Basquete em Londrina

Sábado, Abril 30, 2005


Oposicionista Hélio Barbosa diz estar próximo da vitória nas eleições da CBB

Atravessando um dos momentos mais conturbados de sua história, o basquete brasileiro viverá um dia decisivo na próxima segunda-feira. Presidida desde 1997 por Gerasime "Grego" Bozikis, a CBB (Confederação Brasileira de Basquete) elegerá em assembléia geral o seu mandatário para os próximos quatro anos. Concorrem duas chapas. Uma encabeçada pelo próprio Grego, que busca seu terceiro mandato consecutivo, e outra formada pela união das forças de oposição, que tem como candidato o dirigente carioca Hélio Barbosa. Têm direito a voto os presidentes das 27 federações estaduais.

O ex-técnico da Seleção Brasileira masculina José Medalha, primeiro a se lançar candidato ainda no ano passado, uniu-se a Barbosa há duas semanas por julgar que juntos teriam mais chances de vitória.

"O basquete foi por água abaixo na administração do Grego, por isso é uma eleição que está suscitando muito interesse e muita torcida por parte de todos", disse Medalha, que levou o Brasil ao quinto lugar nas Olimpíadas de Barcelona-92.

Otimista, a chapa de oposição confia na vitória.

"Estou chegando com pelo menos 14 votos fechados. Tenho votos suficientes para ganhar a eleição. Gostaria muito de me garantir como vitorioso, mas eleição é eleição. Vai ser uma briga até a última hora", apostou Barbosa, que acusa o atual presidente de tentar comprar votos.

"Estão pressionando de todas as formas possíveis. Essa semana mesmo um homem com a 'mala preta' foi ao Rio Grande do Norte para tentar reverter o voto do presidente da federação de lá", disse o oposicionista.

Segundo revelou Barbosa ao jornal "LANCE!", essa pessoa seria Sérgio Mello, ex-delegado de jogos da CBB, que foi afastado do cargo por suspeita de desviar verbas de viagens dos mesários que atuam no Nacional. Medalha tem mais denúncias.

"Eles já mandaram passsagem para vários presidentes irem ao Rio e curtirem o fim de semana antes da eleição. O de Roraima, por exemplo, já está lá faz tempo", afirmou Medalha, que vê na falta de transparência e na centralização de decisões os principais problemas da administração atual.

"É gravíssima a total falta de transparência. O Grego não tem diretoria formada, centraliza todas as decisões, não passa credibilidade para os empresários e faz política do dando que se recebe. Ninguém tem coragem de investir no basquete porque sabe que não dá para confiar", disse o ex-técnico da Seleção.

Procurado para comentar a polêmica em torno da eleição, o presidente Grego afirmou, por meio da assessoria de imprensa da CBB, que só vai se manifestar após o pleito. O silêncio, aliás, vem sendo praxe no comportamento do presidente. Convidado por uma universidade carioca para um debate com os presidenciáveis no fim de fevereiro, Grego não compareceu. Ele também se recusou a receber uma comissão dos representantes de clubes que queriam rediscutir os critérios de distribuição das verbas arrecadadas no Nacional masculino.

A recusa levou os clubes, liderados pelo ex-cestinha Oscar Schmidt, hoje dirigente do Telemar/Rio-2007, a criar uma liga independente , batizada de NLB (Nossa Liga de Basquete). Chamado para participar das reuniões, o presidente novamente preferiu o isolamento.

"A única pessoa que fechou as portas para a liga foi o Grego. Não conheço mais ninguém que seja contra a criação da liga", atacou Barbosa, que já se comprometeu a aceitar a filiação da NLB. "Vamos sentar e trabalhar a quantas mãos foram necessárias para fazer uma liga independente, mas vinculada à CBB".

"Nosso ojetivo é mudar a situação que está aí porque, se não conseguirmos, projetamos um futuro negro para o basquete", afirma Medalha, referindo-se a uma crise técnica e institucional como há muito não se via no país.

Na parte técnica, destacam-se o declínio assombroso da Seleção masculina, a fuga das poucas jovens revelações para o exterior e o sucateamento dos campeonatos nacionais, marcados nos últimos anos por baixo nível técnico, desistências de clubes no decorrer dos torneios e resultados decididos no tapetão. Na parte institucional, há o "racha" com os clubes, acusações de desvio de dinheiro por parte de membros da entidade e ações judiciais por parte de uma empresa de marketing que já renderam um prejuízo de cerca de R$ 3 milhões de reais à CBB.

Como se não bastasse, o basquete recebeu seguidos "puxões de orelha" do Comitê Olímpico Brasileiro por não aplicar bem os recursos provenientes da Lei Agnelo-Piva (cerca de R$ 6 milhões desde 2002), deixando de cumprir metas em itens como evolução técnica, aumento no número de praticantes, melhoria na infra-estrutura de treinamento, criação de centros de excelência, entre outros.

AS CRISES DA GESTÃO GREGO

Seleção masculina: Fora das duas últimas Olimpíadas e com fraco desempenho nos últimos Mundiais, a equipe pode ficar sem sua maior estrela na atualidade, o ala-pivô Nenê, que não quer jogar enquanto Grego estiver no poder.

Nossa Liga de Basquete: Insatisfeitos com critérios de distribuição da verba arrecadada com o Nacional, clubes se uniram para formar liga independente e confrontar a CBB; Grego ainda não se manifestou sobre o assunto.

Caso Sportlink: Quando assumiu o cargo, em 1997, Grego rompeu de forma unilateral o contrato com a agência de marketing, que já ganhou cerca de R$ 3 milhões na Justiça e ainda tem três processos em andamento.

Principais críticas: Opositores atacam o atual presidente pela falta de transparência nas contas, por centralizar as decisões e pela decadência dos campeonatos nacionais em sua gestão.

QUEM É HÉLIO BARBOSA

Candidato de oposição à presidência da CBB (Confederação Brasileira de Basquete), Hélio Barbosa é engenheiro eletricista aposentado pela Eletrobrás, empresa estatal que atualmente patrocina a entidade. Para ele, seu bom relacionamento com a empresa, na qual se aposentou em 1996, pode ser benéfico em caso de vitória sua na eleição da próxima segunda-feira.

"Isso até facilita porque tenho muitos contatos lá. O atual vice-presidente financeiro foi engenheiro meu quando trabalhei na Eletrobrás", diz Barbosa, que espera conseguir um aumento no valor do patrocínio da estatal, hoje em R$ 3 milhões anuais.

"Fico muito preocupado porque a cada ano temos menos retorno de mídia. E não é porque querem boicotar ou porque não gostam de basquete, é porque não temos um produto de valor", lamenta.

Sua experiência no basquete vem do trabalho como dirigente no Grajaú Country Club, do Rio de Janeiro, e da vivência como pai de atleta. Barbosa entrou no basquete em 1989, quando se assumiu o cargo de diretor da modalidade no Grajaú Country Club, do Rio de Janeiro, onde seu filho Dedé iniciou a carreira no esporte.

André Luiz Chueri da Silva Barbosa, 28 anos, mais conhecido como "Dedé", chegou à Seleção Brasileira adulta em 2003 e atualmente defende o time do Telemar/Rio-2007, líder do Nacional 2005.

Depois de quatro anos na diretoria, Hélio Barbosa foi eleito presidente da agremiação em 1993, cargo que ocupou até 2001. Desde então, é o presidente do conselho deliberativo do clube. Em 2000, ocupou o cargo de diretor executivo da Fundação Municipal de Esportes e Lazer do Rio de Janeiro.

O dirigente, porém, aponta sua formação acadêmica e profissional como principais qualidades para obter sucesso à frente da CBB.

"Tive toda uma formação de gestão, planejamento estratégico e controle de qualidade que quero trazer para a gestão do basquete brasileiro", promete.

Formado pela Universidade Católica de Petrópolis em 1972, trabalhou como engenheiro da Light (1973 a 1976) e da Eletrobrás (1977 a 1996), onde se aposentou. Foi também professor universitário e consultor na área de gestão de qualidade para a administração pública.

Atuou ainda como representante do Ministério de Minas e Energia em programas de qualidade para empresas como Petrobrás, Vale do Rio Doce e a própria Eletrobrás.

Fonte: UOL.com.br>



Quinta-feira, Abril 28, 2005


FESPAR E ABASP REALIZA BASQUETE EM TRIOS
Fundação de Esportes de Paranavaí
ABASP-Associação de Basquetebol de Paranavaí




Paranavaí,26/04/2005

FESPAR E ABASP REALIZA BASQUETE EM TRIOS


A Fespar e Abasp estarão realizando no dia 15 de maio (Domingo),a partir das 09:00 o Torneio de Basquete em Trios ¿ Festa do Trabalhador na Praça Dos Pioneiros. Poderão se inscrever as seguintes categorias: Masculino-categoria infantil (até 14 anos), Categoria Infanto ( até 17 anos) e Categoria Livre ( mais de 18 anos) . Feminino terá somente duas categorias: Categoria Infanto ( até 17 anos) e Categoria Livre ( mais de 18 anos. As inscrições poderão ser feita a partir das 08:00 no local,sendo aberto a Paranavaí e cidades da região.


Kellen Quadrado
Assessora de Esporte e Rendimento-FESPAR



Liga de Basquete realiza Congresso Técnico
Liga Metropolitana de Basquete de Londrina
Prefeitura Municipal de Londrina
Fundação de Esportes
Este projeto foi aprovado pelo
Fundo Especial de Incentivo a Projetos Esportivos

Release imprensa 11 2005

Londrina, 28/04/2005

Liga de Basquete realiza Congresso Técnico

A Liga Metropolitana de Basquete de Londrina realizará no dia 30 de abril às 14:00 na Rua Borba Gato, 788 Sala 11 o Congresso Técnico do Campeonato Municipal de Basquetebol de Londrina. Estão convidadas todas as entidades (colégio, clubes, associações) que queiram disputar mais este evento da L.M.B. . ¿No Congresso Técnico de sábado (23/04), os responsáveis pelas equipes da cidade me procuraram para tentar realizar um sonho antigo, o de termos um campeonato Municipal, independente da Federação e que todos os atletas possam jogar sem se preocupar com viagens intermunicipais¿. Caso seja aprovado, o evento deverá acontecer durante o ano de 2005 até final de novembro, paralelo ao Campeonato Aberto que L.M.B. realiza no norte do PR, nas categorias pré mini, mini, infantil, infanto, juvenil e adulto, sendo este projeto aprovado pelo Fundo Especial de Incentivo a Projetos Esportivos e ainda não conta com patrocínio extra.

Marival Junior
Presidente da LMB


FUNDAÇÃO DE ESPORTES DE PARANAVAÍ E ABASP
proporcionam escolinhas de basquetebol para crianças de 06 a 10 anos

A iniciativa em realizar o projeto para crianças nesta faixa etária, deve-se ao fato da carência de diversidade de modalidades esportivas para iniciação esportiva, a descoberta de talentos e futuros atletas. O trabalho desenvolvido pela ¿Associação de Basquetebol de Paranavaí- ABASP¿, tem visões recreativas e competitivas para todos os níveis sociais, não fazendo distinção, envolvendo crianças ,jovens e adultos a partir de 6 anos.
As turmas: baby I ( 6 a 8 ) e baby II ( 9 a 10) , em Paranavaí acontecem as terças e quintas-feiras, a partir das 9:00 no Ginásio de Esportes Noroestão.Em Graciosa de terça e Sexta ¿feira a partir das 15:30 no Ginásio de Esportes de Graciosa.O trabalho é realizado pela Professora Gyslaine Sueli .Convidamos as crianças interessadas a fazerem um aula presencial.

Agradecemos nossos Patrocinadores Fundação de Esportes de Paranavaí e Academia Beko, e colaborador Marin Sports, pois são empresas como vocês que acreditando em nosso trabalho vem contribuindo fortemente em nosso crescimento técnico e social.
Lembramos aos senhores pais que as turmas são limitadas. Maiores informações pelo telefone : 44- 34224867 com Prof. Kellen Quadrado /FESPAR.

Paranavaí , 07 de abril de 2005
Informante: Kellen Quadrado


ATLETAS DE BASQUETEBOL DA ABASP/FESPAR
RECEBEM TREINOS RECREATIVOS AOS SABADOS.

As Equipes de Basquetebol das Categorias Infantil e Juvenil de Paranavaí são representadas por atletas da ABASP , através dos técnicos Kellen Quadrado ( categorias masculinas ) e Jacson ( categorias femininas). Os técnicos tem se preocupado em realizar um trabalho diferenciado e sistematizados . Os atletas realizam treinamentos técnicos e táticos três vezes por semana com duração de uma hora e meia por sessão acompanhados por seus técnicos no Ginásio de Esportes Noroestão.Os treinamentos físicos, duas vezes por semana ,com duração de uma hora por sessão,com a Prof. Sandra Regina na Pista de Atletismo.O trabalho de fortalecimento muscular é Realizado devido ao Patrocínio da Academia Beko, que Atende duas vezes por semana, com duração de uma hora por sessão.Aos sábados pela manha os técnicos realizam com os atletas trabalhos direcionados a socialização da equipe ,através de manhas recreativas , amistosos e torneios internos e regionais. Esse trabalho tem formado a ASSOCIAÇÂO cada vez mais em uma grande família, melhorando não somente a auto estima de cada atleta mais também a união da equipe em quadra.
Os atletas contam ainda nos momentos difíceis, com o atendimento da Clinica de Fisioterapia Reabilitar, que vem atendendo atenciosamente nossos atletas lesionados ecom a colaboração da Marin Sport que tem nos cedido a bolsa de massagem com os medicamentos necessários para o atendimento de Primeiro Socorros. A vocês nossos muito obrigado.!!!

Paranavaí,07 de abril de 2005-04-07
Informante: Kellen Quadrado


CBB confirma mudanças nos jogos do Londrina/TIM
A Confederação Brasileira de Basquete (CBB) confirmou ontem alterações nas datas dos últimos jogos da fase de classificação do Campeonato Nacional de Basquete Masculino. As mudanças foram realizadas em virtude da participação do Unitri/Uberlândia (MG) e do Universo/Ajax (GO) na decisão da Liga Sul-Americana Masculina de Basquete.

Os três últimos jogos do Londrina/TIM na competição tiveram suas datas alteradas. A partida contra o Winner/Limeira, prevista para hoje, será realizada no sábado, às 11 horas. O confronto contra o Pitágoras/Minas passou para a sexta-feira, dia 6 de maio. Já a despedida da competição acontecerá contra o São José dos Pinhais/Keltek, no dia 08. Os três jogos serão realizados no Ginásio Moringão, em Londrina.

Feminino A equipe de Basquete Feminino Londrina/Moinho Globo estará representando o estado do Paraná nos Jogos Abertos Brasileiros (JABs) que acontecerá em Campo Grande, no final de maio. A equipe adquiriu este direito após conquistar o bicampeonato dos Jogos Abertos do Paraná, em 2004.

As atletas que farão parte da equipe são: Angela Brandt, Silva Bento, Aline França, Isadora Inocente, Lívia Vilela, Danúbia Barbosa, Taísa Scripes, Andressa do Nascimento, Natália Vasconcelos, Giuliana Coatti e Adrielly Freitas. O técnico será Nilton Moreira, o Tim.


Fonte : folhadelondrina.com.br
Reportagem Local


Carta da Federação Paranaense de Baskteball sobre as eleições da CBB
Alô amigos do basquete, o meu assunto é sobre o momento importante que estamos passando e a oportunidade que temos de fazer ainda mais pelo basquete não só no nosso estado, mas também pelo basquete do nosso país. Falo da eleição da CBB.
Não resta dúvida que nosso atual presidente tem feito o possível frente à Confederação e não podemos negar os seus trabalhos, durante estes oito anos, mas todos sabemos que é importante haver uma mudança na CBB, existe um desgaste entre Atletas, Técnicos, Clubes e Federações e o nosso presidente, até normal pelo tempo de suas duas gestões e algumas falhas em sua administração. Agora temos a oportunidade de mudar esta situação para dar lugar a novas idéias. Uma renovação como acontece em qualquer setor administrativo. O Grego já deu sua contribuição ao basquete, já teve a sua oportunidade. Precisamos ver algo novo acontecer no Basquete. E só vamos ver isto acontecer se tivermos consciência de mudar e que vai além de interesses pessoais, de apenas ter amizade com o presidente é de realmente ajudarmos o basquete a crescer, avançar com idéias novas, pessoas motivadas. Como pude ver em Brasília no último dia 16 de abril quando várias federações estiveram juntas discutindo o futuro deste esporte no Brasil e também em nossos estados, o candidato Sr. Medalha- num gesto nobre- abriu mão de sua candidatura, para somar com as idéias de Hélio Barbosa, e todos os presidentes e representantes puderam perceber ¿ assim como eu- que o foco, a estrela neste processo é o Basquete e não as pessoas a ou b. Estou acreditando neste grupo que conheci nesta reunião, que está apoiando o candidato Barbosa. Neste grupo foi muito comentado que hoje a Confederação é administrada por apenas ¿duas pessoas¿. Então vamos fazer parte desta mudança, junte-se a nós, o que queremos é uma administração participativa, mais transparente, planejada, criativa e mais organizada, atendendo mais as necessidades das Federações (quando muitas delas estão apenas sobrevivendo) que aconteça um fato novo no basquete, pois é isso que estamos precisando, por esta razão volto a insistir : temos que mudar a nossa CBB.
¿Você e Eu temos também o direito de participar, está em nossas mãos a mudança, só depende de nós.¿
Amarildo Rosa
Presidente da Federação Paranaense de Basketball
Secretário Municipal de Esporte e Lazer de São José dos Pinhais
Membro da Associação Nacional dos Secretários de Esporte
Membro do Conselho Estadual do Esporte e Lazer do Paraná
Contato: 41. 9997.8268 ¿ 381.5930


Vera Rosa
Assessora de Marketing da FPB-Pr
e-mail: verarosa@verarosa.com.br


Terça-feira, Abril 26, 2005


DE CIMA PARA BAIXO. 4/22/2005

Em nosso país,onde inexiste a massificação esportiva,todo e qualquer sistema de jogo sempre emanará das seleções nacionais representativas de cada modalidade.No caso do basquetebol,que a cada ano vê cair o número de praticantes,essa imposição tática de cima para baixo vem se tornando asfixiante,pois desde as catagorias básicas o sistema do Passing Game é unanimemente adotado por todos os técnicos e professores,como uma crença monoteística a ser seguida e adotada sem discussão.Por causa dessa imposição auto-consentida pela maioria dos que ensinam o jogo,é que vimos e agora constatamos a decadência técnica de nossos jogadores em alguns dos mais elementares e importantes fundamentos do jogo,basicamente o drible,as fintas,e a ação conjunta das equipes.Já se torna comum assistirmos ataques em que após a troca de passes um,e às vezes dois jogadores agem enquanto os demais observam quase imóveis o desenrolar da ação,como compartimentos estanques e não vasos comunicantes,como deveria ser.Ações em que os atletas envolvidos correm de um lado a outro da quadra ofensiva em trocas de cinco até oito passes,geralmente para trás ou paralelos à linha final,que é um dos erros mais crassos em qualquer tipo de ofensiva, contra qualquer tipo de defesa.E ao final da correria tentam arremessos de três pontos executados muitas vezes pelo pivô da equipe!E tudo isso dentro dos 24 segundos permitidos de posse de bola,que é claro,se torna insuficiente para tanta ação inconsequente e pouco inteligente,pois substitui a menor distância entre dois pontos por curvas, elipses e circulos executadas por exauridos atletas de meio-fundo e não jogadores de basquetebol. Vemos corta-luzes serem permanentemente confundidos com simples cruzamentos, na maioria das vezes faltosos,pelo mais obscuro desconhecimento do que venha ser um corta-luz,que é uma ação lenta na armação e rápida na conclusão,detalhes rítmicos que visam confundir os defensores,e que visa primordialmente estabelecer uma superioridade númerica naquele setor onde ele está sendo executado.E se o mesmo pode ser realizado por dentro ou por fora da defesa nem ousem perguntar a qualquer jogador o que significa,pois ficarão mudos,assim como muitos de seus técnicos.O PG simplificou e empobreceu o jogo,já que defenestra alguns dos movimentos fundamentais da técnica individual e coletiva.Tornou-se importante a frenética troca de passes,a correria e a conclusão em arremesso longo onde todos brecam seus caminhos e assistem a audição de um deles. O problema se torna incontornável quando uma das equipes,num rasgo de inteligência se posta nas mais do que previsiveis linhas de passes e rompem com a esfuziante coreografia ensaiada em"punhos","chifres","postes altos e baixos",etc,etc...obrigando os atacantes a tomarem atitudes não ensaiadas e não treinadas, desencadeando um festival de andadas, conduções faltosas de bola, dois dribles, sem contar quando tropeçam na bola ou a perdem por não saberem controlá-la. São nesses momentos próximos dos 24 segundos que ocorrem os mais estapafurdios e desequilibrados arremêssos, quando muitas vezes sequer têm tempo de concretizá-los.Todo esse processo vem sendo perpetuado pelo exemplo dado pelas seleções nacionais, tanto as principais,como as de base,repito, como crença monoteista que deve ser cegamente seguida.Cursos que são dados pelo país sedimentam a crença, tornando-a uma verdade inquestionável. "O basquete internacional" como é definido esse sistema, e que deveria,para ser honesto ser chamado de "Sistema NBA",que é fartamente patrocinado pela mídia, gerando muito dinheiro para a turma da 5ªAvenida,e para seus pressupostos tupiniquins,fará qualquer coisa para manter o status quo tão arduamente conquistado, incluindo no processo seu poder econômico na mídia,sites,revistas,televisões e bem possivelmente na politica desportiva do país. Se a Microsoft se mete,por que não a NBA? Se não rompermos essa influência tão cedo retomaremos nosso lugar no cenário internacional,pois eles não precisam de adversários,e sim de consumidores. Temos de tomar vergonha na cara e volver à luta que abandonamos 20 anos atrás. Temos que voltar a ver nossas seleções representarem o melhor do trabalho feito na base,e não serem as repetidoras de um sistema que nada tem a ver conosco, e que impõem de cima para baixo,na mente e nos corações de nossos jóvens.

Paulomurilo.blogspot.com


REAPRENDENDO. 4/20/2005

Enfim,estamos reaprendendo.Dois jogos,duas constatações que geram esperanças em dias melhores.A utilização de dois armadores puros pautaram ambas as partidas,levando à derrota àquela equipe que em momentos dos jogos abandonou tal iniciativa,senão vejamos:Na partida Uberlândia x COC,o primeiro partiu celere na utilização dos dois armadores,enquanto o COC,por todo o primeiro tempo se utilizou de um único.Perdeu por boa margem,mas retornou com dois armadores,equilibrou o jogo e assumiu o placar. Nesse momento o Uberlândia,talvez por motivos de faltas pessoais,ou por não poder contar com reserva à altura,manteve um só armador.O COC manteve a vantagem e venceu o jogo.Na outra partida,repetiu-se a mesma situação,pois a equipe do Ajax somente confiou na eficiência de dois armadores na segunda etapa e na prorrogação,vencendo com méritos.O Uberlândia,enquanto manteve os dois em quadra comandou o placar,mas por algum motivo técnico abriu mão da formação e permitiu o equilíbrio, transformado em vitória por seu adversário.No entanto ficou bastante claro que a atitude tática das equipes em questão foi a de manter os principios do passing game,com somente um dos armadores atuando de cada vez,fazendo o outro o papel originariamente destinado a um ala. Mesmo assim,a qualidade dos passes,dos dribles e das fintas aumentaram em muito a eficiência das equipes,em detrimento de uma contornável diminuição na estatura dos quintetos em quadra.Fico imaginando como atuariam essas equipes,com os excelentes jogadores que possuem em uma armação tática em que os armadores atuassem em conjunta movimentação,alimentando um ainda mais dinâmico trio ,em permanentes deslocamentos pelo garrafão.Seria uma festa de técnica e grandes performances.Mas, como venho escrevendo sistematicamente nesse site,é um sonho a longo prazo,pois será muito difícil,e algo demorado, nos desvencilharmos do cabresto imposto pelo passing game,com toda sua coreografia armada em pranchetas,as quais muitos técnicos reagirão em abandonar,talvez por se sentirem inseguros ao permitirem livre arbítrio dos jogadores dentro de ações que deveriam ser exaustivamente treinadas,aceitas e compreendidas nas práticas do dia a dia,e não criadas,e até inventadas no transcorrer das partidas.Estratégias são pré-estabelecidas,táticas são segmentos daquela, que se aplicam em determinados momentos,e ambas são decorrencia de treinamento,pois não admitem remendos de última hora.Não confundir com improvisação,que é o argumento definitivo de quem domina a estratégia,a tática e os fundamentos do jogo.Precisamos com urgência reavaliar nossos conceitos de jogo,aquele adaptado às nossas condições técnicas,voltado ao que temos de melhor,a criatividade,a coragem e a sabedoria de explorarmos ao máximo nossas carências de povo pobre,mas capaz de superações inimagináveis.Nossos técnicos precisam reaprender sistemas,táticas e estratégias de jogo dissociadas do modelo único que nos estrangula a 20 anos, e para tal urge que se encontrem,que discutam e que repassem suas experiências,mesmo antiquadas,não importa,mas que o façam.Um grande mestre que tive,Prof.Armando Peregrino,me disse uma vez:Paulo,ensine tudo que sabe,tudo,pois dessa forma você estará se comprometendo a aprender cada vez mais.Só os mediocres guardam o que pensam saber para si mesmos. Grande mestre,grande destino.
Paulomurilo.blogspot.com


Saneamento básico

MELCHIADES FILHO
EDITOR DE ESPORTE

De novo o basquete passou vergonha ao ser chamado a se explicar ante o Comitê Olímpico Brasileiro. A confederação nacional, que já havia bombado na prova da aplicação dos recursos da Lei Piva, foi instada a estabelecer metas técnicas para os próximos anos. Por escrito, na maior cara de pau, anunciou: "Participar do Mundial feminino no Brasil em 2006". Faltou só esclarecer que, como país-sede, o Brasil já tem participação assegurada.
Metas de araque, engabelações como essa, retratam a administração que, envergonhada, recolhida ao gabinete, completa neste mês seu segundo mandato.
Nunca pingou tanto dinheiro na entidade como nas gestões Gerasime Bozikis -por meio da Lei Piva, do COB, dos patrocinadores, das estatais, da TV e dos fornecedores de material esportivo.
Mas os resultados internacionais das seleções sumiram. Os torneios nacionais foram sucateados. Os jovens talentos migraram cada vez mais jovens. As TVs (e a torcida) desistiram. O número de praticantes quase não cresceu.
Não vingou nem a competição que recebeu o nome do principal parceiro. A Copa Eletrobrás juvenil feminina, criada no ano passado, foi suspensa e empurrada para o segundo semestre. Não tem data nem arena fixadas.
Alguns lembrarão que as seleções já viveram fases piores, que o circuito de base já passou um tempo desativado, que a confederação já atravessou crises institucionais tão agudas quanto esta, que a bola laranja já registrou exposição ainda menor na mídia.
Mas esse discurso, que garimpa a história em busca de desculpas, serve somente a um propósito, o de mascarar que justamente na sua década mais rica a modalidade não saiu do lugar no Brasil.
Daí o voto de confiança do basqueteiro à Nossa Liga de Basquetebol, capitaneada por Oscar Schmidt. Mesmo que o projeto de um campeonato independente ainda esteja atolado de idéias confusas, algumas contraditórias, que mudam a cada semana de acordo com o humor de Oscar e a capacidade argumentativa de seus interlocutores. Reitero aqui, por exemplo, minha dúvida de que existam receitas no mercado publicitário para bancar todas as ambições do ex-cestinha. Acho que ele prometeu demais e temo que entregará "demenos". Quem sabe, porém, seja por meio de um arroubo emocional, personalista, até inconseqüente, que o basquete reencontrará seu rumo no país.
Daí, também, o entusiasmo da galera com a candidatura de Hélio Barbosa à presidência da CBB. Mesmo que a formação da chapa de oposição ainda esteja cercada de mistérios, que haja uma grande distância entre as plataformas e trajetórias de seus "cabeças", que tenha faltado um debate profundo de idéias (culpa, é verdade, de Bozikis, que, em campanha, preferiu o conforto do silêncio).
As duas iniciativas entram em sua reta terminante. Amanhã é dia de os clubes fazerem seu registro definitivo na NLB; segunda-feira, de as federações votarem na CBB. A semana distinguirá os homens dos cagões, como diz Oscar. Resta saber se o basquete tem forças para acionar a descarga.

Sabonete 1
No relatório compilado pelo COB, Bozikis endossa os críticos e enfim se compromete a criar um departamento de seleções e a erguer um centro de treinamento. Fala em classificar o feminino e o masculino à Olimpíada de Pequim, mas não garante pódio no Pan do Rio.

Sabonete 2
Entre as dezenas de candidatos e depois de quase uma hora de discussão, a assembléia da Liga do Oscar escolheu o logotipo encaminhado por... Oscar. Mas o desenho era mesmo o mais bacana.

Sabonete 3
Em Belo Horizonte, o alto escalão do vôlei telefonou para o do basquete e sugeriu que boicotasse os movimentos de contestação à CBB.
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E-mail: melk@uol.com.br


Fonte: Folha de São Paulo


Compasso de espera

Por Fábio Zambeli

A inatividade da seleção feminina de Barbosa é mais uma prova de que o Brasil não aproveita o privilégio de sediar o Mundial 2006

Genebra, 19 de junho de 2004.

Dia de júbilo para o basquete brasileiro.

Em uma votação secreta, o país superava a Espanha por 11 votos a 7 e era alçado à condição de sede do Mundial Feminino de 2006.

Hora de festejar. Os dirigentes, rápidos na análise rasteira, atribuíram a predileção à ¿gloriosa trajetória do nosso esporte¿.

Exibiam efusão. Não sem razão, afinal, esperava-se que uma reverência de tal porte da comunidade internacional embalasse um ciclo virtuoso de fomento à prática da modalidade.

Traduzindo em miúdos: despontava uma espécie de balão de oxigênio para atletas, clubes e federações, que transitam perseverantes pelas UTIs da bola-laranja à espreita de sobrevida.

A 14 meses do início do Mundial, que já tem sedes pré-estabelecidas (Rio, São Paulo e Belo Horizonte), o embrião lançado em solo suíço ainda não germinou.

O pior: a convalescença caminha a passos largos rumo às categorias de base.

O revés diante das canadenses na Copa América de Porto Rico disparou o alerta já em 2004. A seleção feminina, reconhecida potência global, ficaria ausente do Mundial Sub-19, marcado para o próximo mês de julho na Tunísia.

Sinal amarelo para o trabalho de formação de novas atletas no país que ocupa um honroso ¿ e confortável - quarto lugar no ranking da Fiba para a modalidade.

Com 579 pontos, o país só é superado por Estados Unidos, Rússia e Austrália no mapa das forças internacionais. Posto alcançado com sucessivas presenças canarinhas em pódios olímpicos e mundiais.

Não bastasse a fragilidade da modelagem de jogadoras, evidenciada no fiasco continental, o selecionado brasileiro convive agora com uma preocupante apatia.



O time adulto dá sinais de debilidade e acefalia, despreza os prodígios das quadras e das pranchetas.

A inatividade do time dirigido por Antonio Carlos Barbosa é mais um componente inquietante.

Não raro, a cartolagem alardeia o fato de o Brasil, como país-sede, ter vaga assegurada no Mundial. Até para anunciar o calendário de atividades da seleção para 2005, a CBB apregoa o passaporte carimbado ao mencionar a participação brasileira na Copa América.

O Pré-Mundial de setembro seria a oportunidade de reunir a maior parte do elenco que entrará em quadra para a briga por medalhas em 2006, já que o Sul-Americano de Cáli (Colômbia) ocorre em junho, o que inviabiliza a participação de atletas que atuam na WNBA.

O aparente desdém com a agenda de preparação para o Mundial passa pela composição da comissão técnica. Afora as questões de caráter técnico e político que envolvem a manutenção de Barbosa no comando, a CBB preserva à margem do rito preparatório figuras que certamente trariam ganhos no esforço para reconduzir nossas meninas ao pódio ¿ caso nítido de Paulo Bassul.

Enquanto os torneios domésticos agonizam, uma verdadeira constelação de brazucas habita as galáxias do Velho Continente.

Um breve rastreamento permite elencar mais de uma dezena delas. São cinco nos playoffs italianos (Cíntia Tuiú, Alessandra, Zaine, Graziane e Micaela), outras cinco na elite da liga espanhola (Helen, Érika, Êga, Leila e Patrícia Mara), além de rebentos que migraram para a França (Mamá), Portugal (Silvinha Gustavo e Gilmara), e outras que arremessam nos competitivos torneios russo (Iziane, a caminho do Seattle Storm) e polonês (Karla).

Nos bancos de reserva, nossa escola é reconhecida fora dos tentáculos da CBB. Maria Helena Cardoso escreve páginas vitoriosas no Hondarribia, semifinalista da liga espanhola ¿ comandando lendas-vidas da modalidade como Elena Tornikidu e Marina Ferragut.

Sem falar das ¿desempregadas¿ Vivian e Roseli, cujos préstimos ao selecionado dispensam comentários.

Vez ou outra, notam-se movimentações de bastidores ¿ como a associação de atletas, liderada por Janeth Arcain, e a retomada do fulcro piracicabano, pelas mãos de Branca.

Ainda é pouco.

Quando o escrutínio de Genebra indicou o Brasil como base para o campeonato do mundo do próximo ano, renascia o sonho da reedição do feito de 1971, com o Ibirapuera tomado pelos torcedores e um bronze épico.

Ou, quem sabe, do revival do fenômeno pop em que se transformara a seleção de Hortência, Paula, Suzete e cia. em 1982, também com o ginásio paulistano repleto e os telespectadores antenados pela Vênus Platinada - em rede nacional e horário nobre.

Passados 10 meses da votação na sede da Fiba, o cenário não é nada alvissareiro.

Ainda há tempo para reverter o quadro. Findado o período eleitoral na CBB, faz-se necessária uma corrida contra o tempo a fim de assegurar ao torneio que se aproxima o status de grande evento esportivo brasileiro na esteira do Pan-07.

O Mundial-06 tem os ingredientes para catapultar uma corrente que injete energia no basquete nacional. Falta acioná-la.


Fonte: Rebote


Tetra Prisma abre primeira seletiva paulistana do esporte

São Paulo (SP) - A equipe da Tetra Prisma vai realizar no próximo sábado, a primeira seletiva de basquete de rua ¿ ou streetball ¿ de São Paulo. Para concorrer a uma das dez vagas, é preciso que o candidato tenha entre 16 e 25 anos, noções mínimas de basquete e gostar muito de esporte. O teste será feito a partir das nove horas no Centro Olímpico, próximo ao Parque Ibirapuera.
¿Habilidade com a bola e espírito de equipe são bem-vindos¿, diz Marcelo Ferreira de Arruda, técnico de basquete, que treinará o time em parceria com Wagner Junior. Os interessados podem fazer a inscrição pelo site http://www.streetballbrasil.com.br/calendario.htm.
Diferentemente do basquete convencional, o basquete de rua não exige estatura, peso, treinos diários por horas a fio e alimentação especial. O mais importante no esporte é a capacidade de manejo da bola do jogador, que deve exibir suas habilidades entre pegar a bola e marcar a cesta. ¿O esporte tem suas próprias regras, mas não basta só ter a habilidade, se não conseguir finalizar a jogada¿, alerta Júnior.
gazetaesportiva.com.br


Bandejinha: Janeth à frente no processo
25-Apr-2005 21:45

Acostumada com o jeito americano de gerenciar o basquete, com contratos de longo prazo sendo respeitados com as jogadoras e assumidos pela direção da WNBA, apesar da extinção recente de algumas equipes, a ala Janeth Arcain tomou a frente do projeto de formação de uma Associação de Atletas no Brasil para defender os interesses e direitos dos que realmente fazem o espetáculo. Encorajada pelo ex-cestinha Oscar Schmidt, fundador da ¿Nossa Liga¿ independente da CBB que terá como vice-presidentes as ex-estrelas da Seleção campeã mundial Magic Paula e Hortência, Janeth está deixando o embrião da Associação de Atletas formado antes de viajar para os EUA, onde vai disputar mais uma temporada pelo Houston Comets.

No time texano, ela conquistou quatro títulos da liga americana que lhe renderam até uma visita à Casa Branca para uma recepção com o presidente Bill Clinton em meio ao escândalo da estagiária Mônica Lewinsky, mas antes aprendeu uma grande lição de profissionalismo, marketing e senso comunitário.

O problema principal a ser combatido pela nova Associação é o atraso ou o simples calote no pagamento de salários, realidade já vivida pela própria Janeth, inclusive na sua passagem pelo Vasco da Gama quando Eurico Miranda decidiu investir em vários esportes olímpicos antes da Olimpíada de Sydney-2000. Frustrado com a falta do ouro em todas as modalidades, apesar do basquete feminino liderado por Janeth e Alessandra ter trazido o bronze contra todas as expectativas, o Vasco foi encerrando seus esportes olímpicos um a um e deixou pendências para trás.

Não fiquei surpresa ao assistir a uma entrevista da advogada Gislaine Nunes no Programa do Jô Soares semana passada, lembrando que Janeth é sua principal cliente fora do futebol. Famosa por liberar astros do futebol brasileiro de clubes devedores sem o pagamento de multa rescisória, Gislaine está na lista de desafetos do Euricão desde que fez o Vasco perder milhões na liberação de Juninho Paulista, mas a advogada revelou ter penetração também no esporte da bola laranja.

No final da carreira, Janeth, além de promover um belo trabalho com seu Centro de Formação nas categorias de base em Santo André, procura aproveitar seu cacife técnico para mudar o estado de coisas no basquete brasileiro, coisa que o ala-pivô Nenê também começou a fazer ao boicotar a Seleção Brasileira enquanto Gerasime Grego Bozikis continuar à frente da CBB. Não creio apenas que haja uma politização maior dos atletas, a reação de bombardeio sobre a atual gestão é sinal de que a modalidade viu-se perto do fundo do poço. Os clubes não vêem a cor do dinheiro das verbas de televisionamento e do patrocínio da Eletrobrás, um valor milionário para ficar só com Seleções que se reúnem esporadicamente, enquanto os 16 times do Nacional masculino receberam a ajuda de custo de R$ 10 mil cada para viajarem de ônibus.

A ausência do basquete da TV aberta também piorou as coisas, assim as equipes não têm orçamento para fazer um planejamento de longo prazo. A Associação de Atletas deve ser muito cuidadosa na defesa dos direitos dos jogadores, pois em um cenário de crise como o atual não adianta ser muito inflexível. Com o pires na mão, os clubes não vão apostar alto em um contrato trabalhista todo certinho com jogadoras de Seleção, preferem escalar as meninas das categorias de base e deixar as veteranas na Europa mesmo, com a desculpa de que não dá para competir com o euro. A CLT é uma legislação ótima para proteger os trabalhadores, mas ruim para os empregadores em uma área que está em condição de semi-amadorismo. A solução no início é mesmo encontrar um meio termo e complementar os salários dos atletas com direitos de arena ou imagem. O ideal para Janeth e cia. é sentar à mesa com os cartolas para acertar uma fórmula-padrão para os contratos.

A verdade é que os clubes europeus não pagam tanto assim, por um pouco menos as atletas da Seleção topariam ficar mais perto de casa, inclusive Janeth recebeu sinal verde da maioria de suas companheiras na conquista do quarto lugar na Olimpíada de Atenas-2004. A Associação de Atletas e o primeiro Nacional feminino organizado pela Nossa Liga devem estar estruturados apenas em 2006, é justo esperar o que acontece com a Liga masculina e conseguir mais adesões para peitar a CBB. Porém, qualquer marqueteiro sabe que uma entidade com Oscar, Janeth, Hortência e Paula à frente tem condições de atrair mais patrocinadores que os engravatados da Eletrobrás e Grego.

O início da Liga e da Associação de Atletas será difícil e cheio de oposições, então não vejo por que não terem algum grau de relacionamento e cooperação com a CBB, em vez de promover um racha definitivo que faria mal ao basquete nacional, que precisa do máximo de união possível. Enquanto o último Nacional do feminino teve só oito equipes e ainda foi manchado com a desistência e o calote geral do Iate Clube Rio das Ostras no meio do campeonato, a Liga independente contava com a adesão de 11 times no feminino no dia de sua primeira convenção, na segunda-feira passada em São Paulo. O ideal é chegar a 12 equipes com condições de fazer um campeonato com quatro meses (outubro a janeiro) e liberar as jogadoras para enriquecerem seu repertório internacional jogando na WNBA ou na reta final da temporada européia, como fazem diversas estrelas americanas.

Não é preciso muita coisa para o basquete feminino readquirir o respeito, o prestígio internacional ainda existe como ficou comprovado na eleição da Rainha Hortência para o Hall da Fama e a volta de quatro brasileiras para times da WNBA (Janeth, Iziane, Kelly e Helen), basta arrumar as coisas nas quadras locais para que a modalidade não perca mais torcedores e encantamento, sem deixar de valorizar os atletas. A Associação Janethiana vai ficar de olho.
Bandejinha: Monique Vieira, 25 anos, é jornalista formada na Universidade Metodista de São Paulo, cobriu o Mundial de Indianápolis masculino além de diversas edições do Nacional feminino e volta ao Basketbrasil depois de um ano trabalhando numa assessoria do setor de telefonia.
Basketbrasil.com.br


Abril 25, 2005

Maringá vence nas duas categorias do VII Torneio Mayr Facci

As equipes de Maringá conquistaram no último final de semana os dois títulos em disputa do VII Torneio Mayr Facci de Basquete Veterano. A competição, realizada no Ginásio de Esportes Osni Vilaca Mongruel, teve alto nível técnico, com placares centenários e lances de grande plasticidade. Na final da categoria 35 à 49 anos Maringá venceu a equipe Mayr Facci/Unisul de Ponta Grossa por 67 a 61, ficando com o título máximo. Em terceiro lugar ficou a equipe dos ABPG - Amigos do Basquete de Ponta Grossa, que venceu o Asloveba de Londrina por 100 a 68. Os cestinhas desta categoria foram José Abel dos Santos (Mayr Facci) e Sérgio Piturra (ABPG) com 66 pontos cada um anotados durante a competição. Na categoria 50 à 59 anos Maringá encerrou sua participação invicta, vencendo a equipe Mayr Facci/Unisul por 76 a 55. O vice-campeão foi o Círculo/Duque de Curitiba, enquanto que os pontagrossenses ficaram com a terceira posição. O cestinha da competição foi Pedro Raimundo (Círculo/Duque) anotando 73 pontos nos três jogos que disputou.
O VII Torneio Mayr Facci teve ainda o torneio de arremessos de três pontos, que envolveu 24 atletas. O vencedor foi o atleta Flávio Bonilha, de Maringá.
No sábado, atletas, autoridades e convidados foram recepcionados no Rancho Dallas, onde foram feitas as premiações e homenagens à Mayr Facci. O VII Torneio Mayr Facci teve a chancela da Associação Paranaense de Veteranos do Basquetebol e da Associação de Veteranos de Basquete de Ponta Grossa
Basquetepg.blogger.com.br



Caro Presidente Grego
Daqui a uma semana estaremos definindo o periodo crítico (2005-2009) do basquetebol brasileiro com as eleições para a presidência da CBB. Nós da oposição assumimos o compromisso de MUDAR a CBB com propostas e Planos
divulgados extensivamente e do seu pleno conhecimento. Por outro lado, o atual presidente e candidato Bozikis, que esta com a
máquina a seu favor, cala-se desrespeitando a todos, sem coragem de apresentar o mínimo de perspectivas do que poderá ser o seu terceiro mandato, caso eleito. Tem dito que o seu programa é a repetição do que fez nesses ultimos 08 anos.
Uma das críticas mais ferrenhas que existem sobre a sua gestão é a perda da hegemonia para a Argentina, um Pais que sempre foi nosso grande fregues. O placar atual no basquetebol masculino é o seguinte :
Argentina é atual campeã olímpica; o Brasil..... NEM PARTICIPOU.
Argentina é atual campeã sul-americana; o Brasil, vice.
Argentina é atual vice-campeã mundial; o Brasil,...... OITAVO.
Argentina é atual campeã sul-americana sub-21; o Brasil, vice.
Argentina é atual campeã cadete; o Brasil, terceiro colocado.
E repetir esse resultado nos deixa satisfeitos?
Presidente: Não se iluda. Grego ja teve a sua oportunidade . Não aproveitou.Terá condições de reverter esse quadro? Com a sua grande equipe ( 04 pessoas), e a sua gestão autocrática e negligente? Ou mudemos agora a CBB ou teremos mais quatro anos de apatia e retrocesso. E tome Argentina , agora tambem ja colocando suas manguinhas de fora no feminino.
Jose Medalha
CLIPPING DO BASQUETE


¿SALVEMOS O BASQUETE BRASILEIRO¿
2ª. PARTE


Hélio Barbosa

FATOS E RESULTADOS EXTREMAMENTES DESAGRADÁVEIS E PÉSSIMOS PARA O BASQUETE BRASILEIRO NÃO PARAM DE ACONTECER...

· ¿Brasileiro de Basquete¿, um dos melhores ¿produtos¿ da CBB, volta a ser realizado de forma deficiente trazendo problemas para os Clubes, com a qualidade comprometida e sem o retorno de mídia esperado pelos empresários que investiram;

· O basquete brasileiro desenvolvido nos Estados e no Distrito Federal sofre, cada vez mais, sem o devido apoio da Confederação. Que dirá parceria efetiva com seus filiados!

· Seleção Brasileira masculina de basquete fica mais uma vez fora das Olimpíadas;

· ¿Nas categorias de base o Brasil disputou seis campeonatos internacionais no ano de 2004, na comparação com as edições imediatamente anteriores, não subiu de patamar em nenhum. Piorou em quatro (Sul-Americanos de cadetes, masculino e feminino, Copa América sub-21 masculino) e repetiu a classificação em dois (Sul-Americano juvenil feminino e Sul-Americano sub-21 masculino)¿. A CBB, na auto-avaliação enviada ao COB, chamou isso de ¿participação de destaque¿ (grifo nosso) ¿ Coluna Folha de S. Paulo ¿ 22/02/05;

· Sul-Americano masculino adulto é realizado na cidade de Campos / Rio de Janeiro, são convocados 20 atletas, se apresentam 8 (oito), um deles abandona ainda na fase de treinamento, e colhe resultado insatisfatório ¿ perdendo a final para a equipe 2 da Argentina. Detalhe: Não existia um trabalho adequado de cobertura da mídia escrita brasileira na cidade!

· ¿O Comitê Olímpico Brasileiro distribuiu os boletins no final de janeiro, e o basquete foi o único que levou bomba. Só ele não apresentou contrapartidas concretas à tomada recorde de verbas públicas no ano passado...¿.
¿... O dinheiro (recursos da lei 10.264) começou a ser distribuído pelo COB em janeiro de 2002. Já foram investidos cerca de R$ 150 milhões. Pelo menos R$ 5,8 milhões caíram no colo da Confederação Brasileira de Basketball¿ - Coluna Folha de S. Paulo ¿ 22/02/05;

· A gestão da CBB proporciona: AS VITIMAS DO SISTEMA ¿ por Juarez Araújo, 17/02/05 ¿ ¿Em cima de dados... a organização do basquete brasileiro está fazendo as vítimas. Em todos meus 27 anos de basquete, infelizmente para mim, nunca vi uma situação tão preocupante como agora. Inúmeros técnicos de alto nível, simplesmente desempregados...¿;


E QUANDO SE ESPERA NOVAS AÇÕES DESTA ATUAL ADMINISTRAÇÃO DA CBB VISANDO A MELHORIA DO NOSSO ¿PRODUTO¿ BASQUETE, O QUE SE VÊ?

Fatos novos que não poderiam ficar encobertos uma vez que denigre de maneira forte o basquete brasileiro e apresentam de forma transparente a real competência e o modelo de gestão utilizado pela atual alta cúpula da CBB.

· ¿CBB utiliza pequena parte da verba, sob contrato, da GLOBOSAT, para auxílio aos Clubes do Brasileiro de 2004/05¿. Uma pergunta que não quer se calar: ¿E a legislação pertinente dá condições para tal procedimento?¿;

· ¿Clubes se reúnem para questionar a direção da CBB quanto aos recursos distribuídos, placas fixas colocadas em quadras que não são de empresas ligadas ao Brasileiro e pede reunião para esclarecimentos¿ - março de 2005;

· O GLOBO, 10/03/2005 ¿ ¿CBB FECHA PORTA AOS CLUBES¿ ¿ ¿O presidente da Confederação Brasileira de Basketball radicalizou...¿.

Observação: Se o Brasileiro de Basquete é ainda um ¿produto¿ administrado pela CBB e diretamente com os Clubes, inclusive sem ouvir as Federações (suas filiadas diretas) e uma referência nacional para outros Clubes, Dirigentes, Técnicos, Atletas e, principalmente, para os atuais patrocinadores e futuros e, é claro para a própria CBB, como agir assim de forma tão radical, fechando as portas para os Clubes e não possibilitar uma oportunidade para uma reavaliação da forma que está sendo desenvolvido o Brasileiro e melhorar a qualidade de seu ¿produto¿?

· JORNAL DO BRASIL, 12/03/05 ¿ ¿CRISE SE ACENTUA NO BASQUETE¿ ¿ ¿A bola do basquete brasileiro bate na tabela e dá aro. As vésperas da eleição para presidência da Confederação Brasileira de Basketball (CBB), em maio, o esporte convive com insatisfação de equipes que disputam o Nacional masculino, jogadores... O pivô Nenê, primeiro brasileiro a disputar uma temporada completa da NBA, a liga profissional americana, afirmou que não jogará pela Seleção enquanto a atual administração seguir à frente da CBB¿.
¿... Sinceramente, com a falta de profissionalismo dessa administração eu não jogaria mais na Seleção. Não tem como representar o seu país ¿ disse Nenê à ESPN Brasil¿.
¿... A situação é grave... A CBB tem ações pontuais que não ganham continuidade. Falta formação de atletas de base. Os jogadores não acreditam mais ¿ disse Hélio Barbosa¿.

· JORNAL DOS SPORTS, 12/03/05 ¿ ¿Nenê avisa: ESTOU FORA!¿ - ¿Nenê, o melhor e mais conhecido jogador de basquete do Brasil na atualidade, não defenderá a Seleção Brasileira enquanto a atual administração, presidida por Gerasime Bozikis, o Grego, se mantiver à frente da Confederação Brasileira de Basketball (CBB)...¿;

· LANCE, 12/03/05 ¿ ¿COM GREGO, NENÊ ESTÁ FORA¿ - ¿Jogador ratifica, via assessoria, que não joga mais na Seleção Brasileira se presidente da CBB for reeleito...¿.
¿... Oscar e Hélio Rubens se unem pela Liga¿.

· JORNAL DO BRASIL, 13/03/05 ¿ ¿BASQUETE ESTUDA CRIAÇÃO DE LIGA¿ ¿ ¿Em meio a impasse com a Confederação, equipes vêem a criação de torneio próprio como salvação para crise financeira¿.

¿Criar ou não criar a liga masculina de basquete, eis a questão... A iniciativa tem o apoio de pelo menos um dos candidatos à presidência da CBB, Hélio Barbosa¿.
¿Os clubes têm que se organizar e montar seus próprios campeonatos. Isso ocorre em todo o mundo, nas modalidades... ¿ justifica o técnico Hélio Rubens¿.

A CBB terá eleições presidenciais em maio... Hélio Barbosa, por exemplo, é outro defensor da liga criada junto a CBB ¿ ¿Hoje, a insatisfação dos jogadores é grande. Não se dá nenhuma condição de organização e estrutura adequada para eles ¿ afirma Barbosa (quanto à seleção brasileira). Eu enviei aos Presidentes de Federações, já há alguns meses atrás, o projeto de criação da liga. É preciso tirar o campeonato da gestão da CBB... O atual Nacional ainda sobrevivia quando recebia US$ 2 milhões / ano da GLOBOSAT pelos direitos de televisionamento... os patrocinadores, que sustentam as equipes não têm o retorno necessário!¿

¿O ex-técnico, também candidato, o momento do basquete demanda análise e defende um acerto entre as partes!¿.

· LANCE, 13/03/05 ¿ ¿Nenê é esperança¿. ¿... Essa decisão do Nenê é muito grave e, para o bem do nosso basquete, vai ter impacto no resultado da eleição e provocar uma mudança nos rumos deste esporte¿ ¿ disse Hélio Barbosa;
¿... Para José Medalha, o boicote de Nenê mostra aos presidentes das Federações, que compõem o colégio eleitoral da CBB, que a atual administração tem gerado uma decadência do basquete no Brasil..¿. E segue, ¿Quem iria votar no Grego vai pensar duas vezes agora, pois o retrocesso na CBB agora se tornou público...¿.

Continua...
Fonte :
CLIPPING DO BASQUETE


Segunda-feira, Abril 25, 2005


procuro atleta

Prezados Amigos.
Sou técnico efetivo da prefeitura de Balneario Camboriú, SC, disputamos o estadual de basquetebol pela federação catarinense com o clube tubarões e estamos em apuros com falta de pivô, que sejam altos e saibam jogar. Precisamos de jogadores que nasceram até 1989 e que não estejam federados. Gostaria que distribuíssem esta mensagem para seus afiliados. Aqui estamos organizados e gostaríamos de dá oportunidade para garotos que necessitam de ajuda, que queiram jogar e estudar. Oferecemos moradia, alimentação e colégio.
Caso vcs tenham alguma informação de atletas que se enquadram neste perfil gostaria de entrar em contato.
O telefone da minha casa 47 - 360-6905, podem entrar em contato depois da 20 horas e da fundação de esporte é 47 - 3600444, no período da tarde. Gostaria de informa que estou pesquisando em todo país, portanto necessitamos com urgência porque o campeonato é muito curto. Qualquer duvida podem entrar em contato com a FCB sobre nosso trabalho.
Fico no aguardo de resposta.
Profesor Romu Farias.
romu1@tera.com.br


Ola meu nome é Raphael sou jogador do Clube do Exercito de Brasília
,gostaria de saber o site das equipes do Paraná para que eu possa entrar
em contato para realizar testes, tenho experiência na Seleção do Distrito
Federal e experiência no Exterior possuo em mãos documentos que comprovam
meu aproveitamento ,tenho 1,83m, 74kg sou armador/ala ou posição 2 sou de
1988 e procuro equipe no estado do Parana onde eu tive excelentes
comentários sobre o campeonato paranaense
Grato se atendido Raphael Silveira"


FEDERAÇÃO PARANAENSE DE BASKETBALL
Praça Plínio Tourinho ¿ Fone/Fax: (041) 264-3286 /264-7373 ¿ Jardim Botânico
CEP: 80215-120 ¿ e-mail: fpb@onda.com.br - Curitiba ¿ Paraná
FILIADA Á CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE BASKETBALL
Fundada em 08 de Janeiro de 1951

NOTA OFICIAL Nº 008/05

Curitiba, 20 de abril de 2005.

CAMPEONATOS ESTADUAIS
REGIÕES NORTE, OESTE, SUDOESTE

Conforme reunião de diretoria da F.Pr.B, realizada na presente data ficou estabelecido as seguintes deliberações quanto á realização das Fases Regionais dos Campeonatos Estaduais administrados pela Ligas nas regiões norte, oeste e sudoeste do Paraná:

1) As Ligas deverão registrar todos os atletas das equipes que dela participam. Observando que as equipes participantes das Ligas e filiadas à F.Pr.B. deverão solicitar registro de seus atletas diretamente através do Presidente ou responsável. Já as equipes não filiadas que disputam competições da Liga, deverão solicitar a mesma o registro de seus atletas; Cabendo à Liga o encaminhamento e solicitação destes registros à F.Pr.B.. Os registros na F.Pr.B. nominalmente ficarão com o nome da Liga / nome da equipe (Ex: Liga O / Colégio Z). Os atletas das categorias Infanto, Juvenil e Adulto deverão estarem registrados na F.Pr.B. e CBB.

2) As Ligas deverão filiar-se à F.Pr.B., enviando a documentação exigida em nosso procedimento para filiação.

3) As Ligas que não constituírem uma equipe, estarão isentas do pagamento de anuidade, ou seja, as Ligas que além de administrar competições na sua respectiva região, formar equipe, independentemente da categoria, deverá pagar anuidade, assim como os demais filiados.

4) A Liga que representar uma equipe, e estiver classificada para disputa das fases finais do Campeonato Estadual, deverá obedecer aos seguintes critérios:

a) Formar uma única equipe em cada categoria/naipe, independente das associações que tenha feito, deverá ter utilizado os mesmos atletas e o mesmo nome da fase regional.
b) Cada Liga regional classificará duas equipes por categoria/naipe para disputar a Fase Final do Campeonato Estadual, somente podendo participar desta Fase as equipes que estiverem devidamente filiadas e quites ás suas obrigações financeiras, junto á esta Federação.

Amarildo Rosa Presidente


Domingo, Abril 24, 2005


Nota Oficial 07/2005
Liga Metropolitana de Basquete de Londrina
Prefeitura Municipal de Londrina
Fundação de Esportes

Este projeto foi aprovado pelo
Fundo Especial de Incentivo a Projetos Esportivos

Nota Oficial 07/2005

Londrina, 23 de abril de 2005.

No Congresso Técnico promovido pela Liga Metropolitana de Basquete de Londrina no dia 23 de abril, às 10:00 na Sala de Reuniões do Ginásio do Moringão, contando com a presença dos seguintes responsáveis pelas entidades : Marival Antonio Mazzio Junior (presidente da Liga Metropolitana de Basquete de Londrina), Hamilton Azevedo (AREL), Nilton Moreira (PM Cambé e Londrina/Colégio Nobel), Saulo Teixeira (Ass. Maringá e Campo Mourão), André França(NBBL), Vítor Batistella (ALB), Bruno Saper(Iate Clube), Alesandro Oliveira, Hamilton René, Fernando Serpe (Árbitros) e Amarildo Rosa (Presidente da Federação Paranaense de Basketball) foram definidas as seguintes situações :
Data limite de Confirmação de Inscrição para o Campeonato Aberto LMB 2005: 29 de abril de 2005 às 18:00 (dezoito horas) via e-mail : lmb2003@pop.com.br ou lmb2004@pop.com.br .
Equipes Inscritas nas Categorias (masculino e feminino):
ALB
Masculino : Adulto, Juvenil, Infanto, infantil, Mini e pré Mini
Feminino : Infanto e Infantil
AREL
Masculino : Infanto, Infantil, Mini e pré Mini
Feminino : Infantil, Mini e pré Mini
PM Campo Mourão
Masculino : Adulto, Juvenil, Infanto e infantil
Feminino : Juvenil e Infanto
Iate/Cultura Inglesa
Masculino : Adulto, Juvenil, Infanto, infantil e pré Mini
Feminino : Infantil
Londrina/Colégio Nobel
Feminino : Adulto, Juvenil e Infanto
Associação Maringá
Masculino : Adulto, Juvenil, Infanto, infantil, Mini e pré Mini
Feminino : Adulto, Juvenil, Infanto, infantil, Mini e pré Mini
NBBL
Feminino : Infanto, infantil, Mini e pré Mini
PM Cambe
Masculino : Mini e pré Mini
Feminino : Infantil, Mini e pré Mini
Col. Geração Astorga
Masculino : Infanto, infantil e Mini
Feminino : Infanto, infantil e Mini
PM Jacarezinho
Masculino : Mini
Paranavaí ABASP/FESPAR
Masculino : Adulto, Infanto, e pré Mini
Feminino : Adulto, Infanto e pré Mini
Londrina Basquete Clube (LBC)
Masculino : Infanto e infantil
* As equipes de Apucarana e Assis ainda não confirmaram presença.

Fórmula de disputa das Categorias :
Adulto Masculino
1ª Fase - todos contra todos, turno e returno.
1º colocado X 4º colocado ¿ casa do melhor colocado na 1ª Fase
2º colocado X 3º colocado ¿ casa do melhor colocado na 1ª Fase
disputa do 3ª / 4º lugar ¿ casa do melhor colocado na 1ª Fase
disputa do 1ª / 2º lugar ¿ casa do melhor colocado na 1ª Fase
Adulto Feminino
1ª Fase - todos contra todos, turno e returno.

Juvenil Masculino
1ª Fase - todos contra todos, turno e returno.
1º colocado X 4º colocado ¿ casa do melhor colocado na 1ª Fase
2º colocado X 3º colocado ¿ casa do melhor colocado na 1ª Fase
disputa do 3ª / 4º lugar ¿ casa do melhor colocado na 1ª Fase
disputa do 1ª / 2º lugar ¿ casa do melhor colocado na 1ª Fase
Juvenil Feminino
1ª Fase - todos contra todos, turno e returno.

Infanto Masculino
Fase Única - todos contra todos, turno e returno.
Infanto Feminino
Fase Única - todos contra todos, turno e returno.

Infantil Masculino
Fase Única - todos contra todos, turno e returno.
Infantil Feminino
Fase Única - todos contra todos, turno e returno.

Mini Masculino
2 Festivais
Grupos A e B - todos contra todos
Cruzamento Olímpico
disputa do 3ª / 4º lugar
disputa do 1ª / 2º lugar
Mini Feminino
2 Festivais
Grupos A e B - todos contra todos
Cruzamento Olímpico
disputa do 3ª / 4º lugar
disputa do 1ª / 2º lugar

Pré Mini Masculino
3 Festivais
Todos contra todos
Pré Mini Feminino
3 Festivais
Todos contra todos
* Os Festivais serão 1 de cada sexo e de cada categoria apenas em 1 dia, em cidades a serem definidas.

Regras :
Categoria Pré mini ¿ bola mirim e tabela mirim. Jogos de 2 tempos de 12 minutos travando o cronômetro apenas nos tempos técnicos ou em casos que o árbitro solicitar. Nos 2 últimos minutos do jogo o cronômetro deverá ser travado em todas as situações de lance livre (inclusive na prorrogação) .
Categoria Mini ¿ bola mirim e tabela oficial. Jogos de 2 tempos de 12 minutos travando o cronômetro apenas nos tempos técnicos ou em casos que o árbitro solicitar. Nos 2 últimos minutos do jogo o cronômetro deverá ser travado em todas as situações de lance livre (inclusive na prorrogação).
Categoria Infantil, Infanto, Juvenil e Adulto ¿ bola e tabela oficial. Regras da CBB. Apenas o intervalo entre o 2º e 3º quarto será de 10 minutos.
OBS.: Caso não haja a bola oficial feminina nos jogos, a bola utilizada deverá ser a oficial masculina.
Premiação : os (as) 12 atletas mais o técnico(a) das 3 (três) equipes primeiras colocadas de cada categoria receberá uma medalha de 1º, 2º ou 3º lugar e as equipes classificadas em 1º, 2º ou 3º lugar receberão troféus.
Arbitragem : deverá ser paga antes do início do jogo para o árbitro principal, em dinheiro ou em cheque. Caso haja a necessidade da arbitragem (equipe ou integrantes) viajar, a equipe da casa deverá fazer um reembolso no valor de uma passagem de ida e volta da cidade de origem do árbitro.
Inscrições : As equipes que quiserem participar do Campeonato Aberto da LMB 2005 deverão pagar uma taxa de R$ 53,00 para uma equipe, R$ 93,00 para duas equipes, R$ 120,00 para três equipes, R$ 133,00 para quatro equipes e R$ 150,00 para cinco ou mais equipes (lembrando que as entidades que foram declaradas campeãs do Torneio Início têm uma isenção de R$53,00. Apenas poderão participar do Campeonato Aberto da L.M.B. as entidades que estiverem com os pagamentos de taxas de arbitragem e inscrição de 2003 e 2004 acertadas. As entidades que quiserem parcelar a dívida, entrar em contato com Marival Junior (9994-2729). As equipes que são filiadas à Federação Paranaense de Basketball (que tenham pago a taxa de anuidade) e as equipes que vierem a se filiar antes do início do Campeonato não precisarão pagar a taxa de inscrição. Será aceita apenas a inscrição de uma equipe por categoria por sexo de cada entidade.
Penalidades ¿ as equipes que não comparecerem aos jogos determinados pela tabela que será enviada por e-mail e estará disponível no basquetelondrina.blogger.com.br, será considerada perdedora da partida por WO, devendo pagar a taxa de arbitragem dobrada.
Caso a equipe que estiver recebendo uma equipe de fora da cidade perca por WO, a equipe da cidade deverá pagar uma multa de R$ 150,00 mais a taxa de arbitragem dobrada para cobrir as despesas da equipe visitante.
A Tabela de jogos deverá ser enviada por e-mail pata os técnicos e equipes e estar a disposição no basquetelondrina.blogger.com.br até o dia 03 de maio para os jogos do dia 09 de maio até o dia 31 de maio. As equipes deverão entrar em contato com a Liga Metropolitana de Basquete de Londrina (Bruno no período 14:00 às 18:00) até o dia 06 de maio para solicitar o adiamento de algum jogo. Caso contrário, a tabela de jogos será mantida.
Todas as equipes que quiserem disputar a final da Federação Paranaense de Basketball (F.P.B.) deverá estar filiada a mesma até o final do mês de maio (consultar Íris ou Andréa 41 - 264-3286). Caso não haja interesse em disputar a final, a entidade deverá apenas registrar a equipes na L.M.B., independente das equipes estarem ou não filiadas, todos os atletas deverão se filiar a F.P.B.. Neste caso, os atletas deverão se filiar pela L.M.B. a uma taxa de R$2,00 (dois reais) a serem pagas para a F.P.B.. As equipes que não quiserem disputar a final da F.P.B. poderão participar normalmente do Campeonato Aberto L.M.B. 2005 .
As fórmulas de disputa e outros assuntos de interesse geral foram discutidos no Congresso Técnico (CT).
Casos Omissos ¿ os casos omissos serão analisados e posteriormente definidos pela Comissão Técnica da Liga Metropolitana de Basquete de Londrina .

Marival Antonio Mazzio Junior
Presidente da Liga Metropolitana de Basquete de Londrina




Nota Oficial 08/2005
Liga Metropolitana de Basquete de Londrina
Prefeitura Municipal de Londrina
Fundação de Esportes

Este projeto foi aprovado pelo
Fundo Especial de Incentivo a Projetos Esportivos

Nota Oficial 08/2005 Londrina, 24 de abril de 2005.

O Presidente da Liga Metropolitana de Basquete de Londrina convoca os representantes das equipes da cidade de Londrina para uma reunião com relação à possibilidade de montagem de um Campeonato Municipal de Basquetebol para o ano de 2005.

Data : 30/04 (sábado)
Horário : 14:00
Local : Liga Metropolitana de Basquete de Londrina (Rua Borba Gato, 788 sala 11)


Marival Antonio Mazzio Junior
Presidente da Liga Metropolitana de Basquete de Londrina


Copa Integrado de Basquete

Campo Mourão vence Pato Branco e é campeão


O domingo do basquete mourãoense não poderia ter sido melhor. Além do bom público presente ao JK, a equipe patrocinada pelo Colégio e Faculdade Integrado, Unimed, Cristófoli e Fecam conseguiu conquistar o título da Copa Integrado/Unimed de Basquete ao derrotar a equipe de Pato Branco por 79 a 71.
A equipe mourãoense foi liderada pelo armador e capitão da equipe Carlos Bueno, que fez 6 pontos, Ique foi o cestinha da equipe com 26 pontos, Lucca fez 13, Rafael 14, Luiz 9, Juliano 6, Paulo 1 ponto, Tiago e Mateus 2 pontos. Jogaram ainda: Jefferson, Rodrigo e Werik.
Pela equipe patobranquense, o destaque foi o jogador Thiago com 14 pontos. A equipe que chegou invicta a final, tendo inclusive vencido a equipe de Campo Mourão na primeira fase, não conseguiu repetir a atuação das partidas anteriores e os arremessos de três pontos não caíram como nos outros jogos.
O jogo foi muito equilibrado, com as duas equipes se alternando na liderança, porém só foi definido no último quarto quando a equipe local chegou a abrir 11 pontos de vantagem. No último minuto, a defesa pressão da equipe de Pato Branco esboçou uma reação, mas era tarde.
O troféu de campeão da Copa Integrado/Unimed de Basquete foi entregue pelo diretor-técnico da FECAM, Paulo Cesar da Costa ao capitão da equipe mourãoense Carlos Bueno.
Na partida preliminar, Dourados venceu Curitiba, na disputa pela medalha de bronze. A equipe sul-matogrossense venceu por 57 a 56.
O evento foi organizado pela Fundação de Esportes de Campo Mourão com o patrocínio do Colégio e Faculdade Integrado, Unimed , Cristófoli e contou ainda com o apoio do CEFET. A competição caracterizou-se pelo equilíbrio entre as equipes participantes, tanto que nenhuma equipe ficou invicta e todas conquistaram ao menos uma vitória, pelo elevado nível técnico e pela presença constante da torcida local.
A arbitragem da competição ficou por conta de Odimas Elias, Thiago Rodrigues, Wilian Gomes e Alex Carvalho.



Copa Integrado/Unimed de Basquete
Tabela de jogos

Quinta-feira ¿ 21 de abril
16h Cat. 91 Campo Mourão70 X Curitiba (amistoso)71
17h30 Cat. 90 Campo Mourão13 X Curitiba (amistoso)62
19h Cat. 88 Curitiba 80 X Dourados73
20h30 Cat 88 Campo Mourão64 X Pato Branco76

Sexta-feira ¿ 22 de abril
16h Cat. 91 Campo Mourão37 X Curitiba (amistoso)63
17h30 Cat. 90 Campo Mourão38 X Curitiba (amistoso)46
19h Cat. 88 Curitiba 57 X Pato Branco88
20h30 Cat. 88 Campo Mourão74 X Dourados62

Sábado ¿ 23 de abril
13h30 Cat. 91 Campo Mourão33 X Curitiba (amistoso)40
15h Cat. 90 Campo Mourão44 X Curitiba (amistoso)64
16h30 Cat. 88 Pato Branco76 X Dourados68
18h Cat. 88 Campo Mourão64 X Curitiba 55

Domingo ¿ 24 de abril
9h - decisão 3o e 4o
Curitiba 56 x Dourados 57

10h30 - Final
Campo Mourão 79 x Pato Branco 71

Classificação final:
Campeão: Campo Mourão
Vice: Pato Branco
Terceiro: Dourados
Quarto: Curitiba


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