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Sábado, Maio 28, 2005
Posted
10:34 PM
by MARIVAL ANTONIO MAZZIO JUNIOR
Esportes Diversos
Mourãoenses campeões em Presidente Prudente
Os jogadores mourãoenses Pedro Ique Lima, Carlos Bueno, Lucca Bizzini, Mateus Rosa Camargo e Rafael Godói foram campeões dos Jogos da Juventude Regionais de São Paulo. Os atletas estiveram representando Presidente Wenceslau e para se tornarem campeões tiveram que derrotar a equipe de Osvaldo Cruz e de Presidente Prudente.
Com o título a equipe de Presidente Wenceslau ganhou o direito de participar da fase final dos Jogos da Juventude de São Paulo, no mês de julho. Os atletas mourãoenses já estão convocados para tal evento e só não participarão caso os jogos coincidam com alguma competição da equipe de Campo Mourão.
O professor Flávio Prado, técnico da equipe paulista ficou muito contente com o desempenho dos mourãoenses e agradeceu o esforço que os mesmos empreenderam pela equipe. ¿Além de ótimos jogadores, os meninos provaram ser pessoas de bem. O comportamento deles foi exemplar, espero poder contar com eles na fase final, que reunirá os melhores jogadores do país, com idade até 17 anos¿.
Vale ressaltar que outros dois atletas: Fabricio Koch e Alex Carvalho estiveram representando Presidente Prudente, vice- campeão da competição.
Todos os atletas fazem parte da equipe que participará dos campeonatos oficiais e são patrocinados pelo Colégio e Faculdade Integrado, Unimed, Cristófoli e Fecam e foram revelados pelas escolinhas de iniciação desportiva mantida pelo convênio entre a Fecam e o CEFET.
Fonte : ferasdoesporte.com.br
Nota basquetelondrina : as atletas Rosana, Maura, Taysa, Natália e Giulliana da equipe Londrina/ColégioNobel também participaram pela equipe de Presidente Wenceslau e ganharam da equipe de Presidente Prudente e vão disputar as regionais dos Joguinhos de SP.Parabéns aos atletas de Campo Mourão e de Londrina.
Marival Junior
Sexta-feira, Maio 27, 2005
Posted
10:11 PM
by MARIVAL ANTONIO MAZZIO JUNIOR
Para as equipes do norte do PR estarem acompanhando o Campeonato do Sul, aqui estão os resultados :
RESULTADOS DA REGIONAL SUL DO PARANAENSE
MM SEPAM/UNIMED 34 X 23 São José dos Pinhais/Keltek
MF SEPAM/UNIMED 03 X 81 Ponta da Lagoa/Neo Master
IM SEPAM/UNIMED 73 X 35 São José dos Pinhais/Keltek
IM Círculo Militar 66 X 39 Thalia
IM Marista Paranaense 55 X 78 Círculo Miflitar/Clinihauer
IM Marista Paranaense 77 X 62 São José dos Pinhais/Keltek
IM Círculo Militar 73 x 71 Dom Bosco
IF São J. dos Pinhais 55 X 66 Santa Mônica
IF Santa Mônica 30 X 40 Dom Bosco
YM Círculo Militar 96 X 33 Santa Mônica
YM Thalia 54 X 56 São José dos Pinhais/Keltek
YM Santa Mônica 53 X 40 CEEO
YM São J. dos Pinhais 86 X 25 Santa Mônica
YM São J. dos Pinhais 67 X 24 CEEO
YM Círculo Militar 61 X 50 Marista Paranaense/Vale Fértil
YM Santa Mônica 30 X 107 Dom Bosco
YF Santa Mônica 23 X 72 São José dos Pinhais/Keltek
YF Marista Paranaense 47 X 28 Dom Bosco
YF ABSB 44 X 32 Dom Bosco
YF Santa Mônica 18 X 105 ABSB
JM Círculo Militar 90 X 21 CEEO
JM Dom Bosco 82 X 60 Círculo Militar/Clinihauer
JM Thalia 39 X 67 São José dos Pinhais/Keltek
JM Círculo Militar 67 X 54 Thalia
JM São J. dos Pinhais 109 X 15 CEEO
JM Círculo Militar 67 X 83 São José dos Pinhais/Keltek
JF CEP 59 X 56 ABSB
JF CEP 39 X 59 Dom Bosco
Quinta-feira, Maio 26, 2005
Posted
1:24 PM
by MARIVAL ANTONIO MAZZIO JUNIOR
Nota Oficial 013 2005
Liga Metropolitana de Basquete de Londrina
Prefeitura Municipal de Londrina
Fundação de Esportes
Este projeto foi aprovado pelo
Fundo Especial de Incentivo a Projetos Esportivos
Nota Oficial 013 2005
Londrina, 25 de Maio de 2005.
CAMPEONATO ABERTO DA LMB 2005
Alteração da Tabela de Jogos
Onde se lê :
181 IM 13:30 28/5 Sab Apucarana Col. São José Apuc. X ALB
32 JM 15:00 28/5 Sab Apucarana Fund. Esp. ApucaranaX ALB
238 IF 16:30 28/5 Sab Apucarana Col. São José Apuc. X ALB
208 IM 18:00 28/5 Sab Apucarana Col. São José Apuc. X LBC
Estes jogos estão adiados de comum acordo entre as equipes.
Acesse : www.basquetelondrina.blogger.com.br e veja a tabela de jogos do Campeonato Aberto LMB - 2005.
Marival Antonio Mazzio Junior
Presidente da LMB
Posted
1:20 PM
by MARIVAL ANTONIO MAZZIO JUNIOR
Resultados de Jogos
CAMPEONATO ABERTO DA LMB 2005
Jogo n.º 73
Categ. YM
Horário : 15:00
Data : 22/05
Local : Paranavaí
ABASP/FESPAR 26 X 79 P.M. Campo Mourão
Cestinhas :
Allan Francisco Rocha (P.M. Campo Mourão) - 19 pontos
Denis Bento Delermos (ABASP/FESPAR) - 8 pontos
Jogo n.º 55
Categ. JF
Horário : 16:30
Data : 22/05
Local : Paranavaí
ABASP/FESPAR 38 X 75 P.M. Campo Mourão
Cestinhas :
Sheila Santos (P.M. Campo Mourão) - 19 pontos
Fabiana Preus (ABASP/FESPAR) - 15 pontos
Jogo n.º 18
Categ. AM
Horário : 18:00
Data : 22/05
Local : Paranavaí
ABASP/FESPAR 42 X 101 P.M. Campo Mourão
Cestinhas :
Lucas R Spanoto (P.M. Campo Mourão) - 25 pontos
Cristiano Barbon (ABASP/FESPAR) - 19 pontos
Posted
1:20 PM
by MARIVAL ANTONIO MAZZIO JUNIOR
Resultados de Jogos
CAMPEONATO ABERTO DA LMB 2005
Jogo n.º 145
Categ. IM
Horário : 13:30
Data : 21/05
Local : Canadá C.C.
ALB 48 X 46 Col. São José/ Apucarana
Cestinhas :
Pedro Picin (ALB) - 18 pontos
Saulo Gruska (Apucarana) - 14 pontos
Jogo n.º 42
Categ. JM
Horário : 15:00
Data : 21/05
Local : Canadá C.C.
ALB 96 X 44 Col. São José/ Apucarana
Cestinhas :
Tiago Morales (ALB) - 21 pontos
Felipe Rodrigues (Apucarana) - 17 pontos
Jogo n.º 172
Categ. IM
Horário : 16:30
Data : 21/05
Local : Canadá C.C.
LBC 73 X 41 Col. São José/ Apucarana
Cestinhas :
Felipe Garcia(LBC) - 18 pontos
Luis Gustavo Cruz (Apucarana) - 14 pontos
Jogo n.º 217
Categ. IF
Horário : 18:00
Data : 21/05
Local : Canadá C.C.
ALB 20 X 00 Col. São José/ Apucarana (W.O)
Posted
1:19 PM
by MARIVAL ANTONIO MAZZIO JUNIOR
Resultados de Jogos
CAMPEONATO ABERTO DA LMB 2005
Jogo n.º 203
Categ. IM
Horário : 14:00
Data : 18/05
Local : Canadá C.C.
ALB 46 X 75 LBC
Cestinhas :
Guilherme Zanluchi (ALB) - 20 pontos
Rafael Gama (LBC) - 17 pontos
Jogo n.º 59
Categ. YM
Horário : 15:30
Data : 18/05
Local : Canadá C.C.
ALB 82 X 44 LBC
Cestinhas :
Rafael Pereira (ALB) - 19 pontos
Luis Felipe Silva (LBC) - 16 pontos
Jogo n.º 30
Categ. JM
Horário : 17:00
Data : 18/05
Local : Canadá C.C.
ALB 54 X 50 Iate/ Cultura Inglesa
Cestinhas :
Daniel Pereira (ALB) - 20 pontos
Marco Junior (LBC) - 13 pontos
Segunda-feira, Maio 23, 2005
Posted
11:09 PM
by MARIVAL ANTONIO MAZZIO JUNIOR
PSICOLOGIA NO BASQUETE ADAPTAÇÃO
23/5/2005
A influência do estado emocional no desempenho do atleta já é há muito conhecido como fator de extrema importância. Um questionamento comum é porque um jogador rende muito com um técnico ou clube e nada com outro.
Vários fatores devem ser analisados, ressaltando a empatia ou não com o técnico. Porém, o que sempre me chamou a atenção é a falta de conhecimento da historia pessoal do jogador no cotidiano da equipe.
Já acompanhei equipes onde existiam casos de depressão profunda de um jogador, doenças sérias familiares, problemas graves de dificuldade econômica nas famílias e os companheiros de equipe e o técnico nem sequer conheciam ou conversavam sobre qualquer questão pessoal.
Jogadores profissionais, já em idade adulta, tem maior controle sobre as emoções e superam as dificuldades em prol da profissão e de um possível retorno financeiro, mesmo porque é necessário em qualquer área de trabalho, que se apresente controle e rentabilidade.
A maturidade se atinge quando consegue administrar os diferentes segmentos da vida, sem que um interfira no outro.
Mas, na adolescência ou mesmo na faixa etária de juvenil e no 1° e 2° ano de adulto, as questões particulares ainda continuam interagindo na profissional.
E com isso surge a dificuldade em produzir com determinados técnicos ou equipes, pois nem sempre se encontra o ambiente necessário para desenvolver segurança e estabilidade.
Em um jogo universitário na semana passada, por exemplo, presenciei atitudes que seriam hilárias, se não causassem tantos danos.
O técnico de uma das equipes foi expulso nos primeiros minutos do segundo quarto com atitudes de total descontrole e agressividade, acusando o árbitro de ser tendencioso ao adversário. Isso é comum, eu sei, mas não justifica o total desequilíbrio de um técnico.
O assistente deste técnico também foi expulso após uns 10 minutos e apresentou a mesma agressividade, tendo que ser contido pelo próprio time.
Um jogador desta mesma equipe parou em frente ao banco da equipe adversária, cuspiu nos jogadores e elegeu um deles, aleatoriamente, como vítima de suas agressões, verbalizando que "o mataria" caso entrasse em quadra. Eles nunca, até então, tinham sido adversários ou jogaram juntos.
Este jogador ameaçado, quando entrou no jogo, não produziu nem 20% do seu potencial.
Jogadores mais velhos e experientes defendiam-se e conseguiram produzir frente a esta equipe agressiva, no entanto os mais novos e inexperientes não conseguiram.
Justifica-se, então a dificuldade de adaptação de alguns frente a situações diferenciadas.
Acredito que vários jogadores apresentem baixa produção ao interagir com a característica agressiva de alguns técnicos, como o exemplo o fato citado.
Nem só a agressividade é fator de não adaptação, existem inúmeros outros, mas comumente os técnicos não conhecem profundamente seus atletas. As vezes, podem estar agindo de maneira inadequada e, prejudicando o rendimento do atleta, sem qualquer intenção.
O homem ainda nos dias de hoje, carrega o fardo de ter que ser forte. E, um exemplo sério como o que presenciei foi de um jogador que só estava em quadra à base de antidepressivo e o técnico não foi informado ou mesmo sabia da problemática envolvendo o atleta.
Neste caso são vários erros, o atleta deve informar sobre uso de qualquer medicamento, o técnico deve saber tudo ou o máximo possível da vida de seu jogador.
Os clubes deveriam proporcionar esta abertura, talvez até a partir do gerente, caso não tenha estrutura para contratar um psicólogo (a), onde houvesse reuniões referentes à produtividade e mesmo encontros sociais que favorecessem o conhecimento e aproximação de todos.
O aumento da produção de um time às vezes depende de coisas muito simples e os dirigentes e técnicos deveriam estar mais abertos a isso.
Às vezes uma simples frase de estímulo fixada em um mural antes do jogo, pode motivar e ajudar muito um atleta.
Pensem nisso e busquem o ser humano atrás de cada uniforme.
Psicóloga
Madely Ferrari
Novo e-mail: madferrari@ig.com.br
Madely Ferrari
Colaborador madelyferrari@uol.com.br
Fonte : databasket.com.br
Posted
11:09 PM
by MARIVAL ANTONIO MAZZIO JUNIOR
Nota Oficial 011 2005
Alteração da Tabela de Jogos
Liga Metropolitana de Basquete de Londrina
Prefeitura Municipal de Londrina
Fundação de Esportes
Este projeto foi aprovado pelo Fundo Especial de Incentivo a Projetos Esportivos
Nota Oficial 011 2005
Londrina, 23 de Maio de 2005.
CAMPEONATO ABERTO DA LMB 2005
Alteração da Tabela de Jogos
Onde se lê :
Nº Categ Horário Data Dia Local Equipe A X Equipe B
229 IF 15:00 2/6 Qui ACM ALB X N.B.B.L/Delta
141 YF 16:30 2/6 Qui ACM ALB X Londrina/ Col. Nobel
125 YF 13:30 4/6 Sab Col. Delta N.B.B.L/Delta X ALB
250 IF 15:00 4/6 Sab Col. Delta N.B.B.L/Delta X ALB
Deverá ser lido :
Nº Categ Horário Data Dia Local Equipe A X Equipe B
229 IF 15:00 25/6 Sab ACM ALB X N.B.B.L/Delta
141 YF 16:30 25/6 Sab ACM ALB X Londrina/ Col. Nobel
140 YF 13:30 4/6 Sab ACM ALB X N.B.B.L/Delta
229 IF 15:00 4/6 Sab ACM ALB X N.B.B.L/Delta
Acesse : www.basquetelondrina.blogger.com.br e veja a tabela de jogos do Campeonato Aberto LMB - 2005.
Marival Antonio Mazzio Junior
Presidente da LMB
Domingo, Maio 22, 2005
Posted
11:00 PM
by MARIVAL ANTONIO MAZZIO JUNIOR
2º Streetball 04 de junho ¿ Ginásio SEPAM
PONTA GROSSA
Acontece no próximo dia 04 de junho, no Ginásio de Esportes do Colégio Sepam, o 2º Streetball Ponta Grossa. Embora o nome lembre os jogos de rua realizados nos Estados Unidos, a competição em Ponta Grossa será nos moldes de um torneio de trios de basquete, regido sob as regras da FIBA, mas com algumas adaptações. Em 2004 o torneio atraiu mais de 30 trios em várias categorias. As inscrições, ao custo de R$ 10,00 por atleta podem ser feitas pelo telefone 42 8803-0003 ou pelo e-mail companidoesporte@yahoo.com.br. O 2º Strettball Ponta Grossa tem o apoio do Colégio Sepam, Associação dos Veteranos de Basquete de Ponta Grossa e Unimed. O evento é uma promoção da Ben Hur Eventos Esportivos e Assessoria.
2º Streetball 04 de junho ¿ Ginásio SEPAM
PONTA GROSSA
Apoio:
SEPAM
Associação de Veteranos de Basquete de Ponta Grossa
Unimed
Inscrições até 03 de junho pelo
Fone 8803-0003 ou e-mail
companiadoesporte@yahoo.com.br
Realização:
Ben Hur Eventos Esportivos e Assessoria
REGULAMENTO
Instruções Gerais
Categorias masculinas ¿ Até 16 anos / 17à 25 anos / 26 à 36 anos/ 37 à 48 anos / acima de 49 anos. Vale a idade que o atleta completar no ano. Só haverá competição na categoria se tiverem no mínimo, quatro equipes inscritas. Caso contrário, o valor da inscrição será devolvido aos atletas.
Inscrições ¿ Podem se inscrever 03 (três) atletas por equipe, ao preço de R$ 10,00 por atleta.
Reposição de atleta ¿ A equipe poderá inscrever um novo atleta, desde que este pague a taxa de inscrição, somente em caso de contusão. O atleta substituído não poderá entrar novamente no torneio.
Início dos jogos ¿ As partidas iniciarão às 13h30min. do dia 04 de junho, sábado.
Forma de disputa ¿ Dependerá do número de equipes inscritas, mas no mínimo cada equipe jogará três partidas.
Premiação ¿ Serão premiados os três primeiros trios de cada categoria.
Regras
1. Cada partida tem duração de 10 (dez) minutos ou 20 (vinte) pontos vencedores. O último minuto de cada jogo é cronometrado. Em caso de empate, haverá prorrogações de 01 (um) minuto até que haja uma equipe vencedora.
2. Em relação ao contato físico, fundamentos do jogo e pontuação, a partida terá as mesmas regras da FIBA.
3. Não há número limite de faltas individuais. Porém, a cada 04 (quatro) faltas coletivas a equipe adversária recebe um ponto de bonificação no placar do jogo.
4. A reposição da bola no jogo, independente da situação, sempre será feita das laterais da quadra. A quadra de jogo é a meia quadra oficial de basquete.
5. Não é necessário sair do garrafão para tentar fazer a cesta, independente de qual equipe tiver com a posse da bola.
6. As equipes não têm direito de solicitar tempo. O débito de tempo só será feito pelo árbitro, e em casos de extrema necessidade.
7. A bola a ser usada será a Penalty de Couro 7.3.
8. Os uniformes são de responsabilidade de cada equipe, sabendo-se que será obrigatório camiseta da mesma cor, que não precisa ser numerada.
9. Em caso de contusão, em que o atleta não possa retornar a jogar, a organização aceitará novo atleta, desde que o mesmo pague a taxa de inscrição de R$ 10,00.
10. A posse de bola para início de jogo será feita através de sorteio.
11. A organização se dará ao direito de eliminar qualquer atleta ou equipe que esteja comprometendo a segurança do evento.
12. De posse da bola, a equipe atacante terá 15 (quinze) segundos para definir seu ataque, sob pena de perder a posse da bola se não o fizer.
13. Os casos não citados neste regulamento serão resolvidos pela comissão organizadora.
Posted
4:06 PM
by MARIVAL ANTONIO MAZZIO JUNIOR
MÍDIA ELETRÔNICA
Dossiê Sportv discute sobre o atual momento vivido pelo basquete brasileiro20/05 :: 17h 05mReprodução/Sportv
Bruno Laurance (narração em off): O basquete do Brasil já encantou multidões, mas hoje em dia, a bola fica de lado. Brigas e disputas ganharam mais espaço. Oscar, nome que virou sinônimo de basquete para os brasileiros, virou protagonista de uma crise no esporte ao criar a Nossa Liga de Basquete para organizar um campeonato independente da CBB. A disputa está só começando e ninguém sabe qual será o desfecho.
Oscar Schmidt A solução é a Liga. Através dela vamos poder contratar quem quisermos, os clubes decidirão por si mesmos. Hoje, somos obrigados a jogar do jeito que a CBB impõe. A única pergunta que a CBB nos fez era se queríamos fazer o campeonato em dois meses e meio. Nós fomos contra. Como é que você justifica para o patrocinador que só haverá dois meses de campeonato, se ele paga por um ano? Então, queremos que os clubes por si só, quem contratar, qual emissora irá transmitir os jogos, enfim, e o dinheiro que entrar será dividido entre clubes e jogadores. A gente quer ser dono do nosso destino. Estamos cansados de só perder, todo mundo paga tudo o tempo todo. O campeonato é deficitário e os clubes não têm nenhuma ajuda, ou a ajuda é muito pequena. Queremos que os recursos não sejam para sustentar a confederação.
Grego ...E quando chegou esse ano, chamamos eles e dissemos: Só temos 645 mil reais, o campeonato custa muito mais caro. Sugerimos então, várias coisas, entre elas o campeonato com dois turnos e os clubes decidiram da forma que todos já sabem. Nada contra quem agrega valores, mas não existe a CBB fazer isso e fulano fazer aquilo.
Hortência Eu nunca fui chamada para fazer nada pela Confederação, nunca me perguntaram nada, o que eu achava, nada, zero. Então, o que a gente fez? Já trabalhei tanto dentro como fora das quadras e vendo a situação que está hoje, aderimos à Nossa Liga
Amauri Passos A Liga de Basquete deveria tentar eleger seus representantes democraticamente, através do voto, nas urnas. E aí determinar outros rumos para o basquete brasileiro. Rumos esses que se fazem necessários
Oscar Schmidt A gente pediu para falar com ele em duas oportunidades e o que se viu foi uma porta bem pesada batendo em nossa cara. Amassou até o meu nariz. Eu não vou pedir para falar com ele de novo.
Grego Comenta-se que não recebemos os representantes dos clubes na CBB e daí surgiu o movimento da Liga. Não é verdade. Recebemos o pedido de uma reunião para um dia, que não lembro ao certo, às 16h do dia anterior, para tratar de assuntos financeiros do campeonato nacional, que já havia sido discutido. Em primeiro lugar, era muito tarde para mobilizar uma série de coisas para tal reunião. E depois, passado meia hora do pedido ligaram dois grandes jornais querendo se programar para vir aqui. Pensei que poderíamos estender em uma semana essa reunião, mas se vamos discutir algum assunto, e amanhã, e com a presença da imprensa, alguma coisa está errada. Onde está a hierarquia? As coisas não são assim. O dia que a gente perder a hierarquia acabou.
Oscar Schmidt Isso não se faz e a CBB fez. Chegamos ao ponto de pedir uma reunião com o Ministério dos Esportes para levar o nosso estatuto. Fomos recebidos maravilhosamente bem. Eles abriram as portas do Ministério para os nossos representantes e a nossa entidade as fechou. Não existe relacionamento com a CBB.
Grego Liga independente ou Nossa Liga oficialmente não existe. Até hoje, nós não recebemos um papel dizendo sobre a criação da Nossa Liga. Criaram a liga, ok. O que eles querem, quem são, é nacional, de São Paulo ou do Rio? Não sei...mesmo que existisse, a liga nada mais é que um somatório de clubes.
Hortência Nós vamos fazer uma empresa para movimentar o basquete dos clubes. Ninguém está dizendo aqui que vamos resolver os problemas financeiros deles ou que vamos levantar algum patrocínio. Não é nada disso.
Grego Não sou contra nem a favor da Nossa Liga, do campeonato nacional, de nada. Sou a favor do que é melhor para o basquete e como presidente meu papel é unir todos os segmentos dele. E não dividir ou subtrair. O que eu quero é que esses ícones que vocês (imprensa presente na coletiva após a reeleição) citaram, os clubes, que estão começando, os campeões, enfim, essas pessoas, pensem no que é melhor para o basquete e não no que é melhor para si ou nos seus próprios interesses. A CBB fará o que for melhor para o basquete.
Lula Ferreira (técnico da seleção brasileira masculina) Primeiro tem que se conversar. É difícil você dizer antecipadamente o que vai fazer ou que decisões tomar sobre questões tão complexas como essa. Por isso, é preciso uma boa conversa, a troca de opiniões, as ponderações, enfim, temos que se ouvir a todos. As coisas estão entrelaçadas, é necessário se pensar no todo: nacional, Estaduais, Ligas Regionais, categorias de base. Precisamos de equipes competitivas, com grandes patrocinadores, por outro lado, temos que ter equipes que trabalhem do mini-basquete ao juvenil, pois são clubes formadores de atletas. Enfim, é um efeito dominó, no que você mexer, talvez não tenha efeito no curto-prazo, mas com certeza terá interferência a longo prazo. Precisamos de bom senso, critério e muita conversa para tomarmos essas decisões.
Bruno Laurance (narração em off) Ameaça de dois campeonatos. Clubes insatisfeitos. Racha na organização. O panorama do basquete brasileiro não é nada animador. Os problemas refletem diretamente nos resultados. Faz tempo que o Brasil não ganha.Grego O meu papel como presidente é não permitir que haja dois campeonatos. Isso é muito ruim para o basquete brasileiro. Não passa pela minha cabeça essa possibilidade.
Oscar Schmidt Só acredito vendo, com os óculos, binóculos e microscópios que você me der. Eu vou torcer muito para que isso aconteça
Grego O que passa pela minha cabeça é juntar essas idéias novas e acoplar às nossas. Temos uma história, são 15 ou 16 campeonatos nacionais, fora os que eram disputados antes. Enquanto eu for presidente nunca permitirei dois campeonatos. Nada paralelo. Enquanto eu tiver forças e poder, não permitirei isso. O basquete brasileiro não merece.
Hortencia Queremos marcar uma reunião com as federações, pois não queremos atrapalhar o calendário. Se o clube não quiser participar do Brasileiro, pode participar do campeonato da Nossa Liga, sem problema nenhum. Não estamos aqui para brigar. Eu não quero ser presidente da CBB, não quero cargo, não tenho time no basquete. Só estou aqui para ajudar.
Guilherme Giovannoni Tem um problema aí, mas também acho que a CBB poderia entender o lado dos clubes e aceitar a nova Liga. Os clubes estão se organizando e buscando um mesmo objetivo, algo que nunca aconteceu antes na história. Acho isso importante e acredito que a CBB também deveria ver dessa forma
.Oscar Schmidt Nossa intenção é começar um campeonato até o fim do ano. Já temos 42 filiados, entre masculino e feminino. Logicamente, não vai haver espaço para todo mundo jogar, a gente vai ter que dar um prazo para que algumas equipes se organizem e mostrem que têm condições de jogar. Depois, vamos verificar o modo de disputa: Regional, chaves, turno direto, existem muitas fórmulas e todas são boas. Mas vamos decidir isso só mais para a frente.
Amauri Passos Deveriam se dispor, todos os envolvidos, a viajarem para encontrar os presidentes de federações e tentar obter o concurso do voto. Porque queiram ou não, a CBB é a representante reconhecida pelo COB, que por sua vez é reconhecido pelo COI. Não conheço muito de legislação, mas se a CBB não permitir que os jogadores que participem da Liga possam defender a seleção brasileira, não vamos poder disputar as competições internacionais.
Bruno Laurance (passagem - ele falando e aparecendo na tela) A discussão continua no próximo bloco do Dossiê SporTV. O que esperar da seleção brasileira no Mundial feminino ano que vem aqui no Brasil? E qual o futuro do basquete brasileiro?
Segundo BlocoBruno Laurance (narração em off) No meio de toda confusão, a bola laranja vai para o alto e nas mãos dos nossos jogadores que seguem lutando para voltar aos tempo de glórias. Em agosto, a seleção masculina tem a Copa América pela frente. São cinco vagas para o Mundial do Japão, ano que vem. Para as mulheres, o caminho é mais tranqüilo. O Mundial é aqui e o Brasil está automaticamente classificado. Mas sobram críticas a organização.
Oscar Schmidt Quando você perde credibilidade, vai perdendo investimento também. Acaba perdendo a televisão, não há mais estímulo para os jogadores e a conseqüência disso é não ter tantos talentos para montar grandes equipes. Menos investimentos, menos tudo.
Grego Temos que buscar os resultados. Essa obsessão não é só minha, mas de 175 milhões de brasileiros. E esses resultados vão aparecer gradativamente até nos colocar nas Olimpíadas. Antes disso têm o Mundial e o pré-mundial. Temos que fazer um belíssimo Mundial aqui no Brasil. Dizem que está parado, que ninguém sabe nada. Mas, está sendo trabalhado, uma série de coisas estão avançadas, a competição terá sede em São Paulo e no Rio, mais para a frente, os senhores serão convidados a vir para o lançamento da logo e do site.
Hortência Eu não vejo nenhum projeto, não vejo nenhuma jogadora surgindo. Tenho dó da Janeth. Nossas jogadoras foram todas embora. Sinceramente, assim, acho muito difícil. Por isso, queria o apoio da CBB à Nossa Liga, para que não haja interferência na seleção brasileira
Guilherme Giovannoni Acho que o basquete feminino já está no topo a algum tempo. Mas isso não pode ser motivo para relaxamento. No mundo inteiro, as seleções estudam e treinam para melhorar. O Brasil está no topo nos últimos dez anos, mas isso não quer dizer que não tenha que melhorar. É uma geração muito boa, vejo potencial e acho que elas podem fazer um bom papelLula Ferreira (técnico da seleção brasileira masculina) A seleção brasileira vai viver seu momento na Copa América. A equipe vai ser baseada em jogadores de campeonatos anteriores. Se houver necessidade de agregar algum novo jogadore, faremos isso. A comissão técnica já está estudando essa convocação, para iniciar os trabalhos de treinamento.
Amauri Passos Carecemos de um maior quilate, de jogadores de maior expressão, que possam dar espetáculo
Lula Ferreira (técnico da seleção brasileira masculina) É claro que nosso interesse é a reunião dos melhores jogadores, estejam eles aonde estiverem, em condições propícias para executar o plano de treino e em boas condições físicas e emocionais, para conseguir a classificação na Copa América. Esse é o primeiro objetivo. Depois vem o Mundial. E as Olimpíadas que é o maior objetivo.Hortência Não espero muito, principalmente no feminino. Porque não dá para fazer milagres. A sementinha tem que ser plantada para poder crescer. Não adianta agora achar que isso é rápido.
Oscar Schmidt Vou até ajudar no caso do Nenê. Ele falou que não vai jogar pela seleção. O que leva um jogador patriota, que nasceu humilde, que me tem como ídolo, não querer jogar pela seleção. Para ele chegar a esse ponto, é porque ele chegou ao ponto máximo de sua insatisfação. Mas outros jogadores já seguiram esse caminho. Ano passado teve o Sul-Americano, em Campos. Teve jogador juvenil, convocado para a seleção principal, que pediu dispensa. Essa atitude do Nenê foi um desabafo, porque se tivesse tudo em ordem ele não faria isso. Apesar de tudo que eu acho contra a CBB, das críticas, vou ajudar a CBB, fazer o Nenê rever essa situação. Já até falei com ele.
Grego Vocês mesmos publicaram depois que o Nenê não teria falado textualmente que não jogaria enquanto eu fosse o presidente. O Nen~e é um jogador maravilhoso, que não joga para mim, joga para a entidade, quem quer que seja o presidente.
Amauri Passos Faltam jogadores que formem boas equipes, que possam proporcionar espetáculo, que façam os patrocinadores investir no basquete. Isso é importante, porque os clubes já têm os seus problemas com as suas despesas, estão inadimplentes e não conseguem mais sustentar uma equipe de basquetebol.
Hortência O basquete feminino é o que está mais em crise. Quantos times têm no masculino? E no feminino? Uns oito, a maioria, senão todos de São Paulo. É muito pouco.
Guilherme Giovannoni Não entendo muito bem o não crescimento do basquete feminino. O que tem, a maior parte é em São Paulo. Não sei de onde vem a falta de incentivo, se é do governo, da CBB ou das federações locais para o feminino deslanchar.
Grego Até hoje ninguém reclamou da fórmula de disputa, ninguém reclamou do campeonato, das horas de tv, das milhares de páginas nos jornais. No momento em que caímos na realidade que só tínhamos 645 mil reais e nós propusemos uma outra forma de se fazer e os clubes não quiseram. Aí começaram as idéias., os salvadores da pátria e um monte de heróis. O basquete não precisa de heróis. Precisa de heróis dentro da quadra para fazer as cestas que vão nos levar as vitórias, para a gente se classificar e ganhar os títulos. Aqui, precisa é de competência técnica, financeira, administrativa, de conhecer o que é o esporte, de conhecer às leis e discutir tudo isso junto
.Bruno Laurance (passagem - ele falando e aparecendo na tela) Não faltam confusões. Não faltam opiniões. Não faltam depoimentos exaltados. Afinal de contas: O melhor caminho é continuar com uma administração tão contestada ou mudar tudo? E para quem tem que colocar a bola na cesta....(ele arremessa de olhos fechados e converte a cesta)...Nem tudo é simples assim. Até que ponto toda essa confusão atinge quem joga?
Guilherme Giovannoni O que pode acontecer em uma briga política como essa são as picuinhas. "Ele não fez aquilo então não vou fazer isso". É complicado. Só para exemplificar, essas viagens não tem cabimento. Jogar em Franca e no dia seguinte ir de ônibus para Goiânia não dá.
Grego Teve épocas, em que havia dinheiro, que se viajava de avião do Rio para São Paulo. Isso não é certo, foi um erro que cometi e não vou cometer de novo. Distância até 800km é de ônibus.
Hortencia Acho muito pouco o que foi feito. Nada contra a pessoa do Grego, ele é até meu amigo, mas o que aconteceu na gestão dele é muito pouco.
Amauri Passos Ele já havia dito que dificilmente perderia. Já sabia com quem poderia contar, com os votos daqueles que ele já estava acostumado, enfim, vejo que a perpetuação no poder é um mal. Talvez devêssemos ser limitados a uma eleição e uma reeleição. Como é o caso da Presidência da República.
Hortência Eu não quero dinheiro da Liga. Tanto é que o nosso presidente só pode ficar por dois anos e sem poder se reeleger. Fizemos um sindicato dos atletas, árbitros, técnicos, algo que em teoria é contra a gente. Mas não temos medo porque vamos agir corretamente sempre
Guilherme Giovannoni Ele foi eleito para os próximos quatro anos, então é importante que ele trabalhe bem, para que o basquete volte a figurar como uma das seleções mais importantes do mundo. Não importa quem esteja no comando, o que importa é o que ele vai fazer
Oscar Schmidt Espero que se mude essa maneira de agir da CBB, que é uma ditadura. Um cara manda e os outros baixam a cabeça. Não preciso de favor do poder, de parceria, de resultados em quadra vindo deles, de nada do poder. Eu preciso é de um basquete melhor
Fonte : basketbrasil.com.br
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4:02 PM
by MARIVAL ANTONIO MAZZIO JUNIOR
JAB¿S - Londrina quer títulos em Campo Grande
Jogos Abertos Brasileiros começa hoje e reúne a nata do esporte amador
Pela primeira vez, após 13 edições, o futsal feminino fará parte da disputa dos Jogos Abertos Brasileiros (Jab¿s) e Londrina tem a chance de obter mais um título na modalidade. A competição reúne a partir de hoje, em Campo Grande (MS), os campeões dos jogos abertos estaduais de cada esporte. O futsal feminino será representado pela equipe adulta da Unopar/Londrina/Grêmio/Sercomtel, que recentemente obteve o quarto lugar na Taça Brasil de Clubes, também na capital sul-matogrossense.
A técnica Vanda Sanches considera o time competitivo para buscar o título inédito. ¿Vamos contar com o retorno da Gisa, que não disputou a Taça Brasil, mas a Jayne vem de contusão, teve que ser poupada dos treinos e será aproveitada com a seqüência de jogos¿, comentou Vanda, que citou as equipes de Campo Grande, São Caetano do Sul (SC) e Videira (SC) como as principais adversárias na competição.
Os Jab¿s seguem até dia 25 e somente hoje, durante o congresso técnico, o time de Vanda conhecerá os adversários em sua chave. Além da Unopar Londrina, participam do futsal feminino os times de Rio Verde (MT), Campo Grande, Contagem (MG), Teresópolis (RJ), Alegrete (RS), Videira e São Caetano do Sul.
O handebol londrinense terá os times masculino e feminino nos Jab¿s, ambos representados pelas equipes da UniFil/Sercomtel. Mesmo sabendo que enfrentará dificuldades, o time masculino vai para buscar o título, segundo o técnico Giancarlos Ramirez, que também comanda a equipe feminina.
¿Vamos enfrentar quatro times que jogarão a Liga Nacional este ano, que devem ser nossos principais adversários. Estamos indo com força total e, apesar do time estar um pouco preso pela seqüência de treinos físicos, temos chances de chegar na final¿, comentou o treinador, se referindo às equipes de Itajaí (SC), América de Belo Horizonte (MG), IMES/São Caetano (SP) e Niterói (SC). Também aparece entre as favoritas a Ulbra de Santa Maria (RS).
No feminino, Ramirez prevê maior dificuldade. ¿Vamos com um time muito jovem, com média de idade de 18 anos, para enfrentar equipes que disputam a Liga Nacional. Por isso, a expectativa é chegar numa semifinal¿. Em Campo Grande, o time de Londrina vai encarar as fortes equipes de Mauá (RJ), atual campeã brasileira, São Caetano (vice), Ulbra/Canoas (RS) e Itajaí, campeã da segunda divisão.
Basquete
Para o técnico Nilton José Moreira, o Tim, 35 anos, a equipe de basquete feminino de Londrina vai a Campo Grande enfrentar os melhores times do Brasil, mas ele acredita que tem um time competitivo em mãos. ¿Apesar de ser um time novo, formado por apenas quatro meninas do adulto, vamos para a briga. E o mais importante é amadurecer o grupo, formado basicamente por juvenis, para os campeonatos no Paraná, como os Jogos Abertos e Jogos da Juventude. Vamos enfrentar o atual campeão (São Caetano), as vices (Blumenau) e a terceira colocada (Niterói)¿, afirmou Tim.
O seu time será formado Silvana, Thaysa, Adriele e Natália (alas); Angela, Daiana, Aline, Giuliana (pivôs); Danúbia, Rosana e Maura (armadoras); Lívia, Andressa (ala/pivô). A equipe Londrina/Moinho Globo disputará o JAB´s contra as equipes de Niterói, São Caetano, Caxias (RS), Blumenau, Varginha (MG), Sinop (MT) e Três Lagoas (MS). No vôlei feminino, o Londrina Vôlei Clube, do técnico Ney Inácio, representará a Cidade nos Jab¿s. Ao todo, entre jogadores e comissões técnicas, a delegação londrinense terá 79 integrantes.
Aurélio Cardoso
Fonte : jornaldelondrina.com.br
Posted
4:01 PM
by MARIVAL ANTONIO MAZZIO JUNIOR
Basquete colegial também está acabando
Coluna - Juarez Araújo
Depois de alguns anos sem contato, voltei a conversar com o professor Maurício Tricati, do Colégio Magno, que por sinal é um dos maiores incentivadores do esporte colegial em São Paulo. E ao comentar sobre a Olimpíada do colégio, veio a bomba que me deixou de cabelos em pé: frase do professor Maurício, para meu espanto: "o basquete é uma modalidade em extinção nas escolas".E explicou porque da situação. Para fazer as chaves de basquete na Olimpíada do Colégio Magno, o professor Tricati e a equipe dele tiveram que implorar para muitas escolas enviarem equipes. E ninguém deu resposta. Com muito custo, conseguiu equipes no masculino e feminino para realizar precariamente os torneios para satisfazer especialmente aqueles alunos da escola que ainda praticam o basquete.E ai que veio minha preocupação. Se nas escolas o basquete já é quase uma extinção, então qual é o nosso futuro? Se antes os clubes de associados já estão parando? Seriam as escolas públicas sem a valorização dos professores? E ai mais uma vez chega a triste conclusão. Muita coisa está errada. E vejo lá na frente de que como seria bom se em nosso país tivesse políticas direcionadas para o desenvolvimento esportivo nas escolas e nos clubes. Enquanto o basquete entra no esquecimento, modalidades como o vôlei e handebol estão tomando contas das quadras, sem contar com o futsal.Como todo mundo sabe, o atual estado de coma do nosso basquete não vem de hoje. E a cada ano que passa, a cada mundial que não disputamos nas categorias menores, a cada Olimpíada que ficamos fora, a cada ídolo que se despede e não surge outro, o segundo esporte do mundo, vai se afundando no Brasil. O basquete vai perdendo interesse, mídia, torcedor e o mais preocupante: o interesse pela prática.Por isso acho que chegou a hora dos nossos dirigentes, especialmente o presidente Grego Bozikis de largar o discurso de lado e mãos as obras. Aproveitar este momento importante de sim ou não da NLB para começarmos a se preocupar um pouco mais com as categorias de base. Se preocupar um pouco mais com a base nas Federações e as Federações se preocuparem um pouco mais com os filiados. E deixem que os filiados cuidem do profissionalismo.Nossos maiores ídolos de hoje estão jogando na NBA. Isso no masculino, onde não há transmissão de tv aberta. Lá estão Nenê, Leandrinho, Rafael Araújo, Anderson Varejão e Alex Garcia. Fora os que jogam na Europa, como Guilherme Giovannoni e Tiago Splitter.No feminino, a situação também é muito preocupante. Antes tinhamos Paula, ·Hortência, Marta e Janeth, hoje não têm sequer uma jogadora de seleção jogando no País. O Campeonato Paulista que sempre foi mais equilibrado que o Brasileiro, hoje tem seis equipes disputando e ninguém vê sequer uma nota em jornais e na tv. As transmissões não têm atrativos técnicos. E fica aquela monotonia que parece um jogo de xadrez.+ Sempre bato na tecla que no Brasil saíram os ídolos das quadras, aqueles artistas que lotavam ginásios, e os dirigentes continuam achando que público e mídia seguiriam o mesmo ritmo. E não é por ai. É preciso ações urgentes na formação da base, no incentivo aos campeonatos escolares municipal, estaduais e nacional. Surgimento de ídolos se faz com a exploração da quantidade extraia a qualidade.Se o andar da carruagem continuar o mesmo, se a Nossa Liga de Basquete não resolver os problemas das equipes - clubes praticamente não existem mais - o fundo do poço está mais próximo que muita gente pessimista não está percebendo. Mas como Deus é brasileiro e já vi nosso basquete em situações semelhantes e acabou saindo, ainda sou um otimista. Porém, naqueles que realmente, falam e estão agindo. E que iniciativas como do Colégio Magno e do Professor Tricati continuem aparecendo. Para a salvação do ainda chamado por aqui de bola-ao-cesto.DE BANDEJAParecia que tudo sairia bem. A Nossa Liga de Basquete daria um novo avanço, inclusive na arbitragem, mas não é bem assim. Carlos Renato dos Santos, o primeiro a levantar a bandeira, diz que não vai compartilhar de uma associação que tem José Carlos Pelissari. E assim, a ANOB, a Associação Nacional de Oficiais de Basquete, criada em 1981, pode não ganhar força com a NLB. Árbitros internacionais Eduardo Augusto, que é o presidente da entidade, Carlos Renato de Souza, Rafael Serour e José Carlos Pelissari. Além da visão classista e organizacional, estão entre os objetivos da ANOB a profissionalização dos oficiais e o suporte à Nossa Liga de Basquete. Renatinho é hoje, sem dúvida alguma, o ícone da arbitragem brasileira e parece que não abre mão da decisão de não compartilhar com Pelissari. Lamentavelmente porque não vou entrar no detalhe dos motivos desse rompimento.
*********O ex-astro do basquete Wlamir Marques seria o homenageado pelo Colégio Dante Alighieri para conduzir a tocha olímpica na abertura da IX Olimpíada Interna daquele colégio. Mas uma cirurgia na mãe na véspera do acontecimento, acabou fazendo o "Diabo Loiro" não comparecer. Em seu lugar foi convocado Carlos Alberto De Simoni, ex-astro do Handebol que é professor no Dante Alighieri.
***********O Programa Dossié do Sportv colocou declarações do ex-ala Oscar Schmidt, da rainha Hortência e Amaury Pasos (estrelas do passado). Guilherme Giovannoni, ala da seleção brasileira e o presidente da CBB, Gerasime "Grego" Bozikis. E o assunto era um só: a situação do basquete brasileiro. Grego se defendeu e garantiu que não irá reconhecer qualquer outro tipo de competição, referindo-se a NLB, e os demais ficaram em cima da salvação do esporte com a criação da Nossa Liga de Basquete.
***********E chegou o momento mais importante do Campeonato Brasileiro de Basquete. Uberlândia, atual campeã sul-americana, COC/Ribeirão, atual campeão brasileiro e o Telamar/Rio, campeão carioca são os três favoritos ao título da competição. Talvez, pelo que vem pregando Oscar e Cia, esse será o último brasileiro. A não ser que o COC, único que não aderiu a NBL dispute sozinho o próximo brasileiro organizado pela COnfederação Brasileira de Basquete. Vamos esperar para ver.
***********Conversei por telefone com o presidente da CBB, Gerasime Grego Bozikis. Ele garante que não irá mesmo reconhecer a Liga Independete. COnfessa que tem muitas preocupações no ano, como o Pré-Mundial de Santo DOmingo, em agosto e também o Mundial Feminino no ano que vem, em São Paulo e Rio de Janeiro. Outro detalhe, Grego Bozikis não acredita que Nenê irá boicotar a Seleção Brasileira. A convocação vai sair logo depois do Brasileiro.
******Juarez Araújo é jornalista esportivo. Apresenta o Programa 4-2-4 no Canal de São Paulo (18 ou 36 da TVA) e-mail: canalsp@estadao.com.br
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