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Quinta-feira, Maio 05, 2005
Posted
11:25 PM
by MARIVAL ANTONIO MAZZIO JUNIOR
PSICOLOGIA NO BASQUETE
1/5/2005
BASQUETE x VIDA SOCIAL
Em tudo que fazemos na vida, buscamos o equilíbrio, perfeição, satisfação e realização. Nos esportes não poderia ser diferente, sempre haverá esta busca, no entanto nos deparamos com muitas, surpresas pelo caminho, pois existem mitos que envolvem a prática esportiva, sempre referente ao sucesso e bem estar físico e emocional.
A visão saudável no esporte define o indivíduo como uma totalidade e não só um conjunto de ossos e músculos, mas sim, um ser que se expressa pelo esporte através do desempenho físico, sentimentos e sua atuação no mundo.
A prática esportiva deve ser prazerosa e recreativa, permitindo um autoconhecimento físico e emocional e proporcionando a possibilidade de relacionamento intenso em grupo e com os outros.
Considera-se adequado que até os 10 anos o indivíduo não deve selecionar o esporte ideal, mas sim participar de um processo de iniciação de várias modalidades.
Para esta escolha deve-se considerar alguns fatores como: orgânico global, característica muscular, biométrica, estrutura psíquica e a ¿aptidão nata¿.
Se a intenção for o esporte de competição estes itens devem ser estudados, ou em um primeiro momento o atleta estará lidando com um fator de desequilíbrio, a frustração.
Deve-se ter sempre em mente os aspectos psico-sociais do esporte segundo estudos existem quatro elementos fundamentais para a atuação esportiva:
Personalidade ajustada
Carga agressiva equilibrada
Resistência a frustrações
Estabilidade emotiva.
Imaginem o Mike Tyson jogando como pivô de basquete em um time adversário ao seu. Complicado, seria difícil terminar o jogo, pois os times estariam literalmente quebrados.
O jogador com ¿aptidão nata¿ poderá facilmente desenvolvê-la no esporte competitivo, desde que este seja escolhido corretamente. Em muitos casos escolhe-se de acordo com o esporte praticado pelos pais e assim a aptidão não é reconhecida.
Para que haja o equilíbrio se deve visualizar o benefício do esporte e a habilidade ou performance, assim tanto o corpo como a mente não sofrerá em busca de melhores resultados, conseqüentemente haverá a satisfação.
Alta estatura, por exemplo, não determina que o adolescente deva praticar basquete, pois o mesmo deve obter satisfação e prazer com a prática, caso contrário, não alcançará resultados positivos, podendo decepcionar-se e a seus familiares, o que causaria desmotivação à prática esportiva.
Quando se busca a realização, pensa-se em desenvolvimento de potencialidades, pois só a partir do possível e da consciência das capacidades, pode-se atuar.
Na adolescência deveria haver um cuidado redobrado com as potencialidades e aptidões que possam ser inexploradas em outros campos como, artísticos culturais e sociais.
A dedicação ao esporte competitivo deve atender á certas exigências como, freqüência intensa, continuidade e compromisso.
Muitos jogadores já entre 18 e 22 anos, apresentam pouco desenvolvimento cultural e poucos relatos diversificados sobre sua vida social.
Deve-se respeitar as limitações impostas e também valorizar os benefícios do esporte competitivo, mas é de extrema importância não se perder as experiências que cada faixa etária proporcionam.
Na adolescência são muito prazerosas as novas experiências e é um tempo de formação onde ¿quanto mais melhor¿ onde o futuro é um mundo populado só por adultos.
Por isso algumas dessas experiências só são boas dentro de cada faixa etária.
O ideal ao fazerem as escolhas é incluir atividades diversificadas, que não prejudiquem a disciplina como atleta. Sempre que possível buscando atividades culturais, familiares e sociais.
Ás vezes o jogador esta exausto e pensa que parando o corpo terá descansado, mas se buscar ir ao cinema, por exemplo, terá descanso físico e mental e um ganho cultural que acrescerá em seu processo de maturidade.
A vida útil, ou seja, período de treinamento intensivo no basquete tem uma media de duração prevista e ao terminar o que permanecerá por toda a vida do jogador será a formação cultural-social e a experiências adquiridas.
Portanto mesmo mantendo a disciplina que o esporte exige, promovam atividades extras em suas vidas, pois esta é a estratégia fundamental na busca pela saúde integral do atleta, que com certeza estará encontrando o equilíbrio, satisfação e realização.
Um abraço,
Madely Ferrari
Madely Ferrari
Colaborador madelyferrari@uol.com.br
Fonte: Databasket.com.br
Posted
11:25 PM
by MARIVAL ANTONIO MAZZIO JUNIOR
Dura realidade
MELCHIADES FILHO
EDITOR DE ESPORTE
"Até por conta da miscigenação do povo, o basquete brasileiro tem um potencial atlético fascinante, superior ao argentino. Mas não há um bom trabalho de formação, do jogador e da pessoa. Tamanho e força você não tem como ensinar. Mas jogo e caráter você pode ensinar.
"Os técnicos têm que se atualizar mais, colher informações. Você não pode passar para um jogador que atua na Europa um treino menos intenso do que aquele a que ele se habituou no exterior. Você perde a autoridade.
"A amizade, a cumplicidade, a união explicam o sucesso da Argentina. Mas no Brasil as vaidades, a inveja, os ciúmes deixaram a comunidade desunida e os atletas com medo de críticas. A estrutura desconsidera os líderes consagrados, os profissionais que poderiam servir de espelho."
Carlos Duro pisou pela primeira vez no Brasil há exatas duas décadas. Surpreendeu-se. A "cidade das formigas" não assustou, o torcedor do Ibirapuera não incomodou. O garoto argentino disputou o torneio infanto-juvenil, gostou e prometeu voltar.
Em alguns anos, porém, constatou que não tinha nem habilidade nem capacidade atlética para se firmar como jogador. Dedicou-se à educação física. Fez bico como bedel em escolas. Resolveu ensinar basquete às crianças.
O Obras Sanitarias, clube de Buenos Aires, interessou-se. O jovem técnico correspondeu. Ascendeu junto com mirim, infantil, adulto até chamar a atenção de outros clubes e, finalmente, da comissão da seleção nacional.
Mas esse convite acabou atropelado por outro. Flor Melendez, legendário treinador porto-riquenho, tinha acabado de fechar com o Vasco. Precisava de um braço direito, que quebrasse as pedras.
Se até na agitada e impessoal São Paulo haviam-no tratado com respeito e simpatia, por que não no Rio? Carlos Duro pensou nas belezas cariocas, lembrou-se dos verões adolescentes em Florianópolis, sonhou com os novos horizontes profissionais e anuiu.
Nenhum assistente técnico foi tão laureado no país quanto esse argentino que migrou em 1999.
Na semana passada, na escolta de Hélio Rubens, ele ajudou a levar o Uberlândia ao título sul-americano. Os mineiros passaram, na campanha, pelos argentinos do Boca Juniors e do Atenas. O torneio, geralmente dominado pelos vizinhos, teve um inédito desfecho canarinho (o Ajax, de Goiânia, foi o vice). Deu a impressão de que o Brasil recuperou terreno, de que a hegemonia "hermana" corre riscos. O ponderado depoimento de Duro, 34, colhido ainda no calor da conquista, põe essas coisas em perspectiva.
Faltam-nos a visão tática e o desapego de um Manu Ginóbili, que, em plena temporada que o consagrou como all-star na NBA, ofereceu-se para liderar a unidade reserva do San Antonio e, do banco, construiu a virada sobre o Denver de Nenê. Ou a aplicação de um Andreas Nocioni (Chicago), que pegou 18 rebotes contra o Washington, recorde de um calouro em um jogo de playoff. Ou o destemor de cartolas que pensam em um projeto moderno de basquete, e não em praia e boate.
Cabresto
Tanto a situação como a oposição bancaram a estadia no Rio de partidários na eleição à presidência da CBB. Virou guerra de "vouchers".
Palavra
Hélio Barbosa lamentou o desembarque de Acre, Amazonas e Rio Grande do Norte e a "traição" de Toni Chakmati, que havia prometido dar o voto de São Paulo e angariar outros cinco para o oposicionista. "Mas era brincadeira", disse ontem o presidente da Federação Paulista, depois de ratificar o terceiro mandato de Gerasime Bozikis.
Gratidão
Curiosamente, os dois campeões brasileiros, COC e Ourinhos, são os desfalques da Liga independente de clubes, organizada por Oscar.
Fonte: Folha de São Paulo
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11:24 PM
by MARIVAL ANTONIO MAZZIO JUNIOR
NOSSO BASQUETE É O MESMO DE SEMPRE?
No início de cada temporada do campeonato paranaense nos vem à cabeça as dúvidas de sempre: onde nosso time vai chegar? A pergunta paira no ar e na verdade as respostas só vêm no segundo semestre, se nossas equipes passarem para a fase final. Sempre comento que Ponta Grossa cheira basquete, e que o potencial dos nossos atletas é grandioso. Nossa projeção só não é maior porque ainda não temos um "costas quentes", cheio de moral, que de uma intimada nos empresários para colocar dinheiro num time adulto. Nas categorias de base é notório que existem intrigas. É claro, quem quer ter sua moral ferida e descer do seu pedestal? Desde meus tempos de basquete escolar sempre presenciei técnico tentando sacanear técnico em busca de benefício próprio. Parece que a coisa deu uma acalmada, mas sabe como é que é, né? Rancor é rancor, e coração ferido tem medo de novas moléstias. Fato é que, enquanto as forças não se unem - se é que isto pode acontecer um dia -, mesmo assim, gozamos de um grande respeito perante todas as equipes do estado. Por outro lado, talvez esta rivalidade, que ás vezes chega a ser incontrolável, mantenha nossas equipes num bom estágio de qualidade técnica. Neste caso, o egocentrísmo e a ambição sem ética estejam funcionando como aspecto positivo para justificar a importância do basquete de Ponta Grossa no Paraná. É por isso que eu adoro essa "bola laranja". O basquete muitas vezes confunde o inconfundível !!!
Bem Hur ¿ basquetepg.blogger.com.br
Nota : até parece outra cidade do Norte do PR que nós conhecemos tanto , comuns tentando ¿comer¿ outros e sem se dar ao respeito.
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11:24 PM
by MARIVAL ANTONIO MAZZIO JUNIOR
Mais quatro anos de obscurantismo
Por: Prof. José Marinho Marques Dias Neto
A Idade Média foi a época das trevas da humanidade onde o poder pertencia a poucos. Não havia democracia. Poucos tinham acesso ao saber e os que detinham a cultura se julgavam donos da verdade. Todos que tinham um ponto de vista discordante ou idéias novas eram considerados hereges sob risco de arderem queimados nas fogueiras da Inquisição. A classe dominante cobrava impostos altíssimos dos vassalos e servos. Era a época do feudalismo, no qual o dono da terra pouco produzia, mas submetia todos ao seu domínio. De nada adiantava trabalhar, se esforçar ou ter competência, que a imobilidade social era total. O senhor era dono de tudo, impedindo qualquer manifestação de iniciativa.
Infelizmente, a Idade Média do basquete brasileiro irá continuar por mais um longo período. Grego foi reeleito para seu terceiro mandato.
A Época das Trevas do poder centralizado, das idéias retrógradas, da falta de talento e iniciativa, da falta de criatividade, da falta de investimento na formação de atletas, da carência de estratégias para captação de recursos, dos resultados inexpressivos, da impopularidade e do ostracismo de nosso basquete irá continuar por mais quatro longos anos.
Se nosso esporte não fosse (em si) tão bonito, atraente e inteligente, eu diria que sua morte estaria decretada em nosso país. Mais quatro anos de falta de prestígio popular, de decisões arbitrarias e de derrotas é de lascar! Nossos atletas da base ao adulto, os técnicos e professores, a torcida, o mundo do basquete brasileiro em geral estão de luto.
Esses 18 senhores (da Idade Média!!! - quem sabe?) são co-responsáveis por tudo isto que está acontecendo. Infelizmente, para a maioria deles, o basquetebol não passa de um passatempo. Em seus estados praticamente não existe o esporte. Quase não existem campeonatos, clubes ou atletas. Mas o poder de decidir os rumos de seu passatempo pertence a eles. Os que levam a sério, os profissionais (e seus clubes), que não votam por sinal, arcarão com os custos desta decisão, que por direito lhes devia pertencer. Enquanto nossos legisladores não se derem conta da importância do esporte como instrumento de educação e de divulgação do país no exterior, criando leis que ponham seus rumos na mão de quem de direito, ficaremos a mercê de pessoas sem nenhum compromisso, responsabilidade ou representatividade.
Muitos costumam medir o fracasso da atual administração pela carência de resultados internacionais. A ausência de duas olimpíadas no masculino, a perda da hegemonia continental, a desclassificação das competições mundiais nas categorias de base ou a queda do nível técnico do basquete feminino são motivo de muita preocupação. Mas a falta de ações de reciclagem profissional, de estratégias de descoberta e desenvolvimento de talento e de apoio aos clubes e escolas estão decretando a falência total de nosso basquete. Infelizmente, este ambiente totalmente sombrio irá prosseguir por mais um bom tempo.
O que sempre me afligiu foi a passividade do meio do basquete diante de tantos desmandos.
Agora, pelo menos uns poucos começam a se insurgir contra o feudo do presidente Grego e seus senhores das federações. Nenê, nosso jogador de maior prestígio, afirmou que não mais defenderá o Brasil enquanto eles estiverem no poder. Oscar, nosso maior ídolo, se cansou de ser explorado e deflagrou a Nossa Liga. Grego já deu declarações de que não apoiará a liga e eu não tenho dúvidas de ele tudo fará para desestabilizá-la. Uma oposição, tímida é verdade, já começa a se estruturar.
É impressionante como o discurso da CBB nunca corresponde à realidade. Há oito anos eu ouço que as pessoas de prestígio no esporte serão consultadas nas tomadas de decisão mais importantes. Que ocorrerão ações de massificação do basquete. Que nossos resultados internacionais melhorarão. Que um centro de excelência será construído. E blá, blá, blá... Só os 18 senhores acreditam...
Não sei se a eleição de Hélio Barbosa significaria o início da era renascentista de nosso basquete, mas plagiando os Modernistas posso afirmar sem medo de errar: nós não sabemos quem queremos, mas sabemos quem não queremos.
Faço das palavras de nosso ídolo Oscar minhas palavras: "meus pêsames!"
Dúvidas e sugestões: bbheart@bbheart.com.br
Domingo, Maio 01, 2005
Posted
7:40 PM
by MARIVAL ANTONIO MAZZIO JUNIOR
Saneamento básico
Coluna Folha de S.Paulo - 26.04.2005
Saneamento básico
De novo o basquete passou vergonha ao ser chamado a se explicar ante o Comitê Olímpico Brasileiro. A confederação nacional, que já havia bombado na prova da aplicação dos recursos da Lei Piva, foi instada a estabelecer metas técnicas para os próximos anos. Por escrito, na maior cara de pau, anunciou: "Participar do Mundial feminino no Brasil em 2006". Faltou só esclarecer que, como país-sede, o Brasil já tem participação assegurada.
Metas de araque, engabelações como essa, retratam a administração que, envergonhada, recolhida ao gabinete, completa neste mês seu segundo mandato.
Nunca pingou tanto dinheiro na entidade como nas gestões Gerasime Bozikis _por meio da Lei Piva, do COB, dos patrocinadores, das estatais, da TV e dos fornecedores de material esportivo.
Mas os resultados internacionais das seleções sumiram. Os torneios nacionais foram sucateados. Os jovens talentos migraram cada vez mais jovens. As TVs (e a torcida) desistiram. O número de praticantes quase não cresceu.
Não vingou nem a competição que recebeu o nome do principal parceiro. A Copa Eletrobrás juvenil feminina, criada no ano passado, foi suspensa e empurrada para o segundo semestre. Não tem data nem arena fixadas.
Alguns lembrarão que as seleções já viveram fases piores, que o circuito de base já passou um tempo desativado, que a confederação já atravessou crises institucionais tão agudas quanto esta, que a bola laranja já registrou exposição ainda menor na mídia.
Mas esse discurso, que garimpa a história em busca de desculpas, serve somente a um propósito, o de mascarar que justamente na sua década mais rica a modalidade não saiu do lugar no Brasil.
Daí o voto de confiança do basqueteiro à Nossa Liga de Basquetebol, capitaneada por Oscar Schmidt. Mesmo que o projeto de um campeonato independente ainda esteja atolado de idéias confusas, algumas contraditórias, que mudam a cada semana de acordo com o humor de Oscar e a capacidade argumentativa de seus interlocutores. Reitero aqui, por exemplo, minha dúvida de que existam receitas no mercado publicitário para bancar todas as ambições do ex-cestinha. Acho que ele prometeu demais e temo que entregará "demenos". Quem sabe, porém, seja por meio de um arroubo emocional, personalista, até inconseqüente, que o basquete reencontrará seu rumo no país.
Daí, também, o entusiasmo da galera com a candidatura de Hélio Barbosa à presidência da CBB. Mesmo que a formação da chapa de oposição ainda esteja cercada de mistérios, que haja uma grande distância entre as plataformas e trajetórias de seus "cabeças", que tenha faltado um debate profundo de idéias (culpa, é verdade, de Bozikis, que, em campanha, preferiu o conforto do silêncio).
As duas iniciativas entram em sua reta terminante. Amanhã é dia de os clubes fazerem seu registro definitivo na NLB; segunda-feira, de as federações votarem na CBB. A semana distinguirá os homens dos cagões, como diz Oscar. Resta saber se o basquete tem forças para acionar a descarga.
Sabonete 1
No relatório compilado pelo COB, Bozikis endossa os críticos e enfim se compromete a criar um departamento de seleções e a erguer um centro de treinamento. Fala em classificar o feminino e o masculino à Olimpíada de Pequim, mas não garante pódio no Pan do Rio.
Sabonete 2
Entre as dezenas de candidatos e depois de quase uma hora de discussão, a assembléia da Liga do Oscar escolheu o logotipo encaminhado por... Oscar. Mas o desenho era mesmo o mais bacana.
Sabonete 3
Em Belo Horizonte, o alto escalão do vôlei telefonou para o do basquete e sugeriu que boicotasse os movimentos de contestação à CBB.
E-mail: melk@uol.com.br
Fonte : melk.blog.uol.com.br
Posted
7:38 PM
by MARIVAL ANTONIO MAZZIO JUNIOR
Nota Oficial 09/2005
Liga Metropolitana de Basquete de Londrina
Prefeitura Municipal de Londrina
Fundação de Esportes
Este projeto foi aprovado pelo
Fundo Especial de Incentivo a Projetos Esportivos
Nota Oficial 09/2005
Londrina, 30 de abril de 2005.
No Congresso Técnico promovido pela Liga Metropolitana de Basquete de Londrina no dia 30 de abril, às 14:00 na Sede da L.M.B. (Rua Borba Gato, 788 sala 11), contando com a presença dos seguintes responsáveis pelas entidades : Marival Antonio Mazzio Junior (presidente da Liga Metropolitana de Basquete de Londrina), Bruno (estagiário L.M.B.), Bruno (AREL), Marcus (ALB), Saviani (Iate Clube), Fernando Serpe (Árbitros) foram definidas as seguintes situações :
Data limite de Confirmação de Inscrição para o Campeonato Municipal LMB 2005: 06 de maio de 2005 às 18:00 (dezoito horas) via e-mail : lmb2003@pop.com.br ou lmb2004@pop.com.br.
Equipes Inscritas nas Categorias (masculino e feminino):
ALB ¿ Juvenil, Infanto, Infantil, Mini e pré mini Masculino, Infanto e Infantil Feminino
AREL ¿ Infantil e pré mini Feminino
Iate/ Cult. Inglesa - Juvenil, Infanto, Infantil A e B, Mini e pré mini Masculino, Infantil e Mini Feminino
Londrina/Colégio Nobel ¿ Juvenil e Infanto Feminino
NBBL ¿ Infanto, Infantil e pré mini Feminino e pré mini masculino
LBC ¿ Infanto e Infantil masculino
Fórmula de disputa das Categorias :
Juvenil Masculino, Juvenil Feminino, Infanto Masculino, Infanto Feminino, Infantil Masculino, Infantil Feminino, Mini Masculino, Mini Feminino, Pré Mini Masculino, Pré Mini Feminino - Fase Única - todos contra todos e Festivais (pelo menos 2). Os Festivais serão 1 ou 2 de cada sexo e de cada categoria apenas em 1 dia, em locais a serem definidos. Muitos acontecerão após o encerramento do Campeonato Aberto L.M.B. 2005 para que todos possam ter calendário até o fim de novembro.
Regras :
Categoria Pré mini ¿ bola mirim e tabela mirim. Jogos de 2 tempos de 12 minutos travando o cronômetro apenas nos tempos técnicos ou em casos que o árbitro solicitar. Nos 2 últimos minutos do jogo o cronômetro deverá ser travado em todas as situações de lance livre (inclusive na prorrogação) .
Categoria Mini ¿ bola mirim e tabela oficial. Jogos de 2 tempos de 12 minutos travando o cronômetro apenas nos tempos técnicos ou em casos que o árbitro solicitar. Nos 2 últimos minutos do jogo o cronômetro deverá ser travado em todas as situações de lance livre (inclusive na prorrogação).
Categoria Infantil, Infanto e Juvenil ¿ bola e tabela oficial. Regras da CBB. Jogos de 2 tempos de 15 minutos travando o cronômetro apenas nos tempos técnicos ou em casos que o árbitro solicitar. Nos 2 últimos minutos do jogo o cronômetro deverá ser travado em todas as situações (inclusive na prorrogação).
Os jogos serão realizados na forma de festival, com apenas 1 dia em local a ser definido (sábado ou domingo). Poderão acontecer jogos de 1 ou 2 categorias ou sexo em um mesmo período. Os dias previstos pelos clubes deverão ser encaminhados a L.M.B. (Iate ¿ sábado pela manhã ou domingo à tarde; AREL ¿ sábado pela manhã ou domingo o dia inteiro; Canadá e APAE ¿ sábado ou domingo com pedido antecipado)
OBS.: Caso não haja a bola oficial feminina nos jogos, a bola utilizada deverá ser a oficial masculina.
Premiação : os (as) 12 atletas mais o técnico(a) das 3 (três) equipes primeiras colocadas de cada categoria receberá uma medalha de 1º, 2º ou 3º lugar.
Arbitragem : deverá ser paga antes do início do Festival para o árbitro principal, em dinheiro ou em cheque e será de R$ 40,00 por período por equipe.
Inscrições : As equipes que quiserem participar do Campeonato Municipal da LMB 2005 deverão pagar uma taxa de R$ 40,00 para uma equipe, R$ 70,00 para duas equipes, R$ 90,00 para três equipes, R$ 100,00 para quatro equipes ou mais equipes. Será aceita mais de uma inscrição de equipes por categoria por sexo de cada entidade. As equipes deverão enviar uma relação de atletas por equipe com nome completo, data de nascimento e n.º RG para que os atletas possam ter direito a participar do Festival até um dia antes do mesmo. O atleta que não estiver inscrito não terá condições de jogo.
Penalidades ¿ as equipes que não comparecerem aos jogos determinados pela tabela que será enviada por e-mail e estará disponível no basquetelondrina.blogger.com.br, será considerada perdedora da partida por WO, devendo pagar a taxa de arbitragem dobrada.
A data do Festival deverá ser enviada por e-mail para os técnicos e equipes e estar a disposição no basquetelondrina.blogger.com.br com pelo menos 15 dias de antecedência. As equipes deverão entrar em contato com a Liga Metropolitana de Basquete de Londrina (Bruno no período 14:00 às 18:00) até o início da semana do Festival (segunda feira) para confirmar a participação da equipe. Lembrando que este é um Campeonato Municipal e não tem relação nenhuma com o Campeonato Aberto da L.M.B.
As fórmulas de disputa e outros assuntos de interesse geral foram discutidos no Congresso Técnico (CT).
Casos Omissos ¿ os casos omissos serão analisados e posteriormente definidos pela Comissão Técnica da Liga Metropolitana de Basquete de Londrina .
Marival Antonio Mazzio Junior
Presidente da Liga Metropolitana de Basquete de Londrina
Posted
7:37 PM
by MARIVAL ANTONIO MAZZIO JUNIOR
É BOLA OU BÚRICA! 4/29/2005
Ary Vidal sempre afirmava que o único assunto levado à sério pelos brasileiros era o jogo de bola de gude,onde era "ou bola ou búrica".Perdeu,ficava sem as bolinhas,e ponto final.Pequeno exagêro à parte,tal afirmação fica bem perto da verdade quando o assunto é política desportiva.Na segunda-feira os destinos do basquetebol para os próximos quatro anos será definido em uma eleição de 27 votos!Realmente um prodígio de concisão em um universo de 180 milhões de almas.Técnicos,professores e atletas não chegam nem nas proximidades da urna,que é reservada a um grupo,no qual pode-se contar nos dedos de uma das mãos aqueles que praticaram o jogo.Mas,detêm um poder onde a moeda de troca já pertence ao folclore nacional.Viagens,mordomias,favores pessoais e políticos,uso de verbas nem sempre sujeitas a qualquer tipo de sindicância, apadrinhamentos e protecionismos descabidos,reinam em uma estrutura legada das capitânias hereditárias, onde falar de técnicas,organização esportiva,critérios de seleção e escolhas diretivas,soam como impropérios a ouvidos imunes a tais questionamentos.Usufruir benesses em troca de voto,se pensarmos bem é até vantajoso quando o número de premiados não chega a 30 interessados.Terrivel seria administrar um colégio eleitoral acima desse número, o que nos leva a uma conclusão otimista,ou seja,com um substancial alargamento de eleitores não haveria muita flexibilidade orçamentária para aquinhoar a todos,o que diminuiria em muito a troca de favores.Sem dúvida nenhuma,o processo eleitoral de federações e confederações terá de ser reestudado,a fim de que os interesses técnicos da modalidade passem a ser o centro da questão.No atual sistema basta que um grupo de 14 condôminos da coisa pública se una, para que qualquer continuísmo se prolongue,até que melhores propostas sejam colocadas por baixo da mesa pela facção oponente,fator este que pode mudar o mandatário,mas mantém o sistema.A única saída no atual modus operandi é a conquista das federações,uma a uma,até o número da metade mais uma,necessárias às mudanças. É luta para uma década,e que pode ser iniciada em uma ou duas federações,de preferência com soluções técnicas e administrativas que passem ao largo das utilizadas pela confederação.As Ligas poderiam dar partida a essa revolução,e o Paraná já está dando um significativo exemplo da exequibilidade desse processo.A grande Liga que ora se organiza,e que não terá apôio significativo por parte da CBB se houver continuismo da atual diretoria,mesmo nessa situação poderia encontrar nas federações os apôios negados ,bastando iniciar sua atuação pela regionalização de suas chaves,para um encontro dos finalistas em local que seria definido por rodízio a cada ano.Seria um começo menos ambicioso,mas seguro e factível ante às carências econômicas.Num breve espaço de tempo,e com o sucesso perante o público, o fator da representatividade nas seleções nacionais seria superado pela qualidade dos seusjogadores .A ameaça da não convocação dos jogadores de uma Liga independente é a mais poderosa arma de submissão que teria a CBB.Para vencê-la teria de existir por parte de todos os integrantes da Liga uma dose inesgotável de coragem e audácia,que são os ingredientes básicos de quem quer mudar alguma coisa de errado.Se houver mudanças e a situação perder,mesmo assim a Liga deveria dar partida em sua atuação com os pés solidadmente fincados no chão,pois as grandes conquistas sempre começaram por pequenas ações e sólidas lideranças. Mas,nesta segunda-feira nos armemos de um sadio otimismo,o mesmo que tinhamos quando meninos e bradávamos energicamente-"Bola ou búrica"!
Paulomurilo.blogspot.com
Posted
7:37 PM
by MARIVAL ANTONIO MAZZIO JUNIOR
Mc NBA DONALD. 4/27/2005
Eis aí uma formidável dupla, o representante máximo da boa e saudável nutrição no mundo e o globalizado basketball show,senão vejamos:"Com o começo dos NBA Playoffs 2005,a corporação do McDonald e a NBA se unem para trazer o basquetebol da NBA para centenas de milhares de fãs com eventos da entidade e promoções em quatro continentes.A programação dos eventos globais é a mais ambiciosa que os dois sócios jamais conduziram em conjunto ao redor do mundo.O McDonald tocará na relevância do estilo de vida da NBA para jovens adultos e adolescentes globais ao participar em eventos da NBA que caracterizam torneios competitivos de basquetebol,atividades interativas de basquete,entretenimento musical ao vivo e outras atrações temáticas da NBA.Os eventos serão conduzidos em regiões chaves,incluindo Hong Kong,França, Espanha,México,Brasil, Taiwan e as Filipinas.O envolvimento do McDonald em eventos cheios de ação e energia da NBA sublinha a iniciativa ativa e balanceada dos estilos de vida do McDonald". (Publicado no Databasket).É realmente estarrecedor que nos permitamos divulgar tais eventos como se fossem ações corriqueiras e desprovidas de sub-intenções.Como diziam os antigos, esses caras que"não pregam prego sem estopa", não descansarão enquanto não submeterem grande parte da juventude mundial aos seus designios.E começam pela designação de regiões chaves onde envidarão esforços para alcançá-los,pelo prêço que for.Interessante que essas regiões,coincidentemente são prioritárias na política externa do govêrno americano,e se torna um exercicio atraente o estudo das mesmas.Hong Kong e Taiwan são fundamentais ante a expansão da China,onde o enclave e ex-colonia britânica permanece com o status capitalista,e a dissidente ilha justifica a proteção americana ante uma possivel invasão chinesa. Ambas são fundamentais no jogo politico americano, e uma influência motivadora da juventude torna-se estratégica no mesmo.França e Espanha são metas divergentes,pois a primeira é a mais crítica das nações que se antepôem ao domínio unilateral dos americanos no concerto mundial, e a segunda foi sua aliada de primeira hora na intervenção do Iraque.A juventude desses países seria muito benvinda como simpáticas aos americanos,assim como mexicanos e brasileiros tão mais simpaticos ao Mercosul que a ALCA.Filipinas entra de contrapêso nesse maquiavélico jogo de interesses,já que é a porta de entrada do sempre atraente mercado oriental. O poderio econômico da NBA de muito já ultrapassou o enfoque esportivo-cultural,estando hoje na primeira linha do foco mais instigante,o político.Nos anos sessenta,quando eclodiam os confrontos racistas nos EEUU,os Harlen Globetrotters eram enviados pelo Departamento de Estado norte-americano como embaixadores culturais nos quatro cantos do mundo.Foram os primeiros negros a realizá-lo,angariando simpatias a sua causa,e suavisando a grotesca ascendência branca.Foi desta experiência que o govêrno americano passou a investir no esporte,não só como um dos fundamentos do processo educativo,mas como um poderoso instrumento de propaganda política.E vai dando frutos essa influência,já que se vendem em nosso país mais camisas temáticas das equipes da NBA que a de nossas equipes,se é que vendem alguma. O binômio educação e saúde em nosso país,por sua crônica deficiência,torna-se alvo,não muito difícil de ser atingido por esse tipo de influência exógena,que dispensa belicismos para se fazer presente no dia a dia de uma juventude ávida por dias melhores,por promessas de felicidade e riqueza,tornadas realidade nas figuras vencedoras participantes do Basketball World Championship,mesmo que para os nossos sobrem tão somente os sonhos,e quem sabe um suculento BigMac.Não é de se espantar o fato da grande parte dos sites brasileiros dedicados ao basquetebol ostentarem a logomarca da NBA,suas notícias e comentários, quando deveriam direcionar seus esforços aos nossos.Mas agora,sinto que quem está sonhando sou eu,que abomino fast food,mas que não perco a esperança de que tudo isso possa ser mudado.Oremos então...
Paulomurilo.blogspot.com
Posted
7:37 PM
by MARIVAL ANTONIO MAZZIO JUNIOR
PROPOSIÇÕES E MUITA CORAGEM. 4/24/2005
Assisto o programa Bola da vez na ESPN Brasil e me incomodo bastante com determinadas posições do entrevistado,Oscar.Passional,explosivo(os juizes sempre souberam),colérico,e o que mais me incomodou,desafiante e inquisidor na afirmativa enérgica de que "quem roesse a corda e desse pra trás não passaria de um cag..!"E por mais duas vezes repetiu-"Se clubes dessem para trás não passariam de uns cag..!" Um magnifico movimento que apesar de ter sido lançado em má hora,num momento político delicado,pode encontrar sérias objeções pela agressividade de seu mentor.Sua imagem poderá se desgastar pelo posicionamento adotado,abrindo as portas para oportunistas lideranças que se lançarão em seu vácuo na primeira chance que tiverem.Caro Oscar, você já notou,ou foi alertado de que somente sua imagem tem vindo à tona, dando "a cara á tapa" em suas próprias palavras? Porque o Grego não age da mesma maneira? Você já viu rapôsa dar cara a tapa? Desde quando dirigente esportivo,seja de federações ou de clubes se incomodam de serem chamados disso ou daquilo? Sempre fez parte dos "cargos de sacrifício" o dominio da arte de engolir tantos sapos,quantos fossem necessários para se manterem em permanente sacrifício. São mestres do disfarce e da disfarçatez,principalmente se seus passaportes ostentarem carimbos internacionais recompensadores de tantos sacrifícios, além de outras,nem sempre visualizadas e transparentes benesses.São cartas mais do que marcadas, e se não houver fatos realmente novos,seguirão na próxima segunda feira no comando desta desmoralizada náu em que se transformou o nosso basquetebol.A Liga pode se tornar possível,mas terá de contar com três fatores:1-Que seja respaldada por órgãos da mídia firmes e decididamente comprometidos com a mesma, principalmente se for da imprensa escrita. Um representante da imprensa televisiva seria de grande valor,mesmo que fosse de uma rede menor,como por exemplo a STV,ligada a orgãos como o SENAC,com vasta experiência desportiva em seus centros espalhados pelo Brasil.2-Que uma verdadeira Associação de Técnicos seja incentivada a participar na criação de politicas e de programas voltadas aos jóvens e na busca de novas vertentes táticas e técnicas. 3-Que em hipótese alguma permitam a ingerência da CBB em seu comando decisório,mesmo com a real ameaça de perda de representividade nas seleções nacionais,pois,por um breve momento,ou não,o país não poderia se abster de seus melhores jogadores, e demonstraria a incapacidade da CBB de gerir tal circunstância.Mas para se trilhar tal caminho há de se ter muita coragem,não de um solitário lutador,mas de todos aqueles envolvidos que ainda não apresentaram suas caras aos tapas.Honestamente torço para que tudo dê certo,que a Liga prospere, e que nosso basquetebol se beneficie acima de tudo e de todos.Mas mudar de mãos no contrôle da chave do cofre vai ser uma luta descomunal,pois depois de se acostumar ao caviar nenhum"sacrificado dirigente" aceitará voltar à sardinha no pão, e tenho uma grande desconfiança de que na segunda feira refinarão seus apetites, para depois em côro com seu reeleito chefe comungarem na mesma afirmativa de que "mais cedo,ou mais tarde a Liga acontecerá",de preferência muito,mas muito mais tarde.
Paulomurilo.blogspot.com
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7:36 PM
by MARIVAL ANTONIO MAZZIO JUNIOR
Esportes Diversos
Abertas inscrições para o Citadino Cristófoli de Basquete
O Departamento de Eventos da FECAM abre, nessa segunda-feira, as inscrições para o Citadino de Basquete 2005, que nesse ano, receberá o nome de um dos patrocinadores oficiais da modalidade, a empresa Cristófoli. O evento é organizado pela Fecam e conta com o patrocínio do Colégio e Faculdade Integrado, Unimed e Cristófoli, através do projeto Empresa no Esporte e da Lei de Incentivo ao Esporte.
O valor da inscrição para o Citadino Cristófoli de Basquete é de R$120,00 por equipe, sendo que cada equipe ganhará um jogo de camisas para usar no campeonato. Os troféus, medalhas e taxa de arbitragem serão subsidiados pela Fecam e pelos patrocinadores. Segundo o diretor de eventos, Maurício Fabri, \"esse evento já é tradicional no município e além de servir como preparativo para os atletas das seleções mourãoenses participarem de competições oficiais do Estado, servem também para revelar novos talentos\".
As inscrições podem ser feitas até dia 06 de maio, na próprio Departamento de Eventos. Maiores informações podem ser obtidas nesse mesmo departamento, pelo fone 3523-9361, ou com o professor China, pelo fone 9978-2253.
Segundo o técnico das seleções mourãoenses de basquete masculino, Edson \"China\" Hirata, \"esse campeonato tem melhorado seu nível técnico a cada ano e o aumento de equipes participantes é visível. Nós começamos a organizar esse evento em 1997, com 4 equipes e a expectativa é que 8 a 12 equipes se inscrevam nesse ano\".
A reunião técnica, que definirá o sistema de disputa e as particularidades do campeonato, deve ocorrer no dia 09 de maio, em local e horário a ser definido.
Fonte : ferasdoesporte.com.br
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