores.

FONTE: UOL ESPORTE


Segunda-feira, Abril 18, 2005


CLIPPING
JOSE MEDALHA APÓIA CANDIDATURA UNICA DE HELIO BARBOSA

Caros amigos.
Depois de visitar pessoalmente 21 federacoes e contactar todos os presidentes durante quase dois anos, percebi que o movimento MUDACBB ficaria muito mais forte se a oposicao se unisse em torno de um so candidato. Dessa forma em conjunto com presidentes que me apoiavam decidi incorporar-me a candidatura do meu particular amigo Helio Barbosa e assim sendo formaremos um so time em busca do objetivo maior de Mudar a CBB.
Estamos muito proximos de atingir esse objetivo que visa acima de tudo resgatar o prestigio do basquetebol brasileiro.
Portanto a partir de agora, 16 de abril, sou partidario da candidatura unica de oposicao e deixando aos presidentes eleitores que me apoiariam, que podem confiar na minha indicacao unica de Helio Barbosa para mudar a CBB

Jose Medalha

FONTE : SITE DO PROF.JOSÉ MEDALHA


NOSSA LIGA DE BASQUETE PROMOVE CONVENÇÃO NACIONAL EM SÃO PAULO

A Nossa Liga de Basquete (NLB) convida a imprensa especializada para participar
da 1ª Convenção Nacional do Basquete, evento que será realizado a partir das
19h, no Clube Athletico Paulistano, em São Paulo, onde serão apresentadas
informações sobre a criação da liga profissional de basquete. A NLB já conta com
a adesão de 24 times - sendo que todas as 16 equipes que disputam o Campeonato
Nacional 2005 manifestaram seu apoio à iniciativa - e, a cada dia, outros times
de todo o país se juntam a esse movimento. Estarão presentes Oscar Schmidt,
presidente eleito da NLB, ídolos do esporte como Paula, Hortência e Marcel,
técnicos, atletas, ex-jogadores, além de dirigentes de clubes, sendo que os
presidentes de federações estaduais, personalidades do esporte, Gerasime ¿Grego¿
Bozikis, presidente da Confederação Brasileira de Basquete (CBB), e Hélio
Barbosa e José Medalha, candidatos à presidência da entidade, também foram
convidados a participar do evento.

DATA: SEGUNDA-FEIRA (DIA 18)
HORA: 19H
LOCAL: CLUBE PAULISTANO (SÃO PAULO)

arremessado por Painel do Basquete Feminino


Liga feminina também começa a sair do papel

Movimento é encabeçado por Paula, Hortência e Janeth

A liga independente de clubes fundada pelo ex-jogador Oscar Schmidt ganhará reforço de peso nos próximos dias. Ontem, em São Paulo, o grande astro do basquete nacional esteve reunido com as ex-jogadores Paula e Hortência para colocar em prática a criação de um campeonato próprio também para times femininos.

O movimento também será encabeçado por Janeth, principal atleta em atividade do esporte. O encontro, que selou a intenção de tirar da Confederação Brasileira de Basquete (CBB) o poder de organizar as competições, aconteceu no Clube Paulistano, na Capital.

Segundo Oscar, a tendência é que a liga feminina seja agregada à masculina. ¿Teríamos apenas uma unidade, a Liga de Basquete, com departamentos diferentes, para atender ao campeonato masculino e ao feminino¿, explica o Mão Santa.

Paula demonstra entusiasmo com a possibilidade de mudar os rumos do basquete nacional. ¿Nunca tivemos tanto investimento como hoje, mas esse dinheiro não está sendo repassado para os clubes, que são os donos do espetáculo¿, lamenta a ex-jogadora. ¿Na liga, tudo que entrar será dividido¿, assegura. ¿Não estou aqui para perder tempo. Minha única vontade é retribuir tudo que o basquete me proporcionou.¿

Conhecida como Rainha do Basquete, Hortência detona a atual administração da CBB. ¿Os clubes se cansaram de viver sem dinheiro e hoje estão agonizando. Eles bancam tudo e não vêm qualquer retorno¿, revela a ex-jogadora. ¿Para manter essa estrutura, fazemos nós mesmos. Com certeza, piorar não vai.¿

Um novo encontro, para oficializar a liga, acontecerá no dia 18, quando são esperados pelo menos 15 clubes.


Fonte: Diário de São Paulo por pbf.blogspot.com


Medalha retira candidatura à presidência da CBB
Marta Teixeira


São Paulo (SP) - O processo eleitoral para escolha do sucessor de Gerasime Grego Bozikis na presidência da Confederação Brasileira de Basquete (CBB) sofreu uma reviravolta nesta semana. O candidato José Medalha anunciou a retirada de sua candidatura em favor de Hélio Barbosa, que enfrentará Grego no pleito marcado para o próximo dia 2.
Segundo Medalha, a decisão foi tomada para garantir mais força à oposição. 'A oposição estava dividida e chegamos a essa definição', diz o ex-candidato, que acredita ter contribuído para que as chances de mudança no comando chegassem a 90%. 'Precisamos de mais quatro (Federações), três estão encaminhadas'.
A retirada da candidatura foi decidida após uma reunião realizada sábado, em Brasília (DF), da qual participaram representantes das Federações do Pará, Alagoas, Ceará, Piauí, Paraná, Acre, Distrito Federal, Pernambuco, Rio de Janeiro e Espírito Santo. 'Todos se comprometeram com a candidatura', garante Medalha, que acompanhava a nova reunião da Nossa Liga de Basquete, em São Paulo, nesta segunda-feira.
De acordo com Medalha, a possibilidade de um dos dois opositores abrir mão da concorrência era considerada desde o início do processo. 'Desde o início havia essa disposição de correr separados e depois juntarmos para ver quem tem mais poder de aglutinação', admite.
A partir de agora, o ex-candidato pretende acompanhar a candidatura de Barbosa até a eleição e, caso seja vencedora, deverá assumir um cargo na nova administração.
Fonte : gazetaesportiva.com.br


Esportes Diversos
REFORÇOS PARA O BASQUETE MOURÃOENSE

Dois atletas de Limeira e um de Assis Chateaubriand vieram completar a seleção mourãoense de basquete. Os alas-armadores Lucca Bizzini e Paulo Ricardo Trecenti e o pivô Rafael Ghandi Godoi são os reforços para essa temporada. O objetivo da equipe é trazer o segundo título dos Jogos da Juventude para Campo Mourão.
Lucca e Paulo são alas-armadores, e jogavam até 2004, o Campeonato Paulista das categorias menores, pela equipe de Limeira, mas como a equipe desistiu dessa categoria, os atletas optaram por jogar no Paraná. "A grande vitrine do basquete é São Paulo, mas aqui no Paraná, nós temos oportunidades de jogar um campeonato brasileiro e lá isso é praticamente impossível", dizem os jovens limeirenses.
Rafael, já é conhecido dos torcedores mourãoenses, pois em 2004 ele já fazia parte das equipes de Campo Mourão. O atleta, de 17 anos, 1m 98 de altura e 98 kg, atua como pivô e tem como características, o bom arremesso de média distância e a impulsão privilegiada.
Os três atletas treinam diariamente no ginásio JK, fazem sua preparação física na Academia Lincoln e estão sendo patrocinados pelo Colégio e Faculdade Integrado, Unimed e Cristófoli, através do projeto Empresa no Esporte da FECAM e da Lei de Incentivo ao Esporte. Eles também são alunos do Colégio Marechal Rondon e fazem parte da equipe que conquistou na última semana, o título dos Jogos Colegias Municipais.
Fonte : ferasdoesporte.com.br


Federação Paranaense de Basketball
REGULAMENTO 2005
CATEGORIAS MENORES
Categoria Mini
:
A bola a ser usada deverá a Oficial Mirim (Pró 5.6)
A tabela deverá ter a altura de 2,60 m.
As equipes terão que ter pelo menos 10 jogadores.
A equipe que não tiver 10 jogadores será considerada derrotada por W x O.
Dos atletas relacionados na súmula, 10 destes terão que obrigatoriamente jogar pelo menos 1 quarto (10¿).
Os atletas não poderão jogar quatro quartos.

Sérgio Roberto Molletta
Diretor Técnico


Copa Integrado/Unimed de Basquete Masculino

Campo Mourão receberá entre os dias 21 e 24 de abril, as equipes juvenis de Dourados-MS, Curitiba e Pato Branco para participar da Copa Integrado/Unimed de Basquete. A competição é organizada pela Fundação de Esportes de Campo Mourão, através de recursos da lei de incentivo ao esporte e do patrocínio do Colégio e Faculdade Integrado, Unimed e Cristófoli. O evento serve como preparação para os Jogos da Juventude do Paraná, que acontece no mês de outubro, em Toledo.

A equipe de Campo Mourão contará com os seguintes atletas: Pedro ¿Ique¿ Lima, Carlos Bueno, Juliano Oliveira, Rafael Godoi, Mateus Camargo, Lucca Bizzini, Paulo Oliveira, Thiago Gomes, Jefferson Galdino, Luis Fernando Rodrigues, Bruno Mamus e Weric Pereira. O comando técnico do selecionado mourãoense é do professor Edson ¿China¿ Hirata.

Segundo China, ¿a competição será de alto nível, pois reúne equipes tradicionais do basquete nas categorias de base e será um ótimo teste para verificarmos se os nossos atletas estão assimilando os conteúdos dos treinamentos¿.

Para o diretor-técnico da FECAM, Paulo César da Costa, ¿o intercâmbio com equipes de ponta é imprescindível para o crescimento do esporte no município e outras modalidades também já estão se programando para esse tipo de evento¿.

Os jogos serão realizados no ginásio JK, com arbitragem de Odimas Elias, Tiago Rodrigues, Willian Gomes e Alex Carvalho e a entrada será franca.



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